Uma nova série das revistas se iniciou pela Editora Panini chegou nas bancas agora em maio de 2026, formando a 4ª série de coleção na mesma editora. Nessa postagem, mostro as novidades dessa nova série e uma resenha das novas revistas "Nº 1" como um todo.
Essa série é marcada como a primeira 100% criada pela nova administração "MSP Estúdios" da família Takeda, sem intervenção do Mauricio, que se aposentou. Sob administração dele a empresa se chamava "Mauricio de Sousa Produções". Passaram a adotar "MSP Estúdios" oficialmente a partir de maio de 2025 nas edições "Nº 77" de abril de 2025 e agora será totalmente série da nova gestão, então vemos coisas modernas que a gente nunca viu antes, mais voltadas exclusivamente para a geração atual de crianças, o público alvo das revistas.
Essas "Nº 1" da 4ª série representam as de "Nº 271" da Editora Panini, juntando todas as séries da Panini desde 2007 se não tivessem reiniciado numerações. Apenas a segunda série teve 70 edições enquanto a 1ª e 3ª foram 100 edições cada, e deve ter esse número de edições nessa série atual, durando, então, só 4 anos e 2 meses, se mantiverem como quinzenais (bimensais) até o final. Cada série durando menos tempo devido as periodicidades variadas de mensais e quinzenais, assim cada uma delas quatro começaram em 2007, 2015, 2021 e 2026.
Acho que isso é mais imposição da Panini. Deve ser estratégia de aumentar vendas, tanto que no editorial da 2ª série, falaram que é para toda geração de crianças ter "Nº 1" de gibis em bancas e não ficarem tristes por nunca ter comprado uma "Nº 1" em bancas. Infelizmente não veremos mais gibis com numeração alta como # 127, # 264, # 350, etc. A # 467 foi numeração mais alta que tiveram em edições do Cascão e do Chico Bento e vai ser essa a maior para sempre.
Desde as edições "Nº 90" da 3ª série, da segunda quinzena de outubro de 2025, andam atrasando para chegar nas bancas, as desse ano estavam saindo um mês depois da data oficial do expediente. Essas "Nº 1" da 4ª série deviam ser da primeira quinzena de abril de 2026, como consta no expediente final e inclusive tem propagandas de Páscoa, e a distribuição aqui chegaram dia 25 de maio, ou seja, já está um intervalo maior de atraso da data original. Lembrando que tiragens estão baixas nas bancas, até 3 exemplares de cada revista por banca.
Além dos 6 títulos tradicionais (Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento e Turma da Mônica), agora a Milena também ganha sua própria revista. Sobre formato das revistas, continuam bimensais com com formato cania, 52 páginas cada, com capa em papel couché e miolo com papel jornal, 1 página de sessão de mensagens das crianças e intermináveis 8 páginas de passatempos, custando R$ 8,90 cada. São 35 páginas destinadas a leitura de histórias tirando capa, contracapa, as seções de mensagens, passatempos e propagandas .
Fora isso, tiveram várias mudanças já que em cada série gostam de mudar o layout pra diferenciar cada uma delas. Capas continuam com alusão à história de abertura (nessas, só Milena que não foi por ser uma verdadeira Nº 1, mas da próxima edição em diante certamente também terá alusão à história). Agora tem uma faixa colorida no alto separando da ilustração principal com o logotipo e todas as informações de Nº , editora, selos, logo da "MSP Estúdios", não informam títulos das histórias nas capas, tudo isso não para atrapalhar a ilustração.
Os logotipos foram todos mudados, adotaram minimalismo que vem sendo nas mídias em geral atualmente, e tiraram a identificação de personagens, como sem cabelo da letra "O" do Cebolinha, sem sujeirinhas do Cascão, sem maçã comida no "I" da Magali, etc. O Do Chico Bento (que agora estão tratando como franquia diferente da Turma da Mônica) foi mais mudado visualmente, igual à campanhas publicitárias que fizeram desde ano passado, e o único que mantiveram um chapéu de palha de identificação do personagem e agora ocupando duas linhas sem ser todo corrido. Nunca haviam mudado os logotipos dos personagens, desde que criaram as suas revistas, primeira vez isso e não gostei, principalmente tirar essas identificações clássicas dos personagens.
As contracapas não são mais uma extensão do desenho da capa com foi na 3ª série, agora tem o título, sinopses e frames da história de abertura e ilustraçãodo personagemcom colorização diferente. Do Chico diferencial de apenas 1 frame na contracapa e um destaque para galinha Giselda em vez do Chico. E constam também preço, código de barras, QR code e selos variados nas contracapas para deixar as capas menos poluídas e valorizar os desenhos.
Não teve um frontispício ao abrir as revistas, anunciando que reiniciaram e dando satisfações dos motivos de reiniciarem tudo, nem na página 2, as revistas já abrem com história e todos com propaganda do livro "paródias da MSP da "Woniquinha". Nem na revista da Milena não teve página de apresentação por ser uma verdadeira "Nº 1". Seria melhor se tivesse uma apresentação da série. E já informam "MSP Estúdios" na página 3 onde informam ano da revista.
A sessão de mensagens e os passatempos tem a cara do personagem principal ao lado, só a revista "Turma da Mônica" que nas mensagens antes era a Milena, e agora colocaram o Jeremias e Passatempos sem rosto de ninguém.
O texto "Mauricio Apresenta" no cabeçalho dos títulos de todas as histórias continuam nessa coleção. Na última página continuam com tirinha normal, expediente com a numeração da 4ª série junto com a numeração real da revista desde o lançamento da Editora Abril ou Editora Globo, conforme for. Assim, por exemplo, vemos que Mônica está na Nº 717 contando toda as séries desde 1970. Porém, do Cebolinha tem numeração errada, essa edição é a "N° 685" e já faz um bom tempo que anda assim errada e não corrigiram agora. E prova que revistas são de abril e chegaram só final de maio.
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| Numeração total errada no expediente final de Cebolinha |
Sobre traços das histórias, tiveram mudanças, tiraram o estilo "png" estáticos copia e cola escancarados e colocaram traços variados e com movimentos. O problema que continuam sendo feitos por computador, o copia e cola continua, tem momentos que estão com mesma posição de corpo só mudando posição de cabeça, por exemplo, só que está menos perceptível. Do jeito que deixaram, muitos são caricatos e tem nada a ver com estilo do Mauricio. Não ficaram bons.
Resolveram mudar depois do EXPOSED que viralizou em canais do YouTube, reclamando dos traços estáticos, lua em png, etc. Fora que estão focados no audiovisual, parece que querem histórias em quadrinhos se pareçam com animes com movimentos exagerados. Reclamavam de traços png, estáticos, sem vida, agora movimentos demais e desnecessários, um equilíbrio seria melhor. Tem gente gostando de traços assim, eu particularmente não gosto, os simples e feitos a mão são melhores.
Em relação a conteúdo de histórias, as de abertura de no máximo 17 páginas e obrigatoriamente vão ser dispostas em 3 faixas de linhas em vez das tradicionais 4 faixas e resto variando de curtas de 1 a 3 páginas, muitos deles enchendo de histórias de 1 e 2 páginas uma atrás da outra, inclusive as de encerramento. Ou seja, cada gibi pode ter umas 10 histórias, a primeira que tem alguma coisa mais desenvolvida, porém com 3 faixas ocupam mais páginas nos gibis do que deveria, e as outras parecem duração de um reels de redes sociais, um vídeo de TikTok, que só piscar já acabou. Cada história de 2 páginas até 10 quadros e as de 3 páginas até 14 quadros em média.
Gibis estão voltados para crianças da geração Alpha e com o mundo e sociedades cada vez mais conectados com tecnologia, crianças de hoje não querem ler histórias longas, desenvolvidas, querem tudo rápido, imediatismo, dinâmico. Se as pessoas hoje em dia não querem nem assistir a filmes longos, novelas que duram 8, 9 meses, principalmente geração Z, nos gibis é a mesma coisa, o imediatismo chegou aos gibis.
Nos gibis quinzenais da Editora Abril e Globo não eram padronizados, mesmo com poucas páginas, podiam ter histórias de 15, 20 páginas, miolos com mais de 5 páginas e as de encerramento também. Privilegiavam qualidade e não grande número de histórias em cada gibi. Não estão errados em atender a geração atual de crianças, que é o público voltado, a sociedade que tinha que aprender a desacelerar, não deixar ficar em TikTok e afins, ficam mais burras e historinhas assim rápidas não geram nem raciocínio e deixarem crianças pensar.
No geral, as histórias não foram focadas em dar lição de moral, mas também em historinhas de até 3 páginas nem daria para ficar ensinando algo, mas mesmo assim algumas seguiram esse estilo. Essas de miolo no geral batidas, sem conflitos, piadas já utilizadas várias vezes em outras histórias, piadas fraquinhas. E continuam com ponto final em cada diálogo em vez de exclamação, dando uma forma de leitura diferente. Até as tradicionais exclamações implicaram.
Os créditos de roteiristas, desenhistas, etc, em cada história também continuam, porém não estão mais dando créditos a letristas e créditos de arte-final só em algumas, dando lugar a design, quem idealizou o layout novo dos traços dos personagens no computador. Acho estranho histórias não terem arte-final e nada a ver ignorar quem fez as letras, mesmo que agora são digitadas sem serem feitas a mão, tinha que mostrar quem digitou. Em algumas tiveram créditos de "Letra Azul", empresa terceirizada, aí como maioria deve ser dessa empresa, resolveram não colocar.
Agora o que está mais chamando atenção é que teve nenhuma história com núcleos secundários como Turma da Tina, Turma do Penadinho, Turma da Mata, etc. Já está sendo assim desde as "Nº 99" da 3ª série, quando apenas a revista "Turma da Mônica" teve uma do Piteco, as "Nº 100" absolutamente nenhuma com secundários e agora continuaram assim nessas "N° 1". Quando teve historinha protagonizada por alguém fora do titular da revista, foi com personagens secundários do Limoeiro, como Nimbus, Marina, Do Contra, Denise, Xaveco, etc.
Tem possibilidade de permanecerem todos os secundários no limbo nos gibis, pode ser por não terem ainda traços novos adequados com os novos desenhistas, quem sabe querem fazer franquias diferentes com eles separando da Turma da Mônica, ou porque como padrão agora são histórias de até 3 páginas e ficaria inviável criar histórias com eles com esse número de paginas, ou porque esses secundários são adultos e querem histórias de personagens crianças para falarem com leitores crianças, ou então podem ter feito pesquisa e ver que as crianças não gostam de ler os secundários, gostam só da Turma do Limoeiro. Eu mesmo já vi comentários aqui no Blog de gente que não gostavam de ler os outros sem ser a Turma do Limoeiro e isso tudo pode ter pesado na decisão. Aí, vamos ter que aguardar alguns meses para confirmar se todos os núcleos secundários ser cancelados nos gibis ou não.
Agora vamos comentar cada gibi individualmente.
Mônica - "Em busca da cidade perdida" - Mônica ajuda o Cebolinha a encontrar tesouro perdido na cidade de Eldorado.
Escrita por Emerson Abreu, com 17 páginas disposta em 3 faixas de quadros, roteiro mediano seguindo estilo do Emerson. Chama atenção dos traços, muito feios e caricatos.
A revista tem 7 histórias, incluindo a tirinha. Embora prevalecer histórias de miolo de 1 a 3 páginas, nesse da Mônica até que teve uma de 5 páginas e uma de 6 páginas. Emerson agora está fazendo histórias curtas de miolo, nem lembram estilo dele, aí nessa revista teve 3 histórias dele, a de abertura e mais 2 de miolo.
Tem uma de miolo que chama atenção, "Recorde de velocidade", de 2 páginas, os traços horrorosos, que nada lembra estilo do Mauricio, ficou parecendo traços de IA.
Na segunda página, nos últimos quadros ficaram piores ainda. Definitivamente um horror.
Histórias de secundários, sem serem protagonizadas pela Mônica, foram com Do Contra e com Carminha Frufru, esta da Carminha, a Milena com design antigo com laço na cabeça e costuras no macacão porque devia estar pronta antes de resolveram simplificar traços dela. A história de encerramento, "Tesouros dos piratas" do Emerson, fora as caretas, nem lembra estilo dele com lição de moral no final, e chama atenção de Milena no lugar da Magali, tudo pra inserir a personagem mais vezes nas tramas. Não gosto quando colocam Milena no lugar que naturalmente seria da Magali.
Cebolinha - "Confusão no acampamento" - Cebolinha tem a surpresa da visita da Mônica no acampamento em família e os dois lidam se existe uma criatura estranha na floresta.
Escrita por Emerson Abreu, com 15 páginas disposta em 3 faixas de quadros, roteiro mediano seguindo estilo do Emerson. Traços mais aceitáveis, mesmo sendo digitais, estraga são as caretas exageradas. Curioso que nessa de abertura informaram créditos de arte-final e foram 6 pessoas para fazer arte-final sendo que o normal é apenas 1 pessoa.
A revista tem 10 histórias, incluindo a tirinha. Depois da de abertura, o resto só historinhas de 1 a 3 páginas, um atrás da outra. Teve várias histórias com secundários da Turma do Limoeiro e do Cebolinha foram poucas. De secundários, teve uma do Nimbus com Do Contra, outra do Do Contra, e mais as do Franjinha e do Xaveco.
Teve uma do Cebolinha de 1 página que ele cola cartaz no muro e tem rabisco direto no muro como piada final, o que é um avanço, pode ficar como teste se o povo do politicamente correto vai reclamar depois. Tem histórias também com estilo png, provavelmente já prontas antes e uns novos bem feios como na do Xaveco e em "Desconfiados", de 1 página.
História de encerramento com a Maria Cebolinha, curtinha de 3 páginas. Traços medianos nessa.
Cascão - "Primeiro banho... evento sem tamanho!" - Cascão é capturado pelo Doutor Olimpo e Cascão enrola o vilão para que ele não tome banho.
Escrita por João Xavier, com 17 páginas disposta em 3 faixas de quadros. Teve absurdo de Cascão com mãos presas, mas conseguia se soltar para se gesticular e até segurar o Doutor Olimpo. Traços achei aceitáveis, embora uns olhos lacrimejantes do Cascão e sujeirinhas do risto dele padronizados bem estranhos.
A revista tem 10 histórias, incluindo a tirinha. Demais histórias da revista foram entre 1 a 3 páginas, uma atrás da outra, piscou, já acabou, até a de encerramento só 2 páginas. Foram poucas histórias protagonizadas pelo Cascão e de secundários foram do Xaveco com Denise, Jeremias, Titi e outra do Jeremias com Dudu. Aliás, Jeremias teve presença alta nesse gibi, apareceu em 6 histórias, contando com as que protagonizou e as que fez participação.
Destaque também em história do Xaveco com Denise com crianças envolvido com trends de redes sociais, falando de morango do amor, assuntos que a criançada da geração Alpha gosta.
História de encerramento de 2 páginas em que Magali não lembra que recebeu convite do Cascão para ir ao cinema. Essa foi uma das raras dos 7 gibis que teve créditos de quem fez as letras.
Magali - "O mistério do bolo de chocolate" - O bolo de aniversário da Carminha Frufru desaparece, Carminha pensa que foi a Magali quem comeu e Milena ajuda a investigar o que aconteceu com o bolo.
Escrita por Emerson Abreu, com 15 páginas disposta em 3 faixas de quadros, traços feios e as caretas típicas de histórias do Emerson piora mais.
Primeira vez sem aniversário da Magali em maio. Se não tivesse atraso de distribuição nas bancas, originalmente essa "Nº 1" seria lançada abril e a revista com aniversário da Magali está prevista para ser a "Nº 3" de maio, sendo que com os atrasos essa "Nº 3" só vai sair final de junho ou só em julho.
A revista tem 9 histórias, incluindo a tirinha. Demais histórias da revista foram entre 2 a 3 páginas, uma atrás da outra. História com secundários sem presença da Magali foi apenas uma de 2 páginas com Do Contra. Nem teve Mingau, que aparecia tanto nos anos 2000 e 2010 e agora raramente aparece.
Destaque para uma historinha "Lugar perigoso" com desenhos tenebrosos, bem longe do estilo do Mauricio. Tudo indica que foi inspirado nos traços de arte-final do Alvin Lacerda, por ser considerada historinha de terror, mas nem chega aos pés do Alvin Lacerda e ficaram horrorosos assim.
A de encerramento foi escrita pelo Emerson, com 3 páginas, bem genérica e sem lembrar estilo dele, fora as caretas e línguas de fora dos personagens. Mãe da Magali com avental porque estava fazendo atividade na cozinha porque senão ficaria sem. Assim como a Tia Nena na história de abertura.
Chico Bento -"Deu lição, deu treta, sô" - Professora Marocas manda Chico Bento enviar uma carta para os pais dele após Chico chegar atrasado e aprontar na sala de aula levando minhocas e ele tem que cumprir tarefas que a professora pediu na carta.
Escrita por Edson Itaborahy, com 15 páginas disposta em 3 faixas de quadros. Traços nessa ficaram medianos, embora cabelo do Chico e do pai, Seu Bento, estranhos, além de algumas caretas ruins. Interessante Saci-Pererê sem cachimbo, há muitos anos os sacis estão assim por causa do politicamente correto.
A revista tem 10 histórias, incluindo a tirinha. Demais histórias da revista foram entre 2 a 3 páginas, uma atrás da outra. A revista tem uma pegada diferente das outras. Estão focando na turma do Chico como núcleo e marca própria e independente, uma nova franquia separada da Turma da Mônica, principalmente depois do filme live-action.
É um Chico como nunca se viu, vai ficar como aqueles curtas que divulgam nas redes sociais, cheios de movimento, parecendo que estamos vendo vídeos curtos do TikTok só que em quadrinhos. Colorização diferente com efeito sépia, enquadramento de 3 faixas em quase todas as histórias, nessa revista apenas 2 foram com enquadramento de 4 faixas.
Zé da Roça com pouco destaque agora, só apareceu participando rapidamente em uma da Vo Dita e em "Com o colega". Com ausência de secundários de outros núcleos, como Turma da Mata, Papa-Capim e Piteco, as historinhas de secundários foram do próprio núcleo rural com Tábata, Vó Dita, Rosinha, Zé Lelé e Nhô Lau. Traços no geral parecendo frames de animes, em alguns desenhos bem estranhos como essa do Chico com a Tábata.
Historinha "Com o colega", de 2 páginas, desenhos também ficaram horríveis também, com estilo png copia e cola, com Chico desproporcional parecendo que está gordo.
A de encerramento foi "Cuidado com a onça", de 3 páginas, tudo desenvolvido de imediato, bom que teve eles diante de onça, coisa que algum tempo não estava tendo, porém a onça não atacou os meninos. Destaque que com a colorização nova, a cor da camisa do Hiro mudou, não é mais branca e agora tem um tom cinzento.
Turma da Mônica: "Todos o Jeremias" - Jeremias fica com dilema de que poderia existir outras vidas de si mesmo e após ser atingido por um raio, passa a conviver com outras versões suas no Bairro do Limoeiro.
Escrita por Edson Itaborahy, com 15 páginas disposta em 3 faixas de quadros. Traços nessa ficaram aceitáveis, Titi que ficou com penteado de cabelo diferente com esses desenhos digitais. E ainda teve lição de moral no final.
A revista tem 10 histórias, incluindo a tirinha. Demais histórias da revista foram entre 1 a 3 páginas, uma atrás da outra.
Esse gibi 'Turma da Mônica' deve ter foco maior no Jeremias agora. Na 3ª série estavam com número maior da Milena, agora que ela ganhou revista, o Jeremias fica o centro da atenção. No geral, essa edição teve histórias de secundários da Turma do Limoeiro, sem grande foco com Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Assim, tiveram historinhas protagonizadas com Marina com Nimbus, duas da Dorinha, Binho, outra do Nimbus, outra da Marina, Luca e finalizando com Marina com Milena . E, sim, continuou tendo Milena e seu irmão Binho, só não com destaque maior na abertura, pelo menos nessa edição. E Marina também com grande destaque dessa vez.
Bem que podiam ter deixado essa revista pra colocarem histórias de outros núcleos de secundários. A de abertura podia ser de crossovers diversos como eram as do Parque da Mônica e incluir algumas de miolo com eles. Afinal, substituir Tina, Penadinho, Piteco, etc, por Marina, Nimbus, Denise, é dose.
Voltaram a falar palavra louco, que por um tempo ficou proibida, inclusive alterando histórias de almanaques quando falavam. Teve uma historinha da Marina de 1 página em desenho png copia e cola. Destaque pela volta do Tio Pepo na historinh8a da Dorinha, essa com lição de moral no final é também com cópia e cola,nota-se a Dorinha exatamente igual, na mesma posição, no primeiro e último quadro dessa página destacada.
A de encerramento, curtinha de 3 páginas, foi outra da Marina junto com a Milena em que Marina pede emprestado um chapéu para Milena para desenhar o Cascão e ele foge e Milena aceita posar par ao desenho no lugar dele. Bem fraquinha.
Milena - "O mistério no quarto de dormir" - É revelado que Milena tem um quarto bagunçado e não encontra o seu laço de fita de cabelo onde tinha anotado alguma coisa que esqueceu e ela investiga quem foi que levou sua fita.
Escrita por Edson Itaborahy, com 15 páginas disposta em 3 faixas de quadros. Traços muito ruins, tenebrosos, sem estilo mauriciano, não ficaram bons.
A revista tem 10 histórias, incluindo a tirinha. Prevaleceu histórias de Milena como detetive, desvendando mistérios de objetos desaparecidos. Com a revista dela, definiram personalidade dela como uma menina inteligente, investigativa, pronta para desvendar mistérios e representar autênticacriançada geração Alpha. Foram algumas histórias assim nesse estilo, destaque para segunda com traços horrorosos.
Tambem simplificaram um pouco os traços da Milena para facilitar crianças que querem desenhar a personagem. Histórias com secundários foram com Denise e Marina, sendo que a única que a Milena não apareceu foi na de 1 página da Marina. Chama atenção dos traços da história da Denise, escrita pelo Emerson, de 3 páginas, completamente horrorosos, caricatos demais, parecendo que colocaram direto dos rascunhos do roteiro para os gibis, só colorindo. Bem deprimentes.
Embora prevalecer histórias de miolo de 1 a 3 páginas, nesse da Milena a de encerramento foi de 5 páginas, sendo disposta em 3 faixas e bem fraquinha com ela conversando com espelho da Bruxa da Branca de Neve e com mensagem no final. Desenhos melhores nessa, mas percebe que é digital pelo espelho com mesma expressem todis os quadros. Depois vou criar um post separado comentando sobre esse gibi da Milena individualmente, história por história, por ser uma "Nº 1" de verdade.
Então, gostei de nenhuma revista, tudo padronizado com uma só história pouco mais desenvolvida e outras curtas demais que servem mais para preencher revista. Esses traços novos caricatos sem estilo do Mauricio desanimam mais ainda. Muito ruim também mudarem logotipos e tirando a identidade de personalidades deles e sem histórias de outros núcleos de secundários e só com personagens da Turma do Limoeiro. Revistas voltadas de fato para as crianças pequenas e da geração atual, se agradarem esse público alvo, tudo bem, já eu não gostei. Valem também para quem quer ter edições "Nº 1"dessa série nova na coleção. Com essas mudanças, conteúdos de histórias de abertura, para mim a ordem de melhores foi: Cebolinha, Magali, Cascão, Mônica, Chico Bento, Turma da Mônica e Milena. Se fosse eu escolher uma, compraria o do Cebolinha. Fica a dica.






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