Mostro uma história em que o Cebolinha não foi à praia e nem estava bronzeado enquanto todos estavam e fazem bullying com ele por estar branco e pálido. Com 9 páginas, foi história de abertura publicada em 'Cebolinha Nº 160' (Ed. Abril, 1986).
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| Capa de 'Cebolinha Nº 160' (Ed. Abril, 1986) |
Cebolinha fica feliz em ver a Marilu, quem não via há muito tempo e fala que ela está uma gatinha. Marilu diz que Cebolinha está, ele interrompe perguntando se está bonito, charmoso ou irresistível e ela diz que está branco, com uma cor horrível e pergunta se passou o verão em uma geladeira. Ela comenta que todo mundo está queimadinho, com cor saudável, moreno de Sol, tanto tempo sem vê-lo e está branco-escritório.
Marilu mostra a marca de biquíni dela e abaixa a bermurda dele pra conferir que ele não tem marquinha na bunda. Chega o Reinaldinho, Marilu fica encantada com a cor bronzeada dele e sai com ele, deixando Cebolinha falando sozinho, e Reinaldinho, antes de sair com Marilu, pergunta quem é o brancão ali. Cebolinha grita que brancão é a vovozinha e uma velhinha bronzeada dá guarda-chuvada nele reclamando que é um moleque atrevido, que ela está superqueimada de praia e ele fala que está brancona e solta palavrões para ele.
Depois, Cebolinha passa diante de um espelho, não acha que está tão branco assim, quando ouve alguém respondendo que ele está pálido, parece mais uma vela com cinco fios de cabelo. Cebolinha se enfeza e quer dar um tapão e descobre que foi a Mônica. Cebolinha dá desculpa que vai levar um tempão para chegar da cor dela.
Cascão chama Cebolinha de brancão, ele tenta dar tapão no Cascão, que se abaixa e o tapa vai para Mônica, que dá um soco no Cebolinha tão forte que ele voa, bate a cabeça na tábua onde estavam pintando fachada do prédio e a lata de tinta marrom cai no rosto dele. Cebolinha vê que ficou com cor bronzeada com a tinta, pinta o resto do corpo e vai falar com a Marilu, que ainda estava com o Reinaldinho.
Marilu admira como Cebolinha está preto e que agora há pouco estava mais branco que geladeira. Cebolinha diz que a pele dele é muito boa para tomar Sol, foi só ficar deitado debaixo de Sol por 5 minutos para ficar assim e não é como alguém que conhece que tem que ficar o dia todo para pegar uma corzinha e Reinaldinho sabe que a indireta foi para ele.
Marilu dá um beijinho no rosto do Cebolinha, que lembra que a tinta vai sair e ser zoado, e, passa a segurar cabeça dela para não desgrudar do rosto dele, dando desculpa que segurou porque gosta dela. Marilu diz que gosta dele também, mas já o beijou e pode largar a cabeça senão não consegue desgrudar a boca da bochecha dele e manda largá-la.
Mônica e Cascão comentam que estão com dó do Cebolinha, caçoaram demais por estar branco e quando vão falar com ele, veem briga de Reinaldinho tentando largar a cabeça da Marilu da bochecha do Cebolinha. Cascão diz que o tapão da Mônica fez o Cebolinha ficar doidão e ficar com o corpo tão cheio de hematomas que ficou escuro.
Reinaldinho pedem para ajudá-lo, Mônica usa a velha técnica de jogar balde cheio de água fria para separar dois cachorros brigando e Cascão acha que é crueldade. Ela joga tão forte, que a água faz jogar os três em direção ao barranco e os três caem. No final, Mônica e Cascão vão ao hospital levar flores para eles e Cebolinha está dando gargalhada, mesmo sendo o que machucou, enfaixado da cabeça aos pés, afinal não descobriram que ele estava pintado de tinta imitando bronzeamento.
História muito engraçada em que todos foram à praia e estavam bronzeados, menos o Cebolinha e fazem bullying com ele, achando que estava branco demais. É ridicularizado por todos e com o tapão que a Mônica dá, cebolinha para em local que estavam pintando fachada de prédio e aproveita pra se pintar fingindo que estava bronzeado. Acreditam e com o beijo da Marilu, a tinta sai, Cebolinha não quer largar rosto da bochecha dela, Mônica joga água neles tão forte que fazem cair no barranco e cebolinha fica feliz por estar enfaixado no hospital e não descobriram que ele usou tinta pra fingir bronzeado.
Pegaram pesado com o Cebolinha, foi ridicularizado por estar branco, amigos falando coisas que Cebolinha ficou trancado na geladeira no verão, estava brancão, pálido, mais branco que geladeira, que parecia vela com cinco fios de cabelo. Legal que os planos infalíveis aconteciam por acaso, foi preciso apanhar da Mônica para o Cebolinha ter ideia de fingir bronzeamento com a tinta e se vingar do Reinaldinho com a Marilu, só que não contava que a Marilu ia beijá-lo, fazendo sair a tinta e precisaria que ela ficasse grudada na bochecha dele pra não descobrirem a farsa. Cebolinha ficou taxado como louco, tudo para não descobrirem que se pintou imitando bronzeamento.
Incrível a ousadia da Marilu abaixar calça do Cebolinha mostrando bunda branca, se mostrando bem assanhadinha. Marilu mostrando sua marquinha de bronzeado, mostrou que anda na rua sem calcinha e Cebolinha, sem cueca, quando abaixou bermuda dele.
Engraçada também a cara do Cebolinha decepcionado que ela falou que está branco em vez de bonito e charmoso, quando viu que era a Mônica que disse o bullying quando ia dar um tapão nela, a velhinha dar guarda-chuvada e soltar palavrões por pensar que Cebolinha achava que ela não estava bronzeada, Cebolinha dar tapão na cara da Mônica sem querer e dizer que pele dele é boa para tomar Sol, Reinaldinho chamá-lo de maníaco de cinco fios de cabelo e Cascão dizer que hematomas do tapão deixou o Cebolinha escuro e que era crueldade jogar água neles.
Reinaldinho era o menino fixo por quem as meninas se apaixonavam, inspirado no roteirista Reinaldo Waisman, que deve ter sido quem escreveu essa história. Reinaldinho ficou fixo até antes do Reinaldo Waisman saiu da MSP. Já Marilu deve ter nome inspirado na música homônima "Marylou" do Ultraje a Rigor e ela só apareceu nesta história.
Essa história é de abril de 1986 e, com isso, não foi publicada em época de verão. Podia sair histórias de calor ou de frio sem estar na época certa da estação. Se bronzear era sinônimo de status, todo mundo queria ficar queimadão quando ia à praia, usavam até bronzeadores para potencializar, hoje em dia essa ideia não é aceita pela sociedade por conta de queimaduras na pele e risco maior de câncer.
Impublicável hoje em dia por envolver bronzeamento de crianças, bullying por Cebolinha estar branco, sem ter se bronzeado, Marilu mostrando marca de biquíni dela e abaixar calça do Cebolinha mostrando bunda branca, chamar Cebolinha de preto, Cebolinha levar guarda-chuvada da velhinha, o termo "É a vovozinha!" é proibido nos gibis hoje assim como palavrões ditos por ela, Mônica dar soco tão forte que faz Cebolinha voar e bater cabeça em tábua de pintura, personagens caírem em barranco e ficarem todos quebrados internados em cama de hospital, Cebolinha pensar errado, sem trocar "R" pelo "L", interesse de namoro do Cebolinha. Ou seja, história toda errada, povo do politicamente correto detona, então essas que são as melhores.
Traços muito bons já na fase consagrada dos personagens. A colorização do marrom da Editora Abril deixavam tons de pele bem mais escuras que o normal. Teve erro falar de boca fechada no 2º quadro da primeira página. Teve propaganda inserida na 3ª página na lateral direita do lápis "Labra", sempre presente nos gibis da época. A capa da edição teve alusão à história de abertura, mas não com o que aconteceu de fato na história, foi apenas uma piada com o tema da história de abertura, o que era comum na época. Foi republicada depois em 'Almanaque do Cebolinha Nº 28' (Ed. Globo, 1995).
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| Capa de 'Almanaque do Cebolinha Nº 28' (Ed. Globo, 1995) |
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Nossa! Que confusão, hein! Tudo porque o Cebolinha não queria que caçoassem por ter ficado de fora da onda dos bronzeadões.
ResponderExcluirNa primeira teve reflexo e conseguiu brecar o braço, cantou até pneu (“scriiich”), na segunda o reflexo foi do Cascão e não consegue brecar concluindo um movimento de 180 graus e acaba levantando voo, como não rir desses três momentos? E como não rir da técnica de jogar balde de água pra separar o Cebolinha da menina, sendo que nunca falha com cachorros brigando?
Confusão do início ao fim, essa é toda engraçada. Esses deslizes de tentar bater em um, não conseguir brecar e bater em outro por engano sempre dá certo e garantia de risada, vide em "Chaves" quando Dona Florinda queria bater no Seu Madruga e acabava batendo no Quico ou no Professor Girafalez sem querer. A técnica do balde d'água prova que serve pra qualquer um, não só pra separar briga de cachorros, muito engraçado.
ExcluirSem querer a Mônica foi didática ao jogar água nos três e não pelo que fez isoladamente, foi pelo que disse durante o ato. Já separei cachorros atracados algumas vezes pela “velha técnica” por azucrinarem bem no pé da janela do meu quarto. Com fêmeas no cio os alvoroços ficam mais insuportáveis.
ExcluirExatamente isso de Dona Florinda não brecar a mão depois do alvo desviar e sem querer acerta cara do filho, ótimo exemplo esse aí. Fui criado com a série Chaves e mais a de Chapolim e nem passou pela cabeça vendo o Cebolinha com o Cascão e a Mônica no mesmo tipo de cena clichê imortalizada pelo seriado mexicano.
Muito atirada a Marilu. Primeiro mostra a marca de biquíni, em seguida confere a poupança do Cebolinha. Já pensou se fosse o Titi o principal da história? O que aprontaria nessa parte?
Mônica não teve paciência e preferiu molhar os três logo pra não esquentar cabeça. Creio que essa cena possa ter se inspirado no Chaves, visto que o seriado já tinha estreado na TV. Marilu muito assanhada, principalmente em baixar bermuda do Cebolinha, acho que o Titi ia gostar e aproveitaria para dar em cima dela.
ExcluirPorque a Monica deu um tapão no cebolinha
ResponderExcluirCebolinha queria estapear o Cascão, este desvia da investida, aí, como seu freio não deu conta e como bem colocou o Edgar, completou um ângulo de cento e oitenta graus quando a mão do "brancão" atingiu a bochecha da "morenona". O "tapão", como disse o Cascão, pelo "soc", foi um "socão" desferido como reciprocidade, ou em retaliação. Esta é a boa e velha dentuça que não levava desaforo para casa.
ExcluirPorque o Cebolinha deu um tapa nela antes, ainda que sem querer, já que o alvo do tapa era o Cascão.
ExcluirBonita a capa do almanaque. Vi várias coisas aí que hoje seriam impublicáveis, mas nunca imaginei que "É a vovozinha" seria uma delas. Seria "preconceito contra vovozinhas" (sic)?
ResponderExcluirAbraço!
Já vi alterações de "É a vovozinha!". Não digo que é porque é por preconceito, mas, sim, por dar ideia de xingamento, e termos assim de "É a vovozinha!", "É a mãe!" estão desqualificando elas. Abraços.
ExcluirFoi bonita mesmo a capa do Almanaque. Já vi alterações de "É a vovozinha!". Não digo que é porque é por preconceito, mas, sim, por dar ideia de xingamento, e termos assim de "É a vovozinha!", "É a mãe!" estão desqualificando elas. Abraços.
ExcluirAchei bonito sem banner novo em homenagem aos 90 anos do Maurício, meus parabéns! Mudando de assunto, alguém da MSP já entrou em contato com você alguma vez? Imagino que seu blog seja um tormento para muitos que mandam lá hoje.
ResponderExcluirCutucá-los não é a intenção do Marcos, mas, como o blogue é consideravelmente pautado nas comparações de como era a atuação da MSP e em como atua hoje em dia, aí, inevitavelmente, já viram, né?... Como há muito é consenso que a Turma da Mônica é um patrimônio da cultura brasileira, o(s) Arquivos Turma da Mônica presta(m) um baita serviço à sociedade.
ExcluirProvável que um dia alguém de lá o convide para conhecer as instalações da MSP. Já cogitaram essa possibilidade? Marcos como ilustre visitante?! Totalmente plausível!! Entretanto, teria de ser sem qualquer tipo, por menor que fosse, de segundas intenções por parte deles, isto é, sem tentar negociar com a postura que o Marcos genuinamente adotou para com este espaço. O anfitrião deverá continuar como sempre foi após a muito provável futura visita, do contrário, com devido respeito e total sinceridade, mesmo que bancassem ida e volta, melhor nem se dar ao trabalho de tal deslocamento.
Não repare, Marcão! Você que irá decidir, claro! Espero que entenda minha sutil objeção, pois, no tocante a quadrinhos da MSP do (V)velho (T)testamento, AQUI É O NOSSO PORTO SEGURO!
Obrigado, Rodrigo. Não entraram em contato, no máximo comentários de roteiristas que gostaram das matérias postadas e elogiando o blog. Não falo mal, só comparo coisas que não têm mais e histórias postadas a maioria são incorretas que eles não têm intenção de republicarem ou sem alterações. Intenção é mostrar o lado histórico da MSP com raridades e que marcaram a trajetória deles. E Zózimo, difícil agendar visita, por enquanto sigo aqui mesmo rs.
ExcluirHá nada de errado em inserir duas perguntas numa só frase e foi o que Cebolinha fez no primeiro quadro da penúltima página, cujo balão contém duas frases, uma interrogativa e a exclamativa é sobre como está o clima. Comento a respeito porque o nome da novela é também uma pergunta em si - "O Vovô Tá Bom?" - e isto parece sugerir que teria faltado um terceiro e intermediário ponto de interrogação em seguida ao fechamento das aspas. Caso fosse inserido, em vez de duas, seriam três frases no balão em questão e, de fato, ficaria melhor com tal separação, tanto no sentido ortográfico quanto no sentido de como soaria pelos recursos oral e auditivo.
ResponderExcluirVeja, Marcos, por mais que eu tenha tentado simplificar, sendo mais objetivo possível, a observação do parágrafo acima ainda parece confusa. Duas perguntas numa frase que contém nome de novela que já é uma pergunta em si e duas frases no balão de fala do protagonista, sendo a última exclamativa. Estaria eu complicando algo claro e simples? Sei lá, penso que não. Iniciei o comentário afirmando que não há erro na primeira frase, no entanto, parece que faltou um "respiro", isto é, uma pausa para respiração e que consistiria numa vírgula entre o fechamento de aspas e a conjunção "e". Mesmo assim, reafirmo que há nada de errado em duas perguntas numa só frase.
Bela história do Cebolinha. Ah, a página oficial do Mauricio de Sousa voltou à postar ontem, mas falando do Mauricio com a Dorina Nowill, ativista e educadora que inspirou a Dorina. Além disso, o Mauricio vai ser homenageado em concerto grátis no Theatro Municipal. Não sei se vai ter a presença dele já que cada rara aparição em cadeira de rodas, os sinais de sua mobilidade reduzindo mais ainda ficam mais evidentes.
ExcluirZózimo, intenção do Cebolinha foi puxar diversos assuntos de conversas pra disfarçar e a Marilu não se soltar da bochecha dele, por isso um monte de perguntas de assuntos variados e só sobre o tempo que ele fez afirmação (com ponto exclamação porque todas as falas tinha exclamação no final) já que assunto de tempo sempre rende respostas sem precisar perguntar nada. Então, achei tudo bem colocado, tudo simples e sem complicações.
ExcluirMarcos Vitor, Mauricio deve ir só se tiver disposto e achar que será importante presença dele lá.
ExcluirMas, reparando minuciosamente, realmente faltou uma pausa respiratória na primeira frase do Cebolinha do primeiro quadro da penúltima página. O que equivocadamente estimulou tal ausência foi o ponto de interrogação como parte do nome da novela. Detalhe não tão discreto que passou batido por quem era encarregado da revisão ortográfica. Obviamente mantendo o ponto do nome da novela, um outro ponto de interrogação depois das aspas seria o mais indicado e, aí, em vez de duas, seriam três frases no mesmo balão. Já para permanecer como duas frases e com duas perguntas contidas na primeira, porém, dentro da devida coerência, bastaria uma vírgula após fechamento de aspas e antes da conjunção "e".
ExcluirSerá que era Ruth Rocha a revisora à época? Seu nome foi importante nos meios didático e literário.
Chão verde no quinto quadro da quinta página (7) e branco no sétimo da mesma, sendo este um quadro fechado na parte inferior, como é calçada, deveria ter permanecido na cor cinza.
Zózimo, aí no caso foi erro do letrista e de revisão. Teria que ser "novela 'O vovô tá bom?' ?"ou "novela O vovô tá bom"?" , ou então "Como foi o último capítulo da novela? O vovô tá bom?". O erro do chão está no 5º quadro desta página quando ele cai, erro do colorista.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirCom Cebolinha só dá confusão. O Reinaldinho era desenhado assim com cabelo encaracolado, se parecendo com Anjinho, sim.
ExcluirQue bagunça 😂 Marilu bem assanhada, história cheia de confusão estilo de história que gostava da Editora Abril, dps que foi para Globo ficaram mais contidos mesmo assim ainda teve muitas histórias boas na editora Globo tbm.
ResponderExcluirUma bagunça boa, eram ótimas essas histórias com confusão, parece até desenho animado. Na Globo deram uma maneira da, mas eram boas também o estilo que deixavam.
ExcluirCurti essa histórinha, bem divertida. Bem a cara dos anos 80 e da Abril mesmo.
ResponderExcluirMarilu, gostei desse nome, não ouço com frequência. Bem assanhada ela, baixando shorts do Cebolinha e dizendo que ele ficou trancado na geladeira. Nem acho pele pálida tão feio assim, mas as tiradas foram até engraçadas. Capricharam no bullying com ele. Reinaldinho, bem com jeito de Anjinho, quase confudi. A velhinha super queimada batendo no Cebolinha, uma das melhores partes das histórias antigas, era ótimo quando acontecia. A parte com a Mônica e a vela de cinco fios, hahaha, como eu gargalhei. Mas a parte com o Cascão, com o Cebolinha dando um tapão e acertando a Mônica, hum, sei não, no fundo acho que deve ter sido pelo menos um pouco gratificador para ele, deve sempre ter sonhando em bater nela. Mas quando ele se pinta de preto, aí a coisa fica interessante. Aproveitando para dar de cima da mocinha e menosprezar o outro... pena que um só beijinho tenha posto tudo a perder, que inconveniência. Se bem, se ele fosse inteligente, teria deixado a tinta secar bem primeiro, foi burro nessa. E mais burro ainda em achar que ia segurar a Marilu para sempre, tava assustando a garota e passando por tarado. Podia ter deixado ela ver, já tava ''queimado'' com ela de qualquer jeito (trocadilho não intencional). Mas graças a Mônica e sua super força, acabou que nada disso precisou acontecer, terminou a história todo quebrado e engessado, porém em compensação ninguém descobriu sua farsa, tá ''salvo''. Será que valeu mesmo a pena? Por mim, não valeu.
Antigamente, eu gostava de pegar bronze... mas só recentemente descobri que isso faz mal para a pele no geral, acelera envelhecimento, causa câncer de pele, e tal. Depois dessa, fiquei até meio receosa com sol. Claro que ainda gosto da sensação do sol, mas cuidado com a pele é pouco. Ainda mais com o aquecimento global.
História bem legal, nota 7.
É a cara dos anos 1980 com certeza. Também não acho feio cara pálida, pra eles que o status era ser queimadão. Marilu é um nome original, bem assanhada mesmo e as gags dela com a cor pálida do Cebolinha foram ótimas, gag da Mônica também engraçada demais. Gostei de até velhinha queimada de praia e Cebolinha não. Sobre tapão, depois de cebolinha ter caído em si deve ter gostado de conseguir bater na Mônica uma vez. Ele se daria bem de conquistar a Marilu se ela não tivesse dado beijo nele, sempre tem um porém nos planos dele, se a tinta tivesse secado daria certo, como sempre não pensa direito. Pra mim também não valeu ficar engessado e hospitalizado só pra não descobrirem a farsa, se não tivesse feito isso, só não ficaria com a Marilu, mas estaria saudável. Melhor é proteger pele, mesmo com protetor solar vai se bronzear só que sem danos. Na época desta história ficar bronzeado era status e não tinham tanto conhecimento que Sol em excesso faz mal, hoje mudaram essa mentalidade.
ExcluirFoi assim que surgiu aquele meme duplo sentido....
ResponderExcluirExatamente. Já vi esse meme na internet.
ExcluirSempre gostei muito da capa desse gibi. E, graças ao seu blog, consegui conhecer a historinha. Muito engraçada e com belos desenhos. Obrigado pela postagem!
ResponderExcluirUma capa muito legal, uma ótima piada em cima do tema da história de abertura. Legal que conheceu essa história aqui, muito engraçada. De nada.
ExcluirMarcos, deixei passar um detalhe que queria sua atenção. Eu lembro demais desses papeis de carta para dar de presente no dia das mães. E sabia que eram de 1986. A capa desse gibi confirmou minha lembrança. O meu 1º gibi da Turma foi de maio de 1986. Cascão 99. Mas nele não tinha os papeis de cartas. Vc tem alguma matéria aqui no blog sobre eles?
ExcluirNão fiz matéria sobre os papeis de carta, mas tem matéria de brindes de gibis que pode ter citado sobre os papeis de cartas, só que sem dar detalhes. Esses papeis de carta saíram nos gibis de abril de 1986 para as crianças conseguirem ter antes do Dia Das Mães. Aí, nos gibis do Cascão saíram nas edições Nº 96 e 97 que foram de abril de 1986, por isso não teve na Cascão Nº 99. Uma boa ideia de falar mais detalhes dos brindes dos gibis, só havia detalhado de promoções nos gibis, quando der eu faço.
ExcluirGosto bastante dessa história, engraçadíssima demais e muito boa. Mas vamos concordar que o Cebolinha sofreu horrores nessa história, e ao invés dos personagens respeitarem o tom de pele do coitado, fazem de tudo para torturá-lo. Por isso, dou um 9/10, mas obviamente não deixa de ser boa. Marcos, será que teve outras histórias que o Cebolinha sofreu nas mãos dos personagens?
ResponderExcluirNessa o Cebolinha sofreu muito, mas o que a deixa engraçada. Tiveram várias que o Cebolinha sofreu e até mais do que essa, principalmente na Editora Abril, isso sem contar as dele com o Louco que eram mais sofrimento pra ele.
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