sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Um tabloide com "Os Souza"


Mostro um tabloide com Os Souza em que a esposa não conseguia dormir por causa de uma grande preocupação. Foi publicado em 'Mônica Nº 126' (Ed. Abril, 1980).

Vimos que o Souza dormia tranquilamente e a esposa, com insônia, o acorda, falando que não consegue dormir porque está morta de preocupação. Ela gastou todo o dinheiro que o marido tinha dado para ela pagar a feira e as contas da luz, água e gás e ainda falta pagar açougueiro, armazém e dentista. Souza diz que quem deve se preocupar com isso é ele e então no final, a situação se inverte, a esposa dorme tranquilamente e é o Souza que não dorme preocupado.

Humor bem inteligente com o que acontece na vida real. Souza com uma mulher gastadeira, em vez de pagar as contas, ela gasta com supérfluos e acaba dando endividamento para o marido. Antes, ele próprio tivesse pago tudo, aí nada disso tinha acontecido. 

A esposa foi bem sacana também de acordar o marido de madrugada por não estar conseguindo dormir, podia contar para ele só no dia seguinte, e ela ainda se dá bem, o Souza nem dá bronca nela e na certa fará outras vezes se ele voltar a dar dinheiro a ela para pagar as contas.

Histórias com "Os Souza" sempre eram envolvendo cotidiano de família sem filhos, tudo que podia acontecer na vida de casados e, consequentemente, não podia faltar piadas com inflação e economia, retratar que mulher gasta demais a custa do marido, como foi nesse tabloide. Incorreta hoje por envolver problemas de adultos, economia, feminismo, machismo em gibis infantis, nada apropriado para crianças, se fosse hoje Os Souza não teriam vez de histórias em gibis, no máximo só tiras de jornais e olhe lá.

Os traços muito bem caprichados e detalhados que davam gosto de ver. Teve um erro de colorização no penúltimo quadrinho esquecendo de pintar parte do braço da esposa abraçando o marido, parecendo que a camisola tinha manga branca naquele quadrinho, além da cabeceira da cama aparecer branca em vez de marrom e cômoda no lado esquerdo da cama ter puxador e mais detalhes no  início e depois aparecer toda lisa no final. Tipo de erro bem comum nas Editoras Abril e Globo, mas que nada tire encanto da história.

Inicialmente esse núcleo surgiu em tiras de jornais a partir de 1968, mas depois tiveram histórias simples e até desenvolvidas em gibis da  Mônica e Cebolinha nos anos 1970 e 1980. Os personagens não tinham nomes, eram chamados só de "Souza". Apesar do Mano, irmão folgado e mulherengo do moreno casado, mas só era chamado de Mano pelo irmão, perante os outros ele era chamado de Souza também. 

A grafia original era com "Z", sendo que atualmente mudaram grafia para "Sousa", como visto nos pockets da Editora L&PM, provavelmente para ficar igual a grafia do Mauricio de Sousa. Mais detalhes deste núcleo, pode ver AQUI. A seguir mostro o tabloide na íntegra:

37 comentários:

  1. Quando se trata dos Souza quem me vem primeiro à mente é o irmão mais novo e folgado que em comportamento se assemelha ao Rolo, em aspecto, a cunhada bonitona se assemelha à mãe da Mônica. Os Souza são bastante periféricos quando se olha de modo abrangente para a Turma da Mônica dos velhos tempos, superam Mariazinha e Rubão e os irmãos Zum e Bum.

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    1. Interessante. Pra mim, o primeiro que vem em mente é esse irmão mais velho casado e depois a esposa dele. O Mano até é mais engraçado, mas como protagonista considero o irmão mais velho. As tirinhas e histórias deles eram bem incorretas, era difícil algum núcleo do Mauricio não ser incorreto naquela época e acho difícil quem supera quem desses aí citados, páreo duro.

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    2. Maurício queria ter personagens incorreto mas como fez sua base com personagens crianças foi impedido.um deles é o nico demo..nem era um vilão mas onde passava pra ajudar alguém se ferrava..com o cabelo assemelhando a um.diabinho nunca passaria hoje com as pessoas com medo de mensagens subliminares

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    3. Miguel, tocou em um ponto que vale mesmo ressaltar, ótima observação, o número de neuróticos aumentou absurdamente em nossa sociedade dentro de, sei lá, mais ou menos quinze anos. Mensagens subliminares existem e temos que ficar espertos com elas, porém, existem pessoas que potencializam o conceito, partem para o conspiracionismo desmedido, procuram chifres em cabeça de cavalo, daí se tornam neuróticas, paranoicas. Com isto não estou dizendo que todo mundo que curte teorias conspiracionistas seja assim, claro que não, não ouso generalizar.
      Interessante Nico Demo tão precocemente sofrer efeito do politicamente correto, não sei exatamente até quando resistiu, sei que dele existem muitas tiras dos anos 1970, desconheço HQs do guri de mau agouro. Fato é que o potencial desse personagem é questionável até para os velhos tempos, não é um qualquer, possui característica marcante, no entanto, para categoria da qual TM clássica está inserida não vingou, não foi adequadamente assimilado, mas poderia, tanto que Dona Morte deu muitíssimo certo e é a única comparável a ele.

      Marcos, mencionei os gêmeos pré-históricos, mas até que tiveram visibilidade nos 1990, creio que mais com republicações do que com publicações dessa década, são periféricos facilmente superados pelos Souza que nessa época já habitavam o rincão da periferia, isto é, periferia da periferia, não confundam com limbo, são condições bem distintas.

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    4. O Nico Demo foi um dos primeiros casos do povo não aceitar o personagem e aí ao ivès do Mauricio mudar característica dele, preferiu levá-lo par ao limbo, o que foi o melhor que ele fez, pelo menos não descaracterizou o personagem. O Zum e Bum ainda aparecia nos anos 1990 e da mesma forma que foram criados, sem politicamente correto, então desses aí foram o que mais duraram nos gibis.

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    5. Censura antigamente era honesta, sem cerimônia, não emplacando ia-se para o limbo, apelações, golpes baixos como alterações e descaracterizações eram impensáveis.
      Como seria Nico Demo descaracterizado? "Nico Democrata", "Nicoanjos" (oposto do nome Nicodemos), "Nicolau Demóstenes", "Nico Demorado"...
      Versão feminina não agourenta, mas que arrasasse corações poderia se chamar "Nicole Demolidora".

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    6. Acho que Nico Anjos ficaria melhor kkkk. Já seria o posto de Demo e bem bonzinho.

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    7. Conhece alguma HQ do Nico Demo, Marcos? Imagino que nos primeiros números de Mônica possam haver algumas.
      Todas tiras dele são mudas?

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    8. Eu conheço as tiras de jornais do Nico Demo que colocaram nos livros da Editora Globo e L&PM. Apesar de tudo, não teve histórias dele nos gibis da Editora Abril, só teve na Panini, só que aí descaracterizado e aí nem conta.

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    9. É possível descaracterizá-lo mantendo nome intacto, poderia ser cantor punk do tipo que só grava demos, tendo como espécie de sina nunca conseguir fechar contratos com gravadoras, em vez de azarar os outros seria um músico frustrado devido ao próprio azar, portanto, o nome de certo modo seria pejorativo ainda que não se incomodasse totalmente com ele, preferindo, por vezes, ser chamado mais pela primeira parte dele.

      Há um outro personagem do tipo com origem nos 60's, imagino que tenha sido criado antes dele, diferença é que passa um ar de tranquilo, tristonho, paradão, enquanto Nico Demo aparenta ser espevitado, inquieto, sem noção. Sabe o nome dele, Marcos?

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  2. Além da parte branca do braço, no quadro encabeçando a postagem mesma cor está na cabeceira da cama, nota-se que não são erros por falta e sim por troca, estão em tom neve como os travesseiros, gelo é o tom do branco da página. Orelha do marido no quinto quadro e criado-mudo do lado da esposa, inicia o tabloide com proeminente puxador na gaveta ou porta, finaliza com frente lisa.

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    1. A cabeceira foi um erro mais visível, deviam ter pintado de marrom. á os outros mais imperceptíveis, principalmente orelha do Souza, mas não deixam de ser erros de continuidade de desenho e colorização, respectivamente.

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    2. Um erro de troca de cores bem incomum está na HQ de abertura do gibi ao qual este tabloide pertence, no sexto e sétimo quadrinhos da quarta página (pág.6) os dentões da Mônica pré-histórica estão vermelhos, colorista associou com língua, única explicação que justifica tamanha distração, os dentes dela são bem maiores que os da Mônica até então contemporânea que atua de forma secundária em sua própria história, quem brilha mesmo são a versão primitiva que aterroriza os garotos e a "força do pensamento" de Cebolinha.

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    3. Nem lembro mais, só sei que na Editora Abril tinha muito isso, principalmente nos anos 1970.

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    4. Mônica nº126 de 1980 está entre os gibis que me introduziram à TM, a edição representa muito para mim. Voltando à história de abertura do número, é realmente uma baita comédia, o ápice do nonsense, sempre imagino que fim levou a Mônica pré-histórica depois do fim da trama em que aparece no último quadrinho em sua caverna dormindo com coelhinho de pelúcia enquanto a Mônica pós-moderna está com clava em forma de coelho pensando ser armação dos meninos. HQ digna de segunda parte que abordaria retorno da pequena troglodita à Pré-História. Na categoria de quadrinhos da qual está inserida TM clássica, absurdos inexplicáveis são muito bem-vindos, são parte da essência do estilo, portanto, especificamente em "Confusão pré-histórica" foi gerado um "elo perdido" (ironia, visto o tema que aborda) em não ter havido um segundo e definitivo desfecho, da forma deixada vejo como um nonsense extrapolando o próprio limite, entretanto, o que destaco em nada prejudica a trama, nada mesmo, apenas fica no ar que fim levou a versão mais antiga da dentuça já que se encontrou na Pós-Modernidade.

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    5. Legal saber que essa foi uma das suas primeiras revistas. É boa, sim. Eles gostavam de finais abertos para leitores ficarem imaginando sequência. Intenção não era dar continuidade, mas cada um imaginar o que aconteceu a Mônica pré-histórica, aí por isso ela não voltou em outra história. Mas se voltasse com continuação oficial da MSP, seria bem vinda também.

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    6. Depois de algum tempo a revista passou a ser minha, foi primeiramente da minha tia, mas quando adquiri foi bem antes de desejar colecionar revistas em quadrinhos, bem antes também foram os momentos em que a edição (entre outras) me apresenta os personagens até passar a me pertencer. Aquele sensacional almanaque carnavalesco de 1980 ou 81 também figura entre os que fazem parte de minha inserção à TM, edição que conheço bem, mas não me pertenceu.

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  3. Agora q lembrei da existência desses e outros personagens esquecidos, fiquei preocupado que, se forem fazer aquele almanaque de histórias mais incorretas que venho citando de uns tempos pra cá, tenha uma grande quantidade de histórias desses personagens.
    Não que isso seja ruim, afinal, vai ser uma ótima maneira de relembrar esses personagens, além da sessão Turma do Maurício que os gibis atualmente tiveram. Mas na minha opinião, poderiam colocar no mínimo uma história por edição, pois ainda existem centenas de histórias do núcleo principal q merecem serem repúblicadas. E lembrando agora do humor negro do penadinho, acredito que 2 ou 3 histórias por edição seja o suficiente. Aliás, vc aí que vai comentar, não esqueça de colocar quais histórias vc acha que poderiam entrar nesse almanaque.

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    1. Histórias de todos os núcleos, Adriel, todos são importantes e se complementam. Minhas preferências são HQs ambientadas em Vila Abobrinha e no Bairro do Limoeiro, são pilares da TM raiz, demais núcleos são complementares em minha ótica. Para o "utópico projeto" gostaria que fosse mais igualitário possível, com HQs dos núcleos que não considero centrais abrindo os almanaques de modo alternado com HQs dos dois pontas de lança que logicamente também abririam esses gibis, mais democrático que o título Almanacão de Férias onde o Limoeiro possuía cadeira cativa em aberturas.

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    2. Podiam colocar em livro de capa dura aí so um público mais adulto se interessaria com o títulomelhores dos anos 80....uma tarja explicando que esse livro podera ter Histórias com entendimentos da época ofensivo a alguns hj em dia mas não refletem a posição da mão atual tipo as mensagens do Disney Plus

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    3. Adriel, acho que poderia ter histórias de todos os núcleos, sem exceção, aí deixando as bem incorretas mesmo, Não sei específicas que poderiam entrar, sendo incorretas de todos os núcleos, inclusive os personagens esquecidos, tá bom.

      Porém, a MSP anunciou na última CCXP que vão lançar em breve os livros "Biblioteca Mauricio de Sousa", a nova Coleção Histórica em livros de luxo em capa dura, reunindo gibis inteiros em ordem cronológica organizados por ano. O primeiro volume terá todas as edições da Mônica lançadas em 1970, o segundo volume, aos gibis dela de 1971 e assim vai. Vão ser caríssimos, visto que primeiro volume terá 512 páginas e o segundo volume em diante mais de 700 páginas, fica difícil condições pra comprar, só quem gosta muito do politicamente incorreto. Aí, não deixa de ser uma publicação da MSP só com coisas incorretas, visto que prometeram não ter alterações de conteúdo, no máximo asteriscos que tais coisas não são mais aceitas na sociedade atual. Aqui o link anunciando "Biblioteca Mauricio de Sousa".

      https://universohq.com/noticias/panini-lancara-biblioteca-mauricio-de-sousa-que-trara-as-historias-da-turma-da-monica-em-ordem-cronologica-de-publicacao/

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    4. Que "noticião" assustador, Marcos! Quanto irão pesar? No bolso já sei que serão cifras em forma de bigorna. Apenas em Itu que edições assim passam por revistinhas. Será que Mauricio pensa que os ituanos colonizaram o Brasil do Oiapoque ao Chuí? "Edição de luxo", "lu-xo", será que o cartunista no alto dos seus oitenta e seis aninhos pensa que aqui é Luxemburgo? Arrisco informar que suntuosas edições custarão módicas trezentas e noventa e nove pilas a unidade. São notícias assim que me fazem invejar mendigos helvécios, lixeiras públicas suíças são luxuosas. "Não quero luxo nem lixo...", há uma música com esta frase.

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    5. Zózimo, é a glamourização dos gibis, tão aclamada por certo público, uma edição super luxuosa pra arrecadarem mais, caça níquel. Pra ter só coisas incorretas, tem que pagar verdadeira fortuna. Tem um livro de mais de 700 páginas que vão lançar em breve e vai custar 179 reais! Então essa Biblioteca do Mauricio de Sousa deve ser nessa faixa de preço, com a Nº 1 ser mais barato um pouco por ser 512 reais. Sem condições, saudades de Coleção Histórica de 19,90 por 5 gibis em formato gibi convencional. Nem gosto de gibis em formato livro de luxo, então não vou comprar. Prefiro ter os gibis originais.

      Teve sim música "Nem luxo nem lixo" ("Não quero luxo nem lixo..."), foi uma música da grande Rita Lee de 1980 e depois regravada por Marina Lima em 1995. As duas versões maravilhosas, por sinal. Conheci primeiro a da Marina Lima.

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    6. É, ainda não terminamos de sair de uma violenta crise sanitária e a MSP já está colocando as unhas de fora, o jeito é nos conformarmos.

      Isso mesmo, bem lembrado, também conheci a segunda versão primeiro.

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    7. Terrível. Só ricos pra conseguir. Anunciaram o preço do volume 1, vai ser R$149,90 com 512 páginas. Provavelmente a partir do volume 2 vai ser R$ 179,90 pra cima com mais de 700 páginas. Fora reajuste anual em futuros livros que gostam de fazer. A partir de 1973 terá um livro da Mônica e outro do Cebolinha por ano. Haja grana.

      https://loja.panini.com.br/panini/produto/MSP-Colecao-Historica-Omnibus-Turma-da-Monica-Vol-01-Monica-1970-85824.aspx?oid=130498&fbclid=IwAR2xrSMxMusUE4BA-92KIiqBpV719Ipgi4AQwhRu2kIztPXHhMYZhJLwFL0

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    8. Já está a venda. Rapaz..realmente gibi livro e bonito uma homenagem a trajetória do Maurício. Mas usualmente gosto do gibi como um jornal que vc enfia em qualquer lugar e leva com você..poxa podiam ao menos lançar esses gibis formato digital...e uma coleção pra nostálgicos endinheirados que ostenta
      M em poder gastar...porém ébtedivel papel e caro ainda mais capa dura e off set..de livro só tenho cebolinha 60 anos

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    9. Miguel, está à venda, mas em pré venda pra ser entregue entre fevereiro e março. Gibi sem dúvida é melhor simples, em papel jornal e não em forma de livro, descaracteriza o gibi. Não gosto nem gente que manda encadernar seus gibis, colocando vários encadernados formando um livro. Formato digital pelo menos seria mais barato e vale pra quem gosta. Eu já tenho todos os volumes da Coleção Histórica, então tenho o conteúdo desses livros aí. Dispenso. Pra gastar menos, poderia comprar a Coleção Histórica na internet, teria mesmo conteúdo.

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    10. Um dos motivos por ter me encantado com HQs é a praticidade que esses formatos dispõem, formatinho, formato americano, gibizinho e almanacão são ideais, meu favorito mesmo é o formatinho, saudade de quando gibis Marvel eram majoritariamente assim, em sebos que frequento ainda facilmente encontra-se formatinho acomodando a categoria heroica. Edições esporádicas que tratamos, manuseamos como bíblias por serem volumosas, pesadas, luxuosas, imponentes, coisa e tal, normal, estou longe de achar algo assim ruim, edições de luxo fazem parte do jogo e é positivo que façam, o que vejo com reserva, com clara insatisfação é essa crescente tendência em despopularizar materiais antológicos, proposta que está em curso há algum tempo, gourmetizar sistematicamente, elitizar o que é de cerne popular é de um tremendo empobrecimento, parece que a meta é transformar leitores de quadrinhos em público seleto, como são os públicos de teatro e de música erudita, inclusive, teatro brasileiro foi popular até anteontem, isto é, até primeira metade do século XX, lamentavelmente descambou para elitização. Única vantagem em elitizar segmentos artísticos é que nunca é deixado de priorizar a qualidade, sempre colocada acima de tudo.

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    11. Não tenho a mínima vontade de comprar essa coleção histórica, e sinceramente, acho que vai flopar. Mass, quem sabe?
      Agora o que eu estou com MUITA vontade de comprar são os encadernados do Horácio pela editora Pipoca e Nanquim! Aquilo ali ficou magnífico! Foi trabalho de fã, respeitando integralmente o produto original, sendo o mais fiel possível até na questão das cores!
      Até pensei em comprar a n° 1, mas vou esperar saírem as 4 e comprar tudo de uma vez, pq até lá eu vou juntando a grana e ainda deve rolar um desconto se for comprado o pacote com os quatro!
      Produto estupendo!

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    12. Zózimo, sem dúvida os formatinhos eram melhores. Agora elitizar tudo complica, também não acho boa ideia. Viram meros caca- niqueis, só isso.

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    13. Luan, não vale a pena, não são nem raros assim, saíram na Coleção Histórica e não terão propagandas, seções de cartas, etc. Os do Horácio já valem porque são materiais raros e até estão com desconto bom na Amazon e podem baratear mais com o tempo. Não precisavam ser em capa dura, mesmo assim vale comprar.

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    14. Vejam pelo lado bom: a coleção histórica trás comentários e curiosidades sobre as histórias. Coisas que raramente se encontra nos gibis. E eu vi na internet que algumas pessoas acham a coleção histórica melhor apenas por esse fator.

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    15. Os comentários eram bons, ficaram nas páginas que ocupavam propagandas e seções de cartas nas originais. Ainda assim, as propagandas relacionadas à Turma da Mônica poderiam ter tido destaque, um tamanho maior e não em miniaturas como faziam.

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  4. Vcs acham que eu vou esperar que lance a edição 4 (1973) só pra ver a primeira história em que o Bugu apareceu? Quando eu posso simplesmente encontrar alguém que esteja vendendo a Mônica 32 coleção histórica "primeira série". Apesar de q talvez isso seja ilegal.
    Lembram de quando eu perguntei em um POST anterior se ainda é ilegal vender os gibis da turma da Mônica coleção histórica separadamente? Eu havia perguntado isso me referindo ao aviso q havia na.capa dos gibis: "esta edição é parte integrante da caixa CHTM, e não pode ser vendida separadamente."
    Então volto a lhes perguntar: considerando esse Aviso nas capas, ainda é ilegal vender cada GIBI separadamente mesmo que não esteja mais em circulação?

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    1. Vejo nada de ilegal em tal prática, Adriel, mesmo que CHTM ainda estivesse em vigor, lógico que, ainda estando, deveria haver critério. Como assim? Bancas de jornais e revistas não são sebos, no entanto, existem as que dispõem de pequeninos sebos, com CHTM circulando e contendo nesses espacinhos destinados aos usados gibis avulsos dela não haveria problema algum, bem, pode haver controvérsia, eu acho de boa e muito provavelmente ocorreu tanto durante vigência quanto com encerramento recente, mesmo atualmente, embora raro, não é impossível algo assim, mas, como já faz algum tempo que encerrou, mais negócio procurar tais gibis em sebos, sebões mesmo, em sebinhos de bancas de jornais, probabilidade de encontrar é muitíssimo menor.

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    2. Tem muitas .a coleção está encerrada.. cara na internet postam gibis que ainda estão mas bancas

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    3. Adriel, acho melhor comprar individualmente do que ter que véspera alguns anos só pra ter uma história e ainda pagar mais caro. Ilegal seria banca de jornal vender os gibis separados estando em circulação. Agora comprar em sebos ou internet as edições que não estão mais nas bancas não vejo ilegalidade nisso.

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