Mostro uma história em que a Magali fica em dúvida em namorar o Quinzinho, filho do padeiro, ou com o Miguelzinho melão, filho do quitandeiro, por causa das comidas que eles ofereciam. Com 9 páginas, foi história de abertura publicada em 'Magali Nº 91' (Ed. Globo, 1992).
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| Capa de 'Magali Nº 91' (Ed. Globo, 1992) |
Escrita por Rosana Munhoz, começa Magali gritando como se tivesse passando mal e Mônica pergunta se comeu alguma coisa estragada. Magali aponta para lixeira com um monte de restos de frutas que ela comeu. Mônica pergunta se a amiga ficou com remorso por ter comido e Magali responde que de comido não, mas por ter aceitado, quem trouxe foi o Miguelzinho Melão, o filho do quitandeiro, que pediu para namorar com ela. Aceitou as frutas e ele pensa que topou o namoro.
Mônica sugere explicar para o Miguelzinho que foi engano e que gosta do Quinzinho, mas Magali está com dúvida porque o Miguelzinho prometeu levar mais frutas para ela enquanto o Quinzinho só traz pão, pão, pão. Mônica perguntas e Magali vai escolher um dos dois por causa da comida e ela responde que não é isso, é que pelos presentes o Miguelzinho tem mais afeição por ela e o Quinzinho anda regulado ultimamente. Mônica dá a real que Magali está sendo interesseira, imagina trocar o Quinzinho por um punhado de frutas e vai embora.
Magali acha que Mônica tem razão, está se levando pela gulodice e promete avisar ao Miguelzinho que gosta do Quinzinho, quando chega o Miguelzinho com uma melancia. Magali acha a melancia maravilhosa, come inteira de uma vez e Miguelzinho avisa que tem muitas outras no lugar que veio, tudo para a namorada dele, se comeu porque aceitou.
Quinzinho aparece, vê Magali e Miguelzinho de mãos dadas e se assusta. Miguelzinho pergunta se é o ex-namorado dela e Quinzinho, furioso, quer saber o que significa aquilo. Miguelzinho diz que a Magali cansou do Quinzinho e descobriu que ele é o namorado ideal para uma garotinha com grande apetite e ela se decidiu depois das frutas deliciosas dele e que Quinzinho anda meio regulado, levava nada para ela.
Quinzinho dá um saquinho de pães para Magali. Miguelzinho fala que isso é coisa menos romântica e que engorda e que ele sabe o que uma garota gosta, mostrando uma caixa de delicados pêssegos. Então, Quinzinho leva sonhos, Miguelzinho, morangos, e assim cada um vai levando coisas da padaria e da quitanda. Magali interrompe, perguntando se eles pensam que ela é uma morta de fome, assim eles a ofendem e quer saber de nenhum dos dois.
Os meninos brigam feio, Mônica comenta que ninguém brigou assim por ela, Magali se sente culpada e Mônica tem uma ideia. Logo, surge Magali namorando o Giovani, filho do dono do restaurante de cinco estrelas e vão lá para ele oferecer um banquete para Magali. Quinzinho e Miguelzinho ficam surpresos da fila andar rápido, Miguelzinho chama Magali de interesseira, recolhe as frutas, dizendo que já teve muito prejuízo por causa daquela gulosa.
Quinzinho chora pela falta da Magali, que vê a cena e aparece dizendo que está ali. Quinzinho pergunta se ela desistiu do Giovani, Magali diz que ele era a Mônica disfarçada, só fez isso para saber se ele gostava realmente dela e retomam namoro. Quinzinho pede desculpas por ter a ofendido e diz que nunca mais vai oferecer comida para ela. Magali diz que não é bem assim, depois de ter resistido a tudo aquilo, queria pedir uma coisa a ele e no final, Quinzinho lhe dar uma fornada de pães, falando que quem quer namorar a Magali, o caminho para o coração dela passa pelo estômago mesmo.
História legal em que a Magali fica com dúvida com quem namorar, se é melhor receber comidas da padaria do Quinzinho ou frutas da quitanda do Miguelzinho Melão. Por Magali escolher ficar com nenhum dos dois e com a briga dos meninos por causa dela, a solução da Mônica foi Magali fazer fila andar rápido e arrumar logo outro menino dono filho do dono de restaurante cinco estrelas logo, quem ficasse lá é quem ela escolheria para namorar porque realmente gostava dela e deu certo que aí o Quinzinho continuou como namorado da Magali.
Mais uma história que fica a dúvida se a Magali namora o Quinzinho por interesse ou não, que até pode não ser, mas suas atitudes ficam dando impressão que é interesseira. Sempre eram engraçadas histórias assim. Magali agiu nada bem, poderia ser firme e já dizer não para o Miguelzinho por ela ter namorado. Quinzinho corno provou que tem o amor mais verdadeiro, já Miguelzinho Melão se mostrou como arrogante, que poderia comprar o amor da Magali com as frutas, na primeira oportunidade de ele ter sido trocado por outro, caiu foram, provando que não mereceria ser novo namorado da Magali.
O plano da Mônica foi bom e conseguiu unir de novo Magali e Quinzinho, mas teve risco também dos dois pretendentes abandonarem e ela ficar sem namorado, afinal, Quinzinho era bonzinho e realmente gostava dela, se fosse outro não aceitaria ser trocado por outro e quase que imediatamente. E os meninos nem para desconfiarem que o Giovani era a Mônica disfarçada pelos dentões, se fossem mais espertos descobririam na hora.
Foi engraçado a indecisão da Magali de com quem vai ficar por causa das comidas que ofereciam, comer a melancia inteira, Quinzinho flagrar Magali de mãos dadas com Miguelzinho, absurdo de surgir as frutas do nada sem saírem de lá, Quinzinho chamar Miguelzinho de "cabeça-de-melão" e Miguelzinho chamar Quinzinho de "pão-duro", Magali dizer que acham que ela é uma morta de fome, Mônica dizer que ninguém nunca brigou assim por mim e ela como Giovani fazer declaração que Magali é o filé minhon com fritas da minha vida (no caso, "minhon" aportuguesado de filé mignon) e a cara da Magali com boca aberta para receber a fornada de pães do Quinzinho.
Observações de algumas frases ditas por eles. Magali reclamou que Quinzinho andava regulado em dar comida, ele não tinha obrigação, as coisas da padaria eram do pai dele e ficava dando prejuízo ao pai, Miguelzinho disse que pães engorda, no caso da Magali não teria risco de engordar com pães, pois ela come, come e continua magrinha. Magali dizer que pensam que ela é uma morta de fome, de fato é, pelo menos age como uma. Mônica dizer que nunca brigaram por causa dela, como meninos acham ela feia, gorda, ninguém faria isso por ela.
A briga dos meninos foi violenta, podiam se machucar feio, era bem legal esse recurso de uma espiral representando briga violenta. Mais um menino "inho" diferente por quem as meninas eram apaixonadas, dessa vez o Miguelzinho Melão como o filho do quitandeiro e ele apareceu só nessa história, como de costume de personagens criados para história única. Incorreta atualmente por ter namoro de crianças, triângulo amoroso, interesses, briga violenta dos meninos por causa de uma garota e aparecerem surrados, absurdo de Magali gulosa comer uma melancia inteira.
Traços ficaram ótimos do estilo consagrado dos personagens. Tiveram erros da camiseta do Miguelzinho ficar amarela no 3º quadro da 5ª página da história, a pontuação na fala do Quinzinho: "Ah, é? Que tal estas rosquinhas!" no 5º quadro da 6ª página da história, devia ser ponto de interrogação no final de rosquinhas em vez de exclamação e sumirem com os olhos roxos e machucados dos meninos no quadro seguinte após a briga, apesar que isso sempre fazem quando tem continuação de história sem ser o final.
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Sorte do pai do Miguelzinho Melão e azar do verdadeiro "sogro", o "purtuga".
ResponderExcluirQuinzinho é especializado em "gastro-cardiologia", o gordinho é um "cardio-gastro", isto é, para chegar ao coração da amada, tem que pagar pedágio para o estômago.
Hilário foi o "carcamaninho" "Giovani", mais parece um "Titi-caçula" depois de hostilmente "batizado" por passar em corredor polonês promovido pela molecada opressora da rua de cima.
Engraçado pensar que, se o Quinzinho não fosse namorado da Magali, não houvesse nenhum relacionamento entre eles, ela provavelmente seria a freguesa número 1 e favorita do seu Quinzão. Ia elevar muito o négocio dele com seus sacos sem fundo, e não teria o Quinzinho para lhe dar nada de graça, ela teria que dar algum jeito de pagar, desembuchar dinheiro. Ele ia ficar só no lucro, provavelmente adoraria ela nesse cenário.
ExcluirAs ironias da vida, hein...
Foi bom para o pai do Miguelzinho Melão que passou a não ter mais prejuízos, já o Seu Quinzão é condenado a ter prejuízo com a Magali. O Giovani se pareceu com oTiti misturado mesmo, incrível como os dois não desconfiaram que era a Mônica.
ExcluirSe Titi tinha algum sobrinho ou sobrinha lá em 1992, não sei, mas, que Mônica pagou de "Titiovani" depois do terremoto ou após percorrer corredor polonês, ah, e muito bem pago, excelente atuação! Aliás, arrisco dizer que interpretou uma fusão: "Titiovani Cascudone", "o tosco toscano", pois a peruca lembra um pouco o penteado ensebado da Maria Cascuda.
ExcluirIsso aí, Isabella e Marcos. Pior é que Quinzinho é um "cárdio-gastro" de mão cheia e o grande problema é Magali como ☞nora☜. No entanto, pensando melhor, depende, porque, e se Seu Quinzão fosse contador ou funileiro ou alfaiate ou dono de papelaria? Não iria enxergar a esfomeada como alguém que só aparece para dar prejuízo, não a teria como ☞agente de uma possível falência☜.
O penteado pode ter sido inspirado do Reinaldinho, apesar que lembra da Cascuda também. Se Seu Quinzão tivesse outro ramo de negócio sem ser alimentício, aí já teríamos certeza que a Magali não namorava o Quinzinho por interesse e seria melhor para o Seu Quinzão que não daria prejuízo, a não ser que na falta de comer ela resolvesse comer calculadora, agulha, papel...
ExcluirO problema mesmo é a combinação Quinzinho ser namorado da Magali + Quinzão ter padaria. Se uma dessas coisas não fosse, não teria problema nenhum entre ela e o portuga. Se a Magali não fosse namorada do Quinzinho, ela não teria privilégios ou direito a quitutes de graça e teria que pagar por TUDO (e o Seu Quinzão adoraria tê-la como cliente); e se o ramo dele fosse diferente, Quinzinho não presenteria a Magali com nada do estabelecimento do pai e ele não teria prejuízo com o namoro, seria indiferente a ela nesse cenário.
ExcluirApesar de que ás vezes eu achava a birra do Seu Quinzão com a Magali um tanto infantil, já que o problema mesmo é com o Quinzinho dar as coisas para ela. Então cabia a ele conversar com o filho e explicar que não podia ficar fazendo aquilo, pelo menos não direto como fazia.
É, a Magali consegue as coisas da padaria de graça porque é namorada do filho do dono. Quinzinho não sendo namorado, ela teria que pagar e se o ramo não fosse alimentício, não precisaria Quinzinho oferecer os presentes, já seria ótimo para o Seu Quinzão. Sem dúvida poderia chamar atenção do filho, que é quem dava as coisas, ela não chegava lá e comia, só depois do Quinzinho oferecer, então o problema maior é do Quinzinho.
ExcluirHQ arretada é a que abre Magali nº83, de 1992. Ali, a cereja do bolo é o pai do Quinzinho, ele é quem detém o protagonismo daquela trama.
ExcluirVerdade, ele foi o grande protagonista com os atritos com a Magali. Foi muito boa essa história.
ExcluirQue edição e história é essa? Uma que o Quinzão tem grande destaque e protagonismo que conheço é ''Sócia da Padaria'' (saudades).
ExcluirIsabella, é essa história mesmo da Sócia da Padaria. Foi muito engraçada essa com certeza.
ExcluirAh sim, obrigada. Eu só sou péssima com Ns de edições e seus anos, é dificil para mim reconhecer assim.
ExcluirIsabella, só por número é difícil identificar mesmo, principalmente se nunca teve edição original.
ExcluirA louca!! Imagine que eu ia deixar um gatinho como o Quinzinho por causa daquele pé de nabo lá. A não ser que o Quinzinho aceitasse ser meu amante. Mas essa pauta é adulta demais até para esses tempos. E olha a que ela se submeteu para se livrar do grudento apaixonado dos nabos, ficar mal-falada como a devassa, a pervinha da rua. Que bom que logo a Mônica agiu e mostrou pro Quinzinho que ela era o Giovani. Como ninguém percebe esses disfarces toscos que a turminha tinha? Ah, Ah! Essas coisas tinham sua graça. Eu amava as revistas da Magali.
ResponderExcluirNão daria para Quinzinho ser trocado por qualquer um. Quinzinho não aceitaria ser amante, se Magali optasse pelo Miguelzinho, ele ia sofrer, mas se conformaria com a escolha dela. O namoro foi salvo pela Mônica, ainda bem. Também acho engraçado que ninguém desconfia desses disfarces, até em histórias de planos infalíveis dos meninos também daria pra saber, se passam por bobos. Revistas da Magali eram muito boas, sem dúvida.
ExcluirDo Cascão, Franjinha, Humberto,Titi,Jeremias,Zé Luís, Nimbus, Do Contra, Xaveco, Anjinho, Manezinho e Bidu qual é a nota que vc dá para todos esses personagens do nível em que eles se recusam a participar dos planos infalíveis do Cebolinha.
ResponderExcluirComo foram os que menos participaram, 30 para o Bidu, 28 para o Manezinho e 23 para o Anjinho.
ExcluirNão sabia de Do Contra e Nimbus participando de planos do Cebolinha, ou, sei lá, pelo menos acho que não sabia. Parece que Nimbus chega a apanhar da Mônica na trama em que ele e o irmão estrearam e, caso apanhou mesmo, não sei se por participar de algum plano ou por ter provocado ela. Lembro pouco daquela HQ.
Todos esses quando recusam participar plano infalível dou nota 10, aí sabem que não vale a pena e é ser trouxa participar, sabendo que vão apanhar. Quando participam, dou nota zero. Bidu participando de planos não teve, só teve uma ele recusando. Nimbus participou algumas vezes e Do Contra só na condição de ser enganado, não saber que estava participando de um plano ou dizerem que seria um benefício para a Mônica. Na história de estreia, o Nimbus participou do plano, o Do Contra que não.
ExcluirLembrando que "planos infalíveis do Cebolinha" são um negócio mais amplo do que a princípio tende a parecer. Porque, nem todos tiveram Mônica como alvo e, os que focam nela, que são a imensa maioria, parte foi para tentar desbancá-la da posição de dona da rua e parte teve como finalidade fazê-la de trouxa, os bons e velhos divertimentos às custas dela e ainda tiveram aqueles unindo esses dois elementos, e que, por sinal, foram os melhores.
ExcluirOs com Cascão como alvo, parte surgiu da iniciativa dele e parte teve como mentores outros integrantes da turma.
Conheço três em que o alvo foi a Magali e posso afirmar que dois foram de autoria do Cebolinha, já o outro, tenho dúvida se a ideia foi dele ou se partiu do Cascão.
Um de autoria do Cebolinha e bem inusitado foi executado em "O adivinhão" (abertura de Cebolinha nº163, Editora Abril), ali o alvo foi a turma e seu parceiro de empreitada foi o Anjinho.
Zózimo, seja quem era o alvo dos planos, eles eram bobos de acreditar que a pessoa disfarçada era alguém real. Mônica foi em maior quantidade, mas quando os outros eram alvos também não descobriam sobre o disfarce. Maioria dos planos contra Cascão e Magali também eram de ideia do Cebolinha, acho que todos planos contra Magali foram idealizados pelo cebolinha, não lembro do Cascão fazendo plano contra ela. Em Cebolinha 163 da Abril foi inusitado o Anjinho ser o parceiro, normalmente quando Cebolinha fazia planos contra a turma toda, ele fazia sozinho sem parceiros.
ExcluirOi, eu acabei esquecendo de falar o Dudu também
ExcluirDudu recusando plano também dou nota 10. Se bem que ele não participava por ser menor que as outras crianças. E Mônica não batia nele quando ele dava motivo ao ser pestinha por ser criança pequena.
ExcluirMas, veja, Marcos, essa dos alvos serem "bobos" por acreditarem que seus, digamos, "algozes" disfarçados são outras pessoas, não é bem assim, penso que os engrupidos merecem uma colher de chá da parte dos leitores. Temos de analisar pela ótica do lúdico, olhar pelas perspectivas dos que estão sendo ludibriados. Entrar no clima da bagaça.
ExcluirNão tem a ver com disfarces, entretanto, é um ótimo exemplo por ser análogo à questão em pauta. Trata-se da primeira animação de Mestres do Universo. Por que Mentor, Feiticeira, Zodac e Gorpo sabem do segredo do Príncipe Adam e de seu tigre de estimação e os demais defensores e todos os vilões não sacam algo que, para os telespectadores, está tão na cara?
_"Ah! Mas a gente sabe porque em todos os episódios aparecem os dois se transformando!"
_Não! Não me venha com essa, gente boa!
Gato Guerreiro e Pacato possuem formas ou aparências distintas, além de que o possante alter ego do mascote sempre entra em cena mascarado. Já He-Man e Adam, fora algumas características físicas que os diferem, como loiro amarelo e loiro alaranjado; branquelo e bronzeado; um tem voz grave e sempre fala empostando (ou impostando) e o outro se expressa de maneira atenuada, com voz jovial, dois timbres da mesma voz. Enfim, seriam os outros personagens um bando de parvos em não saberem que He-Man e Adam são a mesma pessoa por não perceberem que são deveras parecidos fisicamente, apesar de determinadas diferenças?
Se os alvos descobrissem logo os disfarces, não teria planos e a gente nem não se divertiria. Era de propósito eles serem bobos pra ter história. Quanto a He-Man literalmente está na cara a identidade do Príncipe Adam, os outros que não associavam, era só pensarem um pouco que descobririam fácil.
ExcluirPois bem, os alvos dos planos são bobos por não perceberem os disfarces e daí acreditarem que tais figuras interpretadas por agentes da turma seriam pessoas reais. Só falta dizer que não se surpreendeu com a revelação de que o Casquinha era o Xaveco. Está ligado na historinha? Encerramento de Mônica nº137, de 1981.
ExcluirConheci a HQ por meio de republicação, tinha oito ou nove de idade quando li pela primeira vez e aquela revelação me impactou, foi uma considerável surpresa.
Naquela história foi surpreendente o Casquinha ser o Xaveco, lembro dessa. Nesse caso foi diferente porque não era uma coisa obvia, tinha o suspense, já nas histórias de plano quase sempre era obvio que era um dos meninos disfarçado, isso sem contar quando o Cebolinha falava errado nos seus disfarces, era muito engraçado. Quem também se passava por bobo muitas vezes era o Bidu que se levava a a creditar nos disfarces do Bugu.
ExcluirHistórinha perfeita. Divertida, engraçada, adoro um bom barraco e confusão, é sempre ótimo um drama. E essa não deixou a desejar em nada.
ResponderExcluirHistórias onde Magali banca a mina interesseira, que literalmente só namora ''vale-refeição'', como não faltam histórias assim... É uma mais (im)previsível que a outra, mas nunca decepcionam. Rosana ás vezes não era tanto de inovar, mas conseguia criar 20 versões e TODAS ótimas de uma mesma história. Grande mérito dela (que Deus a tenha).
Magali requisitada, vez ou outra aparece um pretendente para a gulosinha do Limoeiro, e já sabe como chegar nela: pelo estômago. É infalível. E eu fico espantada como a Magali já CONSIDERA trocar o Quinzinho pelo primeiro que lhe oferece uma melancia. Cê também não se ajuda... Pô minha filha, aí não da né, fica parecendo muito volúvel, muito inconstante você. Precisa criar caráter filha. Mônica certissíma, sendo a sensata da parada, palmas para o discurso dela aqui. É uma boa alternância entre a amizade delas, ás vezes Magali orienta e dá bons conselhos, outras vezes a Mônica também dá bons tiques e age como voz da razão. Elas realmente se complementam, é uma das melhores amizades da MSP. E o Quinzinho quando descobre (e a maneira COMO descobre... sensacional). Se fosse eu já metia um couro na cara do moleque, tipo olha que mó talarico, sabe que a mina já tem namorado e ainda dá de cima como se fosse um direito divino. Tava merecendo, senão um croque do Quinzinho, um baita fora, desses que doí, da Magali mesmo, mas a mina é uma negação aqui... sério, que decepção aqui.
''O que estão pensando que eu sou? Uma morta de fome?'' É Magali, sim, é isso mesmo que você é! Criou fama e criou com vontade, agora deite em cima! A falta de noção e até hipocrisia dela é sensacional de ver, faz toda a diferença pra personagem. A sorte dela é ter a Mônica ao lado, foi genial a idéia da dentuça, criar um terceiro concorrente, muito mais ''suntuoso'', perfeito para a Magali (sobre ninguém brigar pela Mônica... já teve histórias do Cebolinha não chegando a brigar, mas implicando e arrumando confusão com possíveis pretendentes da Mônica, não sei se são anos 90 ou 2000). O talarico já pulou fora, mostra que nem ligava mesmo para a mina, só queria dar de cima e roubar namorada dos outros, nunca a mereceu mesmo. Já o Quinzinho... esse gosta mesmo dela (por mais cego que esse amor possa ser ás vezes, verdade seja dita). No fim mereceu ficar com a amada, nada como um finalzinho feliz, estou feliz por ele aqui, e pensar ainda em cortar os quitutes para a Magali por supostamente ''ofênde-la'', que claro que não aprendeu nada, ainda quer os mimos, ou melhor, quitutes que recebe de graça... Talvez esteja na hora do Quinzinho por alguns limites mesmo, não bancar o tempo todo estômago da namorada, dar uma seguradinha mesmo faz bem, se ela gostar mesmo dele vai entender e continuar com ele, pelo menos seria o ideal. Tem horas que, por mais que eu não goste do seu Quinzão, sou obrigada a concordar com ele mesmo, talvez não só seja só o negócio dele mas também ache que o filho mereça melhor. Não é a toa que nem todas as histórias mostram Magali e Quinzinho casados no futuro.
História sensacional, muito top. Massa. Nota 9.
Muito boa, sim, faz falta de histórias da Magali como interesseira. O tema até poderia ser batido e repetitivo, mas Rosana sabia conduzir que as tramas ficavam diferentes. Magali na primeira oportunidade cogitou trocar o Quinzinho, quem ofereceria mais e melhores comidas, ela ficava. Mônica foi sensata em dar a real e até deu certo porque a Magali cogitou de avisar ao Miguelzinho que gostava do Quinzinho. É morta de fome, sim, só ela não enxergava. Mônica ajudou muito a amiga ficar com o Quinzinho, Magali tem que agradecer muito. Miguelzinho se mostrou arrogante, não merecia a Magali, se ela optasse por ele, seria abandonada logo. Quinzinho provou que gosta dela, apesar dos prejuízos da padaria e Magali aprendeu nada com tudo que passou, só esperamos depois não trocar o Quinzinho por outro filho de dono de estabelecimento. Seu Quinzão sabe que ela não é confiável. Até já tiveram histórias no futuro com Magali e Quinzinho casados, sendo que ela dando prejuízo de alguma forma. E da Mônica não ser disputada por meninos já tiveram, sim, histórias assim, até com Cebolinha disputando como você citou, dando ideia que estava com ciúmes dela.
ExcluirEssa magali do passado era fogo kkkk poderia até gostar do Quinzinho mais a fome fala mais alto, isso que falta nas novas histórias essas falhas que os personagens tinha.
ResponderExcluirA fome em primeiro lugar com ela kkk. Com certeza faz bastante falta personagens com defeitos assim.
ExcluirO Quinzinho, coitado, gosta mesmo dela. Pena que esse amor parece que nunca foi correspondido como deveria, porque não é só nessa aqui, em outras histórias a Magali também se revelou como a interesseira da relação.
ResponderExcluirA Magali não tem o mesmo amor que o Quinzinho tem por ela. Até gosta, mas não tão verdadeiro.
ExcluirAo invés de filho de padeiro combinaria mais com o jeito dele se o pai fosse açougueiro, por causa da vocação pra “boy ox” (garoto boi), isso que ele era por não conseguir desmamar da namorada interesseira e só parou com a bezerrice porque nas histórias da MSP Estúdios as crianças não namoram mais. A censura livrou da sina de depender emocionalmente de uma aproveitadora, apesar que como boizinho ficava muito mais atrativo pra nós que detestamos roteiros politicamente corretos.
ExcluirNão seria ruim se o ramo do pai do Quinzinho fosse açougueiro. Qualquer ramo daria certo. Nunca terminariam namoro, como a política da MSP é crianças não namorarem mais, aí consequentemente Magali e Quinzinho não são mais namorados. Uma pena porque rendiam ótimas histórias assim, principalmente as do Chico e Rosinha, que inclusive também entraram na onda e não são mais namorados.
ExcluirMarcos Esses Dias Fiquei Pensando 🤔 Se Nunca Houvesse A Crise dos Quadrinhos No Brasil E Com Isso A Partir de 2021 Lançasse A Coleção Histórica Geral dos Quadrinhos Brasileiros Com Os 66 Primeiros Volumes de Cada Revista Publicados Originalmente Entre 1949 e 2007 Numa Caixinha Igual A MSP Fez , E Com Cada Box Tendo Uma Cor Diferente E Um Personagem Diferente Como Poderia Ser Os 66 Volumes da Coleção
ResponderExcluirPersonagens de Cada Volume
Vol 1 : Pato Donald
Vol 2 : Mickey
Vol 3 : Mônica
Vol 4 : Cebolinha
Vol 5 : Pateta
Vol 6 : Minnie
Vol 7 : Cascão
Vol 8 : Chico Bento
Vol 9 : Magali
Vol 10 : Pluto
Vol 11 : Pernalonga
Vol 12 : Patolino
Vol 13 : Margarida
Vol 14 : Zé Carioca
Vol 15 : Pelezinho
Vol 16 : Tio Patinhas
Vol 18 : Huguinho , Zezinho E Luizinho
Vol 19 : Penadinho
Vol 20 : Tina
Vol 21 : Rolo
Vol 22 : Piteco
Vol 23 : Gaguinho
Vol 24 : Bidu
Vol 25 : Franjinha
Vol 26 : Tom E Jerry
Vol 27 : Pantera Cor de Rosa
Vol 28 : Luluzinha
Vol 29 : Bolinha
Vol 30 : Chaves
Vol 31 : Chapolin Colorado
Vol 32 : Jotalhão
Vol 33 : Gasparzinho
Vol 34 : Tico E Teco
Vol 35 : Maga Patalógica
Vol 36 : João Bafo de Onça
Vol 37 : Xaveco
Vol 38 : Xuxa
Vol 39 : Faustão
Vol 40 : Mussum
Vol 41 : Zacarias
Vol 42 : Papa Capim
Vol 43 : Dona Morte
Vol 44 : Astronauta
Vol 45 : Anjinho
Vol 46 : Brasinha
Vol 47 : Bonga
Vol 48 : Lobão
Vol 49 : Simba
Vol 50 : Riquinho
Vol 51 : Ronaldinho Gaúcho
Vol 52 : Cascuda
Vol 53 : Jeremias
Vol 54 : A Dama E O Vagabundo
Vol 55 : Peninha
Vol 56 : Rosinha
Vol 57 : Zé Colmeia
Vol 58 : Catatau
Vol 59 : Manda Chuva
Vol 60 : Dieguito Maradona
Vol 61 : Seu Madruga
Vol 62 : Urtigão
Vol 63 : São Pedro
Vol 64 : Dona Florinda
Vol 65 : Thuga
Vol 66 : Professor Pardal
Seria bom se tivesse Coleção Histórica com outros quadrinhos infanto juvenis. Até agora só teve um da Turma do Arrepio e estão prometendo com Chapolin.
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