sábado, 27 de junho de 2026

Magali e Mônica: HQ "A Boneca Comilona"

Em junho de 1996, há exatos 30 anos, era publicada a história "A boneca comilona" em que a Magali se passa por boneca após conseguir destruir a boneca da Mônica que seria levada par ao chá da prima dela. Com 14 páginas, foi publicada em 'Magali Nº 183' (Ed. Globo, 1996).

Capa de 'Magali Nº 183' (Ed. Globo, 1996)

Magali chama Mônica para brincarem, Mônica avisa que não pode por está se preparando para ir no chá de bonecas da prima Isolda, diz que não pode levar Magali porque a prima é muito chata, fica exibindo suas bonecas importadas e ela só vai porque agora tem uma boneca importada que come e Magali tira de perto o sanduíche que estava comendo. Mônica diz que ela não come comida de verdade, são grãozinhos coloridos de plástico, a gente dá e depois tira de novo.

Mônica deixa Magali sozinha brincando com a boneca enquanto se arruma para o chá. Magali vai dando comidinha para boneca e resolve dar outras coisas para ela comer. Assim, dá talco fingindo que é açúcar, creme de pele como papinha de neném, e uma salada de flores. Quando joga água para matar a sede, a boneca se destrói. Mônica ouve o barulho, vê a boneca destruída e grita que Magali é falsa amiga, trapalhona e desajeitada.

O telefone toca, era a prima Isolda, perguntando se vai ao chá de bonecas, está atrasada e quer ver da boneca importada dela ou será que ganhou boneca nenhuma e continua só com o velho coelho encardido. Magali pega o telefone e diz que pode esperar que a Mônica vai, sim, e desliga. Mônica pergunta se Magali está maluca, primeiro arrebenta a boneca e depois quer que passe lá para passar vergonha.

Magali leva Mônica ao laboratório do Franjinha, que diz que pode consertar, dentro de uns 2 dias. Mônica chora que vai ser tarde demais, precisa urgente de uma boneca que faça coisas incríveis. Franjinha faz Magali entrar na sua invenção de miniaturizador, fazendo ela encolher e ser a boneca da Mônica, que achou a ideia genial.

Na rua, Magali reclama que ninguém a consultou, Mônica diz que foi ela quem a colocou nessa situação, e depois ela queria ir ao chá. Magali fala que não como boneca. E no caminho, Mônica combina umas coisinhas com ela.

Depois, Mônica chega no chá de bonecas, Isolda quer saber cadê a famosa boneca ou se não levou. Mônica mostra e as meninas dão gargalhada achando que é feia, esquisita e que parece que foi comprada em feira. Mônica manda Magali se controlar e fazer cara de boneca. As meninas falam que suas bonecas são japonesa, inglesa e francesa e Magali diz que ela é meio mussarela meio portuguesa. Mônica diz que é brincadeira e ela é portuguesa.

Isolda diz que sua boneca francesa canta, a menina, que sua boneca japonesa anda e a outra, que sua boneca inglesa dança, e perguntam o que a boneca da Mônica faz. Ela diz que a Magalizinha fala, com Magali perguntando se as gorduchas feiosas estão tudo em cima. Mônica fala que ela também desfila, pula corda, sapateia, é alpinista, voa de asa-delta e nada enquanto Magali demonstra na prática.

As meninas acham coisa incrível. Isolda quer pegar para ver de perto e Magali a morde. Isolda leva Mônica para mesa do chá e as bonecas ficam com mesa reservada com comida de mentirinha enquanto elas comem comida de verdade. Magali acha uma injustiça e pergunta para as bonecas se elas não se revoltam. 

As meninas agradam Mônica, oferecem bolo e chá para ela e Isolda comenta que não sabia que a prima era tão rica, que a boneca deve ter sido uma fortuna e pergunta se pode emprestar a boneca por uns dias. Mônica diz que não pode, Isolda pergunta por que não e se aboneca não é dela. Mônica diz que é e antes dar resposta do empréstimo, Isolda fala para Magali que vai passar uns dias com ela.

Magali mostra a língua para Isolda, que a leva para a mesa e pergunta se ela aceita bolinho. Magali aceita e come o bolo inteiro e as meninas se impressionam que a boneca come e como come. Magali também come todos os petiscos, bebe os chás e vai correndo para a cozinha e come tudo lá, inclusive todo o caviar, as trufas de chocolate e as compotas importadas. 

Isolda reclama que não é uma boneca, é um monstro, Mônica diz que vai indo, Isolda pergunta se não levar aquela praga de lá. Mônica fala que a prima queria emprestada, pode ficar. Isolda manda Mônica levar, a boneca é dela e até ver.

Na rua, Mônica e Magali dão gargalhada, conseguiram dar lição na Isolda e nas meninas, Mônica fala para Magali que ela não é má como boneca, é só meio comilona. Magali pergunta se está perdoada, e antes da Mônica dar resposta, Cebolinha e Cascão xingam a Mônica, que arremessa a Magali neles pensando que era o Sansão. Dois dias depois, já com a boneca da Mônica consertada, Magali, toda quebrada, diz para Mônica que agora elas estão mesmo quites, primeiro ela estropiou a boneca e agora Mônica a estropiou.

História legal em que Magali estraga a boneca da Mônica que levaria para o chá de bonecas da prima Isolda e na falta de uma, Magali fica no lugar como uma boneca portuguesa depois de entrar no miniaturizador do Franjinha. Como só podia ser boneca importada que fazia coisa diferente, Magali conseguia fazer de tudo, impressionando as meninas e Isolda queria  que Mônica emprestasse a boneca. Magali aproveitou para comer tudo servido no chá e na despensa da casa da Isolda, que fica com raiva, desiste de ficar com a Magali. No final, Mônica confundiu Magali cm Sansão e a jogou nos meninos. ficando quites com os estragos que fizeram.

Mônica com boneca importada que come, Magali não pensou na lógica que jogar água em uma boneca iria estragar, foi muito inocente, se Mônica soubesse, não deixaria Magali sozinha com sua boneca. Franjinha teve ideia boa cm uma invenção que já estava pronta, só não consultaram Magali se ela queria, mas pelo estrago que fez com a boneca da Mônica, não tinha que querer, tinha que aceitar para compensar o que fez. Mônica com prima rica e metida conseguiu dar uma lição nela junto com a Magali boneca, sorte dela ser comilona e não controlar apetite, comer tudo da casa, foi bom pra tirar marra da Isolda. 

Meninas falsas e interesseiras, zombavam da Mônica e depois que viram que a boneca era incrível, passaram a agradá-la. Mônica podia ter colocado uma roupa de boneca na Magali, mas como a prima Isolda não a conhecia, aí não faria diferença, só evitaria da zoação de acharem que era uma boneca comprada em feira. Mônica confundiu Magali com Sansão e a jogou nos meninos, Magali se deu muito mal, soube muito bem o que o Sansão passava quando era arremessado, e deixou quite com a Mônica com o que fez com a boneca. Era muito bom quando Mônica confundia e arremessava outras coisas no lugar do Sansão, até Mingau e Monicão já foram arremessados nos meninos por ela, e legal também quando Magali apanhava da Mônica sem querer. 

Foi engraçado Magali tirar perto o sanduíche que estava quando soube que a boneca importada comia, Magali saindo de fininho depois de ter estragado a boneca, meninas dizerem que a boneca Magali foi comprada em feira, Magali dizer que é boneca meio portuguesa meio mussarela confundindo com pizza, chamar as meninas de gorduchas feiosas, fazer as demonstrações do que fazia, morder dedo da Isolda, perguntar se as bonecas não se revoltam com comida de mentirinha, comer o bolo e a despensa da casa e ser arremessada pela Mônica e fica toda quebrada.

O minituarizador do Franjinha foi lançado na história "Um amor de ratinho", de 'Mônica Nº 99', de 1978, e depois foi usado algumas outras vezes e em 1995 e 1996 estava com bastante histórias dos personagens escolhendo por causa do miniaturizador, inclusive, última antes dessa até então foi a de abertura "Enfeite de bolo", de 'Magali Nº 172', de 1996. Sem dúvida foi a invenção mais usada pelo Franjinha sem ser apenas em uma história. Já a Isolda e as outras meninas ricas só apareceram nessa, como de costume de personagens criados para aparição única, principalmente se tratando de primos e parentes de personagens.

Foi história póstuma de Rosana. Incorreta atualmente por Magali destruir boneca deixando Mônica na mão, meninas ricas esbanjando o que tem, Magali gulosa comendo tudo que vê pela frente, Mônica arremessar a Magali e ficar estropiada, além da palavra proibida "gorducha".

Os traços ficaram bonitos com estilo consagrado dos personagens, os vestidos da Mônica e das meninas ricas ficaram bem nelas, pena as cores escuras demais, embora já estavam colocando alguns tons diferentes de marrom e não só um marrom escuro em tudo. O degradê a partir de agora quase inexistente, só em um ou outro quadro pontuais e ficou assim desde então até o final da Globo em 2006, sem ser mais em todos ou na maioria dos quadros. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos.

26 comentários:

  1. Fica a dúvida de como a Mônica conseguiu aquela boneca importada sendo que ela não é rica

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    1. Pois é, João. Para a pernóstica Isolda e suas pomposas e esnobes correligionárias, sim, ressoou como uma intrigante incógnita.
      Lembrando que o poder aquisitivo da família da Mônica não se enquadra na dita renda baixa. Seu Sousa, Dona Luísa e a filha do casal estão ali, ☞bem na risca☜, digamos assim. São a classe média típica, ⁠☞"classe média média"☜, para ser mais preciso.

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    2. Tudo indica que os pais da Mônica pagaram por várias prestações de perder à vista, já os pais das meninas ricas pagaram as bonecas à vista sem influenciar no orçamento. Família da Mônica se enquadra em uma classe média normal, nem rica nem pobre, a família da Magali tinha uma renda maior da turma para bancar a gulodice da filha, porém não eram ricos como a Isolda, e o único que era retratado com renda mais baixa era a família do Cascão, aí se fosse ele pedir tipo um videogame importado de última geração, os pais não podiam dar par ao filho nem com prestações.

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  2. “Feia”, “esquisita”, “parece comprada na feira”, foi tratada até por “isso aí” e tavam crentes que os desaforos sairiam de graça. Mordeu dedo, chamou de gordas, comeu tudo que tava na mesa e arrematou limpando a despensa. “Tirou onda pintando 7”, é assim que minha vó costuma falar e também fala que vingança é prato que se come frio, mas a Magali não teve paciência de ficar soprando, pelo contrário, foi naquela de “vem quente que eu tô fervendo” (meu pai que sempre manda essa) e além disso acabou que foi doce, uma doce vingança. Faltou só a prima cheia de 9 horas dizer “Toma que a filha é tua!”
    Acabar estropiada foi pelo que fez na boneca e a gente sabe que não foi de propósito. Também foi pela força do hábito que a Mônica jogou ela nos garotos. Sem qualquer ressentimento entre elas a história fecha com a lei da causa e do efeito.

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    1. Foram fazer desaforos, pagaram caro, literalmente, principalmente a Isolda pelo prejuízo da dispensa, foi muito bem feito, doce vingança pra Magali. Já Mônica não fez por mal jogar a Magali nos meninos, culpados foram eles terem a xingado naquela hora, pelo menos serviu pra acabar com algum ressentimento que ainda poderia ter.

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    2. Esse miniaturizador foi o mesmo que encolheu o Cascão da HQ republicada na revista da coleção da Coca-Cola? O que é certeza é que aquele foi o mesmo que reduziu a Mônica lá pro final dos anos 70 por ela comentar sobre isso quando ficam sabendo que ele também foi vítima do aparelho por descuido. Depois a aventura dela fantasiada de camundonga virou desenho animado.
      O Cascão ficou bem mais diminuto que a Magali. A Mônica não ficou minúscula igual ele, acho que ficou um pouco menor que a Magali.

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    3. Sim, foi o mesmo minituarizador. Em todas essas histórias foram o mesmo, porém, o tamanho reduzido dos personagens ficam diferentes em cada uma. O Cascão achei que ficou menor de todos, acho também que a Mônica ficou menor que a Magali porque Mônica ficou do tamanho de um rato que normalmente é menor que uma boneca.

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  3. Muito engraçada essa história da Magali se passando por uma boneca. Ah, hoje teve um desfile dedicado ao Mauricio de Sousa. Teve outra rara aparição do Mauricio. Ele foi visto sentado e com movimentos mais lentos por causa da mobilidade reduzida.

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    1. Muito boa. Bom que o Mauricio foi nesse evento, dentro de suas limitações já vale.

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  4. Ai, Marcos, nunca tinha ouvido falar dessa historinha, eu ri alto aqui, junto com aquelas meninas. Uma página melhor que a outra. Foi muito engraçado.

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    1. Também rachei de rir com essa história, bem roteirizasa, meninas se deram muito mal.

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  5. Da hora foi a lapada pelas ostentações de "made in", o alto naipe da resposta foi direto e reto na característica principal da protagonista*, e a coadjuvante* - de peso, diga-se de passagem - não deixou a peteca cair pela inesperada tirada de cunho gastronômico, desembaraçou complementando que a "boneca" é uma "gaja", isto é, que teria sido fabricada lá na "Terrinha" (ou, "Terinha", ó, pá!).
    ᐟ⁠ᐟ⁠♩É uma "voneca"🎵"purtuguesa⁠" com♪⁠♪ certeza...🎶 É com ♪certeza uma "voneca"🎼"purtuguesa"...⁠♫ᐠ⁠ᐠ
    **Óbvio que a participação da Mônica foi fundamental, entretanto, como Magali proporcionou uns 80% da comicidade da trama, em vez de "Magali e Mônica em", o visual da junção de crédito e título ficaria mais enxuto e não seria injusto se fosse apenas "Magali em".

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    1. Teve sorte a Isolda não descobrir que ela não era uma boneca, se tivesse ficado lá emprestada, ia ser descoberta a farsa. Dava pra colocar crédito só da Magali tranquilamente, acho que colocaram Mônica também por participar da trama toda e da boneca importada quebrada ser dela.

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    2. Imaginem se, em vez de "mussarela", Magali dissesse "calabresa"... "Como assim?" Ora, complicaria para Mônica ter de explicar às dondocas a "dupla cidadania" da "boneca".

      Isolda de "cara limpa" (sem sardas), primeiro e terceiro quadros da nona página (11).
      No primeiro da oitava (10), em vez de "^", o nariz da garota de vestido verde ficou no formato "c".
      Ao mostrar a língua para a anfitriã do chá de bonecas, faltaram os "cabilim" da nuca da protagonista.
      No quadro de abertura, erro que infelizmente não é do tipo dos descritos acima, ou seja, não é dos pequenos, foi ausência de maçaneta ou de fechadura na porta da casa da família da Mônica.

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    3. Se a Magali falasse "calabresa", aí não teria como Mônica emendar e ficaria o deslize da Magali, se passando por burra de fato. Tudo isso foi erro que acontecia e que mesmo assim não percebi de cara, a maçaneta da porta foi pior de todos.

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  6. Sempre conheci essa história, e adorei. Não esperava vê-la aqui, mas é sempre ótimo relê-la.

    Mônica com prima chique e chá de bonecas importadas, quem diria, é até estranho que a personagem geralmente não é desse tipo. Mas é sempre bom uma história única, com tema que foge dos padrões, e essa funcionou muito bem. Agora, surpreendente ela aparentemente ter um ''ramo rico'' na familía, como será que é a relação consaguínea? Uma boneca que come... admito que na minha infância já existiam bonecas assim, em várias lojas, então não me impressionou muito. Para uma criança dos anos 2000 só parece ''lugar comum'', mas nos anos 90 devia mesmo ser rarissíma e uma inovação (ainda mais sendo importada). Agora Magali... tinha que ter a Magali para complicar tudo, que fiasco. Não podia só dar a comidinha de plástico e tirar como a Mônica explicou, não, tinha que fazer experimentos, parece que esqueceu até que a boneca NÃO era dela para isso. Isso é até uma boa lição para não tentar e abusar de um brinquedo que não é teu, pode dar ruim para o dono que vai ficar sem. Honestamente, quase achei que a Magali merecia apanhar ali, sério mesmo, não culparia a Mônica se tivesse acertado a mão na cara dela. Bem, o estrago já está feito, qual é a pessoa ideal para sempre recorrer? O Franjinha, claro que é o Franjinha, o resolvedor de problemas oficial da turma, que seria deles sem ele? Sinceramente, acho que ele é até muito legal de sempre ajudar a turma sem cobrar nada por isso, com coisas que não são da conta dele. Pena que nesse caso não seria de grande ajuda, só em dois dias, ela precisaria disso para hoje e agora, mas ele ainda achou uma ótima solução alternativa... a Magali ser a boneca, genial, perfeito! ''É né, mas ninguém me consultou?'' Bom Magali, você perdeu o direito a uma opinião quando estragou a boneca da melhor amiga. Você realmente não está em posição de exigir nada.

    Então chega a hora do chá, com as meninas ''da alta'', finissímas, chiquerrímas, e acima de tudo, um porre de chatissímas. Nossa, que ótima festa para ser convidado, não? A anfritiã não deixa a desejar em nada para a Carminha Frufru, poderiam ser grandes amigas (álias, sempre achei esse nome ''Isolda'' tão feio! kkkk). As bonecas, nhé... não são grande coisa. Andar, cantar, dançar... já vi de tudo isso. Mas a Boneca Magali, apesar de ''feia e sem sal'', é como a ''Cinderela'' das bonecas, deixa todas as concorrentes na sola do chinélo (o momento ''gorduchas feiosas'' kkkkkkkkkk, não teve preço, ri e aplaudi de pé!)... uma boneca verdadeiramente, 100% incrível, como nunca se viu mesmo. E a birra da Magali com a Isolda, aproveitando para morder e depois mostrar a língua para ela... não julgo porque eu faria o mesmo se tivesse chance, menina chata. Mas o ponto alto mesmo, a cereja do bolo, foi sem dúvida a Magali endoidando o cabeção e ''atacando geral'', dando desfalque em tudo na festa, e não parando por aí, ''fazer a própria festa'' com a geladeira, potes, despensas, tudo na cozinha. Cabou com tudo mesmo, mas valeu a pena pela cara de indignação daquelas frescurentas e invejosas, ui, ui, ''fico muito triste por vocês, meninas'' (só que não). No fim, foi mesmo uma ótima idéia levar Magali na festa, de outro modo não seria possível essa ''vingança''. Mas a piada final, com Mônica tacando Magali ''por acidente'' nos meninos... eita, nós. Realmente terminou estropiada, tal qual fez com a boneca. Talvez não merecesse esse ponto, talvez já tivesse pagado o preço. Mas ainda eu ri sem culpa, no fim tudo está bem quando acaba bem. Amigas são para essas coisas, mesmo.

    Mais uma história sensacional da Rosana, roteiros como esse fazem falta hoje em dia (e profissionais como ela também). Fique aqui efetivada e eternizada. E nós certamente saberemos dar valor.

    História incrível, não poderia ter saído melhor. Nota 9.

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    1. Verdade, fugiu do padrão e foi bom assim. Relação conseguinea difícil saber, fica na imaginação. Tinha boneca que comia aqui no Brasil, até que patinava tinha, só eram caras, assim como todas bonecas que faziam algo. De certa forma ficou uma lição de não mexer no que é seu, a gente aprendia muito nos gibis antigos. Magali foi burra de que não era pra dar outras coisas pra boneca comer, mereceria mesmo apanhar, se fosse um menino ter feito aquilo era surra na certa. Pelo menos Magali deu ideia para irem no Franjinha que usou miniaturizador nela. Ele não cobrava porque ajudavam a testar as invenções malucas dele e Magali realmente não tinha direito de exigir nada naquela situação.

      Carminha Frufru ia gostar dessas meninas e de ter ido ao chá, acho que só não foi colocada porque ainda não tinha essa característica. Bonecas de fato faziam o que muitas outras faziam, ganhavam ponto porque eram importadas.A Magali fez coisas mais incríveis que não era qualquer boneca fazia, só de chamá-las de gorduchas feiosas e mostrar língua pra Isolda já valeu e muito. Engraçada a cara da Isolda depois da Magali ter comido a dispensa, grande vingança. E Mônica sem querer se vingou da Magali deixando toda quebrada como a boneca, não deixa de Magali ter apanhado. Sem dúvida roteiros bem conduzidos assim fazem falta e isso Rosana fazia muito bem e damos valor.

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Marcos, você já leu a uma história chamada: "Que Fria!", de uma edição da Mônica? Eu li essa história e ela é muito boa, ela foi feita em meio a pedidos de muitos fãs que fizessem uma história da Turminha no Polo Norte.

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    1. Eu li, é bem legal essa, de fato tinham muitos pedidos da Turma no Polo Norte e atenderam

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    2. Que história engraçada rachei de rir 🤣🤣🤣Rosana era nota 10 que falta faz 🙏

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    3. Drico, muito engraçada mesmo, sem dúvida Rosana faz grande falta pra escrever histórias..

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  9. Legal a caracterização das bonecas bem de acordo com cada país kkkk que história top da Magali estilo " Magali na maternidade"

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    1. Verdade, ficaram boas as caracterizações como cada país, Magali que ficou caracterizada como uma boneca brasileira, não portuguesa rs. Foi muito engraçada, "Magali na maternidade" também foi de rachar de rir.

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. E foi bem merecidas a bagunça e a lição que deu na prima chata da Mônica, foi legal.

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