sábado, 6 de dezembro de 2025

Mônica: HQ "As coisas dele!"

Mostro uma história em que a Mônica arruma a chave do clubinho dos meninos e resolve abrir o armário do Ronaldinho por quem era apaixonada e ver o que ele guardava lá. Com 12 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 91' (Ed. Globo, 1994).

Capa de 'Mônica Nº 91' (Ed. Globo, 1994)

Mônica conta animada que conseguiu as chaves do clubinho dos meninos quando o Cebolinha deixou cair depois da última coelhada que deu nele e em vez de devolver quer entrar no clubinho com a Magali, cada menino tem um armário com as coisas deles e ela quer abrir o armário do Ronaldinho da Rua de Cima para descobrir os segredos dele.

Magali deseja boa sorte e dar a maior força e Mônica quer que elas vão juntas. Magali pergunta se os meninos aparecerem na hora e Mônica diz que às segundas-feiras eles não fazem reunião e para Magali não ter medo, é um momento histórico de duas meninas entrarem no clubinho dos meninos e quando entram vê tudo bagunçado e tem uma caricatura da Mônica no quadro negro. 

Mônica acha um desaforo e quer apagar, mas Magali não deixa porque senão vão perceber que elas estiveram lá. Mônica diz que de qualquer jeito, tem certeza que o Ronaldinho tem nada a ver com isso. Em seguida, encontram o armário dele. Magali, com medo, acha que não deviam fazer isso, e Mônica acha que devem, a gente conhece muito as pessoas vendo as coisas delas.

Mônica encontra a chave e abre o armário do Ronaldinho e adora sentir o perfume dele de dentro e Magali diz que só se ele usa extrato de mofo. Mônica acha tudo organizado, vê que gosta dos mesmos gibis que ela gosta, curte os mesmos super-heróis que ela. Encontra o livro "Cabritinho perdido" e isso prova que ele é intelectual e especial.

Depois encontra os discos de Legião Suburbana, Daniela Bércuri e Bon Chovi e coloca no toca discos o da Legião Suburbana, tocando a música "Pais e filhos". Magali pergunta se será que não vão ouvir e Mônica manda desencanar e só sentir o clima. Depois, ela vê os álbuns de figurinhas, vê que ele é palmeirense, gosta de animais, passa o desodorante dele, vê as roupas, meias limpas, camisetas e cueca, que aí fica com vergonha, mas que tem bom gosto para cor.

Até que encontra a descoberta mais importante de todas, um caderno com todos os segredos, e vai ler tudo. Abre o caderno com uma poesia do Palmeiras e acha que tem alma sensível. Depois, lê o nome dela e se emociona achando que ele a ama. Embaixo está escrito "Planos contra a Mônica", para preparar uma armadilha e ela  se decepciona que Ronaldinho também bola planos contra ela e começa a chorar.

Cebolinha chega e encontra as invasoras no clubinho, diz que ouviu música, descobriu que estava sem chave e foi buscar cópia da chave e as encontra lá. Vê Mônica chorando e Magali conta que ela abriu armário do Ronaldinho e descobriu que bola planos contra ela. Cebolinha se espanta que abriram o armário dele e deixaram tudo espalhado. Fala que tem nome do Ronaldinho porque trocaram de armário ontem e não deu tempo de trocar as etiquetas.

Mônica fica feliz que o Ronaldinho não bola planos contra ela, Cebolinha quer que devolvam o caderno e irem embora. Mônica ameaça bater nele pelo plano Nº 57 do caderno, Cebolinha fala para ficarem mais um pouco, tomarem um cafezinho e mostra a chave do armário do Ronaldinho e Mônica aceita e vai ver as coisas dele e os pequenos tesouros de um garoto especial.

Quando abre o armário, já solta um fedor do tênis sujo que guarda ali. Vê figurinhas coladas com chiclete, pôsteres de luta de boxe, desenhos de caveira que ele faz, coleção de grilos guardada em uma caixa e uma foto autografada da Lulu Matraca da Rua de Cima. Mônica se decepciona, não achava que o Ronaldinho era assim e Magali diz que tinha falado que era melhor não abrir.

Mônica acha que foi bom porque sabendo como o Ronaldinho é, que se desencantou de uma vez. Ela procura um garoto sensível, inteligente, que curta poesia, livros, música, que goste de animais, seja criativo. Cebolinha diz que não quer interromper, mas não acham melhor irem embora. Mônica faz cara de apaixonada e corre atrás dele na rua gritando que precisam se conhecer melhor e Cebolinha foge de medo.

História engraçada em que a Mônica pega a chave do clubinho dos meninos para ver o que o Ronaldinho guarda no armário dele e saber como são seus gostos e preferências. Encontra várias coisas e fica fascinada como ele era sensível, romântico e inteligente, mas vê também que bola planos infalíveis contra ela. Quando o Cebolinha aparece, descobre que trocaram nomes dos armários, Mônica vê o armário real do Ronaldinho e descobre que os gostos dele nada se encaixava com os dela, deixando se ficar apaixonada por ele e passou a se interessar pelo Cebolinha reparando com os gostos que ele tinha.

Mônica foi fuxicar armários dos outros, acabou encontrando o que não queria, acabou tendo decepção de ver que o Ronaldinho era nada aquilo que imaginava, a beleza era só por fora. O que deixou a Mônica mais indignada e desiludida foi ver a fotografia da Lulu Matraca, foi a gota d'água para deixar de ser apaixonada pelo Ronaldinho. Daria para ela ter desconfiado que não era o armário do Ronaldinho por causa do Palmeiras e de ele criar planos infalíveis contra ela. Depois escolheu o Cebolinha, quem melhor se encaixou nas preferências dela, apesar do porém de bolar planos infalíveis para ela. Cebolinha que não gostou, sem dúvida preferia surra do que namorar a Mônica.

O Cebolinha tem a chave dos armários de todos os meninos e a Mônica não contava com isso, pelo menos ajudou a descobrir o armário certo do Ronaldinho, tirou a decepção que ele bola planos infalíveis contra ela, mas descobriu que os gostos e preferências gerais dele eram de péssimo gosto senão continuaria apaixonada por ele. 

Foi engraçado ver caricatura e desaforos da Mônica no quadro e ela ficar furiosa querendo apagar, Magali dizer que armário do Ronaldinho tinha extrato de mofo, todas as coisas que ela via no armário do Cebolinha e do Ronaldinho, em especial usar desodorante dele, ver cueca verde com bolinhas, que aí ela fica com vergonha, mas diz que tem bom gosto para cor, os grilos saltando na caixa e a fotografia da Lulu Matraca.

Paródias de heróis como "Surfista Dourado" (Surfista Prateado), "Príncipe Nabor" (Príncipe Namor), "Superomão" (Super-Homem), bandas e cantores "Legião Suburbana" (Legião Urbana), "Daniela Bércuri" (Daniela Mercury) e "Bon Chovi" (Bon Jovi), foram um show à parte, eram sempre criativos nessas paródias de famosos. Já a letra da música "Pais e filhos" não foi parodiada. Uma curiosidade que nos anos 1990 as personagens curtiam bastante artistas do Axé Music, já que estava bem em alta no Brasil na época, tiveram muitas histórias com eles citando artistas ou cantarolando músicas do Axé.

Tinha sempre um menino "inho" por quem as meninas eram apaixonadas e de aparições únicas, dessa vez o Ronaldinho, só que dessa foi só citado sem ter uma presença física nem mostrado em fotografia, ficando na imaginação dos leitores como ele era, provavelmente devia ser loiro. Depois, por causa do Ronaldinho Gaúcho, não colocaram mais nome de Ronaldinho para esses meninos fofos, podendo ser qualquer outro nome.

O clubinho dos meninos onde meninas não entram começou nos anos 1970 e forte inspiração com Luluzinha e Bolinha. O Cebolinha passou a torcer pelo Palmeiras de forma fixa em 1994, antes, poderia torcer por qualquer time de futebol. A Turma mora na Rua do Limoeiro, mesmo nome do bairro, e citavam ruas próximas como Rua de Cima e Rua de Baixo, aí por isso Ronaldinho e Lulu Matraca morarem na Rua de Cima, não era mesma rua da Turma.

Incorreta atualmente por ter Mônica fofoqueira, abrir armários dos outros sem permissão e tirar privacidade do Cebolinha e depois do Ronaldinho, namoro entre crianças, aparecer calcinha da Mônica no 4º quadro da 10ª página da história e 2º quadro da 11ª página e calcinha da Magali no 3º quadro da 11ª página da história por acharem que é indecente, deixarem grilos vivos presos em caixas, não gostam de coisas datadas como discos de vinil e vitrola e artistas poderiam mudar para os da atualidade mais conhecidos pelas crianças de hoje, Cebolinha oferecer café para as meninas (crianças não devem tomar café), além de palavras e expressões populares proibidas como "irem andando".

Traços ficaram bons  do estilo consagrado das personagens. Cores ficaram mais fortes como era característico no primeiro semestre de 1994, o que eu não gostava muito. Tiveram erros de Magali com nariz em formato "c" em vez do tradicional formato "^" no 4º quadro da 2ª página da história, o tom do vestido amarelo da Magali mais escuro, com um tom mais voltado para o laranja no 1º quadro da 3ª página da história e Mônica com fundo de olho amarelo no 3º quadro da 3ª página da história. 

34 comentários:

  1. Abelhuda que só, além de superestimar o tal Ronaldinho - algo me diz que seria o Reinaldinho (aquele menino baseado no roteirista Waisman) com nome modificado...
    Engraçado, Marcos, achava que já havia postado "As coisas dele!"... Já postou o resumo desta história quando estava com poucos anos de blogue? Será que teria sido isso que vi aqui?

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    1. Muito fofoqueira e ainda tirar privacidade do Ronaldinho, agiu nada correta. Não sei se tinham intenção de nomeá-lo como Reinaldinho, é parecido e tem possibilidade. Eu não postei essa história aqui, nem como resumo. O que já postei foi a capa como semelhante com a N° 122 de 1997, talvez foi isso que você se confundiu.

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    2. Jurava que já tinha postado "As coisas dele!". Deve ser mesmo a tal postagem de capas com mesma gag ou com gags parecidas que gerou a bendita impressão...

      No antepenúltimo quadro da oitava página (10), além de parecer que o coração do Cebolinha foi parar na garganta devido tamanho exagerado da língua somado ao formato da mesma, faltou a devida arte-finalização na bocarra dele. Ficou, digamos, "trêmula" na parte de cima e no lado esquerdo, nanquim meio que quase borrou, deixando-a num contorno discretamente avacalhado. Ficou zoada como um todo, eu diria.

      Perdoe, Marcos, mas, Cebolinha não "manda" as meninas "tomarem" café, "oferece" um cafezinho, há diferença entre as duas colocações, não é mesmo? Se me permite a indagação, por que tal "associação supostamente indevida"? Seria, em alguma medida, pela semelhança ou, pelo sentido figurado, remetendo a "tomar no"..."©#(!!!)", seria por tal motivo?
      Lembro que Fausto Silva volta e meia dizia: "Vai tomar café!". Vindo de quem, havia conotação, lógico!
      E, por último, "irem andando" estando entre as "expressões populares proibidas", de onde tirou isto?
      Novamente me desculpo com vossa senhoria. Espero que compreenda estas indagações, e o que responderá a respeito delas será de utilidade pública.
      I.A.zinha censora talvez encane com primeiro parágrafo do terceiro assunto deste comentário.

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    3. Tudo indica que foi isso das capas semelhantes ter causado confusão. A boca do Cebolinha fica borrada, sim, naquele quadro, mas não tão nítido de cara, eu mesmo nem reparei. O Certo é oferecer café porque se fosse mandar seria no sentido de obrigadas a tomar, foi erro meu e não sentido figurado. "Irem andando" acho que não aceitariam por ficar redundante, mudariam para "irem embora". Quem sabe podem até aceitar essa expressão, mas implicam com tantas bobeiras que poderiam implicar com isso, sim.

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    4. Mas, por mais que a princípio possa parecer, não há redundância em "irem andando", pois, "ir", não necessariamente é sinônimo de "andar". A pessoa (o animal/a criatura/o monstro) pode "ir nadando"; "ir pedalando"; "ir cavalgando"; "ir dirigindo" ou "ir pilotando" ou "ir de carro/moto/ônibus/trem/barco/avião"; "ir pulando/correndo/mancando/rastejando/voando/cambaleando/engatinhando/saltitando"... Portanto, não haveria motivo desta expressão ser substituída hoje em dia numa muito* pouco* provável republicação de "As coisas dele!".
      **Obviamente que "muito pouco" tem nada de pleonasmo, mas, esta expressão vem a ser o quê? Um... paradoxo?

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    5. Talvez não mudariam isso em republicações, apesar de eu achar estranho, mesmo sendo aceitável o termo na Língua Portuguesa. Eu falaria "melhor andarem" ou "melhor irem" ou "melhor irem embora". E. Os demais casos falo apenas os gerúndios. "Muito pouco" acho um paradoxo.

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    6. Até que seu raciocínio faz sentido, Marcos. E ficou engraçado, Cebolinha, "educadamente", enxotando-as...
      "Muito", em conjunção com "pouco", acho que podemos classificar como vício de linguagem. No entanto, até que exerce alguma funcionalidade, pois enfatiza o "quão pouco" é ou, pode ser, alguma coisa ou algo.

      Além do primeiro quadro da terceira (5), vestido da Magali ademais muda de tom no antepenúltimo da sexta (8).
      Primeiro quadro da última página, vermelho da roupa avançou para o braço direito da Mônica.

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    7. É, ficou engraçado enxotar com educação, mas não deu muito certo. "Muito pouco" expressão que também não colocariam nos gibis, esses vícios de linguagem não gostam. Realmente teve tom diferente no vestido da Magali nesse quadro e não tinha reparado no braço vermelho da Mônica.

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    8. Braço da Mônica também avermelhou no último quadro da nona página (11).
      No antepenúltimo da segunda página, mais* uma vez o vestido da Magali foi colocado em amarelo escuro.
      *Pela ordem, esta foi a primeira mudança de tom.

      Tenho uma dúvida: a menina de sorriso largo e olhar pisca-pisca, a da foto autografada, seria cobradora de ônibus ou percussionista? Ou a danadinha daria conta dos dois ofícios?

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    9. Sim, sendo que nem dava pra perceber, principalmente braço da Mônica que engana bastante se não ampliar imagem. A Lulu Catraca mais fácil ser filha de cobrador (a) de ônibus, rs. Tudo indica que foi apelido de ser tagarela.

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    10. Por isto que perguntei, Marcos. O nome-apelido não é Lulu Catraca, é "Matraca", Lulu Matraca.

      Diferente de "Magali e a melancia" (Mônica nº125, 1980), cujos quadros em que os fios de cabelo da nuca que não foram desenhados, nada tem de errado, no último quadro da sétima página (9) os mesmos ficaram ausentes e, não digo os seis, mas, ao menos os três do lado esquerdo* deveriam estar visíveis.
      *Lado esquerdo do corpo da personagem. Já pela ótica do leitor, a parte sem os fios está à direita.

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    11. Cheguei a colocar "Catraca" uma vez por engano e já corrigi. Nesse quadro o desenhista acabou esquecendo dos fios nos dois lados, pelo menos no lado esquerdo poderia ter colocado. Chegou também a esquecer de colocar em um lado no primeiro quadro desta página e no penúltimo da página 11 do gibi.

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    12. Parte dos fios da nuca da Magali que não aparecem nos quadros que citou, sinceridade, não sei se julgo como erros...
      Já que falamos da tal Lulu Matraca, aproveitando ensejo, haviam uns vilões, tais de Matraca e Barba Laser. Os piratas do núcleo espacial surgiram quando, Marcos?

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    13. Em situações assim era até comum ter, também não considero erros. Esses piratas surgiram em 1998 com o Astronauta, tiveram histórias seriadas naquele ano em gibis do Cebolinha.

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  2. Que história engraçada😁😁😁 confesso Marcos que gosto dessas cores vivos, os traços tbm eram tops com movimentação, diferentes dos de hoje tudo robótico.

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    1. Bem divertida, tinham criatividade nos roteiros e desenhavam bem sem deixar robótico, estático, bem melhor assim. De cores prefiro tons mais pasteis, assim forte fica parecendo que não pintaram a mão. Porém, esse tom até não ficou ruim, foi mais natural, achava pior quando eram tons muito escuros, em agosto de 1994 mesmo, um mês depois dessa, deixaram bem escuros. Mas isso varia de gosto de cada um, normal isso.

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  3. Muito legal essa história. Agora, eu sei que não tem haver com a história, mas queria perguntar, Marcos, se você ficou sabendo que vão lançar a revista da Milena kkkkkk. Pelo visto eu errei feio na previsão de que a MSP não apostaria em uma revista dela, o que já era esperado por vocês aqui.

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    1. Sim, tinha visto, infelizmente agora é oficial. Tudo estava se encaminhando pelo destaque que ela estava tendo nos últimos meses, por isso já achava isso previsível caso reiniciassem numeração depois das N° 100. Como vão reiniciar, aí vão aproveitar pra dar o gibi pra Milena e todos personagens ficarem com mesmas numerações.

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  4. Muito legal essa história. Notei que a Milena vai ganhar um gibi próprio dela no ano que vem. Pelo visto, será a primeira revista oficial após a aposentadoria do Mauricio de Sousa já que anteriormente, os personagens ganhavam revista quando Mauricio estava na ativa e trabalhando.

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    1. Sim, depois que ele se aposentou será primeiro título regular a ser lançado.

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    2. Pois é. Notei que hoje o time que a Magali torce, o Santos se salvou do rebaixamento para Série B e teve a presença do ex-jogador do Santos, Pepe que diferente do Mauricio, mais uma vez não foi visto de bengala ou cadeira de rodas, só andando normalmente.

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    3. Bom para o Pepe. Colocaram Magali torcedora do Santos porque o time tem apelido de peixe e remete comida pra ela.

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  5. Espero que essa série nova traga desenhos melhores. Quando querem, eles fazem, mas não andam querendo muito. Houve um barulho na Internet sobre isso, o que deve ter feito com que sentisem um pouco de vergonha. Será? Espero que sim. Mesmo que não sirva mais para nós, os velhos, a nova geração merece desenhos melhores.
    O canal do Blusiko colocou um vídeo mostrando as principais novidades para o ano que vem. Só a revista da Milena me deixou curioso. Não espero mais nada desas revistas. Estou velho. Nada será como antes. O jeito é observar e tentar tirar algum proveito, se tiver vontade. Resta a curiosidade sobre o novo layout, páginas, periodicidade etc.

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    1. Podem até melhorar desenhos, mas continuarão sendo digitais, não vão ser feitos a mão e tão bonitos como eram até os anos 1990. Revista da Milena ninguém merece, vai seguir fielmente a cartilha educativa como tanto gostam. Essa eu dispenso, vou comprar só a Nº 1 e olhe lá. Sem dúvida vão mudar layout de capas para diferenciar das outras séries, mas não espero grandes mudanças em estilos de roteiros voltados ao politicamente correto e extremamente infantis para crianças até 9 anos de idade no máximo.

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  6. A Mônica deveria ter reconhecido a letra do Cebolinha, por conta do que ele escreve no muro, mas é aquilo, se não tem, não tem história.

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    1. Pois é, daria porque foram tantos rabiscos no muro que já identificaria na hora. Pode dar desculpa que estava tão emocionada em ver caderno do Ronaldinho que nem prestou atenção na letra. De fato, se reconhecesse letra, não teria história, ela tinha que não reconhecer pra história fluir.

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  7. Demorei para comentar, mas aqui estou. Ótima história, me surpreendeu muito.
    Mônica muito da atrevidinha e bisbilhotera, pegar as chaves e xeretar o clube dos meninos, nunca esperei isso dela. Em vez de ouvir a voz sensata que é a Magali, se deixou levar pelo anseio e fez a maior bagunça lá dentro. Muito engraçado ela xeretando o armário do ''Ronaldinho'', descobrir tudo sobre ele, que era inteligente, sensível, arrumadinho. Só a parte dos planos que desagradou, bom que depois quebrou a cara e descobriu que era o Cebolinha. Também foi bem burra de fazer toda aquela confusão e ainda tocar música, tava arriscando demais, abusando muito da situação. A verdade é que ela devia ter escutado a Magali. E o verdadeiro Ronaldinho, ao que parece, é tudo menos charmoso e encantador. E o final com ela querendo ter coisa com o Cebolinha, que parece bem mais o tipo dela, sei não... Cebolinha quer nada com ela, não sei aonde isso vai dar. Mas foi um final bem legal.

    História muito boa, nota 8. Adoro histórias da Mônica com suas paixonites. Sempre muito divertidas.

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    1. Mônica fazia de tudo para descobrir tudo sobre o Ronaldinho, capaz até de xeretar as coisas dele. Estava tudo perfeito se não fosse os planos, sempre tem um porém. Se escutasse a Magali não passaria pelo que passou, pelo menos ajudou a ver que o Ronaldinho não e era o garoto ideal para ela, mesmo que não cria planos contra ela. Cebolinha que não gostou de ela ter se apaixonado por ter o perfil que ela sempre desejou. Eram boas as histórias da Mônica apaixonada, sempre bem boladas.

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. É bem engraçada. O Cebolinha ficou sensível nessa e realmente o Clubinho foi maior que o normal. Um feliz Natal pra você também!

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