quinta-feira, 10 de março de 2022

Jotalhão: HQ "A toca entupida"


Mostro uma história em que o Jotalhão fica entalado na toca do Coelho Caolho enquanto corria na mata. Com 5 páginas, foi publicada em 'Cebolinha Nº 107' (Ed. Abril, 1981).

Capa de 'Cebolinha Nº 107' (Ed. Abril, 1981)

Coelho Caolho ouve um barulho enquanto lia um livro e a sua toca fica escura. Ele acende uma vela e coloca embaixo do traseiro do Jotalhão, que ficou entalado quando estava correndo lá perto. Coelho caolho avisou que isso ia acontecer desde que leu sobre cooper em uma revista.


Jotalhão diz que queria manter a forma dando corridinha e acaba afundando mais ainda na entrada da toca, caindo em cima do Coelho Caolho, que coloca vela acesa no traseiro do Jotalhão para ver se sai de lá.

Jotalhão come melancias que estavam ao redor e acaba alargando mais a entrada. Coelho Caolho e os filhos começam a ficar sufocados com a entrada de ar tampada e mandam Jotalhão sair de lá. Ele fica desesperado do seu compadre e afilhados tossindo e sufocados por culpa dele, mas está entalado e não consegue sair. 


Como eles desmaiam e não respondem nada, o Jotalhão põe a tromba em árvore do lado para ver se consegue puxar e sair, mas acaba derrubando a árvore pela raiz. Com isso, abre uma saída de ar na toca e Coelho Caolho e os filhos conseguem sair. Jotalhão chora, pensando que matou todos. Coelho Caolho se aproxima e ele finalmente consegue sair sozinho pela emoção, prometendo que isso não vai acontecer de novo. 

Ao comemorar dando pulos, acaba ficando entalado na outra entrada onde estava a árvore derrubada e a comemoração fica sendo do lado de fora da toca, precisando o Coeho Caolho levar suco para o Jotalhão no lado de fora.

História divertida em que o Jotalhão resolve correr para manter a forma e por descuido acaba entrando na toca do Coelho Caolho e fica entalado pelo seu peso enorme. Sem ar, acaba sufocando o Coelho Caolho e os filhos e o desespero faz derrubar a árvore sem querer, salvando todos. E consegue sair espontaneamente com a emoção de vê-los salvos, mas não contava que ficaria entalado de novo no final na outra saída da árvore.

Mostra tipo de histórias que quando está desesperado consegue qualquer coisa, até coisas impossíveis como derrubar árvore e sair da toca do nada. O medo de vê-los morrendo e a emoção de estarem vivos fez com que o Jotalhão conseguisse essas façanhas. 

Era boa a personificação dos bichos da mata fazendo coisas de humanos como ler livros e revistas de bem estar, ter moradias, fazer cooper, dessa vez até Jotalhão apareceu de camiseta e bermuda para correr. Esses absurdos eram muito bons. E ficou bem claro o parentesco do Jotalhão ser padrinho dos filhos do Coelho Caolho e compadre dele por isso.

A história também brinca como peso do Jotalhão, de ser muito gordo e ao comer melancias acabou aumentando peso mais ainda e ficando mais entalado. Piadas com gordos não pode mais hoje. Incorreta também por envolver sofrimento dos coelhos sem ar, Jotalhão ter final triste fora o Coelho Caolho colocar vela acesa próximo ao traseiro do Jotalhão a ponto de queimá-lo.

Os traços muito bons, típicos do início dos anos 1980. É tão boa que depois foi republicada 2 vezes, primeiro em 'Almanacão de Férias Nº 7' (Ed. Globo, 1990) e depois em 'Almanaque da Mônica Nº 52' (Ed. Globo, 1996). Curiosamente, na republicação de 1996, o código de referência ao gibi original, fez referência ao Almanacão de 1990 e não como uma história da Editora Abril, no caso, o código devia ser MSP96AMN05206 e não MSP90AFR00702. Termino mostrando as capas desses almanaques.

Capa de 'Almanacão de Férias Nº 7' (Ed. Globo, 1990)

Capa de 'Almanaque da Mônica Nº 52' (Ed. Globo ,1996)

46 comentários:

  1. Divertido a história...a turma da Mata me soa como o lado Disney do Maurício....na coleção histórica tinham histórias longas..eles é horário...traços já muito bons melhores até que da turminha

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    1. Sim, um núcleo de bichos falantes lembra a Disney. Se bem que tinham muitos desenhos com essa ideia, como Pernalonga, Zé Colmeia, Pica-Pau, Pantera Cor-de-Rosa, Scooby Doo, etc, era moda e as crianças gostavam, hoje em dia as crianças não gostam muito.

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    2. Verdade ..talvez por ser mais fácil animar bichos...nao acompanho muitos os desenhos de hoje. Tem o a hora da aventura que tem pessoas mto c cara de biscoito de flor...

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    3. Deve ser esse motivo mesmo, até porque nos primórdios não tinham tecnologia pra animação.

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  2. Jotalhao entalado é um tema bem recorrente da turma da Mata! Já vi umas 4 histórias com ele assim, e devem ter mais.

    É um núcleo que gosto muito, apesar de não ser tão aclamado quanto deveria. Nos anos 70 tem histórias maravilhosas deles! Dois grandes destaques pra mim são a da poluição, onde todos os personagens morrem com uma fumaça Tóxica e só sobra o rei Leonino (no final era só uma peça pra alertar sobre o mal da poluição), e tb aquela que os personagens são transformados em estátua por uma medusa, mas no final o Raposão descobre ser uma farsa de uma vigarista, que nem medusa era.

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    1. Já vi outras, mas não tantas assim. Turma da mata é o núcleo que menos gosto, mas gosto rs. Tinham histórias fantásticas na Editora Abril dos anos 1970 com aventuras e reflexões, muitas delas dos anos 1970 feitas pelo Mauricio, aí menos densas nos anos 1980 e 1990 e hoje completamente infantis.

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  3. Formidável! Para fazer cooper tem que se dar ao respeito, nudez não combina com exercícios físicos. Correr por aí balangando a... a... a... a tromba, oras!! O que mais haveria de ser?! Não pega bem, tem mesmo que usar camiseta e calça (T)tactel (inicial maiúscula é por se tratar não apenas de um tipo de tecido, mas também de uma marca), ou seria moletom? Acho que esses dois tecidos são utilizados para tal finalidade, o que determina qual é mais adequado é o clima.
    O compadre paquiderme é bonachão, raramente se indispõe com indivíduos da comunidade silvícola, portanto, por mais que não haja intenção de praticar o mal, o porte físico que possui combinado com desatenção mais ou menos constante o torna uma ameaça, lógico que involuntária, boa índole não o exime da condição, infelizmente o potencial existe (irônico, "existe" no ficcional), para comadres e compadres de outras espécies ele é meio que bomba-relógio ou mina explosiva, algo do tipo, tem que ser monitorado.

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    1. Maravilhosa. A roupa foi mais para o Jotalhão se sentir fitness. Calça Tactel mais usada na malhação, mas capaz de ter sido de algodão, já que na época nem era comum ter modelos Tactel. O Coelho Caolho foi impaciente, mas também não era pra menos por estar sem luz natural e sem entrada de ar lá.

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    2. Se em vez de toca fosse poço, não é preciso dizer quem seria a rolha.
      E que padrinho imprudente, inconsequente, displicente, ciente da imensa quantidade de afilhados que possui, jamais deveria praticar qualquer atividade física próximo à residência deles, caso morressem sufocados, Jotalhão poderia ser oficialmente tachado de genocida pela 'Justiça Real da Mata' - o poder judiciário do núcleo, e como não haveria dolo, pois todo mundo saberia de que se trataria de um réu de bom coração, responderia por genocídio culposo. Claro que seria cancelado contrato com a Cica, automaticamente perderia o status de elefante mais amado do Brasil. Tragédia não foi consumada graças ao roteirista e ao Mauricio que, literalmente, assina embaixo.

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    3. Sim, mesmo que o Jotalhão caiu sem querer, mas não fez esforço pra sair e ainda come enquanto estava entalado, aumentando mais o peso e afundando mais, piorando a situação. Teria grande culpa caso acontecesse alguma coisa com o compadre e afilhados.

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    4. Na falta de Magali, em se tratando de melancias, Jotalhão cumpre o papel à risca.
      Lembrando que em 1981 a família do Caolho representava por volta de 17% da população da (M)mata - dados do 'Censo Silvestre', atualmente, imagino que a família dele represente um quarto da população. Sendo eventualmente ceifada do seio do núcleo, não encontro outra denominação para substituir o termo genocídio.

      São marcantes as artes das capas postadas, a que me desperta maior atenção é de Cebolinha que, embora as cores vibrantes, certamente não são originais, pois na versão "de fábrica" a camisa de Zé Luís é laranja e os sapatos do Franjinha são em marrom claro enquanto que dos outros são em tom escuro, já nesta restauração ou recolorização os sapatos do nerd e do dislálico estão com um tom de marrom que se aproxima do preto.

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    5. O Jotalhão cumpriu bem o papel de comedor de melancias como a Magali. Sobre a capa, eu encontrei na internet, foi restaurada, sim, já que a camisa do Zé Luís apareceu de cor laranja. Não encontrei uma com a versão de cores originais e com boa resolução. Coincidência os 3 personagens que apareceram tinham cor de roupa vermelha e talvez colocaram o Zé Luís de laranja pra diferenciar o tom.

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    6. Mesmo restaurada está fiel ao estilo "abrilino"* de cores, daí, por meio deste detalhe deduzi que a revista não compõe seu vasto acervo ou que talvez a possua com capa em estado não muito bom que, mesmo com guaribada digital, ainda não fique como desejado.
      *Termo de autoria minha para se referir ao estilo de cores (ou colorização), ao modo (ou características) de edição, ao(s) tipo(s) de papel, ao período, etc, enfim, a tudo que é peculiar à Editora Abril dos velhos tempos no tocante a quadrinhos e, mais precisamente, aos mauricianos.

      Seria bom que no núcleo do Bairro do Limoeiro pelo menos um ou uma com trajes de cores fixas fizesse uso do laranja, não refiro somente à camisa ou vestido, poderia ser calça(s), calçados, calção (short(s)). Até há um que faz uso, e ainda é xadrez, assim como a(s) calça(s) do caipirinha titular e calção com suspensório do sujão, é a camisa do Nimbus, no entanto, embora irá completar vinte e oito anos que foi criado, não o considero como personagem clássico, pode até de fato ser, mas meu subconsciente não reconhece, não adianta, não há como discutir com essa parte do cérebro ou da mente, e para quem sabe ler está mais do que claro que minha infância não ocorreu nos 1990 - para os nascidos no XXI, eis aqui um velhote que vos fala.
      Gostaria de ver essa cor com nome de fruta cítrica efetivada em roupa de algum personagem criança do qual me deleito, isto é, uma ou um do núcleo principal ou até do rural que decorou minha fase pueril e que felizmente coincidiu com que considero melhor fase da TM que, nem preciso complementar com a palavra "clássica", já que nessa sensacional, formidável, primorosa e antológica época só havia um segmento sob o guarda-chuva da MSP, e mesmo há muito claudicante continua sendo a espinha dorsal de tudo que artisticamente remete a Mauricio de Sousa. Independente dos gibis em papel e até mesmo dos em formato digital do segmento estarem com vendagens baixas, não há como tirar dele o status, pois mesmo completamente descaracterizado, é na Turma da Mônica clássica que se encontra o cerne de tudo.

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    7. Eu não gosto quando fazem tratamento de cores nos scans, tira o brilho da época, prefiro as originais. As vezes até encontro scans na internet, mas com cores modificadas, prefiro escanear ou tirar fotos dos meus gibis. Essa capa pelo menos diferença maior foi na camisa do Zé Luís, tem uns que modificam demais, essas sem chance.

      O Nimbus tem camisa laranja, passou a ser personagem clássico nos 1990's, aceitando ou não rs.

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    8. Sei lá, sei que é personagem antigo com idade para ser filho da Mônica, do Cascão, do Franjinha, etc e etc, mas como não possuí característica marcante e nem carisma, tachá-lo de clássico me soa inadequado, já considerando o ano em que foi criado, não há dúvida, é sim um, mas é meu subconsciente falando mais alto, ele não considera clássica nem a Denise que foi criada alguns anos antes do pequeno esquimó.

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  4. Boa... tenho o almanacão na coleção! ;)

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  5. Jotalhão queria fazer cooper e ficou com o cooper feito.

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    1. Chiste clássico este, e sendo cômico e ana(l)tômico, reforça que a profissão do roedor pai de família não é mecânico de automóveis, nem alfaiate, menos ainda proctologista, porém, quando o cooper do elefante é realizado aos arredores da toca dele, nem agulha passa no "cuelho", fica com "escapamento" na mão, coitado!

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    2. Coitado dele, não foi boa ideia.

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  6. Nunca tinha visto esta história! A cena dos coelhos sufocando me fez lembrar de uma cena semelhante em watership down... se pensar um pouco é meio "pesada" pra crianças pequenas, mas por outro lado, todos os contos de fadas antigos eram "violentos" e "pesados", numa forma de transmitir noções da realidade para as crianças, praticamente um "memento mori" infantil.

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    1. Bem legal essa. Contos de fadas eram violentos, sim, assim como histórias em quadrinhos. Assim que era bom pra mostrar, tem que ter conflitos pra ter interesse e o que acontece são só personagens.

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  7. O Coelho Caolho e os filhos quase se mudaram para o núcleo do Penadinho. :P

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  8. Marcos será que já ocorreu um plano infalível de todos os meninos contra todas as meninas da turma e será que todos apanharam ?

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    1. Não lembro, acho que não. Mais parecido foi Cebolinha fazer plano infalível contra Mônica, Cascão e Magali na mesma história e Cebolinha apanhou no final.

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  9. Cebolinha cascão xaveco Titi Jeremias franjinha e manezinho vs Mônica Magali Denise cascuda Carminha Marina e aninha

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    1. Parece que não teve. E duelo assim as meninas ganhariam por causa da Mônica.

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    2. Acredito que se tivesse o cebolinha armaria o plano e a Mônica faria um plano para as meninas se defenderam
      Não renderia uma bela história

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    3. Se for pra tampar na mão, ganham as meninas por contarem com uma tal de Mônica, dizem que a danada é forçudinha, portanto, sem ela, meninos ganham, mas seria covardia, meninos que batem em meninas estão por fora, apanhar delas, embora humilhante e ainda que passem por frouxos, por bunda-moles, não ficam socialmente queimados do ponto de vista ocidental, e é exatamente pelo contrário disto que no Japão o núcleo do Horácio foi e creio que ainda seja muito mais aceito do que os núcleos do Limoeiro e de Vila Abobrinha, lá é considerado inadmissível homem apanhar de mulher sob qualquer circunstância, mesmo no lúdico ou ficcional, informação que obtive através do próprio Mauricio em alguma entrevista que assisti.

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    4. Até porque vcs acham que todas as outras meninas da turma surrariam os meninos sem a ajuda da Mônica ?

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    5. Acho que sem o suporte da Mônica elas apanhariam deles, mas como deixei claro acima, seria queimação de filme meninos batendo em meninas, daí, mesmo nos velhos tempos eles apanhariam delas, sempre foi bem-vindo não se indispor com feministas e ao mesmo tempo manter o hilário, manter a comédia, homem agredir mulher não tem graça realmente, já o contrário, é muito engraçado. Japoneses não captam esse tipo de humor.

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    6. Nos anos 90 e 2000 até teria esse tipo de história mas hoje acho que não

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  11. Acho que nos anos 90 e até 2000 teria chance de ter uma história assim seria o maior plano infalível da história imagina todos os meninos x todas as meninas mas como não pode bater em menina eles parariam no hospital já que a Mônica ajudaria elas a vencer eles

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  12. Zózimo então não duvido se já tivesse esse duelo eles iam levar uma surra de todas elas por conta da ajuda da forçudinha

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  13. Em um gibi infantil eles mostrariam a violência de forma lúdica e fictícia mas talvez em outros países isso não seria permitido

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  14. Zózimo vc acha que a Magali Denise cascuda Carminha Marina e aninha conseguiriam sem a ajuda da Mônica dúvido !

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    1. Bem... Analisando cada uma das meninas citadas, consigo vislumbrar uma chance de vitória feminina na ausência da suprassumo dona da rua através de Maria Cascuda, há uma HQ antiga em que, por meio de seus delicados punhos, nocauteia uma menina quase do tamanho da Pipa e portadora de um gênio pior que o da Mônica, não descarto as habilidades de combate da namoradinha do Cascão, capoeira de Jeremias talvez não fosse suficiente para detê-la.
      Aposto que você nunca parou para pensar o motivo dela ser chamada assim, maioria pensa que é pela sujeira, mas na verdadeira verdade, é por estar sempre praticando a arte de aplicar "cascudos" nos outros, a diferença dela para a dentuça é que não *abre mão* da meiguice como tática para praticar atos de moderada violência nos meninos, sorrateira, do tipo que dá botes, compreende o estratagema? Abomina a fama de violenta que tem a dentuça, vê como desleixo, acha que chegou a tal ponto pela baixinha não contar com assessoria de marketing. Maria Cascuda é um discreto trunfo das meninas.
      **Outro motivo de não abrir mão é porque não se aplica cascudos com mãos abertas.

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  15. Marcos, vc reparou na logo do jotalhão no título da história? Bem diferente do atual, com o "J" fazendo a tromba

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    1. Eu vi. Poderiam ter adotado um logotipo pra ele assim. O logotipo agora pertence a Turma da Mata e não um diferente pra cada personagem desse núcleo.

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    2. Na série de revistas da coleção de miniaturas, cada personagem ganhou seu logotipo

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    3. Podiam usar esses logotipos nos títulos das histórias do tipo "Fulano em:" mas a maioria das histórias são focadas em vários personagens

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    4. Sim, os logotipos oficiais mais recentes de cada personagem são dessa coleção de miniaturas da Salvat. Eles podem ser usados em histórias e em algum título de gibi deles, caso tenham. Alguns desses logotipos já foram usados em histórias, ainda mais que até títulos também são digitais e mais fácil para eles já pegarem esses logotipos prontos.

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