Em junho de 1996, há exatos 30 anos, era publicada a história "A boneca comilona" em que a Magali se passa por boneca após conseguir destruir a boneca da Mônica que seria levada par ao chá da prima dela. Com 14 páginas, foi publicada em 'Magali Nº 183' (Ed. Globo, 1996).
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| Capa de 'Magali Nº 183' (Ed. Globo, 1996) |
Magali chama Mônica para brincarem, Mônica avisa que não pode por está se preparando para ir no chá de bonecas da prima Isolda, diz que não pode levar Magali porque a prima é muito chata, fica exibindo suas bonecas importadas e ela só vai porque agora tem uma boneca importada que come e Magali tira de perto o sanduíche que estava comendo. Mônica diz que ela não come comida de verdade, são grãozinhos coloridos de plástico, a gente dá e depois tira de novo.
Mônica deixa Magali sozinha brincando com a boneca enquanto se arruma para o chá. Magali vai dando comidinha para boneca e resolve dar outras coisas para ela comer. Assim, dá talco fingindo que é açúcar, creme de pele como papinha de neném, e uma salada de flores. Quando joga água para matar a sede, a boneca se destrói. Mônica ouve o barulho, vê a boneca destruída e grita que Magali é falsa amiga, trapalhona e desajeitada.
O telefone toca, era a prima Isolda, perguntando se vai ao chá de bonecas, está atrasada e quer ver da boneca importada dela ou será que ganhou boneca nenhuma e continua só com o velho coelho encardido. Magali pega o telefone e diz que pode esperar que a Mônica vai, sim, e desliga. Mônica pergunta se Magali está maluca, primeiro arrebenta a boneca e depois quer que passe lá para passar vergonha.
Magali leva Mônica ao laboratório do Franjinha, que diz que pode consertar, dentro de uns 2 dias. Mônica chora que vai ser tarde demais, precisa urgente de uma boneca que faça coisas incríveis. Franjinha faz Magali entrar na sua invenção de miniaturizador, fazendo ela encolher e ser a boneca da Mônica, que achou a ideia genial.
Na rua, Magali reclama que ninguém a consultou, Mônica diz que foi ela quem a colocou nessa situação, e depois ela queria ir ao chá. Magali fala que não como boneca. E no caminho, Mônica combina umas coisinhas com ela.
Depois, Mônica chega no chá de bonecas, Isolda quer saber cadê a famosa boneca ou se não levou. Mônica mostra e as meninas dão gargalhada achando que é feia, esquisita e que parece que foi comprada em feira. Mônica manda Magali se controlar e fazer cara de boneca. As meninas falam que suas bonecas são japonesa, inglesa e francesa e Magali diz que ela é meio mussarela meio portuguesa. Mônica diz que é brincadeira e ela é portuguesa.
Isolda diz que sua boneca francesa canta, a menina, que sua boneca japonesa anda e a outra, que sua boneca inglesa dança, e perguntam o que a boneca da Mônica faz. Ela diz que a Magalizinha fala, com Magali perguntando se as gorduchas feiosas estão tudo em cima. Mônica fala que ela também desfila, pula corda, sapateia, é alpinista, voa de asa-delta e nada enquanto Magali demonstra na prática.
As meninas acham coisa incrível. Isolda quer pegar para ver de perto e Magali a morde. Isolda leva Mônica para mesa do chá e as bonecas ficam com mesa reservada com comida de mentirinha enquanto elas comem comida de verdade. Magali acha uma injustiça e pergunta para as bonecas se elas não se revoltam.
As meninas agradam Mônica, oferecem bolo e chá para ela e Isolda comenta que não sabia que a prima era tão rica, que a boneca deve ter sido uma fortuna e pergunta se pode emprestar a boneca por uns dias. Mônica diz que não pode, Isolda pergunta por que não e se aboneca não é dela. Mônica diz que é e antes dar resposta do empréstimo, Isolda fala para Magali que vai passar uns dias com ela.
Magali mostra a língua para Isolda, que a leva para a mesa e pergunta se ela aceita bolinho. Magali aceita e come o bolo inteiro e as meninas se impressionam que a boneca come e como come. Magali também come todos os petiscos, bebe os chás e vai correndo para a cozinha e come tudo lá, inclusive todo o caviar, as trufas de chocolate e as compotas importadas.
Isolda reclama que não é uma boneca, é um monstro, Mônica diz que vai indo, Isolda pergunta se não levar aquela praga de lá. Mônica fala que a prima queria emprestada, pode ficar. Isolda manda Mônica levar, a boneca é dela e até ver.
Na rua, Mônica e Magali dão gargalhada, conseguiram dar lição na Isolda e nas meninas, Mônica fala para Magali que ela não é má como boneca, é só meio comilona. Magali pergunta se está perdoada, e antes da Mônica dar resposta, Cebolinha e Cascão xingam a Mônica, que arremessa a Magali neles pensando que era o Sansão. Dois dias depois, já com a boneca da Mônica consertada, Magali, toda quebrada, diz para Mônica que agora elas estão mesmo quites, primeiro ela estropiou a boneca e agora Mônica a estropiou.
História legal em que Magali estraga a boneca da Mônica que levaria para o chá de bonecas da prima Isolda e na falta de uma, Magali fica no lugar como uma boneca portuguesa depois de entrar no miniaturizador do Franjinha. Como só podia ser boneca importada que fazia coisa diferente, Magali conseguia fazer de tudo, impressionando as meninas e Isolda queria que Mônica emprestasse a boneca. Magali aproveitou para comer tudo servido no chá e na despensa da casa da Isolda, que fica com raiva, desiste de ficar com a Magali. No final, Mônica confundiu Magali cm Sansão e a jogou nos meninos. ficando quites com os estragos que fizeram.
Mônica com boneca importada que come, Magali não pensou na lógica que jogar água em uma boneca iria estragar, foi muito inocente, se Mônica soubesse, não deixaria Magali sozinha com sua boneca. Franjinha teve ideia boa cm uma invenção que já estava pronta, só não consultaram Magali se ela queria, mas pelo estrago que fez com a boneca da Mônica, não tinha que querer, tinha que aceitar para compensar o que fez. Mônica com prima rica e metida conseguiu dar uma lição nela junto com a Magali boneca, sorte dela ser comilona e não controlar apetite, comer tudo da casa, foi bom pra tirar marra da Isolda.
Meninas falsas e interesseiras, zombavam da Mônica e depois que viram que a boneca era incrível, passaram a agradá-la. Mônica podia ter colocado uma roupa de boneca na Magali, mas como a prima Isolda não a conhecia, aí não faria diferença, só evitaria da zoação de acharem que era uma boneca comprada em feira. Mônica confundiu Magali com Sansão e a jogou nos meninos, Magali se deu muito mal, soube muito bem o que o Sansão passava quando era arremessado, e deixou quite com a Mônica com o que fez com a boneca. Era muito bom quando Mônica confundia e arremessava outras coisas no lugar do Sansão, até Mingau e Monicão já foram arremessados nos meninos por ela, e legal também quando Magali apanhava da Mônica sem querer.
Foi engraçado Magali tirar perto o sanduíche que estava quando soube que a boneca importada comia, Magali saindo de fininho depois de ter estragado a boneca, meninas dizerem que a boneca Magali foi comprada em feira, Magali dizer que é boneca meio portuguesa meio mussarela confundindo com pizza, chamar as meninas de gorduchas feiosas, fazer as demonstrações do que fazia, morder dedo da Isolda, perguntar se as bonecas não se revoltam com comida de mentirinha, comer o bolo e a despensa da casa e ser arremessada pela Mônica e fica toda quebrada.
O minituarizador do Franjinha foi lançado na história "Um amor de ratinho", de 'Mônica Nº 99', de 1978, e depois foi usado algumas outras vezes e em 1995 e 1996 estava com bastante histórias dos personagens escolhendo por causa do miniaturizador, inclusive, última antes dessa até então foi a de abertura "Enfeite de bolo", de 'Magali Nº 172', de 1996. Sem dúvida foi a invenção mais usada pelo Franjinha sem ser apenas em uma história. Já a Isolda e as outras meninas ricas só apareceram nessa, como de costume de personagens criados para aparição única, principalmente se tratando de primos e parentes de personagens.
Foi história póstuma de Rosana. Incorreta atualmente por Magali destruir boneca deixando Mônica na mão, meninas ricas esbanjando o que tem, Magali gulosa comendo tudo que vê pela frente, Mônica arremessar a Magali e ficar estropiada, além da palavra proibida "gorducha".
Os traços ficaram bonitos com estilo consagrado dos personagens, os vestidos da Mônica e das meninas ricas ficaram bem nelas, pena as cores escuras demais, embora já estavam colocando alguns tons diferentes de marrom e não só um marrom escuro em tudo. O degradê a partir de agora quase inexistente, só em um ou outro quadro pontuais e ficou assim desde então até o final da Globo em 2006, sem ser mais em todos ou na maioria dos quadros. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos.
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