sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Capa da Semana; Cebolinha Nº 136

Nessa capa, Cebolinha está lavando o chão e o Floquinho se apaixona pelo espanador da vassoura pensando que era uma cadela que nem a raça dele, lhasa apso, precisando o Cebolinha impedir colocando seu pé no Floquinho pra não avançar na vassoura. Muito legal.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha Nº 136' (Ed. Globo, Março/ 1998)


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Pocket L&PM: Nico Demo - O rei da travessura


Postagem Nº 700 do Blog. Em 2018 foi lançado o pocket "Nico Demo - O rei da travessura" pela editora L&PM. Nessa postagem faço uma resenha de como foi essa edição.

Esse é o segundo pocket do Nico Demo da Editora L&PM. Já havia sido lançado o pocket "Nico Demo - Aí vem encrenca" em 2011. Além do pocket de 2011, Nico Demo também teve um livro especial de tirinhas, "As melhores tiras do Nico Demo", pela Editora Globo, em 2003.

Outros livros do Nico Demo

Assim como os outros pockets da coleção, "Nico Demo - O rei da travessura" tem 128 páginas, formato de bolso 10,5 x 17,5 cm, papel de miolo off-set e reúnem 240 tiras que saíram nos jornais, com 2 tiras por página em preto e branco, na horizontal. Já capa e contracapa foram em papel couché em vez de ser cartonada como foram todos os pockets anteriores. Desde o pocket "Procurando diversão" mudaram o tipo do papel da capa. Reuniram tiras entre 1966 a 1971 e a imagem da capa foi tirada da tirinha da página 26 e também colocaram essa tirinha na contracapa.

Preço custando R$ 16,90, já foi mais barato, aos poucos vão aumentando o preço a cada lançamento. Quando iniciaram a coleção custava R$ 13,00. Junto com esse pocket do Nico Demo, foi lançado também "Os Sousa - Desventuras em família", sendo que esse ainda não comprei. Esse do Nico Demo achei por acaso em livraria e aí comprei, mas Os Sousa, que não encontrei em nenhuma livraria, pretendo comprar pela internet, até para ficar mais barato. Distribuição é muito ruim, não vendem em bancas aqui e poucas livrarias vendem.

Uma página do pocket "Nico Demo - O rei da travessura"

Para quem não sabe, o personagem Nico Demo foi criado em 1966 em tiras de jornais, sempre eram mudas, com exceção de cartazes e onomatopeias para poder entender a situação, quando necessário, fazendo com que os leitores entendam a piada só através dos desenhos. Os traços também eram com um efeito serrilhado, meio tremido, uma coisa característica nas tiras dele. 

Nico Demo seguia o estilo de que fazia o tipo de bom coração, com a intenção de sempre querer ajudar os outros, mas acabava atrapalhando em vez de ajudar, piorando a situação da pessoa que já estava ruim e causando muitas confusões. Em outros casos, ele era egocêntrico, egoísta, tirando proveito com o sofrimento dos outros e as vezes se passava de bonzinho, ficando dúvida se queria ajudar mesmo ou não, mas em algumas tiras ficava claro que ele queria mesmo é perturbar os outros. Suas tiras acabaram sendo censuradas, mas a MSP guardou as tiras e agora compilam em livros especiais de vez em quando.

Uma página do pocket "Nico Demo - O rei da travessura"

Nas tiras desse pocket novo em geral vemos, então, essas características do Nico Demo. Comum então ver o Nico Demo amarrar tênis de um homem gordo, mas acaba amarrando os dois cadarços na perna fazendo o homem cair, vê um garoto pobre querendo tomar sorvete e Nico Demo põe uma venda nos olhos do garoto para não vê-lo comer sorvete ao invés de dar o sorvete para ele, vê um cara se afogando em uma enchente e, ao invés de salvá-lo, acena uma bandeira para dar largada fazendo de conta que está em uma competição de natação, entre outras coisas. Tem também tiras contracenando com bandidos, diabos, coisas também impublicáveis hoje em dia. Ele raramente se dá mal nas suas tiras, nesse pocket, ele só se deu mal em poucas tirinhas.

Vale destacar que em muitas constam outros anos sem ser o ano original que saiu. Isso é porque eles colocaram as tiras dos jornais que elas foram republicadas e não dos jornais de quando saíram pela primeira vez. Até porque impossível uma tira nº 282 ser de 1966 e uma de nº 283 ser de 1970, por exemplo. Porém, a maioria das tiras foram omitidas o ano.

Contracapa do pocket "Nico Demo - O rei da travessura"

Como podem ver, é um livro que vale a pena ter pela raridade, não é qualquer lugar que se encontra as tirinhas do Nico Demo. Para quem gosta de um humor assim mais sarcástico, vai gostar desse livro. Bom que não tem sombra do politicamente correto e mais uma vantagem de ter, assim como os outros pockets da Editora L&PM.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Tirinha Nº 61: Mônica

A força exagerada da Mônica era capaz de acontecer tudo de absurdo. Nessa tirinha, ao dar um golpe marcial para quebrar um tijolo no meio, Mônica consegue também rachar a Terra no meio com a força que fez para partir o tijolo. Muito engraçada.

Tirinha publicada originalmente em 'Parque da Mônica Nº 13' (Ed. Globo, 1994).


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Chico Bento Nº 53 - Editora Globo


Em janeiro de 1989 chegava nas bancas o gibi "Chico Bento Nº 53' pela Editora Globo. Então, nessa postagem falo uma resenha desse gibi lançado há exatos 30 anos.

Com uma capa bem legal com o Chico Bento ouvindo um canto de uma ave no lugar de um rádio de pilha, interessante o logotipo com contorno vermelho, parecendo iluminado. Esse gibi da fase quinzenal teve 36 páginas e 5 histórias, incluindo a tirinha final, e com história de secundários com Papa-Capim.

Abre com a história "O bom português", com 7 páginas. Nela, Chico é chamado pela professora Marocas para ler a redação que ele fez em voz alta na frente da classe toda. Chico lê 2 linhas e é interrompido pela professora, alegando que com os erros de português no trecho que leu já daria para serem discutidos a aula toda e diz que ele precisa ler mais para escrever direito e conhecer o bom português.

Chico diz que só conhece o Nhô Mané da venda, que ele é um bom português, só erra nas contas as vezes. Marocas fala que é para o Chico consultar o dicionário e ele responde que sim, se ela disser onde ele mora. Marocas perde a paciência, termina a aula e diz para o Chico descobrir sozinho. Na rua, Chico pergunta para um senhor onde pode achar o dicionário e o senhor aponta para a biblioteca da vila. Chico vai até à porta e vai embora, reclamando que só tinha uma mulher lá.

Trecho da HQ "O bom português"

Em casa, Chico conta tudo para o seu pai e ele diz que dicionário é um livro e não gente e vai procurar um que tem em casa. É encontrado em lugar misterioso e Chico espanta no tamanho do livro e vai para o quarto ler. Ele estranha palavras quando folheia e se pergunta se é língua portuguesa ou estrangeira. Ele não desanima e resolve ler tudo, pois prova que ele não sabe nada e quer mostrar para a professora que aprendeu o bom português e lê tudo durante a madrugada sem dormir.

Amanhece,  a mãe Dona Cotinha estranha o estado cansado do filho e enquanto ele toma café já vai dando descrição de algumas palavras faladas na conversa com a mãe, como "insônia", "estudando" e "escola". Já chegando lá na escola, em cada palavra que é falada, ele dá a sua descrição. Assim, ao falarem "professora", "dicionário", "esforço", "bem", ele dá seus significados. Marocas fica com medo com a atitude do Chico, manda parar de falar e lhe dá um "Dez" e ele acaba desmaiando.

Trecho da HQ "O bom português"

Marocas leva o Chico para casa para ser atendido por um médico, que fala que está bem e só teve uma estafa mental. Marocas fala para o Seu Bento que prefere o Chico aprender aos poucos, mas que gostou do pai ter apresentado o dicionário ao Chico e sabe da importância dos livros e passam esse conhecimento aos filhos. Depois que ela vai embora, Seu Bento fica sem graça e fala para Dona Cotinha que, assim que o Chico melhorar, vai arrumar outro pé para a cama no lugar do dicionário que estava servindo como pé. Ou seja, a família não dá bom exemplo de leitura, não tem como o filho ter interesse. 

Muito legal essa história. Engraçado ver a fase do Chico burro, escrevendo tudo errado, respondendo mal para professora e não saber nem o que é dicionário, pensando que era uma pessoa. Quando descobriu o que era, decorou tudo nos mínimos detalhes, exatamente como estava escrito lá e a acabou passando mal com tanta informação na cabeça que não estava acostumado. Adorava essa fase burra do Chico. E interessante o Seu Bento com cachimbo na boca e ultimamente  não é permitido personagens fumarem e então em republicações de almanaques atuais eles alteram os desenhos, tirando cachimbo das cenas.

Trecho da HQ "O bom português"

Em seguida, vem "Lenhador", com 4 páginas, em que o Chico ver um lenhador querendo derrubar uma árvore e diz que está sentindo um grande aperto no coração, mas por ver sua amiga  sendo derrubada e sem poder fazer nada. O lenhador pergunta se pode ajudar e Chico diz que ele quer matar a sua árvore, quem tem cortado árvores demais na região, que elas são amigas, pode brincar com elas, ficar debaixo da sua sombra quando tem Sol forte, fazer tatuagens de amor, pegar suas frutas, apesar de levar tiro de sal quando rouba as goiabas do Nhô Lau.

Trecho da HQ "O lenhador"

Com tudo que Chico falou, ele desiste de ser lenhador e vira plantador. Em casa, Chico se desespera ao ver seu pai com lenhas no fogão e fala que seria bom comprar um fogão a gás.

História mostrando a característica ecológica do Chico, preocupado com o desmatamento de árvores e fazer de tudo para evitar isso. Bom ver Chico levando tiro de sal do Nhô Lau e fazendo questão de dizer que rouba goiaba, coisas que não aconteceriam e iam modificar tal cena se fosse pra republicar hoje.

Trecho da HQ "O lenhador"

Depois vem Papa-Capim com a história "O Dia do caçador", com 10 páginas. Nela, o narrador apresenta o Papa-Capim como um grande caçador, prestes a caçar uma ave na selva. Quando ele lança a flecha do seu arco para atingir a ave, acaba acertando um Curupira, que fica com muita raiva do Papa-Capim ter o acertado e por estar caçando na região. Abre um parênteses do narrador explicando quem é o Curupira, que é o defensor da natureza e dos animais e prega peças nos caçadores, e, logo conclui que Papa-Capim está em maus lençóis.

Trecho da HQ "O dia do caçador"

O Curupira dá um castigo de transformar o Papa-Capim em vários animais para ele aprender como os animais lutam pela sobrevivência. Assim, é transformado primeiro em uma ave que ele queria caçar e passa a ser caçado por 2 indiozinhos. Ao desejar ser outro bicho, Papa-Capim é transformado em tatu e consegue cavar um túnel pra desviar dos índios, mas acaba o túnel indo parar em uma correnteza do rio e estava quase afogando até que se transformou em tartaruga e, assim ele consegue nadar. Porém, passa a ser perseguido por jacaré, até conseguir se transformar em um pássaro e voar e, assim, ele consegue dormir e descansar em uma ´árvore a noite toda.

Trecho da HQ "O dia do caçador"

No dia seguinte, ele acorda como macaco e como não pode voltar para a sua aldeia daquele jeito, ele volta para a selva e comenta com os animais como eles se sentem. Nisso, Papa-Capim ouve 2 caçadores com planos de capturar vários animais da selva. Papa-Capim tenta avisar o pessoal da aldeia, mas ele se transforma em onça na hora e assusta seus amigos. Então, como onça, ele resolve atacar os caçadores que se assustam e fogem da selva. O Curupira vê tudo e perdoa o Papa-Capim transformando em gente de novo. Papa-Capim volta para a sua aldeia. a mãe dele fala que tem perdiz assada, cozido de tatu e sopa de tartaruga no almoço,  animais que ele foi transformados pelo Curupira, e, com isso, Papa-Capim diz que prefere um purê de mandioca, enquanto o Cafuné comenta sobre uma onça que ele pôs para correr ontem.

Uma aventura bem bolada, legal ver a cultura do Curupira do folclore brasileiro nos gibis. Gostavam de histórias com personagens se transformando em alguma coisa e aí dessa vez foi por causa de um Curupira. Interessante uma história bem grande do Papa-Capim em um gibi do Chico, normalmente eram de 3 a 4 páginas, no máximo 5. Foi maior até que a história de abertura do Chico e, sem dúvida foi a principal história da edição.

Trecho da HQ "O dia do caçador"

O gibi encerra com "Quero a lua", com 7 páginas. Nela, chico e Rosinha estão namorando e Rosinha pede a Lua para o Chico após ele falar que se pudesse dava a Lua para ela. Chico diz que não pode, mas ela quer assim mesmo. Ele pergunta para o pai como pode pegar a Lua e Seu Bento diz que a Lua é de todos e quem sabe daqui 10 anos quando as pessoas poderão viajar para lá e aí eles compram um pedacinho de terra para morar lá.

Trecho da HQ "Quero a Lua!"

Quando está jantando, Dona Cotinha oferece um queijo para o chico. O Queijo era amarelo e  redondo e então ele pega o queijo escondido par afazer de conta que seria a Lua para dar para Rosinha e embrulha de presente. No dia, seguinte ele entrega o presente para Rosinha e quando ela abre pensa que o queijo era a Lua mesmo. enquanto namoram, um rato rouba o queijo, Chico tenta pegar de volta, mas o rato se esconde em uma brecha da parede e Chico fica sem o queijo.

Chico diz que o rato comeu a Lua e Rosinha fica chocada porque além de ela ficar sem a Lua, o céu também não vai ter Lua de noite e que as pessoas vão namorar á luz de velas de noite. Chico se arrepende e conta que aquilo era um queijo e não a Lua de verdade, que errou porque enganou, mas não queria vê-la decepcionada. Rosinha conta que já sabia desde o início e estava esperando Chico contar a verdade, que a professora falou que a Lua é muito grande e só de foguete para ir lá e só louco ia querer a Lua só para ele. No final, é mostrada a Lua no universo, com 2 astronautas brigando entre si, disputando quem ficaria com a Lua.

Trecho da HQ "Quero a Lua!"

História bem legal, mexendo com a fantasia da Lua ser feita de queijo e a inocência do Chico pensar que a Rosinha queria mesmo a Lua e uma lição de contar sempre a verdade para os outros, seja qual for a situação. Referência ao Chapolim, quando falou "Quem será que pode me ajudar?" e mais uma vez o Seu Bento apareceu fumando cachimbo, coisa que ia alterar nos almanaques atuais. Teve várias outras histórias semelhantes com esse tema da Rosinha pedir a Lua para o Chico e algumas delas até com o mesmo título. Mas a maioria era só o início igual e o desenrolar das histórias iam mudando entre uma e outra com o decorrer dos roteiros.

Trecho da HQ "Quero a Lua!"

Na tirinha final, Rosinha lembra que tinha um encontro com o Chico Bento quando olha um peixe com um olhar muito parecido com o Chico. Hoje em dia, evitam isso de comparar personagens a bichos ou alguma situação que ridicularize o personagem para não gerar bullying e traumatizar. Tipo, colocavam muito comparando Chico como um espantalho feio e isso não fazem mais. Abaixo, a tirinha completa:

Tirinha da edição

Como podem ver, esse gibi é muito bom, histórias bem caprichadas, além de desenhos com traços bem feitos também, cada uma desenhada a seu estilo. As cores também bem caprichadas no gibi gostava, gostava dessas cores do início de 1989. Chama a atenção de ter histórias mais longas do que um gibi quinzenal convencional, sem histórias de 1 ou 2 páginas no miolo, e consequentemente tendo menos histórias no total. Papa-Capim que foi o grande destaque da edição. Vale a pena ter esse gibi na coleção e muito bom relembrar lançado há exatos 30 anos. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Bidu: HQ "Que férias!"


Mostro uma história em que o Bidu resolveu tirar férias dos quadrinhos na praia, mas que foi tão boa como ele imaginava. Com 5 páginas no total, foi publicada em 'Chico Bento Nº 3' (Ed. Globo, 1987).


Capa de 'Chico Bento Nº 3' (Ed. Globo, 1987)


Nela, Bidu chega na praia com sua mala para curtir as suas merecidas férias. Ele pega a prancha de surf que estava na mala e vai surfar no mar. De repente, vê vários cachorros gritando e nadando rápido desesperados e quando Bidu vê era um tubarão que estava no mar. 


Bidu consegue colocar a prancha na boca do tubarão e foge nadando em direção à beira da praia. Quando chega, Bidu descobre que era apenas uma filmagem de um filme e vê diretores de cinema com raiva, reclamando que ele não devia estar ali na filmagem e se tivesse sido engolido pelo tubarão não precisariam refilmar.


Em seguida, Bidu encontra uma cachorrinha e resolve bater um papo com ela. Chega o noivo ciumento dela e dá uma surra no Bidu.. Como ele já estava deitado, resolve pegar um solzinho na praia, acaba sendo enterrado de areia por um menino cachorro e a mãe dele chega pedindo desculpas pela mania do filho enterrar os outros na praia.

No final, Bidu fica com raiva, interrompe as férias e volta aos estúdios MSP para voltar a trabalhar. Mauricio de Sousa, então, dá uma história que ele acabou de escrever para interpretar e para surpresa do Bidu era uma história de férias na praia e vai reviver os mesmos problemas que teve com suas férias reais.


Uma história simples e sem enrolação e bastante divertida. Muito legal o Bidu tirando férias dos quadrinhos e passando sufoco em situações típicas que pode acontecer em uma praia. O que a torna tão engraçada é isso do Bidu como um funcionário da MSP que resolve tirar férias dos quadrinhos por um tempo. Ou seja, um ator que trabalha como personagem em quadrinhos da MSP. Boa sacada isso.


Teve absurdo do Bidu tirar uma prancha de surf dentro de uma mala minúscula. Absurdos assim é que tornam mais engraçadas as histórias, porém hoje isso é evitado. Os palavrões que o diretor do filme falou para o Bidu também não colocam mais atualmente. Sempre legal também ver os cachorros humanizados nas histórias antigas do Bidu, como se fossem humanos mesmo, estilo da Disney.

Os traços muito bons, bem característico dos anos 80, com detalhe da colorização dos primeiros números da Globo de 1987, em que o Bidu teve um tom de azul mais escuro e os personagens humanos, com tom de pele mais rosada. A colorização nos primeiros meses de 1987, aliás, parecia que pintura de aquarela. 


E curioso uma história do Bidu em um gibi do Chico Bento. É que nos últimos gibis da Editora Abril de 1986 e os primeiros da Globo de 1987, eles mudaram os secundários nos gibis do Cascão e Chico Bento, colocando histórias do Bidu nos gibis do Chico Bento no lugar do Papa-Capim, como forma de experiência, mas logo voltaram ao tradicional de forma fixa, com Bidu e Penadinho com Cascão e Papa-Capim com Chico Bento.