sábado, 29 de novembro de 2025

A turma: HQ "O plano roxo"

Em novembro de 1995, há exatos 30 anos, era lançada a história "O plano roxo" em que Cebolinha e Cascão passam sombra de olho roxa em volta dos olhos para Mônica pensar que estão machucados desde a última surra e e não apanharem dela. Com 16 páginas, foi publicada em 'Cebolinha Nº 107' (Ed. Globo, 1995).

Capa de 'Cebolinha Nº 107' (Ed. Globo, 1995)

Escrita por Rosana Munhoz, Cebolinha chama o Cascão para mais um plano infalível contra a Mônica e estranha que Cascão ainda está de olho roxo desde a última vez que apanharam dela e que o olho dele já sarou. Cascão diz que talvez seja mais sensível e reforça que não vai fugir do plano como prometera, apesar de Cebolinha ter forçado.

Cebolinha explica o plano de que é pegar o Sansão laçando com corda e depois dizer para a Mônica que só devolve se ela parar de bater neles. Cebolinha laça a corda e pega a Mônica sem querer. Ela bate no Cebolinha, mas ao ver o Cascão com olho roxo, estranha. Ele diz que ainda não sarou da última surra, ainda dói e que pode bater em cima, quem sabe muda de cor e, assim, Mônica desiste de bater nele e estima melhoras.

Cascão comemora que não apanhou e logo disfarça que tem que ir embora ao ver Cebolinha olhando para ele. Cebolinha dá uma olhadinha nos olhos do Cascão, descobre que estava pintado e reclama que ele bolou plano infalível para não apanhar da Mônica. Cascão pergunta se é proibido e Cebolinha responde que sem avisar é falso amigo.

Cascão diz que tinha medo de entregar o ouro. Cebolinha fala que todo mundo sabe que língua de trapo é o Cascão e ameaça contar para a Mônica, mas que pode não contar se deixar que ele use o mesmo truque, mesmo que já tenho um lado com olho roxo, ainda tem o outro lado limpo para preservar.

Os dois vão à casa do Cascão, que passa a sombra de olho roxa da mãe no Cebolinha e nem nota diferença. Eles vão à rua e Cebolinha xinga a Mônica de bobona, dentuça e gorducha. Quando ela vai bater, não lembra que tinha dado dois socos no Cebolinha, que fala que para ver como ela anda violenta e a xinga mais.  

Mônica diz que não bater nele porque pode fazer mal, mas quando sarar, vai ter surra. Cascão acha que Cebolinha está abusando e ele diz qual a graça de bolar plano se não pode aproveitar ao máximo e que amanhã eles se encontram de novo para aproveitarem mais.

Chega o dia seguinte e Cebolinha quer que o Cascão pinte o olho dele de novo com a sombra porque ele toma banho. Depois vão à rua e xingam a Mônica de novo e ela diz que se aproveitam que estão machucados, mas quando sararem, vai ter surra. E assim continuam esse processo de xingamentos, rabiscar caricaturas no muro, dar nós nas orelhas do Sansão, mostrar língua para Mônica por mais 4 dias, até que no outro dia acaba a sombra roxa e Cascão resolve colocar a verde no lugar no Cebolinha.

Eles saem para xingar a Mônica, que percebe que os olhos do Cebolinha não estão mais roxos, estão verdes. Cascão fala que foi porque piorou, estão apodrecendo. Cebolinha pergunta se a Mônica não se sente culpada e a xinga pra valer. Ameaça chuva, Cascão avisa e Cebolinha diz que não tem medo de chuva. 

Cascão sai e Cebolinha continua xingando Mônica com chuva caindo. A sombra verde molha, escorre e Mônica nota que os olhos dele sararam. Cebolinha disfarça que é milagre, Mônica o segura, vão até onde estava o Cascão. Mônica limpa olhos dele com pano e descobre que era maquiagem. Cascão disfarça que não sabia e pergunta quem será que fez isso.

Mônica fala que não faz ideia, mas sabe o que vai fazer com eles e promete que não vai deixá-los com olhos roxos. Bate neles, em todas as partes do corpo, menos soco nos olhos e no final Cascão diz que pelo menos ela cumpriu a promessa.

História legal em que Cebolinha e Cascão usam sombra de olho de cor roxa da mãe do Cascão para poderem xingar a Mônica sem apanhar porque ela disse que não bate em quem está com olho machucado para não piorar. Conseguem enganá-la por alguns dias até quando acaba a sombra roxa e colocam a verde e Cebolinha fica na chuva  com a sombra no olho e escorre no rosto, fazendo a Mônica descobrir o plano infalível deles.

Um plano criado pelo Cascão que o Cebolinha aproveitou. Ficaram vários dias aprontando com a Mônica sem apanhar e ela boba de acreditar, não ficariam tantos dias olho roxo não curar se não bateu mais neles. Já daria para desconfiar quando viu que tinha dado soco no Cebolinha só em um olho e depois ele ficou com os dois roxos com a sombra. Mônica foi burra até de acreditar que olho verde foi por causa que estava apodrecendo, só ela para acreditar em qualquer bobagem dos meninos.

Ao menos não foi o Cascão quem estragou o plano dessa vez, foi mais inteligente que o Cebolinha dessa vez. Culpa da chuva inesperada e do Cebolinha. A obsessão de xingar a Mônica sem apanhar era tão grande e nem se tocou que a sombra ia sair quando estava na chuva, se seguisse  a dica do Cascão de ir embora antes da chuva cair, poderiam ter enganado a Mônica por mais um tempo.

Cebolinha ficou irado que o Cascão criou plano e ainda ameaçou de contar para a Mônica se não participasse, bem típico dele isso. A pressa para xingar a Mônica era tão grande que Cebolinha nem esperou hora do Cascão acordar, bem cedo estava na casa dele e Cascão nem tomou café-da-manhã, já que mostrou terminando de colocar roupa na rua mesmo.

Foi engraçado Cascão dizer que tem olho sensível, que Cebolinha teria que economizar ficando sem tomar banho como ele e que é mania besta tomar banho, os xingamentos diferentes para a Mônica como "sebosa", "gordurosa", "balofa da perna torta", "bobonilda", "chatonta", "dentugorda", Cascão resumir xingamentos ao dizer "idem em dobro", dizer para Mônica que olhos verdes do Cebolinha porque estavam apodrecendo e ela acreditar.

Normalmente os machucados das surras da Mônica duravam pouco tempo, em questões de minutos já estavam curados, sem machucados e olhos roxos, prontos para outro plano infalível, isso quando não tinha erro de aparecerem surrados em um quadro e no outro seguinte sem nenhum arranhão e depois voltarem a aparecer surrados. Dessa vez a Mônica não batia em quem já estava com olho roxo, até teve ideia de ela dar um soco em um só olho que se aprontarem de novo, dá soco no outro olho, mas isso não tinha um padrão visto que já tiveram vezes que ela dava uma surra atrás da outra nos meninos, em uma mesma história ela podia bater várias vezes no Cebolinha, por exemplo, mesmo ainda machucado. 

Curioso de que muitas histórias do Cebolinha nessa fase colocarem titulo como crédito com "A Turma" sem ser direcionado a ele mesmo sendo publicada em gibi dele. Pode ser que seja que inicialmente tinha dúvida em qual gibi poderia sair enquanto roteirizava e colocavam "A Turma" para decidirem depois qual gibi que daria pra encaixar.

Incorreta atualmente por violência, meninos com olhos roxos e depois surrados no final, os xingamentos, já que hoje raramente xingam a Mônica, principalmente de balofa, rabiscarem muros sem ser com cartazes, não tem histórias de planos infalíveis com Mônica se passando por boba, além de palavras e expressões populares de duplo sentido proibidas como "entregar o ouro", "língua de trapo", "tá louco", "gozado", etc.

Traços ficaram bons com personagens com bochechas mais arredondas, típicos dos anos 1990. Cores em degradê em todos os quadros como de costume na época. Em 1995, sobretudo no segundo semestre, também estava bem frequente histórias de abertura da Rosana com quadros divididos em faixas de quadros de 3 linhas e 3 colunas por página ao invés do tradicional 4 linhas e 4 quadros por páginas Desde 1989 já se podia ver enquadramentos assim algumas vezes, porém em 1995 já estava bem maior a frequência. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos. erros*

41 comentários:

  1. Nossa! Pegaram pesado com olhos apodrecendo. Às vezes Cascão superava Cebolinha nas boas ideias e era bom quando acontecia. E a Mônica teve paciência de Jó, coitada, aprontaram por sete dias e ainda foi moderada, mesmo não tocando nos olhos poderia ter batido mais, tipo 8 “pafs” e desenhado mais hematomas neles.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tocou num ponto interessante, Edgar. Suportar provocações por sete ou oito dias, tudo bem, afinal, foi engrupida por mais um plano. A questão foi a surra resumida, tanto que apanharam e em seguida saíram andando... Dá entender que Mônica não acumulou raiva durante uma semana. Se "O plano roxo" fosse escrita e publicada dez anos antes, o estrago em forma de piada de desfecho seria muito maior, te digo que até com apenas quatro ou três anos antes o resultado seria mais satisfatório. Com base nesta e em outras de meados dos anos 1990 focadas em planos infalíveis contra a Mônica, minha impressão é que Mauricio de Sousa e Alice Takeda já vinham sutilmente podando o estilo ousado de Rosana Munhoz e também os estilos de outros excelentes argumentistas daquela época, mas, veja, em específico a este tocante, não estavam naqueles tempos, ainda que de leve, regulando geral, claro que não! A Mônica assim, "retaliando com brandura" depois de suportar diversos desaforos e provocações não se restringe à fase noventista, também nos anos 1980 a encontramos com tal postura para punir a molecada extremamente abusada e desaforada, diferença é que naquela década a faceta era pontual e por isso não desarmonizava. Acho que a Mônica pegando mais leve de modo sistêmico tem origem em determinada altura do segundo semestre de 1993 ou começa em 1994 e a partir daí ela, sim, até quebra vez ou outra a ordem que lhe foi imposta, "machucando mais à altura".

      Excluir
    2. É, pegaram pesado em olhos apodrecerem, sempre eram perversos com a Mônica. Dava para ela ter surrado mais os meninos, tiveram os corpos machucados, mas não deixaram vermelhos, lembrando que os olhos não eram pra estar porque a Mônica prometeu em não deixá-los com olhos roxos. Digamos que deviam estar começando a maneirar no comportamento da Mônica, deixá-la mais paciente e não bater no ato por qualquer coisa, ainda assim ela ainda surrava os meninos e apareceram surrados outras vezes depois desta história.

      Excluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Desculpe, tive que apagar por um erro. Eu lembro dessa história republicada num almanaque do Cebolinha, e surpreendentemente da Panini, só não sei o almanaque em si.

      Excluir
    2. Até que não surpreende, Julia R. ... Tenho oito almanaques pela Panini Comics com histórias dos períodos Globo e Abril e a maioria com incorreções até mais contundentes do que as de "O plano roxo". O que chama atenção nas oito edições é que não há sequer uma história envolvendo bandidagem e o tema foi um dos mais recorrentes tanto na ascensão quanto no apogeu dos quadrinhos da TM. Não afirmo por conhecer pouquíssimo a respeito de HQs da atual parceria, vai que no tocante existam algumas que possam me surpreender, mas a impressão que tenho é que a MSP já vinha colocando criminosos para escanteio nos últimos anos de Editora Globo e na Panini Comics o tema teria chegado um tanto enfraquecido.

      Excluir
    3. Zózimo pior que na fase Panini 1 série ainda tinha algumas histórias com bandidos, tive uma do Cascão de 2010.

      Excluir
    4. Bom saber, Drico. E ele teria pelo menos seguido a cartilha da bandidagem fictícia das décadas anteriores e tocado terror direitinho ou já teria pego mais leve por conta da época?

      Excluir
    5. A Panini estava republicando histórias clássicas da Globo em sequência e essa foi uma delas, só que podiam ter alterações em relação às originais. No início da Panini ainda aceitavam coisas incorretas, foi piorar mesmo nos últimos 10 anos e aí depois cada ano inventam alguma coisa que consideram incorreto.

      Excluir
    6. Ainda era o estilo bandido que roubava mais não batia, no final foi preso. foi publicado em Cascão 38 1 série Panini.

      Excluir
    7. Drico, na época já era raro ter bandidos, mas uma vez ou outra tinha. Pelo visto não eram muito perversos, mas era alguma coisa, se mantivessem assim não seria ruim.

      Excluir
    8. Nos tempos de ouro (1970,1980,1990) das HQs incorretas da TM não tiveram, pelo menos entre os inúmeros que lembro, bandidos que bateram nas vítimas. Isso é o tipo de coisa que chocaria leitores independente da época. Mas se esse agiu conforme o padrão estabelecido ao banditismo ficcional outrora atuante na categoria de quadrinhos infantis, está de bom tamanho, isso que importa.

      Excluir
    9. É, bandidos baterem nos personagens nunca teve, mas chegaram a apontar arma, assaltá-los, sequestrá-los, amarrá-los e isso não deve ter tido na Panini.

      Excluir
    10. Tudo isso que citou se resume em tocar o terror e são elementos fundamentais que compõem condutas de marginais fictícios que atuaram nas antigas HQs da MSP. Tive de tocar no assunto de bandidos que batem nas vítimas em resposta ao comentário do Drico.
      E, claro, também são formas de agressão armas brancas e de fogo apontadas para as vítimas; amarrá-las; sequestrá-las e etc.

      Há uma com tema de bandidagem que conheci quando criança por meio de reedição, a revisitei algumas vezes pela (W)web e não a encontro mais. Começa com Magali e Mônica brincando de amarelinha, o que recordo bem é que Mônica teve chances de bater em um dos criminosos e simplesmente não o faz, e, isso, a meu ver, deixa trama mais interessante. É da época da Editora Abril, acho até que fica como encerramento na revista da primeira publicação. Pela descrição pouco (ou quase nada) detalhada consegue sacar qual é, Marcos?

      Excluir
    11. Sim, Zózimo, aí por isso que tocar o terror não deve ter tido na Panini, só bandido assaltar que poderia ter tido. Não lembro dessa da Magali e Mônica da Editora Abril, na época foram tantas assim com bandidos que fica difícil lembrar.

      Excluir
    12. Lembrei de outros detalhes. Protagonismo fica só com a Mônica, Magali aparece na introdução e no desfecho. Pela forçuda e desajeitada que é, se afasta consideravelmente do local da amarelinha no encalço da casca de banana que arremessou a uma lonjura a perder de vista e acaba testemunhando um assalto, a partir daí a confusão começa. Primeira publicação deve ser de 1983.

      Excluir
    13. Agora com essa descrição lembrei qual é essa. História "A testemunha" de Mônica 157 (Ed. Abril, 1983) e republicada no Almanaque da Mônica 13 (Ed. Globo, 1989) É boa essa.

      Excluir
    14. Essa mesmo, Marcos. Tive aquele almanaque e bom saber qual edição pertence originalmente.
      Então, veja, o diferencial daquela trama foi não nocautear o sujeito e teve mais de uma oportunidade se quisesse fazê-lo, pois o assaltante não sai do local aonde Mônica presencia o ato criminoso, o que faz foi mandar um comparsa subordinado a ele para capturá-la, logicamente a fim de impedi-la que comunicasse a polícia, e o cara encarregado em contê-la não estava armado.
      Como falei no comentário da sequência aberta pelo Edgar, a faceta contida ou amena da personagem já se manifestava nos anos 1980 e, creio, pode datar dos anos 1970, não obstante, nada tem de negativo ela agir assim vez ou outra em situações delicadas e quando provocada, porque, variar, sem descaracterizar, é sempre positivo. Minha crítica consiste em ter se tornado sistêmica a faceta abrandada dela e isto foi lá para meados da década de 1990. Ainda assim, como afirmei no comentário abaixo em resposta ao Drico, a Mônica daquela época continuava maneira, só foi podada no quesito que combinava(m) agressividade, autoritarismo e intimidação.

      Excluir
    15. Verdade, Zózimo, desde os anos 1980 a Mônica já estava mais contida, porém era uma vez ou outra e ajudava a diferenciar. Autoritarismo e agressividade em alta prevaleceu nos anos 1970, depois maneiraram nesse exagero, mas sem descaracterizá-la. O que acontece hoje que a Mônica pacata, paz e amor virou regra e quando raramente bate de leve é a exceção e pra variar, ou seja, o contrário que era na fase de ouro.

      Excluir
  3. Clássico 'directo' da melhor fase da Turma. Curiosamente, uma das primeiras historinhaa e revistinhas que encontrei e baixei em PDF.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito legal essa. Que bom que conseguiu encontrar em PDF pra baixar, aí fica mais uma versão pra ter. Não são muitos gibis que tem disponíveis pra baixar na internet.

      Excluir
  4. Olá. Boa tarde, Marcos. Eu sou JP, de Salvador-Bahia. Por gentileza, uma pergunta.: você irá comprar, as Edições #91 (Edições #261-Terceira Temporada), por causa, dos brindes, dos Livrinhos, dos Personagens, Todos, da Turminha, e, por causa, da Consciência Negra, ou, não?. Por gentileza, eu quero tirar, uma dúvida.: é verdade, que, os Almanaques Todos, da Turminha, eles estão republicando, as HQS Todas, das duas Editoras.: Globo, e, PANINI COMICS Brasil, ou, são somente, as HQS TODAS, da Editora PANINI COMICS Brasil, é isto?. Eu aguardo respostas. Abraços!!!.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde! Não vou comprar edições Nº 91 e almanaques a maioria estão republicando histórias da Panini, os da Mônica que têm uma mistura de histórias da Globo e Panini. Abraços.

      Excluir
    2. Ok. Marcos, por gentileza, uma pergunta.: é verdade, na segunda quinzena, do mês de Março, do ano de 2026, terão, as Edições Comemorativas, Todas, falando, sobre, as 100 Edições, da Terceira Temporada, nas Revistas Todas.:
      Mônica;
      Cebolinha;
      Cascão;
      Magali;
      Chico Bento,
      E,
      Turma da Mônica, é isto?. Por gentileza, eu quero tirar, uma dúvida.: é verdade, que, na primeira quinzena, do mês de Abril, do ano de 2026, as Revistas.:
      Mônica;
      Cebolinha;
      Cascão;
      Magali;
      Chico Bento,
      E,
      Turma da Mônica, elas irão reiniciar, a Edição #01, na Quarta Temporada, da Editora PANINI COMICS Brasil, e, terão, as duas Revistas Novas.:
      Milena,
      E,
      Jeremias, sim?. Por gentileza, uma informação.: você comprou, o Almanaque do Mauricio-90 anos Edição #01 (Primeira Temporada), ou, não?. Por gentileza, é verdade, que, os Relançamentos, dos Almanaques Bimestrais.:
      Mônica; Cebolinha, e, Cascão Edições #25, e, #26 (Edições #110, e, #111-Segunda Temporada);
      Magali, e, Chico Bento Edições #25 (Edições #110-Segunda Temporada),
      E,
      Turma da Mônica Edição #25 (Primeira Temporada),
      Inclusive, o Relançamento, da Revista Mônica Especial de Natal Edição #18 (Primeira Temporada), e, a Revista Mônica Especial de Natal Edição #19 (Primeira Temporada), e, os Almanaques Bimestrais.:
      Mônica;
      Cebolinha,
      E,
      Cascão Edições #29 (Edições #114-Segunda Temporada);
      Magali, e, Chico Bento Edições #28, e, #29 (Edições #113, e, #114-Segunda Temporada),
      E,
      Turma da Mônica Edições #28, e, #29 (Primeira Temporada),
      Inclusive.: o Almanaque do Mauricio-90 anos Edição #01 (Primeira Temporada), eles irão permanecer, nas Bancas, de Revistas, e, Livrarias, das Regiões Todas, do Brasil todo, até qual mês, do ano?. Final, do mês de Janeiro, do ano de 2026, é isto, mesmo?. Eu aguardo respostas. Abraços!!!.

      Excluir
    3. Opa, eu esqueci-me, do Almanaque dos Pets, da Turma da Mônica Edição #02 (Primeira Temporada), no qual, ele, irá permanecer, nas Bancas, de Revistas, e, Livrarias, das Regiões Todas, do Brasil todo, inclusive, Salvador, e, Bahia toda, inclusive, Online, até, qual mês, do ano, também?. Final, do mês de Janeiro, do ano de 2026, também, é isto, Marcos?. Eu aguardo respostas. Abraços!!!.

      Excluir
    4. Não sei se as edições 100 serão comemorativas, se tiver, seriam referentes ao nº 100 da 3ª série e não todas as edições publicadas pela Panini, então, menos atraente. Não sei se irão reiniciar numerações e se terão novos títulos, caso reiniciarem tudo. Não comprei e nem vou comprar Almanaque do Mauricio 90 Anos. Todos esses relançamentos e edições de novembro e dezembro ficam até em janeiro de 2026 nas bancas e livrarias.

      Excluir
    5. Ok. Muito obrigado, então, Marcos!!!.

      Excluir
  5. Essa Mônica foi bem paciente diferente da dos anos 70 e 80, Essa atual e paz e amor ✌

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A atual... Deus me livre e guarde!! Perdeu completamente a autoridade... Por isso que uma certa canhoteira militante tem mandado e desmandado no Bairro do Limoeiro...
      A Mônica de meados da década de 1990 foi top, o problema era que já tinha um pezinho no freio, não era tão geniosa quanto deveria...

      Excluir
    2. Mônica foi paciente nessa, menos geniosa, demorou para bater neles, mas bateu. Essa Mônica atual é jogar fora, nada a acrescentar, apenas uma personagem comum.

      Excluir
  6. Boa histórinha. Gostei do tema, o Cascão tendo uma boa idéia para escapar da Mônica. É legal histórias assim, aonde o Cebolinha não é a única mente pensante, dá um bom contraste. O chilique dele quando descobre o plano do Cascão, muito engraçado. Até parece que ele faria o mesmo por ele se a situação fosse inversa. Muito abusado ele, se aproveitando ao máximo da situação, tava mesmo implorando para apanhar, Cascão tava certo. Se bem, se Mônica fosse mais inteligente, teria percebido antes que não era olho roxo de verdade, nenhum olho demora tanto assim para curar. Pensando agora, esse plano foi um tanto frágil e ingênuo, mas eles sempre podem contar com a bobice da Mônica para tudo dar certo. A parte dos olhos apodrecendo foi meio viajada, não sei como ela caiu nisso. Mas a arrogância foi a ruína deles, ou melhor, do Cebolinha, não sabe quando parar ou recuar. Deveria ter prestado atenção quando a chuva estorou. Mas a piada final foi muito boa, não se pode dizer que a Mônica não foi honesta com eles. Muito bom.

    História nota 8.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Normalmente o Cascão era o burrinho e como nessa ele pensou, ficou diferente e foi legal. O chilique do Cebolinha foi engraçado, raiva também foi de que ele não pensou em um plano assim. Abusou tanto que a Mônica descobriu e ele apanhou, dava para ela saber que não era olho roxo e que também estava demorando a sarar, e ainda olho apodrecendo muito tapada de acreditar, nessas histórias de plano era ela era muito burra, se não tivesse alguém ou algo pra intervir, continuaria acreditando nas mentiras deles. Cebolinha poderia ter lembrado que maquiagem sai quando molha, persistiu e aí apanhou. Considero que a Mônica foi honesta no final porque prometeu em não deixá-los com olhos roxos, mas não falou do resto do corpo.

      Excluir
  7. Marcos, você tem os livrinhos de tiras da MSP pela L&PM que foram distribuídos pela Rede Giraffas? Sem querer descobri sobre essas edições que saíram nas comemorações pelos 50 anos da Mônica.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não tenho esses livrinhos da Giraffas, mas sei que são compilações de tiras, as melhores dos livros da L&PM, e estes eu tenho, aí não vale pra mim ter os da Giraffas.

      Excluir
  8. A história, apesar de creditada como "A turma", deveria ter saído no gibi do Cascão, pois o Cebolinha aparece 75 vezes, o Cascão 85 vezes e a Mônica 41 vezes.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Injustiça com o jaratataca... Quiçá o motivo de não colocarem em Cascão que, à época, contava com trinta e seis páginas, foi por ter acima de quinze. Fosse disposta em quatro faixas, caberia em doze páginas e harmonicamente assentaria em algum "fininho" dele.

      Excluir
    2. Nem tanto por número de aparições, como a ideia do plano infalível foi criada pelo Cascão, mereceria ser no gibi dele e até também que o número de páginas da história daria tranquilamente pra isso mesmo disposta em faixas de quadros assim. Quando colocavam "A turma" parece que não tinham pretensão em colocar em algum gibi específico, deixavam reservada pra sair no gibi que poderia encaixar pra preencher.

      Excluir
    3. Como, por exemplo, "Numa pendura total", encerramento de Cascão nº51 (Ed.Abril), creditada à turma e Humberto estrelando como herói por resgatar quatro orelhudos. Encaixaria em Mônica, em Cebolinha, até em Magali - caso o título existisse à época - e digo como abertura, encaixaria tranquilo em qualquer edição de um dos quatro titulares urbanos. Já em Chico Bento, sim, harmonizaria, porém, apenas se ocupasse o miolo.
      Posto que o citei, "Não me venha com rodeios" foi disposta em três faixas e por esse detalhe abarca mais da metade de Chico Bento nº253 (Ed.Globo), vinte e quatro páginas.

      Excluir
    4. É, em histórias assim cabem pra qualquer título, bom pra eles que podem escolher a revista que precisa de história pra preencher em última hora. Histórias em 3 faixas aparentemente ficam maiores por ocuparem mais páginas no gibi, mas se fossem disposta no enquadramento normal dariam menos páginas. Essa do Chico por causa disso ocupou quase gibi inteiro, não era muito comum, mas acontecia às vezes.

      Excluir
  9. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cascão criar plano foi novidade, mas independente de quem cria, sempre dão errado da mesma forma, era muito bom.

      Excluir