Estamos em época de Copa do Mundo e, então, mostro uma história de 40 anos atrás, em que o Pelezinho e seus amigos lidam com o mistério do estádio de futebol que sumiu em uma final de Copa do Mundo. Com 13 páginas, foi história de abertura de 'Pelezinho Copa 86 Nº 2' (Ed. Abril, 1986).
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| Capa de 'Pelezinho Copa 86 Nº 2' (Ed. Abril, 1986) |
Seu Dondinho chega em casa e vê Pelezinho, Frangão e Cana Braba assistindo ao jogo do Brasil da final da Copa do Mundo e torcendo com a televisão desligada. Ele diz que tem ligar porque seria mais emocionante e os meninos falam que não é para fazer isso, é a final da Copa, se o Brasil perder, iam sofrer muito. Seu Dondinho acha bobagem, a emoção faz parte do futebol, liga a TV, sai e volta vestido com a camisa da Seleção, faixa na cabeça, bandeira, tambor e bebida para torcer como torcedor fanático.
O jogo está prestes para começar, quando o estádio está sendo todo coberto, não por uma nuvem, mas por uma bola imensa de futebol que flutua sobre o estádio e o repórter acha que certamente era algum balão publicitário. Sai um raio de dentro, o estádio é encolhido e abduzido até a bola e é segurado pelo Tonico Fura-Bola.
A bola voadora vai embora e Pelezinho, o pai e os amigos ficam surpresos que o estádio de futebol sumiu, nem acreditam com o que viram diante de seus olhos e Seu Dondinho fica em estado de choque, assim como todas as pessoas na rua que viam o jogo.
O narrador-observador dá o suspense com o que vai acontecer, anunciando que o final da emocionante será no próximo número da revista. Pelezinho acha um cúmulo, segura o texto, amassa como uma bola e chuta, dizendo que quem gosta de futebol não vai ficar com coração na boca, na história dele não tem próximo capítulo e sai com os amigos para desvendar o mistério.
Pelezinho pergunta para o Frangão se não deu uma boa olhada para o vilão. Frangão responde que o conhecia, mas não sabia de onde. Vão à casa do Tonico Fura-Bola e encontram a bola gigante entrando na casa e descobrem que foi ele quem roubou o estádio de futebol. Tonico flagra os meninos olhando pela janela e os aprisiona em armadilha de bolas que tinha no quintal.
Tonico explica que o time brasileiro nunca juntou tantos craques, com esse timaço é impossível a gente perder, e se ganhar, a vida dele vai virar um inferno, todos os moleques vão querer jogar bola inspirados na Seleção, seu quintal vai ficar atulhado de bolas que vão ficar ali, não vai conseguir furar tantas bolas, não vai ter tesouras e facas suficientes para estourar. Claro que podem perder, mas prefere não arriscar.
Então, Tonico fura todas as bolas do jogo para garantir que não haverá partida. Pelezinho diz que duvida que ele fure aquela bola ali. Tonico fura e ela a bola que ele estava preso. Tonico tenta fugir no balão gigante com o estádio, Pelezinho chuta a bola onde estava o Cana Braba, atingindo o Tonico em em seguida chuta a bola com o Frangão e consegue agarrar o estádio que estava com o Tonico.
Depois, voltam ao México com o balão gigante e Pelezinho exige que Tonico devolva o estádio para o lugar dele senão vai chutá-lo. Tonico devolve e faz voltar ao tamanho normal, mas não podem jogar porque as bolas foram todas furadas. Tonico fica feliz que a sua vingança não fracassou, não vai ter final da Copa.
Pelezinho fica irritado, chuta o Tonico, fazendo cair sobre o painel de controle, o raio diminuidor fica fora de controle, os meninos conseguem sair a tempo, o balão de bola gigante diminui, e Tonico também encolhe e aí o balão se torna a bola oficial do jogo com Tonico dentro e Pelezinho diz que sente um pouco de inveja do Tonico, apesar de ter sido o vilão da história, ele está no melhor lugar para assistir ao jogo .
História legal em que o Tonico Fura-Bola encolhe o estádio de futebol que estava acontecendo jogo de final de Copa do Mundo com a Seleção Brasileira e leva para sua casa e ainda fura todas as bolas para garantir que não tivesse jogo. Pelezinho e seus amigos vão à casa do Tonico e conseguem fazer o estádio voltar para o México e no seu tamanho normal e Tonico ainda vira a bola do jogo para ter a partida de futebol.
Um estádio de futebol sumir diante dos olhos do mundo inteiro é bastante surpreendente, não é à toa que que todos que estavam assistindo ao jogo ficaram em estado de choque. Bom que Pelezinho e seus amigos não se surpreenderam tanto e puderam resolver o caso. Tonico Fura-Bola fez isso com medo do Brasil ganhar a Copa e mais meninos quererem jogar futebol e jogarem bolas no seu quintal e quebrar vidraça da janela. Caso ganhasse, Tonico até não poderia de furar as bolas rápido, iria ficar um tempão furando, só não poderia dizer que não tinha tesoura e facas suficientes, já que esses instrumentos não se estragam com facilidade.
Um balão gigante em forma de bola fez com que Tonico fosse para o México e encolher o estádio, já devia ter planejado muito tempo antes da Copa. Dava até para imaginar que era um extraterrestre antes da revelação do vilão. Os meninos foram muito espertos e ágeis para vencer o Tonico, depois de ficarem aprisionados nas armadilhas das bolas. Pelezinho conseguiu enganar direitinho o Tonico e comseu chute forte, é quem teria força para chutar uma bola grande com Cana Braba dentro e derrubar o Tonico. Frangão como goleiro, só podia ser ele para agarrar o estádio em miniatura.
Pelezinho e os meninos, que inicialmente estavam assistindo em casa, tiveram ainda privilégio de assistirem à final da Copa no México e sem pagar como forma de recompensa de salvar a Copa. Sem dúvida foi um grande castigo para o Tonico, por detestar futebol e único a torcer contra o Brasil, teve que ser a bola de futebol da partida. Só não mostraram quem era o adversário do Brasil na história e fica na imaginação dos leitores quem ganhou o jogo e a Copa.
Engraçado torcerem com TV desligada e dizerem que vão dar dar pancada no juiz ladrão, Seu Dondinho voltar todo uniformizado e animado pra ver o jogo e depois ficar em estado de choque, o narrador dizendo que história continua no próximo número e Pelezinho puxar o papel com o texto, amassar como uma bola e chutar, Tonico imaginar as bolas entulhadas no quintal, ser enganado e furar sem querer a bola que prendia o Pelezinho e ser chutado por ele fazendo o painel ficar descontrolado.
Seu Dondinho era o pai do Pelé na vida real, os amigos foram inspirados nos amigos do Pelé na infância. Essa história marcou volta do Tonico Fura-Bola, que era bem frequente nos anos 1970, mas estava sumido nos últimos gibis dos anos 1980. Vilões do Pelezinho eram o Tonico e o Jão Balão. Hoje em dia podiam implicar por conta dos absurdos exagerados, Pelezinho com lábios representados com círculo rosa em volta da boca e Cana Braba com beiço grande por acharem que é chacota com negros, além de palavras "roubar" e "inferno".
A Copa do México de 1986 completa 40 anos agora em 2026 e por coincidência, a copa deste ano se realiza no México, sendo que dessa vez junto com Estados Unidos e Canadá. Na vida real, Brasil não ganhou a Copa de 1986, foi eliminado pela França nas quartas-de-finais e a campeã foi a Argentina, a história foi só uma ficção, roteirizada antes do início da Copa, na esperança que o Brasil chegasse à final. E os jogadores mostrados na história foram fictícios também, não os oficiais que jogaram naquela Copa.
Traços ficaram excelentes dos anos 1980 da fase consagrada, ainda não tinham visto histórias do Pelezinho com traços assim, os mais próximos e parecidos foram os do estilo do início dos anos 1980, antes da fase consagrada da MSP. As falas das personagens formaram título da história, o que era bem comum na MSP na época. Nunca foi republicada por ser uma história de 1986 e que permitiria republicação só a partir de 1991, quando não tinha mais Almanaques do Pelezinho em circulação e logo depois esse núcleo foi para o limbo de vez. Aí, se torna rara hoje e só quem a revista original que a conhece.
Pelezinho voltou a ter história inédita depois de 4 anos, após o cancelamento do gibi dele em 1982. Pelo visto a intenção era que em 1986 ele voltasse a ter título periódico mensal, misturando inéditas e republicações, só que essa segunda série durou só 3 edições. As duas primeiras com alusão à Copa 86 com uma história de abertura inédita sobre Copa e as demais republicações de histórias normais do Pelezinho de 1979, juntando curiosidades da Copa, passatempos e jogos. Já a edição "Nº 3" foi só republicações. Com a mudança da MSP para Globo em 1987, desistiram de continuar com o título mensal do Pelezinho, deixando só edições especiais esporádicas até 1992 e depois retornou com título na Panini só com republicações entre 2012 a 2014.
Falando sobre essa edição "Nº 2", uma capa caprichada com Pelezinho ao lado e usando o mesmo sombrebo da mascote Pique daquela Copa. Além dessa história de abertura inédita, tiveram outras 4 republicações de histórias de 1979 entre as edições "Nº 20" a "Nº 27" e tirinha da edição "Nº 29", de 1979. Teve 3 páginas contando como foi a classificação sofrida do Brasil para a Copa contra o Paraguai, 2 páginas sobre os avanços da cidade Guadalajara do México após a última Copa do Mundo de 1970 e 2 páginas com curiosidades da Copa 1986, como algumas Seleções estavam se preparando, previsão do Pelé das seleções favoritas ao título e Zico explica como bater pênaltis sem dar chance ao goleiro, entre outras. E mais um jogo de tabuleiro da Copa e brinde de uma bandeira, hoje bem rara de se encontrar. Sem dúvida, foi uma edição bem especial.
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Miniaturizar coisas, lugares e pessoas vai além do Franjinha, mas o perigo é intelecto inventivo na cabeça de vilão. Todo um sensacionalismo superespetacular por causa de rabugice de velho que detesta bolas invadindo quintal dele. Pareceu até obra do Louco e eu gostei dessa loucura. Outra coisa poderosa são os chutes do Pelezinho, isso faz dele uma arma em forma de criança.
ResponderExcluirDefinitivamente não era só o Franjinha que miniaturizava pessoas, lugares e coisas. Foi bem legal esse motivo do Tonico Fura-Bola só não querer que garotos joguem bolas no quintal dele para torcer contra o Brasil e ele fazer o que o fez. Absurdos predominavam na época. O chute forte do Pelezinho era sua marca registrada, característica única e marcante que faz identificá-lo como personagem em quadrinhos. Ele não era só um menino que gostava de futebol, chutar forte bola era o que identificava, era muito bom.
ExcluirPelezinho ou a Mônica, quem você acha que chuta mais forte?
ExcluirÉ bem difícil, porém fico com o Pelezinho ter mais força no pé. Uma única desvantagem do Pelezinho nunca ter contracenado com a Turma da Mônica em histórias dos gibis dele foi isso, seria bom terem colocado essa disputa com os dois de quem chuta mais forte pra comprovar.
ExcluirOu empataria, porque numa aventura dos anos 80 a bola do Cascão foi pras nuvens por causa do chute dela.
ExcluirÉ, nessa história do Casfoi um exemplo que a Mônica tem chute forte. Maus sensato é empatar disputa dela com Pelezinho.
ExcluirCaramba
ResponderExcluirque lost media
Verdade, grande lost media, essas raridades difíceis de encontrar gosto de postar.
ExcluirPrimeira história do Pelezinho postada após a morte de Pelé. Pena que a seleção brasileira foi eliminada hoje. Ah, próximo ano, a revista do Pelezinho vai completar 50 anos. Planeja fazer postagem dos 50 anos da revista do Pelezinho?
ResponderExcluirPois é, fazia tempo que não postava história do Pelezinho, puro esquecimento, em compensação naquele dezembro de 2022 foram duas postagens com ele no mesmo mês. Pretendo fazer postagem sobre os 50 anos da revista do Pelezinho, que no caso será em agosto do ano que vem.
ExcluirDepois de cinco ou seis anos, olha ele aqui de novo. Conheci Tonico Fura-Bola graças ao(s) Arquivos Turma da Mônica, numa trama dos anos 1970. Diferença foi que naquela houve separação entre cidadão comum e alter ego vilanesco. Pois o idoso ranzinza e antagônico à turma de chuteiras passou por uma involuntária transformação no mesmo molde como foi a transição do tio do Cascão para o principal vilão da TM. Outro detalhe foi que o sujeito voltou ao normal e não se deu conta do que aprontou na condição de megalomaníaco.
ResponderExcluirSeis anos depois da última postagem pra ser mais exato. Legal que conheceu o Tonico Fura-Bola aqui, até pensava que você o conhecia na época. Nesta história ele ficou diferente, não teve cabelo e bigode brancos aparentando um autêntico idoso, não se transformava no alter ego vilanesco em contato com poeira e sem participação da empregada. Acho que como ele estava sumido desde 1979 e juntando com os traços novos consagrados, roteirista não deve ter se lembrado detalhes antigos dele em 1986, mas ficou bom mesmo assim.
ExcluirMas, para ser mais preciso, Marcos, a postagem contendo "Tonico Fura-Bola volta a atacar" tem cinco anos, sete meses e dezessete dias - até a data deste comentário. Completará seis anos em 20/11/2026.
ExcluirSeria batuta se o conhecesse à época. Embora eu lembre de algumas edições de Pelezinho em bancas de jornais, como os dois últimos almanaques pela Editora Abril e o primeiro almanaque mais o pocket com tiras de piadas editados pela Globo, foi em 1989 que passei a ter contato com Pelezinho e tive apenas sete edições durante os oito anos da minha antiga coleção de gibis, sendo duas do título Gibizinho. Inclusive, no memorável Horóscopo da Mônica, foi naquele ano que desvendei a respeito da personagem que ilustra o signo de (A)áries, porque, antes disso, não sabia se quem tricota lã do carneiro era senhora ou menina. Portanto, até finalmente conhecer a Bonga, por mais ou menos três anos e meio ☞já a conhecia de vista☜.
Sim, não são 6 anos exatos ainda, mas pelo ano da publicação considero como 6 anos. Pena que a nossa geração não chegou acompanhar os gibis da Editora Abril e passou a conhecer os personagens só depois. Quem passou a colecionar gibis só depois de 1983 nem sabia quem era a Bonga no Horóscopo da Mônica, embora tinham os almanaques, que aí quem os comprava poderia conhecê-la.
ExcluirOutra edição que lembro cumprindo vigência nas bancas de revistas e esqueci de mencionar no comentário acima é a do mascote da (C)copa estampando a capa da qual foi inserida nesta postagem - o segundo nº2 de Pelezinho e, pela mesma editora do nº2 genuíno, publicado em 1977.
ExcluirTive, vamos dizer, a sorte - quiçá seja exagero considerar como tal ou, talvez não - de iniciar coleção de gibis, focada quase que exclusivamente nos da MSP, mas, 100% motivada pelos títulos da mesma, no ano de 1985. Luluzinha, Bolinha, Zé Carioca, Pato Donald, Margarida, Tio Patinhas, Mickey, Alegria, Os Trapalhões, Turma do Arrepio entre outros também fizeram parte daquela coleção e toda essa galera entrou de lambuja, porque, sem a Turma da Mônica, quase certo que não a levaria por intensos oito anos consecutivos.
Já você, Marcos, era muito criancinha em 1985, não teria como começar a colecionar gibis naquele ano. Porém, etariamente falando, você começou antes de mim, tinha cinco anos, certo? Pois comecei com seis, faltando alguns meses para completar sete.
1988 foi o ano que conheci o conceito de sebo. Ocorreu em companhia de minha mãe pesquisando preços de livros didáticos e passei a frequentá-los no ano seguinte, foi aí que, em 1989, finalmente tive contato com Pelezinho. Antes disso, ele era o único do núcleo das chuteiras que eu sabia o nome e, a Bonga no Horóscopo da Mônica, associava como integrante terciária do núcleo rural, da qual não sabia o nome e pensava que fosse comadre benzedeira ou costureira oficial do vilarejo ou as duas coisas ou qualquer coisa mais ou menos por aí, e, sempre na dúvida se era adulta ou criança.
Não entendi o primeiro parágrafo do seu comentário anterior, se quis dizer que você chegou a ter as 2 edições Nº 2 do Pelezinho das duas séries da Editora Abril.
ExcluirEm 1985 não colecionava gibis, se compravam pra mim não lembro rs, já etariamente comecei primeiro que você porque já tinha 5 anos em 1988. Já sebos teoricamente o conceito conheci já no início de 1989 comprando antigos em camelôs na rua, em feira e até bancas vendendo gibis antigos, que foi como consegui alguns gibis do final da Editora Abril até os do início de 1988, já sebos físicos convencionais vendendo livros e gibis só conheci em 1992.
A primeira vez que vi a Bonga foi também em um Horóscopo da Mônica adquirido nesses sebos de camelô em 1989 e logo depois o Pelezinho em uma figuração em uma história do Cebolinha Nº 29 de 1989 e conhecer mesmo o personagem e histórias com núcleo todo foi no especial do Pelezinho da Copa de 1990.
Esse gibi eu sempre quis ter. Assim como a edição de 1990 do Pelezinho da copa. Pelezinho e Zé Carioca são os personagens brasileiros de hqs que mais combinam com Copa do Mundo de Futebol. Claro. Pelezinho por ser o Pelé. E o Zé por ser Carioca e se identificar tanto com o futebol. Excelente post. Grande abraço.
ResponderExcluirTanto essa edição quanto a da Copa 90 foram excelentes, bem que podiam ter continuado com edições dele em cada Copa após 1990. Sem dúvida e Pelezinho e Zé Carioca combinam com Copa do Mundo, Zé Carioca também tiveram bastante envolvido com Copa. Tomara que você consiga essas edições do Pelezinho.
ExcluirMarcos, como se chama uma história da Magali com o Bugu, Jotalhão e Frangão? E você pode postá-la aqui?
ResponderExcluirEssa história se chama "Ponto de vista (Da Magali, claro)", de Magali Nº 13, de 1989. Foi primeira vez que teve participação de secundários em revista da Magali e primeira vez Frangão em outro gibi sem presença do Pelezinho. Na época nem sabia quem era Frangão e depois que descobri que aí que a piada na história fez mais sentido pra mim. Um dia posto aqui.
ExcluirVocês falando de Frangão em HQ da Magali fez lembrar de um crossover que, eu diria, é o ☞mais dichavado☜ que conheço no que tange histórias antigas da MSP. Situado numa trama em que não lembro exatamente o motivo do nariz do Bidu ter crescido e se separado do restante do focinho, mas creio que foi por efeito colateral de algum experimento do Franjinha. O cão corre atrás de seu narigão, literalmente uma bola preta que sai quicando e rolando pelo gramado até parar em pés calçados com chuteiras que, por sua vez, batem uma bolinha com o nariz, Bidu avança nos moleques a fim de recuperá-lo e nisso aparecem ao longe Cana Braba e Pelezinho afugentados em meio à folhagem de uma árvore por conta da brabeza do cachorro que segue no encalço do nariz por continuar rolando freneticamente e lhe dará mais algum pano para manga até voltar para onde nunca deveria ter saído, que, óbvio, o lugar "daquilo", é no focinho do protagonista.
ExcluirPela descrição, saca que história é essa, Marcos? Acho que primeira publicação data de 1981, entretanto, pode ser de 1980 ou de algum dos quatro ou cinco primeiros meses de 1982.
Zózimo, eu lembro dessa história do Bidu, foi invenção do Franjinha, só não lembro da edição, acredito que foi de 1980 ou 1981. Aí, deixaram figuração do Pelezinho e Cana Braba provavelmente pra divulgar revista dele. Interessante que Pelezinho e sua turma às vezes faziam figurações nos outros gibis mesmo depois do gibi cancelado, mas a Turma da Mônica não contracenava nos gibis do Pelezinho.
ExcluirEssa história que o Frangão apareceu eu tinha em um almarque da Magali eu tbm quando era criança não sabia quem era ele
ExcluirDrico, realmente não dava pra associar que era o Frangão quem não conhecia o Pelezinho. Mesmo assim achei legal ele ser lembrado e ressurgir do limbo até então.
ExcluirMarcos, quando e por que o Mauricio de Sousa desistiu de transformar o Ronaldo, o Fenômeno, Dieguito e Messi em personagens de edições mensais de histórias em quadrinhos?
ResponderExcluirNão sei quando e por que Mauricio desistiu deles, acho que foi ou porque não conseguiram entrar em acordo de contrato ou Mauricio viu que teria muitas revistas de jogadores de futebol parecidas e via que não valia a pena.
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