Mostro uma história e que o Humberto é entrevistado por um pesquisador, que não sabia que ele era mudo e não o entendia causando muita confusão. Com 4 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 144' (Ed. Abril, 1982).
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| Capa de 'Mônica Nº 144' (Ed. Abril, 1982) |
O pesquisador Geraldão vai à casa do Humberto e deseja fazer umas perguntas. Humberto responde "Hum! Hum!" e Geraldão confirma que é só um minutinho, não tomar tempo dele. Geraldão pergunta quantas pessoas moram na casa, Humberto responde "Hum!" e ele acha que era só o Humberto e pergunta quantas pessoas moram lá fora ele. Humberto responde "Hum!" Hum!" e o pesquisador diz que um e um são dois , então mora com mais duas pessoas, provavelmente com o pai e a mãe. Geraldão pergunta se Humberto está na escola, por Humberto responder "Hum!", ele conclui que está há um ano na escola. Geraldão pergunta quantos anos ele tem, Humberto responde "Hum!", Geraldão se espanta que ele tem um ano. Humberto responde 3 "Hum!" e ele pergunta se tem um ou três anos.
Humberto tenta dialogar, o pesquisador acha complicação e pergunta se ele já esteve em hospício alguma vez. Humberto responde "Hum!" e Geraldão se assusta que ele foi uma vez para o hospício, tenta se controlar por parecer inofensivo e diz que a entrevista acabou e já vai indo embora. A porta estava trancada, Humberto vai à cozinha pegar chave e derruba faca, machado e martelo e Geraldão se desespera, achando que Humberto estava querendo matá-lo e corre, querendo sair da casa de qualquer jeito.
Humberto vai atrás, aponta que encontrou a chave e Geraldão pensa que Humberto louco ia atacá-lo com os objetos. Geraldão consegue fugir pela janela e sai gritando pela rua que viu um menino doido. No final, batem na porta da casa, era o Titi, que diz para o Cebolinha que acha que o Humberto não está em casa, está um tempão batendo na porta e ninguém atende e Humberto não abre pensando que homens queriam levá-lo para o hospício.
História legal em que o pesquisador não sabia que o Humberto era mudo, não entendia seus "Hum! Hum!" e sempre associava ao numeral um e achou que o Humberto era louco, ainda mais por ter achado que ele tinha ido ao hospício uma vez. Agrava quando Humberto foi procurar chave e deixa cair faca, machado e martelo e pensava que Humberto queria matá-lo e se desespera. Consegue fugir pela janela, gritando na rua que Humberto era doido e no final ele não abre a porta para o Titi pensando que eram homens do hospício querendo levá-lo.
Coitado do Humberto, sempre incompreendido e sofrendo constrangimentos por outros que não o conheciam. Sozinho em casa, aí nem dava para explicar que era mudo já que emitia "Hum!" Hum!". Nas perguntas envolvendo números, como quantas pessoas moram na casa e quantos anos ele tem, por exemplo, podia mostrar números com os dedos ou então pegar um papel e caneta para escrever. Engraçado que as perguntas do Geraldão coincidiam com os "Hum!" que Humberto emitia e aí causava mais confusão, até pensar que já tinha ido ao hospício e deixando o pesquisador desesperado. Interessante como os pais deixam um menino mudo como o Humberto sozinho em casa e ainda deixam machado e martelo na dispensa da cozinha, com fácil acesso a ele, era para terem deixado em outro local da casa, e a porta ter se trancado do nada, já que ele havia aberto para o pesquisador entrar. Foram necessários esses absurdos para deixar graça na história. Geraldão apareceu só nessa história como de costume de personagens criados para histórias únicas.
Humberto mesmo considerado mudo, tinham histórias em que ele emitia "Hum! Hum!" como foi nessa ou era mudo por completo, sem falar nada. Variavam de acordo com o que se encaixava melhor no roteiro, sendo que prevalecia falando "Hum! para poder fazer trocadilhos com o numeral "um". E nota-se que ouvia muito bem. Ele vivia passando sufoco por ser mudo, ao mesmo tempo que era engraçado, dava pena dele, e histórias assim serviam como crítica do que os mudos podem passar na vida real e o que não se deviam fazer com eles e, sem dúvida, deficientes como ele tinham mais representatividade assim se dando mal e até apanhando da Mônica.
Hoje em dia não fazem mais histórias assim por ter bullying com deficientes, Humberto ser taxado de louco por ser mudo, atualmente quando tem histórias dele e de outros deficientes são só para passar mensagens boas, com ensinamentos lição de moral. Palavra "louco" proibida atualmente, nem esse título da história seria aceito.
Traços ficaram bons, típicos de histórias de miolo do início dos anos 1980. Titi apareceu sem brilho no cabelo e sapato azul porque na época ainda não tinha traços definitivos em detalhes no seu visual. Já Titi com dentes vermelhos nos dois últimos quadros da história foi erro grotesco de colorização. Essa história foi republicada depois 2 vezes, primeiro em 'Almanacão de Férias Nº 2' (Ed. Globo, 1988) e depois em 'Coleção Um Tema Só Nº 22' - Cebolinha e o Louco II" (Ed. Globo, 1999). Estranho história de Humberto em almanaque temático de histórias do Cebolinha com o louco, provavelmente colocaram para preencher páginas que faltavam para completar edição e por envolver loucura, mas se procurassem melhor, dava pra encontrar fácil uma história do Louco de 4 páginas até 1994.
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| Capa de Almanacão de Férias Nº 2' (Ed. Globo, 1988) |
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Sdds do Humberto com essas histórias engraçadas dele, tinha mais representatividade do que hoje, atualmente quase não tem histórias do Humberto nos gibis atuais. uma pena pq ele tinha mais representatividade, se Luca e Dorinha tivesse sido criado nessa época teria feito muito mais sucesso do que na década de 2000, Uma dúvida Marcos foi em 81 ou 82 que os personagens secundários voltaram tipo Zé Luis, Titi Huberto etc???
ResponderExcluirFaz falta, eram ótimas histórias solo dele. De fato é raro ter histórias dele hoje em dia e quando tem, são didáticas ensinando libras. Se Dorinha e Luca tivessem sido criados nos anos 1980 até primeira metade dos anos 1990 teriam muito mais conteúdo e representatividade. Sobre esses personagens secundários aí, todos voltaram em 1981.
ExcluirAposto que se o André tivesse sido criado nos anos 80 ou 90, ele também seria bem mais interessante.
ExcluirWarrior, seria mais interessante. Todos esses deficientes criados a partir dos anos 2000 seriam nelhores conduzidos sem torná-los didáticos se fossem criados até anos 90.
ExcluirSe precisar de um palerma de quatro costados, o Geraldão deve servir... HQzinha massa, curtinha e direta.
ResponderExcluirA parte em que são jogados no chão cutelo, martelo amaciador de carne, facão e, o sujeito, já tenso, vendo e ouvindo a movimentação aparentemente sinistra que só fez reforçar o equívoco de que se tratava de um maníaco psicótico, psicopata sanguinário ou coisa que o valha, é uma cena icônica e que para tal não foi necessário participação de algum medalhão como Cascão ou Cebolinha ou a inoxidável Mônica, sendo praticamente uma assinatura de um secundário de baixo apelo pela característica principal consistir em não ser compreendido devido incapacidade de articular palavras.
Conheci pelo Almanacão de Férias nº2, de 1988, adquirido novo e dois ou três anos mais tarde tive Mônica nº144, de 1982, adquirido usado. Gibis da hora, que não me pertencem mais.
Deve servir, sim. Histórias da Editora Abril eram mais curtas e diretas, mesmo assim com grandes conteúdos, que é o que importa. Foi muito engraçada essa parte dos objetos jogados no chão e o melhor isso de não ser por um dos protagonistas, sinal que os outros secundários também podiam ter graças e tinham personalidades marcantes. Associado a um psicopata sanguinário é o que mais encaixa como o Humberto foi tratado. Pena que você não tem mais esses gibis, todos excelentes, pelo menos teve um dia e conseguiu apreciá-los por completo por um tempo.
ExcluirParte do braço do sofá foi ocultada(o) pelo limite do quadro de encerramento, mesmo assim fica claro que sua altura não foi nivelada com a do outro braço. Outro detalhe é o tamanho, bem mais largo que a poltrona que acomodou Geraldão, questão é que, olhando desatentamente, pode se passar por ela, mas, é outro móvel.
ExcluirNo último quadro mostrou que o nivelamento do sofá estava desigual, lado direito ficou braço menor. A poltrona é outro móvel, aparentemente estava do lado da porta, só que não foi mostrada no quadro inicial, aí um erro nisso.
ExcluirQuanto aos dentes do Titi, pelo ano da edição, vamos considerar que ainda ressoava aquela péssima mania setentista de pintar de vermelho o dente saliente do Chico Bento e, de outros caipiras, como Zé Lelé e Nhô Lau que, à época, também tinham dentes ressaltados e não escapavam do bendito vício que consistia em dentes que eram enxergados como sendo línguas.
ExcluirCom as batidas na porta, quadro some da parede. Não por falta de espaço, daria para encaixá-lo junto à onomatopeia e à, se é que cabe tais denominações, onda vibracional ou, onda de impacto, seja lá qual soe melhor.
Deviam pintar com pressa e aí acabam colorindo dente junto com a língua por igual. Às vezes a Mônica tinha dentes vermelhos também, mas, claro, que personagens como Chico, Titi, Nhô Lau, etc, eram mais vezes assim. Dava para colocar o quadro mesmo com a onomatopeia, desenhista acabou esquecendo e foi erro dele.
ExcluirDurante a década de 1970 e início da de 1980, por já ser uma figura gigante naquele período, seus dentes pintados de vermelho não chegaram a marcar época, ou seja, havia um cuidado mútuo e maior em relação a ela, ao passo que meio que tanto fazia em relação aos caipiras e ao terciário Titi.
ExcluirOutro detalhe que vale destacar é a quebra da quarta parede no primeiro quadro da segunda página e no segundo da última, em que o protagonista olha para nós. Embora tenha voz e não articule palavras, nada o impede de se comunicar conosco, afinal, "leitores são telepatas", pois leem textos contidos em balões de pensamento(s).
Com a Mônica foi menos que aconteceu isso e todas as vezes que acontecia, tudo indica que era pressa. A quebra de parede ficou ausente neste quadro e em alguns outros. Humberto tentar conversar com leitores é um recurso normal, por achar que o pesquisador falou besteira, piada infame, outros personagens faziam isso também e em histórias escritas pelo Emerson ainda colocavam linguinhas de fora olhando para o leitor.
ExcluirPois é, conversando conosco através do olhar, quebrou a quarta parede em dois momentos e este recurso se fez presente em várias histórias antigas da MSP.
ExcluirJá o Emerson demolia as paredes, encaixava quase nada de maneira harmônica. Acho que esse argumentista foi criado trancafiado em apartamento, porque os vícios narrativos que inseriu nos personagens, tanto nas crianças quanto nos adultos, só idiotizaram os mesmos e deixou muito claro que ele se identificava bastante com aqueles chiliques e todas aquelas bobeiras desprovidas de intensidade.
Tenho, vamos dizer, "lugar de fala", pois fui criado em apartamento. Porém, volta e meia me sujava e me machucava, meus braços e pernas viviam com cascas de feridas. Trepava em árvores; pulava os muros; adentrava terrenos com mato alto (tive sorte de nunca ter sido picado por animal peçonhento); minha mãe não me poupava de uns bons cascudos, eram chineladas, bolsadas, tapas na boca para coibir palavrões; meu pai era expert em terror psicológico, distribuía patadas a torto e a direito; ambientes escolares pelos quais passei eram relativamente selvagens. O que quero dizer - principalmente considerando os níveis de frescura e de histeria que se abateram em determinadas camadas da sociedade brasileira - é que sou muito grato por ter passado por esse tipo de infância.
Antigas e excelentes histórias do núcleo do Chico Bento (70's, 80's, 90's), por exemplo, maior parte expressa como foram as infâncias de Mauricio de Sousa e de seus colaboradores.
Concordo. Foi bem presente e sempre era bom quando acontecia essa conversa com o leitor com o olhar. Com o Emerson foi diferente, deu outra visão a isso fora personagens mais histéricos e bobos. Foram bastantes historias escritas por ele com personagens dentro de casa ou ambientes internos, talvez influenciou da própria infância dele ou então queria dar representatividade a crianças que viviam em apartamentos já que estava com mais crianças em apartamentos nos anos 2000.
ExcluirOs recursos narrativos que Emerson Abreu recorreu para escrever HQs da TM clássica são todos inorgânicos, empobreceram os personagens significativamente e, consequentemente, foram prejudiciais para os leitores mirins dos 00's e dos 10's, pois muita gente passou gostar daquele estilo artificial e emburrecedor em detrimento do estilo clássico, genuíno e visceral que Mauricio de Sousa e seu irmão, mais o Graciano, a Olga, o Alvim, o Reinaldo, Julinho, Sidão, Nicolosi, Rosana, Rubens, etc, etc e etc tiveram tanto trabalho, tanto empenho, tanta dedicação para que se tornasse realidade.
ExcluirNão ouso depreciar ou pôr em xeque os méritos de Emerson Abreu, no entanto, todas as vezes que leio esse nome e/ou, que o escuto, automaticamente, o que me vem à mente é a metade vazia do copo, porque, se o dito-cujo mandou bem na TMJ, se teve êxito em determinadas graphics que possivelmente tenha roteirizado e acertou em sei lá o que mais que seja da jurisdição da MSP, tudo isso representa absolutamente nada para mim, não me identifico com tais segmentos - curto à beça certos heróis e anti-heróis e outrossim certos vilões da Marvel em HQs do século XX, entretanto, ver Piteco, ver a Turma da Mata, o Papa-Capim, o Astronauta e todos os outros núcleos da Turma da Mônica nessa vibe, nessa pegada, eu diria, visualmente realista, não dá, sou um tanto conservador, não assimilo positivamente.
Comparando a artistas anteriores, com o Emerson teve um empobrecimento mesmo do que era. Com a TMJ deu super certo, bem que poderia ter continuado com TMJ no lugar da clássica. Já Graphics ele não fez, não. No início de carreira ele fez histórias de outros núcleos como Bidu, Penadinho, Tina, etc, e depois ficou mais com a Turma da Mônica. Porém, não vi histórias dele com esses núcleos citados, se fez, pelo menos foram histórias mais normais que não deu pra reconhecer o estilo que ele adotou, aí seriam bem de quando ele entrou na MSP, caso tenha feito para esses núcleos.
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ResponderExcluirO verdadeiro doido foi o pesquisador, imaginar coisas que não tinha. Foram poucas vezes que apareceram a família do Humberto, já apareceram pai e mãe, porém raro, e mãe foi quem mais apareceu.
ExcluirDescobrir esse blog hoje, e confesso estou amando. muito legal e resgata muitas coisas interessantes . gostaria de sugerir a postagem de scans de gibis antigos. Poderiam postar .Tambem poderia postar sobre o gibi especial romeu e julieta.
ResponderExcluirBem vindo, Edson, obrigado por ter gostado do blog. Eu não posso postar scans de gibis completos porque a MSP e a Panini podem mandar desativar o blog com a caça às bruxas de scans na internet. Aí, posto só histórias aleatórias completas e preferências incorretas que dificilmente vão republicar ou republicarem sem alterações, ou posso fazer resenhas de gibis, mas postando só uma ou duas páginas de cada história. Sobre o gibi Romeu e Julieta posso postar como resenha, não edição completa, quando der, eu faço.
ExcluirO que essa história tem a ver com o Louco?
ResponderExcluirNão é exatamente sobre o Louco, mas sim que o pesquisador achava o Humberto louco.
ExcluirIsso mesmo. O título da trama aponta para o tema, está qualificada para Cebolinha e o Louco II e, o número da edição, o que acham? 22, teria sido só... coincidência?
ExcluirColocaram essa em Cebolinha e o Louco II por causa do tema de loucura e o pesquisador ser louco. Não deixou de fugir do tema, só não foi com o personagem Louco, como as demais histórias da edição.
ExcluirZózimo, número da edição foi coincidência, já estava planejado pra ser a Nº 22 e colocar Cebolinha e o Louco II foi porque já teve uma edição assim na Nº 11 em 1995 e essa foi a segunda com o mesmo tema. Na Globo quando repetiam temas, costumavam numerar pra ver quantos temas iguais tiveram, aí já teve até Cebolinha e o Louco IV.
Sim, Marcos, mas, veja, coincidência ou não, não seria 22 com II (2 em algarismo romano), não faria sentido tal analogia. Bom, você é carioca e, no tocante a gírias, o povo do Rio de Janeiro sempre foi criativo à beça. Com e sem influência da Rede Globo, as gírias que surgiram na tua terra natal foram difundidas em todo o Brasil. Imagino que saiba que, "22", enquanto gíria, é o mesmo que louco, doido, pinel, debiloide, maluco, gira, tresloucado, abilolado, pirado, biruta, tantã - sendo também esses dois últimos, respectivamente, um tipo de sinalizador, desenvolvido para indicar direções dos ventos mais seus níveis de intensidade e instrumento de percussão. Confesso que não sei se a gíria em questão surgiu no Rio, o que sei é que tem origem no (C)código (P)penal. Contudo, Rio de Janeiro é a cidade "daisss" "gíriaisss" "maisss" "dissscoládaisss", né "meisssmo"? Enfim, vai saber se escolheram 11 como primeira edição do tema de caso pensado, ou seja, para não "perderem a piada numérica", reservada à segunda edição de mesmo tema, não descarto. Porém, pode ter sido, sim, apenas coincidência.
ExcluirMesmo relatado isso, acho que nesse caso não foi proposital colocar essa edição na Nº 22, mas se quisessem poderiam ter colocado na Nº 20, 21, 23 e por aí vai. O mesmo com o primeiro na Nº 11. Sobre 22 com II, completamente coincidência, com II sendo a segunda vez que usaram esse tema com mesmo personagem na coleção, visto que já tinham feito na Nº 18 com Planos Infalíveis II. Até então, só a Nº 20 de Mônica Fábulas que esqueceram de colocar Fábulas II.
ExcluirPosto que o Louco, como próprio nome diz, ☞é um sujeito 22☜, daí, um ☞gibi de nº22, focado nele☜, seja intencionalmente ou não, inevitavelmente calhou, deu samba, percebe a analogia? Já algarismos romanos estampados nas capas e nos expedientes dos almanaques dele em parceria com Cebolinha, estão fora da analogia que eu trouxe para esta conversa, pois isto foi um abrangente recurso que aplicaram no título Coleção Um Tema Só, ou seja, tal modelo numérico não ficou restrito às edições cujo tema é o Louco.
ExcluirSim, faz sentido, independente se foi coincidência ou não ficou legal. O modelo numérico de fato não ficou só nas do Louco, outros temas também tiveram isso. Sinal que já na Globo tinham costume de repetir temas e bem que podiam ter ousado com temas diferentes. Situação piorou na Panini com os mesmos temas de sempre desde os que tinha na Globo.
ExcluirNão sobre a história e nem sobre Turma da Mônica, mas eu queria divulgar um negócio aqui: recentemente eu criei uma Wiki no Fandom sobre os Quadrinhos Disney (especificamente sobre os quadrinhos, já que a Wiki Disney tem pouca coisa sobre os quadrinhos, e surpreendentemente ainda não tinha uma Wiki só sobre os Quadrinhos), e queria vir pedir a ajuda de vocês pra colaborar com informações para a Wiki. Você pode criar uma conta no Fandom se não tiver e criar ou editar uma página sobre um personagem, uma história, uma publicação, um artista e etc. Agradeço muito a quem puder colaborar. Vim perguntar também se posso colocar o seu blog, Marcos, como parceiro da Wiki na página inicial. Obrigado desde já. Aqui a Wiki pra quem quiser acessar: https://wikidosquadrinhosdisney.fandom.com/pt-br/wiki/Wiki_dos_Quadrinhos_Disney_Wiki
ResponderExcluirValeu pela informação e legal que criou uma Wiki Disney no Fandom. Pode colocar o blog como parceiro, sim.
ExcluirQue desenhos bonitos. Gosto muito dessa coloração anos 80. Hq muito engraçada com um final inesperado ao meu ver. Oras, Humberto foi tão educado em abrir as portas de casa e receber o entrevistador. E termina a hq com medo de ser levado a uma clínica psiquiátrica. Abraços, Marcos!
ResponderExcluirTambém acho desenhos assim muito bons, coloração também era boa. Humberto foi ser educado e acabou se dando mal, agora vai pensar muito antes de abrir porta pra alguém. Foi engraçado. Abraços.
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