Em novembro de 1995, há exatos 30 anos, era publicada a história "O mistério das models" em que Mônica e Magali se transformam em modelos para ajudar ajudam um grupo de top models que estavam sendo escravizadas pelo estilista delas. Com 22 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 107' (Ed. Globo, 1995).
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| Capa de 'Mônica Nº 107' (Ed. Globo, 1995) |
Escrita por Rosana Munhoz, começa com Mônica chegando em casa, perguntando para a mãe se o almoço está pronto, ouve uma voz diferente e se esbarra com uma mulher. Era a Mariquinha do Socorro, irmã da vizinha da Mônica que morava na rua, agora virou top model internacional e mudou nome para Cindy Campibel.
Mônica acha maravilhoso e Cindy acha horrível porque desfila para um estilista mais famoso da Europa, o Caio Dossalto, que realiza vários desfiles por ano, por todo o mundo, o problema que ele trata as modelos como se fossem propriedades dele e faz coisas terríveis com elas e pensou que a Mônica seria capaz de ajudá-las porque tem força e coragem para salvá-las.
Mônica quer ajudar e quer que Cindy explique o que Caio faz com as modelos. Cindy ouve um apito no brinco e precisa voltar correndo para onde estava sem dizer o que ele fazia. Mônica pergunta para a mãe se a Cindy explicou algo para ela, Dona Luísa diz que não viu moça alguma entrar na sala e Mônica deixa pra lá e vai assistir televisão, achando que foi tudo um sonho.
Na TV, tem a notícia que o estilista caio Dossalto está na cidade e apresenta sua nova coleção e espera-se que o desfile de amanhã repita o sucesso de Milão e Paris. Mônica descobre que aconteceu mesmo e quer saber por que a Cindy foi embora tão de repente e resolve pedir ajuda para a Magali, que não estava em casa e Xaveco avisa que a viu entrando no laboratório do Franjinha.
Chegando lá, Mônica vê Magali no rolos do invento de esticador de mesadas do Franjinha, que tinha saído para colocar sal no lanche e explica que a máquina era meio de seu dinheiro durar mais, só que utilizou princípio errado e serviu só para esticar a largura da cédula. Mônica e Franjinha tiram Magali do esticador de mesada e têm surpresa que a Magali ficou espichada e super alta.
Magali diz que só queria comer o lanche do Franjinha, tropeçou e caiu na máquina. Franjinha dá bronca no que dá de querer comer lanche dos outros e resolve usar seu achatador de despesas para fazê-la voltar ao normal. Mônica percebe que essa altura da Magali pode servir para ajudar a Cindy Campibel. Ela conta a história e quer que a Magali vire modelo para ajudar a Cindy e ela só aceita se a Mônica for junto.
Mônica passa pelo esticador de mesada e Franjinha fala que nunca pensou em ver a Mônica alta e magrinha e que depois de salvarem a modelo é pra voltarem para achatá-las. Mônica vê o endereço do ateliê do Caio no jornal e elas vão até lá e são anunciadas para ele pela recepcionista. Caio acha que elas são fantásticas, tão altas e magricelas, parecem cabides e até um lençol ficará bem nelas e emenda que suas roupas super criativas ficarão elegantérrimas e contrata as meninas como novas modelos.
Antes de serem levadas para as dependências das modelos, Caio entrega para elas os brincos que são a marca registradas da grife dele. Depois, a recepcionista leva as meninas onde estavam as modelos e manda provarem as roupas que usarão no próximo desfile. Magali adora que vão desfilar e virarem top models antes dos 7 anos de idade e Mônica está preocupada porque a Cindy disse haver algo errado lá.
Cindy aparece e fica feliz com a Mônica lá, só estranha crescer daquele jeito. Repara que elas estão de brinco e se desespera porque são os brincos que as controlam. Magali sente cheiro de cachorro-quente, vai até lá e o brinco apita e com voz do Caio que nada de comida, modelos têm que manter a forma e manda voltar para dentro se não quiser continuar sentindo dor.
Cindy fala que é assim que ele controla os brincos, Mônica repara que não dá para tirar e Magali se desespera que nunca mais vai poder comer à vontade e as modelos tristes porque tem ninguém mais para salvá-las. Quando tudo estava perdido, Mônica tem uma ideia e durante a noite vão até ao quarto do Caio para procurar brincos enquanto ele dorme.
Na manhã seguinte, todas se preparam para desfilar e Mônica lembra do combinado entre elas. Caio está feliz com a consagração que vai ter, estilista de sucesso sem pagar altos salários das modelos e se fizerem algo errado aciona os brincos magnéticos pelo controle do anel. Na hora do desfile, elas fazem caretas, plantam bananeira, cacarejam.
Quando aperta o botão do anel, Caio é quem ouve o barulho. Elas falam que colocaram brinco nele enquanto dormia e agora cada vez que apertar o botão, vai sentir o mesmo que elas. Caio furioso e diz que agora vai ter que desmagnetizar os brincos e elas vão fugir. No momento, a imprensa ouve o que ele diz e querem saber como é essa história.
Caio Dossalto é preso em pleno desfile acusado de escravizar modelos. Todas ficam felizes em estarem livres para procurarem outros trabalhos e Cindy pergunta se Mônica e Magali não querem seguir carreira de modelo e Mônica diz que não estão à altura. No final, Mônica e Magali voltam ao laboratório do Franjinha para voltarem à altura normal, ele usa o seu achatador de despesas, só que achata demais ficando anãs e correm atrás do Franjinha para bater nele, com ele gritando que é só elas passarem pelo esticador de mesadas depois.
História legal em que Mônica e Magali viram modelos para para tentar descobrir o que estava dando medo nas modelos. Elas entram em uma máquina do Franjinha e ficam espichadas do tamanho de modelos muito altas e conseguem a vaga de modelo e não sabiam que brincos dados pelo estilistas que controlavam tudo. Para salvá-las, têm ideia de colocarem brincos no Caio Dossalto para ele sentir exatamente o que elas sentem e ele é preso por expor seus planos com as modelos e finalmente elas ficam livres dele.
Mônica e Magali passaram sufoco sendo modelos, se não fossem espertas, ficariam escravizadas a vida toda. Cindy poderia ter ido para polícia quando conseguiu escapar e ir para casa da Mônica no início da história, mas como tinha que envolver a protagonista da revista, aí recorreu à Mônica. Vimos que ela foi vizinha da Mônica e conseguiu virar modelo famosa, só teve azar de cair nas garras do Caio Dossalto. Interessante que ela surgiu na sala do nada sem a Dona Luísa ver, por isso a Mônica achou primeiro que era tudo um sonho. No bairro do Limoeiro deixam portas e janelas abertas, qualquer um podia entrar, isso não foi absurdo.
Caio controlava as modelos através dos brincos, até Magali se deu mal por isso de não comer cachorro-quente por causa dos brincos. Tiveram sorte de ele ter sono pesado e não sentir sendo colocado brincos neles, mas até que ele poderia perceber depois que tinha brincos nele antes do desfile, ficou absurdo de histórias em quadrinhos que pelo menos serviu para solucionar os problemas das modelos.
A forma que as meninas conseguiram crescer e virarem modelo foi muito divertido. Sem querer Magali ajudou nisso ao roubar o lanche do Franjinha e tropeçar na máquina, se deu mal , porém se ela não tivesse feito isso, não teriam ideia de infiltrar no desfile das modelos. Graças à Magali e ao Franjinha com suas invenções malucas que conseguiram ajudar as modelos. Franjinha se enganou em criar um esticador de mesada, deixando tudo comprido o que passava na máquina, teria que ter criado um duplicador de dinheiro para gerar várias cópias legítimas das cédulas e seria uma excelente invenção para a humanidade. Elas passarem no achatador do Franjinha foi engraçado, com elas ficando anãs, mais baixas que o normal, ou ficavam altas demais , ou baixas demais.
As meninas crescidas ficaram parecidas com atrizes reais representando personagens em teatros. A história é de 1995 e foi dito "coleção outono-inverno 96" porque em desfiles de moda sempre são apresentadas roupas da moda que será na próxima estação ou daqui 6 meses. O nome da Cindy Campibel foi inspirado na junção de nomes das famosa modelos Cindy Crawford Naomi Campbell. Cindy e o estilista Caio Dossalto apareceram só nessa história como de costume de personagens criados para aparição única.
Foi engraçado Magali sendo espichada na máquina do Franjinha e depois apoiada na cabeça dele, Franjinha dizer que nunca pensou em ver a Mônica alta e magrinha, o salto do Caio, o que gerou o nome dele de Caio Dossalto e o trocadilho "Caio Dossalto caiu do salto", Magali sendo impedida de comer cachorro-quente por causa dos brincos, modelo achar que solução seria cortar orelha fora, a roupa da Mônica como cascas de banana combinando com o cabelo elas fazendo caretas e imitando galinha para estragarem o desfile do Caio Dossalto.
Muito divertido também situações de interações com leitores, seja narradora-observadora que era a roteirista da história, ou seja, a Rosana, ou Mônica conversando com leitores. De destaques, narradora avisando ao leitor que teria a seguir uma cena chocante de Magali sendo esticada pela máquina que foi liberada sem cortes e sem censura por uma mera distração do revisor, Mônica dizer para leitores tomarem uma aguinha, um suquinho ou fazer um pipizinho enquanto conta o começo da histórias para os amigos, suspense da narradora que as heroínas vão virar top models escravas para sempre e não vão ter mais gibis da Mônica e da Magali e que precisa achar uma solução porque o Mauricio não ia gostar disso e a Lua cair quando ela diz que a noite cai. Tudo muito criativo e deixando a história mais engraçada.
Indicou que era a Rosana quem escreveu a história por mostrar mãos femininas no 3º quadro da página 19 do gibi quando estava prestes a dar reviravolta na história para solucionar os problemas das models, além dos quadros dispostos de faixa de 3 linhas e 3 colunas em história de abertura, característicos de muitas histórias dela.
Interessante setas na página 2 para orientar a ordem para ler os quadros, pois como o primeiro quadro ficou maior que a altura normal, aí não dava pra disponibilizar os outros quadros na ordem correta de ler pelas linhas da esquerda para direita sem ficar com visual harmonioso.
Incorreta atualmente por crianças sendo modelos escravizadas, Magali roubar lanche do Franjinha, gerar trauma de Magali sendo esticada pela máquina do Franjinha, calcinhas das meninas à mostra, principalmente posição da Mônica no 3º quadro de leitura da 2ª página da história e no 2º quadro da 3ª página da história e enquanto estavam crescidas, Dona Luísa como só dona-de-casa e de avental, porém como estava fazendo atividade na cozinha, podem colocar avental em situação assim hoje, caso mantivessem a atividade, além de palavra "louco" e poderiam implicar com TV de tubo, deixando TV LED no lugar.
Traços ficaram bons da fase consagrada dos personagens, cores em degradê em todos os quadros como de costume na época. Capa do gibi teve alusão à história, o que não era comum na época, só as mais importantes que tinham alusão à história e as demais prevaleciam piadinhas ou ilustrações bonitas. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos.
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"Fantastique"! Conheço "O mistério das models" desde 2011 ou 2012, mas lembrava de quase nada. Espichadonas assim, parecem muito com aquele pessoal contratado pela MSP que sempre aparece fantasiado de Mônica, de Magali, Cascão, Chico Bento e Cebolinha, e na ilustração de capa estão se imaginando como belas modelos.
ResponderExcluirMesmo com degradê, tanto traços quanto cores ficaram semelhantes à época correspondente aos últimos cinco anos dos gibis da MSP pela Abril.
Eu também lembrei disso desses atores contratados na hora, durante história toda, principalmente quando elas estavam com as roupas normais sem vestidas de modelo, aí que ficaram iguais aos contratados fantasiados. Agora, na capa não cheguei fazer associação, já achei mais parecidas como adultas normais. Os tons de cores ficaram mais escuros mesmo com degradê, mas acho mais parecido com época da Abril aquela última da Tina com o astro que postei.
ExcluirEm como estão se imaginando na arte de capa, minha associação foi outra, pois ficaram bonitas e elegantes, e, como é alusiva à principal HQ da edição, salientei por não imaginarem que, na prática, ficariam parecidas com aquelas fantasias ridículas de si mesmas.
ExcluirFalando em ridículo, a figura estapafúrdia de Caio Dossalto parece um pouco (ou parece até muito) com a excentricidade visual e comportamental do Prince - cantor americano que marcou época pela inerente genialidade artística.
Outro detalhe que remete à pessoa famosa é o nome Mariquinha do Socorro substituído por Cindy Campibel, porque, assim que reli o trecho lembrei de Valdirene Aparecida, socialite publicamente conhecida pelo sonoro e pomposo nome de Val Marchiori.
Na capa elas ficaram bonitas, sendo que deu ideia de elas pensando como seriam modelos. Teve o tema da capa, só não exatamente como aconteceu na história, era até normal isso em capas com alusão à história de abertura da Abril e da Globo. O Caio Dossalto pareceu com o Prince, lembrou bem. E não sei se teve inspiração da Cindy com troca de nome da Val Marchiori.
ExcluirÉ que não gostar do próprio nome por considerá-lo feio, brega, por achar que soa como "de pobre" e ter oportunidade de trocá-lo e optar por um que seja sonoro e sofisticado, me remeteu à tal socialite. Mas não sei se em meados da década de 1990 já fizesse parte da elite paulistana* e daí teria inspirado a passagem que envolve os nomes da personagem. Fui saber da existência da dondoca através de programa sensacionalista exibido pela TV Bandeirantes que abordava cotidianos de cinco ou seis madames, há uns treze anos ou um pouco mais.
Excluir*Não é paulistana, nem paulista. Natural de algum estado sulista.
Topete ficou à la Pelé, mas a modelo negra ficou parecida com cantora, modelo e atriz Grace Jones. Caso não reconheça pelo nome, Marcos, é a que interpretou uma guerreira aliada de Conan no filme em que o protagonista foi representado por Arnold Schwarzenegger.
Esse Reality lembro bem Zózimo, foi lá que soube sobre Val, Narcisa e cia.até era engraçado as futilidades das madames.
ExcluirAcredito que a inspiração foi isso de famosos em geral não gostarem de seus nomes e resolverem mudar artisticamente, não necessariamente a Val Marchiori. A modelo negra ficou parecendo estilo Pelé, talvez a inspiração foi pela Grace Jones, tudo indica.
ExcluirIsso mesmo, Drico. Foi naquele reality meia-boca que fiquei sabendo das existências da Val e de outras dondocas igualmente fúteis. Exceto Narcisa Tamborindeguy, essa birutona conheci uns sete ou oito anos antes da estreia daquele programa, foi quando teve seu nome envolvido numa parada delicada que não convém comentar aqui, mas a Rede Globo expôs bem o nome da dita-cuja através de seus telejornais. Aliás, pelo modo como iniciei o parágrafo, existe ou existiu algum reality show que não seja e/ou que não fosse meia-boca?
Excluir"O mistério das models" tem um visual massa, top (que não é model), maneiríssimo! Maneiraço, até! Maaas... como se trata de MSP, já sabem, né? Quase sempre tem algum porém. Pois ficou estranho haver um degrau no quadrão de abertura e sumir logo em seguida, sendo que no segundo quadro da primeira página o foco se mantém exatamente na mesma direção, única diferença é que, digamos, "aumenta o zoom", isto é, exclui as pernocas da modelo e fecha na protagonista. Fica claro que a proposta foi elevar as belas pernas - que já são naturalmente elevadas - a fim de surtir impacto logo de cara, junto a um brevíssimo suspense, contido apenas na primeira página. Contudo, para tal não precisava elevar o chão, não carecia de degrau ali ou, já que foi inserido o ressalto, que fosse mantido no quadro seguinte e em mais alguns, como no terceiro da quarta página e no primeiro da quinta (6 e 7).
Zózimo, traços ficaram espetaculares, sem dúvida. Eles não costumavam ter coerência em certas coisas, principalmente situações assim de coisas dentro de uma casa, muitas vezes apareciam, desapareciam do nada, voltavam a parecer, era uma coisa normal, por isso essa diferença de degrau entre os quadros. Nem tinha reparado nisso, ficou bem discreto, apesar de possível ver a diferença a olho nu de cara.
ExcluirComo tanto em visual quanto em roteiro se trata de um "primor em quadrinhos" e, embora identifiquei e fiz questão de registrar em comentário, me permito uma vista grossa - o que não tem a ver com passar pano, uma incoerência como esta não permite passada de pano, mas, pelos predicados salientados, é um erro que... passa, mas, repito: "passa, sem passar" pano(!).
ExcluirFalando em incoerência, Mônica comete uma no capricho.
Não se trata de erro de desenhista ou falha de roteiro, foi proposital por parte de Rosana Munhoz. Consiste nela, depois de explicar tudo aos dois, sugerir à amiga que vá sozinha ao tal ateliê para tentar solucionar o problema. Ora! Que breve desengajada foi esta? Para quem a Mariquinha do "Socorro pediu socorro"? E mais: caso precisasse recorrer a alguma medida extrema, quem é a forçuda da bagaça? O que a graciosa "saco(-)sem(-)fundo" sabe fazer com plena destreza é comer e beber até o fiofó fazer bico e quase nunca afirmar estar satisfeita, do contrário, teríamos "Turma da Magali". Turma da Mônica não é, assim, à toa, tem toda uma razão de ser, pois o poder de decisão está com a detentora da força bruta e que sabe muito bem como usá-la e controlá-la - controle, bom... total mesmo, nem sempre, porém, boa parte das ameaças e, entre elas, muitas eram grandes ameaças, foi perfeitamente capaz de resolver na tradição, ou seja, na porrada!...
Sim, mesmo gostando dessas antigas, não devemos passar pano para os erros que tinham, faz muito bem indicar tais erros. A Cindy tinha intenção da Mônica ir sozinha e ela estava querendo é que a Magali fosse sozinha pra não precisar passar na máquina do Franjinha e só foi junto depois de ter lembrado que ela teria força, algo que a Magali não teria. Daria para Mônica ir sozinha, ia resolver o problema tranquilamente, pelo visto resolveu a Magali ir também para não passar sufoco sozinha e também aproveitando que a Magali já estava espichada. Tudo foi proposital, sem erro de roteiro.
ExcluirResolver o problema tranquilamente, quem sabe, sim, ou, de preferência, quem sabe, não, Marcos. Porque obstáculos impostos aos benfeitores e benfeitoras enriquecem as aventuras que protagonizam.
ExcluirÉ que foi ímpar a folga da Mônica em querer empurrar Magali desacompanhada para uma missão e, da qual, até o momento, não estavam a par do que de fato se tratava. E a princípio nem teve receio de passar pelo esticador, simplesmente se entusiasmou ao vê-la espichada e não cogitou que poderia fazer o mesmo para ademais se passar por adulta. Só foi refrescar a memória com o que Magali diz no último quadro da décima página (12).
Os brincos como ferramentas de tortura foram uma ótima sacada da roteirista, estimulando Mônica a usar o cérebro em vez dos punhos - incluindo pontapés e o coelhinho. O que foi muito positivo, porque, apesar de adorar quando baixa o sarrafo em vilões, quando não o faz, seja por impedimento ou por opção, variá-la denotando que é capaz de virar o jogo através de táticas sorrateiras e não agressivas, e até mesmo pela pura e simples via da diplomacia, só valorizam ainda mais a personagem.
Participação de Magali fez com que a aventura ficasse mais hilária e ambas se complementaram. Sinergia que naturalmente rola entre elas é sempre bacana e, isto, estando em missões, como é o caso desta HQ, ou, juntamente envolvidas em diferentes situações, até mesmo quando se desentendem, esbanjam sinergia.
Descobri que São Paulo Fashion Week foi inaugurada(o) em 1995. Seria "O mistério das models" uma (não tão) velada homenagem à edição de estreia do evento?
Tem razão, a Mônica ainda não tinha se dado cinta que podia passar pelo esticador. Tudo se encaixou bem, presença da Magali foi fundamental também pra agilizar a trama. E concordo que foi melhor a Mônica usar o cérebro do que a força como a Cindy esperava, boa sacada, ajudou a diferenciar de como Mônica resolvia as coisas.
ExcluirEssa história lembra as da editora Abril
ResponderExcluirSim, tem o mesmo nível louco da Editora Abril. Assim era bom.
Excluirme lembrei daquele episódio onde a Magali virou a dona da rua (TDMS)
ResponderExcluirFoi uma boa história essa da Magali dona da rua, bem divertida.
ExcluirConheço essa história, tenho esse gibi desde pequena. Não esperava que fosse postar, mas fico feliz em ver aqui.
ResponderExcluirA Cindy, ou Mariquinha do Socorro, altona, bem apanhada, quando se é criança gente assim é um tanto intimidadora. Coitada, foi bem drama no começo, mas deu para entender o desespero. Pedir ajuda a Mônica, mas é claro, não existe alguém mais forte e disposta a enfrentar injustiças que ela. A parte da Magali no esticador de mesada, admito, me deu um pouco de medo e aflição na infância, mas o roteirista já tinha avisado que seria uma cena eletrizante de ver, hehe, bem engraçado isso. As meninas altas e magricelas ficou bem engraçado, o comentário do Franjinha sobre a Mônica completou bem. O Caio Dossalto, nossa, pura canalhice esse daí, a maneira como elogiou as meninas foi meio assustadora ao meu ver. Mas isso não é nada comparado aos brincos eletrizantes, uma verdadeira tortura para as modelos. Por um momento pareceu que conseguiu cercá-las por todos os lados e não havia mais esperança, mas felizmente Mônica conseguiu ter uma idéia para aquela situação toda. Idéia essa que ficamos nos perguntando, mas no desfile tudo fez sentido. O cara se revelou na frente de todo mundo e teve o que merecia, muito boa engraçada das meninas. E o final foi ótimo, com a Mônica e Magali ''ananicadas'' depois de passar pelo achatador e ficando furiosas com o Franjinha, fechou bem o final.
Detalhe para a modelo negra, que teve maior destaque que as outras. Na época não era comum, mas era muito bom quando acontecia. E não era como hoje, que é enfiado goela a baixo, cheio de lacração, não, era de forma natural quando acontecia. Assim que deveria ser até hoje, diferente de certas ''Milenas''.
Gostei bastante da história, com boa ação e boa comédia. Rosana sempre mandava bem, triste que foi uma das últimas dela. Sempre ficamos felizes em relembrá-la e sua trajetória na MSP.
Bela história, nota 8.
Mas, sabe, Isabella? Exceto pela Cindy Campibel/Mariquinha do Socorro, achei que a modelo negra se destacou no mesmo nível que as demais. Como imita galinha na passarela, pode ser isto que te fez percebê-la como se sobressaísse em relação às outras modelos figurantes. Concordo quando diz que foi inserida naturalmente, sem a indigesta gratuidade, tão comum hoje em dia, isto é, sem forçação de barra pela questão racial, afinal, a HQ é de uma época trocentas vezes menos histérica...
ExcluirPosso estar equivocado, mas creio que à época desta edição, final de 1995, Naomi Campbell já brilhava nas passarelas.
Mereceria postar essa. Só a Mônica poderia ajudar a Cindy por ser forte. Nunca fiquei com medo com a Magali sendo esticada na máquina, sempre achei engraçada a cena, mas foi bom o aviso dado antes de cena forte a seguir, era legal essa interação. As meninas altas e magricelas ficaram engraçadas, sim. O Caio Dossalto foi perverso de controlar as modelos daquele jeito, até Mônica e Magali poderiam te rido par ao mesmo destino, ainda bem que conseguiram reverter e prender o canalha.
ExcluirA modelo negra teve destaque e foi um avanço para época porque não costumavam colocar personagens negros nas histórias. Poderiam implicar hoje com negra cacarejando, mas foi isso que deixou natural, agindo como as outras modelos e dando verdadeira representatividade. O nome da Cindy Campibel foi inspirado sem dúvida pela Naomi Campbell, que já era famosa na época, esqueci desse detalhe. E, sim, já estamos nas últimas histórias da Rosana em vida, últimas revistas com histórias dela que ela pôde ter visto vendidas nas bancas. Felizmente continuaram com histórias dela nos gibis por mais alguns anos e podia ser lembrada e continuar curtindo suas histórias de alguma forma.
Citei Naomi Campbell não pela similaridade com "Campibel" do nome da modelo fictícia, a trouxe à baila por ser negra e creio que isso motivou a argumentista a inserir modelo com penteado de Pelé, que mais parece uma cacarejante Grace Jones, ainda que só para compor figuração.
ExcluirTem chance da negra ter sido inspirada pela Naomi Campbell pelo físico, sendo que o nome dela inspirado para compor o nome da Cindy Campibel.
ExcluirDesculpe a curiosidade, Marcos. Mas estranhei meu comentário de 16/11/2025, 22:16 mudar de posição, e o seu também, de 17/11/2025, 13:35. Estavam no encerramento da sequência iniciada pela Isabella Junqueira. Ademais curioso foi o comentário dela desaparecer, espero não tenha excluído por minha causa... De antemão, se foi por causa de algo que comentei que a desagradou, perdão, Isabella! Desculpa aí qualquer coisa!
ExcluirMarcos, assim como infelizmente existe no YouTube e em outras plataformas, lembro de você ter dito que há um censor no Blogger. Será que foi I.A. que teria excluído o comentário da Isabella?
A "RETIFICAIRE":
Excluir"(...)desaparecer, espero ☞que☜ não tenha excluído por minha causa... De antemão, se(...)"
Zózimo, não apaguei comentários, foi o Blogger que colocou o comentário da Isabella no spam. Consegui recuperar e voltar ao ar, agora está tudo normal. Só não entendi por que foi para o spam o comentário dela, vi nada de mais.
ExcluirVai censurar a nona, (D)dona I.A.!! Que censorazinha duma fig... Bem, melhor deixar para lá... Se fizer malcriação, posso virar um alvo, vai me lacrar também.
ExcluirQue lindeza de I.A.zinha censora! Coisa fofa do papai Zózimo! Chuac! Smac! Pena que não dá para abraçá-la e, se desse, seria como afagar um freezer...
É, apagam sem critério, do nada, muita frescura, aí por comentário da Isabella ter sido o primeiro, o que responde embaixo apaga automaticamente, por isso a confusão. Ainda bem que deu pra voltar ao normal.
ExcluirSafardana a I.A.zinha patrulheira do Blogger, na caradura tirou do ar um comentário que tem nada de hostil, nada de ofensivo... A sem-vergonha já suprimiu alguns comentários meus. Acho que deve ser pró-Milena, vide que Isabella alfineta a canhotinha, aí, lacrou por retaliação.
ExcluirTambém acho, detonou Milena e aí tirou comentário rsrs. Ah, quem sabe foi alguma palavra que ela postou e IA julgou errada e que nem identifiquei. Com certeza muita injustiça ter apagado.
ExcluirNa verdade, o nome da Cindi é inspirado em duas super-modelos de verdade: CINDY Crawford e Naomi CAMPBELL. E ela é meio parecida com a Claudia Schiffer, pelo que seria referência directa a todas as mais famosas modelos da época.
ResponderExcluirTem razão e aí ao mesmo tempo conseguiu homenagear 3 modelos famosas e bem conhecidas na época.
ExcluirOutro assunto é que hoje assisti 'Laços' e 'Lições'. Gostei dos dois. Adorei as referências subtis e nem tanto, e achei todos os personagens secundários o mais parecidos possível aos gibis (curiosamente, achei os principais os menos parecidos, excepto a Mônica. Os pais também estavam meio diferentes, excepto o Seu Carlito, ao contrário das mães que estavam iguaizinhas.) Adorei ver Xaveco (ruivo??), Jeremias, Titi, Quinzinho, Cascuda, Nimbus, o meu 'chapa' Do Contra, Franjinha (ruivo??), Marina (morena??), Humberto, Dudu, e até Bidu e Mingau - além do Mauricio como 'Stan Lee brasileiro'.
ResponderExcluirTambém achei que todos estavam muito bem caracterizados - a Mô invocada, Magali tão sensível quanto comilona, Cascão sarcástico e 'descolado' e, claro, o Antônio Cebolácio da Silva bem 'pestinha' e metido a inteligente, mas no fundo com bom coração. O Rodrigo Santoro como Louco também estava de chorar a rir, e parece que no filme ele é produto da imaginação do 'Cenourinha', mesmo.
No geral, dou nota 7 para 'Laços' e 8 para 'Lições', que é um excelente filme infantil. Já ao filme do Chico, dou um 7 mais 'para baixo', acho o menos bom dos três, embora também seja bem agradável de ver.
Esqueci-me de mencionar a Cremlida e Clotilde. Adorei vê-las também, embora ache que elas devessem tentar dar banho no Cascão, e não ajudá-lo a encontrar o Floquinho.
ExcluirNo segundo filme, quando percebi que eram Tina e Rolo, dei até um grito xD Os quatro estavam IGUAIS aos gibis, e as personalidades também correctas (embora Zecão devesse ser mais desatento e até grosseiro para com a Pipa, sem querer - assim, sim, seria totalmente fiel aos gibis.)
Legal que gostou dos filmes. Caracterização alguns ficam iguais e outros bem diferentes, Mônica realmente quem menos lembra a dos quadrinhos, seguidos de Cebolinha e Cascão. Boa lembrança de terem lembrado da Cremilda e Clotilde, mesmo que não foi para dar banho no Cascão, já que por não ser o tema principal do filme, aí não devem ter inserido características delas por isso. Eu lembro de matérias coma Turma da Tina no segundo filme, ficaram bem parecidos com os originais, a Tina ficou igual.
ExcluirColocar em live-action(s) personagens que se consagraram pelos quadrinhos e pelas animações, na imensa maioria dos casos são uma parada deveras desafiadora.
ExcluirAté que consegui assimilar bem Super-Homem representado por Christopher Reeve e aquela sensacional tosqueira que foi Incrível Hulk vivido por Lou Ferrigno, até mesmo o Justiceiro interpretado por Dolph Lundgren e mais o Conan pelo Arnold Schwarzenegger. Além do Coringa por Jack Nicholson, foi outro que digeri bem - vejam como entrego a própria idade... De resto, aquele porrilhão de filmes de heróis, anti-heróis e vilões, em sua maioria pela Marvel e uma minoria expressiva pela DC, sei lá, todas as vezes que assisti, só consegui ver atrizes e atores representando, nada de absorção de personagens, todavia, lógico, por incapacidade minha.
Agora, Cebolinha cabeludo, inconcebível! Filme do Chico Bento, então, se Deus quiser, espero nunca assistir. Perdoem, por favor! Sou muito conservador no que tange adaptações de personagens de HQs e de desenhos animados para séries e longas do modelo live-action.
Confesso curiosidade por He-Man e os Mestres do Universo. Não obstante, estou preparado para o pior, pois, em nome da diversidade racial e/ou representatividade étnica, isto é, por conta da lacração, Duncan, mais conhecido por Mentor, guerreiro de fenótipo caucasiano, foi representado (ou será representado, vide estreia para ano que vem) por Idris Elba, um talentoso ator negro - com perdão pela expressão, mas... puta sacanagem!!
Zózimo, também não sou fã desses filmes live-actions, sem dúvida todos se inspiram nos de super-heróis e também por estar na moda, aí a MSP entrou na onda. Desses só vi o "Laços", por mais que se esforcem nunca tem magia dos desenhos animados. Eu também não tenho interesse ver o do He-Man, não deviam mexer em clássicos.
ExcluirUma coisa curiosa é que em todos os filmes, os menos parecidos são os principais (Chico e Zé Lelé então, nada a ver) e todos os secundários estão bem parecidos (no Chico, Hiro, Zé da Roça, Rosinha, Genesinho, Nhô Lau e os Bentos estão iguais. Na Turminha, os do Bermudão e outros coadjuvantes também estão bem parecidos - Nimbus está igual!)
ExcluirCom o Cebolinha, de facto, bastava terem rapado os lados e nuca do actor, e ficaria uma aproximação realista dos cinco fios. Com Seu Cebola, nem tentaram - aliás, é absurdo um homem com cabelo normal estar a tentar fazer crescer cabelo com um tónico, como na trama de 'Laços'. Cascão, também bastava raparem o cabelo do actor e fazerem aquela 'dedada'. Magali, colocar em rabo de cavalo em vez de tranças. A Mônica até achei parecida, gorducha e com cabelo escorrido e mal cortado.
Mas todos os três filmes são pelo menos nota 6-7 em 10. Lições é o melhor.
Aparências do Nimbus e de Do Contra são um tanto genéricas, portanto, são fáceis de serem reproduzidas realisticamente.
ExcluirTiti e Aninha outrossim imagino que foram tranquilas suas adaptações em live-action.
Jeremias, por exemplo, foi mantida a carequice? Como é um personagem negro, somado ao politicamente correto e mais wokeísmo (wokismo), suponho que essa marcante característica física foi abolida na adaptação. Afinal, uma criança negra não pode ser portadora de calvície congênita, penso que seria visto(a) como uma forma de racismo pelos histéricos e melindrosos. E seria bem de boa uma máquina dois nos cabelos do ator mirim, haveria nada de ofensivo ou pejorativo nesse sentido.
Características capilares da Mônica, do Cebolinha, do Cascão, do Humberto e do Teveluisão já são mais complexas para serem adaptadas em versões realistas dentro do mais fiel possível.
Nessas adaptações, sou radicalmente contra enegrecer personagens originalmente caucasianos, isso não faz menor sentido e, pior ainda, por me manifestar com uma crítica legítima, corro risco de ser enviesadamente tachado de racista. Percebem o nível da sordidez que é essa parada?
Sempre defenderei versões originais. Personagens como Falcão, Debulhador Noturno (Night Thrasher), Cardíaco, Bispo (Bishop), Tempestade, Cyborg, Luke Cage, Blade, são todos originalmente negros e eu abominaria se fossem representados por atores brancos ou por de outros fenótipos, como árabe, indiano, mongol e outros que não são subsaarianos.
Pedro, também reparei nisso que os personagens principais não tiveram caracterização fidedigna, com os secundários parecerem mais. Com o Cebolinha era difícil ter cinco fios realistas de fato, só se mexessem com tecnologia e IA pra fazer um cabelo igual . Mas poderiam deixar um cabelo curto e arrepiado com gel, já representaria melhor o Cebolinha e o Seu Cebola também, bem lembrado. Cascão também diferente e nem pra pelo menos colocarem umas sujeirinhas nas bochechas. Magali um rabo de cavalo seria melhor e Mônica menos pior, o vestido vermelho ajudou a parecer melhor.
ExcluirZózimo, parece que o Jeremias ficou de boné vermelho e com cabelo curto nas laterais, aí não fica explícita a calvície. Nimbus é o mais fácil de encontrar um parecido com ele, aí só deixar um cabelo parecido. esses personagens aí difícil dar um ar realista, mas podem deixar o mais próximo possível. Tipo, Cascão podiam deixar um cabelo crespo, com máquina 2 em cima e degradê nas laterais e o menino tinha um cabelo ondulado para liso e volumoso, não dá pra passar pano assim. E personagens brancos tinham que continuar brancos e negros como negros, se mudam é errado também.
ExcluirO Jeremias surge de boné e com o figurino clássico. Titi e Aninha também. Humberto está mais gordinho, mas lembra o personagem. Marina também, faltaram só as madeixas. Dudu tem o penteado errado mas até que dá para ver que é ele. Franjinha parece um dos irmãos Weasley do Harry Potter, achei o menos parecido fora dos principais.
ExcluirPara o cabelo do Cebolinha e Cascão, podiam fazer penteados estilo Anderson Cebolinha (ele tem esse nome por isso mesmo) e para o Cascão, estilo Neymar Jr. Nem precisava de efeitos por computador, só um penteado mais original.
Pedro, também acho que o Cascão ficaria melhor com cabelo assim como o Neymar, tem vários tipos de cabelo poderia combinar como deixaram o menino no filme. Acredito que se preocuparam mais em encontrar alguém com prioridade em interpretação boa do que se parecer de fato com personagens.
ExcluirOlá, Marcos. Sou de Xexéu, Pernambuco. Muito legal o seu blogue!
ExcluirAntes de ler, olhando a história das top models eu pensei que a loira fosse Xuxa.
Li todas conversas do post, mas foi aqui, entre você, o Pedro Benoliel e o Zózimo Humphrey III que chamou mais atenção e peço licença pra opinar. Acho errado atores negros representando personagens brancos. Imagina gritaria e bafafá se algum diretor ou produtor ou autor resolvesse colocar gente branca pra representar um Blade, uma Storm, um Axel Foley e outros negros de ficção, seriam escândalos tão grandes que parariam nos tribunais. Nas artes eu sou a favor de maior representatividade para negros, só mesmo quem é racista pra ser contra isso. Mas se o personagem é branco na origem, não tem que mudar de raça porque foi colocado noutro segmento. Tipo Wilson Fisk e o Nick Fury, brancos nos quadrinhos e negros nos filmes de live-action.
Falou tudo, Edgar! Vai colocar um branco para protagonizar 'Um Tira da Pesada' para ver no que dá... Não fariam tempestade em copo d'água, fariam em cem piscinas olímpicas, caso embranquecessem a x-man Tempestade. Brancos transformados em negros, tudo bem, já o contrário, jamais!!! Essa de dois pesos e duas medidas é hipocrisia das grossas!!
ExcluirEdgar, obrigado por gostar do blog. A Cindy até lembrou a Xuxa, mas não é ela quando lê a história. Concordo, que se personagem é branco tem que manter branco, se é negro, tem que ser negro. Foram poucos personagens negros na Turma da Mônica, infelizmente, mas se eram brancos teriam que manter assim mesmo, que colocassem, então, alguns figurantes negros para representá-los.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPois é, muito bem desenvolvida, assim que era bom. Bem lembrado que no filme do Bicho Papão a Mônica fica esticada na hora de acordar, foi legal também.
ExcluirPorquê apagou, Marcos?
ExcluirEu não apaguei, foi a autora do comentário quem apagou e motivo não sei.
ExcluirOi, Marcos, obrigado por comentar ontem, hein? E gostei do gibi!
ResponderExcluirDe nada. Foi um ótimo gibi, sim.
Excluirposta uma historinha com o Teveluisão
ResponderExcluirTá legal, quando der eu posto.
ExcluirPosta uma historinha com a Mônica
ResponderExcluirTá, quando der eu posto.
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