Compartilho uma história em que o Cebolinha fica com cabeça de balão depois de entrar em uma máquina de encher balões. Com 9 páginas, foi história de abertura publicada em 'Cebolinha Nº 111' (Ed. Abril, 1982).
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| Capa de 'Cebolinha Nº 111' (Ed. Abril, 1982) |
Um cientista cria uma máquina de encher e balões, o avaliador acha fantástica e eles vão à sala para assinar contrato para revolucionar o mercado de balões. Enquanto isso, Cebolinha entra na sala onde está a máquina para fugir da Mônica, sobe sem querer na máquina, passa na entrada de encher balões e a máquina fica destruída. O cientista expulsa Cebolinha e Mônica, lamentando que agora terá que consertar o seu invento.
Na rua, Cebolinha comenta que o homem ficou nervoso, Mônica diz que Cebolinha deu ideia nela, que como ela está de bom humor só vai dar um tapão nele. Cebolinha grita para não bater com a cabeça no alto, estranha que a Mônica está embaixo e ele em cima, Mônica desmaia e ele descobre que está com cabeça de balão.
Quando Mônica volta a si, vê Cebolinha normal com um laço fingindo ser uma gravata, ela fala que levou um susto, pensou que viu a cara do Cebolinha flutuando como balão e os dois riem. Mônica dá um tapinha nas costas dele, o nó desata, a cabeça volta a flutuar, Mônica grita que o amigo virou um monstro-balão e Cebolinha sai correndo, se escondendo atrás dos balões que o vendedor estava vendendo.
Um menino pede balões para o pai, escolhe o "com cara de bobo e espetos na parte de cima", o vendedor diz que não tem balão assim. O menino acusa que o balão está mostrando língua para ele, o pai pensa que era o vendedor mostrando língua para o filho e diz que se não quer vender, é só falar. Vão embora, o menino mostra língua para o Cebolinha, que o chuta. O menino acusa que ele chutou, o pai parte para briga com o vendedor e Cebolinha sai, gostando da confusão e diz que até que é divertido ficar assim.
Depois, Cebolinha para em frente à janela alta de uma mulher nua trocando de roupa, dá um tapa nele, dizendo que uma cara-assanhada e a cabeça cai em um carrinho de bebê. A mãe volta, dá a mamadeira para o Cebolinha, que diz que falta um pouco de açúcar. A mãe taca a mamadeira no Cebolinha enquanto foge e o bebê chora.
Em seguida, um passarinho passa ao lado do Cebolinha, fura com o bico e ele pede para Cascão o socorrer porque está esvaziando. Cascão diz que o Cebolinha está ficando murcho e ele manda assoprar no furo para não deixá-lo esvaziar. Dois meninos passam na hora e dão risadas pensando que Cascão estava beijando Cebolinha. Cascão corre atrás dos meninos reclamando que não estão fazendo nada de mais. Cebolinha esvazia e Cascão volta assoprá-lo.
Aparece Mônica junto com o cientista com a máquina de encher balões consertada, empurram o Cebolinha em direção contrária de encher e a máquina explode. Após poeira abaixa, Cebolinha volta ao normal e o cientista leva a máquina de volta ao conserto. Mônica sugere Cebolinha pagar sorvete para eles para comemorarem. Cebolinha espirra com o pó que estava saindo e passa a voar como se fosse balão esvaziando e Cascão reclama que incrível o que Cebolinha inventa para não pagar sorvete para eles.
História legal em que Cebolinha entra na máquina de encher balão de um cientista e passa a ter cabeça de balão. Passa sufoco com menino que queria comprar balão, ao ver mulher nua trocando de roupa, parar em um carrinho de bebê e o pior ser furado por um passarinho e esvaziar a cabeça. Consegue resolver com Mônica levando o cientista para o Cebolinha passar na máquina e consegue voltar ao normal, porém só aparentemente, passando a voar com um espirro como um balão.
Se o cientista soubesse, não deixaria a máquina em frente à janela ou simplesmente trancar a janela e não teria a sua máquina revolucionária de balões ser destruída duas vezes. Máquina não foi feita para pessoas passarem, apenas balões vazios. Com o absurdo, Cebolinha conseguiu passar, só que ela foi destruída. Cebolinha viu vantagens e desvantagens de ter cabeça de balão, sendo que as desvantagens prevaleceram.
O sufoco foi grande, Cebolinha poderia ter dado o nó no fio como fez diante da Mônica e depois procurar ajuda, problema que foi uma situação atrás da outra que nem dava tempo de dar o nó de novo. Cebolinha foi vingativo com o menino que queria comprar balão, sobrando para o pai e o vendedor que tinham nada a ver com isso e ainda gostou da confusão que causou, porém, em compensação se deu mal sem parar, como um castigo.
Menino poderia ter falado que foi o balão que mostrou língua e o chutou. Interessante que ninguém ligou com ele como cara de balão, batiam nele achando que era coisa normal uma cabeça de balão andando por aí. Situação pior foi com o passarinho e ficar com cabeça murcha, felizmente Cascão ajudou sem nem saber como ele ficou com cara daquele jeito, só interrompido com os meninos que achavam que estava beijando o Cebolinha. Após passar na máquina de novo, Cebolinha virou um corpo de balão por inteiro, com final aberto, fica na imaginação como ele voltou ao normal de vez sem a máquina do cientista.
Foi engraçado Mônica dizer que como ela está de bom humor só vai dar um tapão nele se assustando com Cebolinha com cara de balão, chamando de monstro-balão, ele ser chamado de balão com cara de bobo e espeto na parte de cima, confusão gerada com o pai e vendedor, Cebolinha taxado como tarado, dizer que a mamadeira falta açúcar, ser furado pelo passarinho e esvaziar cabeça e Cascão assoprar tampando o furo e meninos zombando que eles estavam beijando e Cascão achar que Cebolinha voou para não pagar sorvete.
Tinham muitas histórias de invenções e nem sempre criadas pelo Franjinha, sempre eram boas. No Limoeiro na época tinha muitas mães deixavam carrinho de bebê sozinho enquanto buscavam alguma coisa, bem irresponsáveis por sinal. Esse cientista apareceu só nessa história como de costume de personagens criados para aparição única.
Tipo de história que podia acontecer de tudo, a gente viajava da fora da realidade. Incorreta por esses absurdos exagerados de Cebolinha ter cabeça de balão ao entrar na máquina, vendedor negro e a mãe do bebê negra com círculo em volta da boca, Cebolinha sendo taxado como tarado com mulher nua trocando de roupa, cair e ficar em cima de um bebê no carrinho, meninos rindo do Cascão e Cebolinha juntos debochando por homofobia, Mônica de calcinha à mostra como no penúltimo quadro da terceira página da história, Cebolinha pensando trocando "R" pelo "L" e palavras proibidas "louco" e "gozado".
Traços ficaram bons, típicos da primeira metade dos anos 1980, ntes da fase consagrada, com personagens com curva na bochecha começando da cabeça. Capa com alusão à história de abertura como de costume nos gibis do Cebolinha da Editora Abril. Foi republicada depois em 'Almanaque do cebolinha Nº 13' (Ed. Globo, 1991).
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| Capa de 'Almanaque do Cebolinha Nº 13' (Ed. Globo, 1991) |
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Que história massa, essas histórias da editora Abril eram muito engraçadas os roteiristas criavam cada história doida e engraçada, lembra muito os desenhos animados de antigamente. Aliás Marcos quem vc acha que escreveu essa história?
ResponderExcluirVerdade, eram muito doidas, nada com nada, bem longe da realidade, a gente se divertia muito. Eu acho que quem escreveu foi o Reinaldo Waisman, quase certo ser dele.
Excluir"Cabeça de balão" é top! "Topzeira"!! Puro suco oitentista!...
ResponderExcluirE a gostosa do que parece ser um sobrado? Só porque estava no alto, relaxou. Pensou que a privacidade estaria garantida para dar aquela arejada na "cooperativa leiteira" e no "playground", amor?! Nãnãninanão, filhota!! A senhorita se esqueceu de que sua aparição única foi reservada a uma HQ do nosso biltre favorito, portanto, claro que o (ou a) argumentista tiraria uma casquinha de suas curvas, oras! A bifa na "balônica" lata do protagonista veio como castigo por ter causado entrevero entre o pai do guri e o coitado do vendedor de balões. E que garotinho prego, não? Cebolinha poderia ter relevado, mas, como optou por revidar mostrando língua e desferindo pontapé, o dentuço que foi o verdadeiro e involuntário pivô da acalorada desinteligência... "Aquele com cara de bobo e espetos na parte de cima!", comentariozinho hilário...
Cascão é "muito macho", estava fazendo nada de mais, seus bobocas!
Maneiro demais de quando em quando ou, de quando em vez, dar um pulinho láááá... na frenética e insana TM dos anos 1980...
Bem clássica. A mulher achava que não podia ser observada, nem outro prédio perto tinha que alguém poderia observá-la de binóculos como Mano Sousa já fez, só que puro engano. Na dúvida nunca troque roupa perto da janela sempre tem alguém que pode observar. Considero como castigo também tudo que veio depois do que ele fez com o menino e o pai que queriam comprar balão. Menino pestinha e Cebolinha não quis ficar por baixo, o menino também poderia ter dito que era o balão quem chutou, só disse "ele", o pai pensou que era o vendedor. Adorei aquele comentário que motivou a confusão, ri alto. Também engraçada demais essa parte do Cascão colado no Cebolinha e os meninos rindo. Anos 80, sem dúvida, era outro nível.
ExcluirO menino não disse "ele" e não viu quem o chutou, no entanto, ainda que tenha suspeitado que foi o "Cebalão" e claramente dissesse que foi chutado pelo balão, muito provável que não evitasse a contenda, porque, o pai, já inicialmente estimulado a encrespar com o vendedor por pensar que foi ele quem teria mostrado a língua, não acreditaria em tamanho absurdo.
ExcluirMano Souza é voyeur... Quanto à dondoca arejando o "parquinho", que deixasse uma fresta na janela ou, que ficasse fechada, afinal, se tratando de privacidade, deixar de lado precaução para contar com a sorte, tem que ser muito displicente.
Em uma tira de dois quadros, por meio de luneta ou telescópio, Cascão também espiona uma gostosona tomando banho de banheira e, o que ele diz num baita berro e a mulher ouve, exprimindo surpresa ou estranhamento, ou, talvez, assustada, é no que consiste a piada. Não lembro qual era a fala, mas, a tirinha é das boas. Denotando um certo tom, do tipo que esbarra, ou melhor, que flerta com o conceito de picante.
O menino não viu chutando, porém deduz que ele achou que foi o balão que chutou visto que quando o Cebolinha mostrou a língua antes, ele viu e o menino só disse "Pai! Tá mostrando a língua pra mim!!!" (com "ele" subtendido), ao menos nessa parte ele podia ter dito: "Pai! O balão tá mostrando a língua pra mim!!!".
ExcluirMais coerente a mulher ter fechado a janela ou pequena brecha pra ter ventilação, nunca se sabe se alguém iria olhar. Não lembro dessa tirinha do Cascão, que certamente foi de jornal. Aí, Cascão bem avançadinho e assanhadinho pra um garoto de 6 pra 7 anos olhar gostosona em luneta.
Pelo que lembro, Cascão não denotava expressão de assanhamento ao bisbilhotá-la, dando entender que estaria contemplando a paisagem e se deparou com a cena por acaso.
ExcluirQuem sabe não, mas, creio que essa tira também foi publicada em algum pocket da Editora Abril ou da Editora Globo.
Há uma de miolo, talvez de encerramento, em que Cascão, não sei se propositalmente ou por acidente, passa a flutuar com uma ou mais bexigas enchidas por gás hélio amarradas à cintura ou ao abdômen. Cena bem hilária foi quando passa em frente à janela de um edifício que tem uma mulher de costas, aparentemente seminua, um dos seios aparece quase por inteiro, o mamilo ocultado pela cortina ou por algo que segura, acho que escova de pentear que, ao ser lançada, acerta em cheio a cabeça do protagonista. Tive exemplares de Cascão números 69, 70, 71 e 74, todos de 1985, essa HQ foi publicada em um deles.
Sendo sem querer, por acidente, aí ele não estava sendo assanhado. Como publicou em pocket da Abril ou Globo, aí eu conheço, só não estou lembrando agora. Eu lembro dessa história do Cascão, é boa e de 1985, só não lembro a edição que saiu, só procurando.
ExcluirÉ uma de miolo mesmo. É na edição 70 Zózimo
ExcluirNão afirmo, Marcos, apenas acho que foi publicada em algum pocket dos 1980.
ExcluirEntão, é de Cascão nº70 (Ed.Abril), bom saber. Valeu pela confirmação, JKNS.
Zózimo, tudo indica que foi sim em algum daqueles pockets, tiraram tiras de jornais neles e desse nível. Confirmado então que a história foi de Cascão Nº 70, muito oba essa edição.
ExcluirAinda no clichê de janelas escancaradas de dondocas que descuidam da privacidade e casualmente são quase flagradas como vieram ao mundo, outra passagem do tipo foi inserida em "Fantasiados", cuja primeira publicação compõe o miolo de Cebolinha nº50, de 1977. Ali, Cebolinha involuntariamente dá de cara com uma loira que se preparava para entrar no banho. O mais hilário é que foi propositalmente conduzido pelo Cascão à janela elevada do que também parece ser um sobrado, por esse compor a parte de baixo da fantasia e, a mulher, como manda a tradição, não deixou barato, desferiu uns catiripapos na fuça do Cebolinha.
ExcluirEsse também foi outro caso assim, lembro dessa, normalmente as mulheres não davam mole, dava surra nos meninos que flagravam pela janela.
ExcluirHistória espetacular, especialmente com o absurdo de Cebolinha estar com cabeça de balão. As piadas? Uma perfeição! Os trocadilhos do Cebolinha como balão? Melhor ainda! O ápice de Mônica desmaiar ao ver o Cebolinha daquele jeito? Engraçadíssimo demais!
ResponderExcluirMaravilhosa. Os absurdos eram grandes e as piadas engraçadas demais. Essa é a verdadeira Turma da Mônica.
ExcluirBoa hq... eu tenho o almanaque na coleção rsrs
ResponderExcluirLegal que tem o almanaque, foi muito bom esse.
ExcluirUma ótima história, excelente escolha sem dúvida! Adorei!
ResponderExcluirCebolinha cabeça-de-balão... Meu Deus, que idéia maluca! Mó dodeira! Já vendo a capa, eu me perguntei ''como eles vão justificar/causar isso?'' Ah claro, Cebolinha sempre fugindo da Mônica, sempre rende um bom problema e confusão na certa. Essa máquina, que perigo! Como puderam inventar algo com ESSE EFEITO COLATERAL? Ás vezes em histórias, eu acho que os inventores secretamente fazem de propósito só para causar, porque não é possível! Mas quanto ao próprio Cebolinha... os lugares que ele entra para se esconder e as encrencar que ele SEMPRE se mete por isso... toma juízo, pivete! Você esperaria que ele já teria aprendido com todas essas experiências bizarras. Mas então a confusão começa... o Cebolinha como balão voando... Cruz Credo, que coisa apavorante seria de ver! Pobre Mônica... eu ficaria traumatizada o resto da vida se visse na vida real. O Cebolinha, por outro lado, quase não pareceu assustado, nem um pouco na verdade (como é que pode eu queria entender).
E, como não podia faltar, aproveitou um pouco para causar no começo, a parte com o pai, filho e vendedor... o ponto altissímo da história! Puro ouro, hilário de doer! Cebolinha encrenqueiro como sempre, arranjando confusão desnecessária com o molequinho (que também não se ajuda, podia falar que era o balão provocando. Se bem que eu não acreditaria se fosse lá, talvez soubesse que o pai provavelmente não acreditaria). E eu realmente queria muito saber como terminou a briga entre o pai e o vendedor, pena que não mostra depois. Mas o Cebolinha levou um castigo a altura pela confusão armada, foi tido como ''tarado'' pela gostosona, e empurrado direto para o carrinho de bebê, e novamente tido como um sem-vergonha pela mãezona. Adorei, muito engraçado e bem-merecido também naquele ponto. E então o Cascão entra em cena e... de novo, não sei como esses personagens reagem tão casualmente a isso, cara, teu amigo apareceu com a cabeça feito balão inflável e amarrada por um fio! Não vai questionar nada não? Nem um grito de susto que seja? Histórias em quadrinhos é outro mundo, sério... mas o melhor foi os meninos rindo e debochando do Cascão ''''beijando'''' o Cebolinha (pena que algo assim NUNCA passaria hoje, de jeito nenhum). Só imagino a fofoca que ficou depois, algo assim deve ter pegado... pena que não mostram também. Mas felizmente para o Cebolinha, a história tinha que terminar eventualmente, e com um final feliz e as coisas resolvidas como sempre... Mônica conseguiu contatar o cara, trazê-lo para o menino-balão e ele conseguiu concertar a situação, que alivío! Depois dessa, eu desmontava aquela máquina, ou deixava bem escondida, aonde ninguém além de mim tivesse acesso... realmente espero que o cara tenha pelo menos bom senso suficiente para fazer uma dessas coisas, ou só concerta para ser uma máquina totalmente normal como deveria ter sido desde sempre. Sei não... É, tudo voltou ao normal, graças a Deus... bom, talvez não. Pelo visto, ainda ficou algum revés ou sequela... agora é totalmente balão inflável, tava bom demais para ser verdade. E o Cascão, que não se dá conta do ÓBVIO e só se preocupa com sorvete... ''é incrivel o que ele inventa para não pagar sorvete para a gente''. Quanta falta de noção/burrice, menino! Fechou com chave de ouro essa história sensacional.
História fenomenal, nota 9. Sem dúvida é épica, valeu muito a pena, merece sempre ser comparilhada. Tenha um bom dia, Marco.
Muito boa, sem dúvida mereceu muito ser postada. Sempre que Cebolinha fugia da Mônica era certo que podia gerar confusão pra ele, não apanhou, mas sofreu muito sendo uma cabeça de balão. Ao entrar na máquina, era pra acontecer nada porque ele não era balão murcho, só que em história em quadrinhos podia acontecer de tudo. Realmente era pra se assustar como a Mônica vendo uma cabeça voadora por aí. Cebolinha provocou confusão à toa, menino também não colaborou, sendo que era difícil de acreditar mesmo se ele contasse a verdade. A briga deve ter sido longa e sem vencedor . O castigo depois foi merecido e tudo muito engraçado. Cascão agiu naturalmente com o amigo assim, mas também não dava nem para o Cebolinha explicar senão murchava de vez. Era assoprar onde estava o furo e depois explicar. Meninos debochando de eles se beijando foi hilário. Teve sorte que resolveu o problema a tempo. O cientista deve ter consertado depois e tentar comercializar, só que aí com mais cuidado de ninguém entrar no laboratório. Sequela ainda ficou depois, pelo visto temporário e Cascão nem pra se tocar que ainda era efeito de balão que ficou. E as situações que ficaram abertas foram pra agilizar, roteirista queria história curta e ágil, aí o que ficou em aberto fica na imaginação dos leitores, ficou bom assim também.
ExcluirUma curiosidade da Revista é que ela anuncia 12 histórias e na verdade apresenta 11. Seriam 12 se tivesse tirinha final, o que não ocorreu. Esse Almanaque do Cebolinha 13 foi meu segundo gibi do cebolinha (o primeiro foi o número 53 (maio de 1991). Eu não sabia o que era Almanaque e achava estranho essa não ser a número 54...kkkkk
ResponderExcluirDesculpa complementar, jkns. Maio de 1991 foi quando publicaram o 13. O 53 é de 1999, outubro.
ExcluirLegal saber, jkns, não cheguei a contar ou ver os códigos. Talvez imaginavam que teria tirinha ou até tinha originalmente, só que a partir de 1982 a Editora Abril suspendeu tirinhas pra colocar anúncio do que acontece na próxima revista ou de outras revistas da editora no lugar, aí podem ter tirado da impressão de última hora. No caso, republicou no Almanaque do Cebolinha Nº 13 de 1991, você deve ter digitado errado.
ExcluirPeraí, agora entendi o que jkns quis dizer com 53. Tava se referindo ao número de Cebolinha convencional (mensal) da Globo publicado em maio de 1991, mesmos mês e ano de publicação do Almanaque do Cebolinha 13. Antes eu entendi que o 53 que foi número do primeiro gibi do Cebolinha que ele teve seria também almanaque, assim como o 13. Agora tá explicado, jkns, desculpa.
ExcluirIsso mesmo Edgar! Meu primeiro Cebolinha foi o convencional 53 (maio de 1991) e pouco tempo depois minha mãe me comprou este "Almanaque". Eu não sabia o conceito de Almanaque e estranhei a numeração inferior.
ExcluirCom a idade que você tinha, não saber significado de almanaque, normal. Até no final da primeira infância (6, 7, 8 anos) a maioria é assim mesmo, tudo viajandão.
ExcluirDe novo complementando, jkns. No final da 1ª e no início da 2ª infância, todo mundo tem dificuldades pra entender certas coisas que são bem simples. Se não tô enganado 7 e 8 anos tão pro começo da 2ª etapa da infância.
ExcluirQual a idade que eu tinha Edgar, na Época?
ExcluirTá explicado, lendo rápido a gente entende errado. Quando a gente começa a colecionar não sabe essa diferenciação de revista comum e almanaque, eu também não sabia de cara e depois que fui ver que eram republicações. Começou bem a coleção, Cebolinha 53 foi top com a história de abertura "Eu amo ser mau" com o Diabão e esse Almanaque 13 só com histórias clássicas.
ExcluirAinda não tive contato com esses gibis, mas, só pelo ano deles, 1991, já basta pra ter certeza que são de 1ª.
ExcluirQueria muito ter visto de perto os anos 80 e anos 90. Mas como fui nascer mais pro lado de cá, aí, fazer o quê, né?
Olha, jkns, eu acho que você devia ter 6 ou 7 anos quando ganhou o Almanaque do Cebolinha 13 e Cebolinha 53 (os 2 da Globo).
Que roteiro mais maluco, mas é assim mesmo que eu gosto!
ResponderExcluirA Mônica transporta a máquina como se tivesse carregando um colchão ou coisa parecida. O Cascão tem uma imagem a zelar, por isso que interrompeu o assopro na bochecha do Cebolinha, foi demais essa parte! Divertida do começo ao fim essa “Cabeça de balão”. História tão legal que não pode ser republicada atualmente e as justificativas são as mais bestas possíveis.
Também gosto, quanto mais maluco, melhor. Depois histórias assim foram só nas do Louco e nos últimos anos nem isso. A força da Mônica era grande, aí ela era capaz de fazer isso, era legal. Imagem a zelar em primeiro lugar, que se dane o amigo, Cascão está certo. Não podem republicar de jeito nenhum, sempre por bobagens que inventam, aí pérolas assim novas gerações nunca vão ver em gibis inéditos nem em almanaques.
ExcluirAhahahah, meu Deus, a gente não vai ver histórias assim nunca mais
ResponderExcluirNão vai ter mesmo, sem chance, era outro tempo.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEstranho Soro do Dr. X foi até exclusiva para o desenho, porém acredito que foi inspirada nessa história Cabeça de Balão e também a do Soro da Invisibilidade.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
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