quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mônica: HQ "Um ladrão na noite de Natal"

Nessa postagem mostro uma história muito boa de quando um bandido tentou assaltar a casa da Mônica bem no Natal. Ela tem 6 páginas no total e foi a história de abertura de 'Mônica Nº 140' (Ed. Abril, 1981).

Capa de 'Mônica Nº 140' (Ed. Abril, 1981)

Começa com o ladrão chamado Zeca entrando na casa da Mônica pela janela da sala, e já vai colocando no saco tudo que encontra pela frente: os presentes que estavam embaixo da árvore de Natal, a própria árvore e quando ia pegar o castiçal dá de frente com a Mônica , que acordou para pegar um copo d'água.


O ladrão fica parado perto da porta, com esperança que a Mônica não o veja, mas ela viu e pergunta quem é ele. Zeca diz que é o Papai Noel, dando também uma risada igual a dele. Mônica diz que não pode ser porque não tem barba branca enorme. Zeca dá desculpa que mandou consertar o aparelho de barbear. Mônica estranha e diz que ele não é um velhinho, que as roupas, cabelo e barriga não eram iguais ao do Papai Noel e o Zeca responde que fez plástica pra rejuvenescer, o uniforme é novo, mandou tingir os cabelos para combinar com o sapato e que parou de tomar cerveja, respectivamente.


Mônica ainda fica desconfiada e o Zeca fala para não pensar muito para não doer a cabeça. E ainda a manda voltar a dormir porque é tarde para criança ficar acordada. Mônica quer saber do presente. Ele vasculha o saco e pega primeiro o castiçal da mãe, que ela reconhece. Zeca põe o castiçal de volta no saco e pega outro presente, que é o quadro da sala, que a Mônica também reconhece.

Mônica fica braba, achando que ele é um Papai Noel muito estranho, sem barba, muito moço, magro, roupa diferente e sem presente. Ele diz que tem presente, procura melhor no saco e encontra, que nada mais era o presente que estava debaixo da árvore. Mônica abre e vê que era uma boneca. Ela achou muito linda e diz que era o que ela queria. Então, Mônica dá um beijo nele de agradecimento e como forma de desculpar, porque pensava que ele era um Papai Noel de araque (que na verdade, era).


Zeca põe a Mônica para dormir e quando ela dorme, ele tenta pegar a boneca para levar para a sua filha. Mas, na hora o espírito natalino toma conta do seu coração e, então, se arrepende e não rouba porque ficou sensibilizado com  a Mônica ficar tão contente com a boneca. Ele também desiste de assaltar a casa da Mônica, coloca tudo no lugar, como se não tivesse passado lá e vai embora. 

No final, o Zeca fica com o dilema de como conseguir uma boneca para a filha dele e, no caminho, vê o trenó do Papai Noel voando, saindo da casa dele. Zeca corre até a sua casa e quando vê, a filha dele, estava dormindo com a boneca de presente dada pelo Papai Noel, como recompensa por não ter assaltado a casa da Mônica e roubado a boneca dela, deixando o Zeca emocionado.


Essa história de Natal é muito legal, mesmo envolvendo bandido, tem uma bonita mensagem no final .Até os bandidos também podem ter o espírito natalino em seu coração. Mostra uma Mônica meio desconfiada, não acreditando muito na conversa do bandido Zeca, mas se deixa levar na conversa e acaba acreditando que ele era o Papai Noel por causa da sua inocência. Pelo menos, tudo acabou bem no final, tanto para ela, quanto para o bandido.


Os traços, como sempre na época, muito bons, é da transição dos personagens superfofinhos do final dos anos 70 com os traços que ficaram consagrados no decorrer dos anos 80. Aí, resulta uma maravilha dessas. Hoje o pessoal estranha uma história de abertura de 6 páginas em um gibi, mas na época era supernormal. Na postagem a coloquei completa. Outra coisa legal também nela, é o absurdo do bandido tentar levar e caber uma árvore de Natal inteira no saco pequeno como aquele.

De curiosidade, o desenho da  capa desse gibi da 'Mônica Nº 140' não teve referência ao Natal, apenas com uma piadinha com o Cascão, que ainda não tinha gibi próprio e um anúncio que naquela edição a Mônica ia enfrentar um ladrão na noite de Natal. Era bem normal as vezes ter histórias de Natal no miolo, mas as capas não ter referência a data. E raramente acontecia também da capa ser natalina, mas não ter nenhuma história sobre o tema. E curioso também chamar "Turma do Mauricio" em vez de "Turma da Mônica".


Essa história foi republicada, pelo menos uma vez em 'Mônica Especial de Natal Nº 1' (Ed. Globo, 1995), que foi onde eu a li pela primeira vez. Digo "pelo menos uma vez" porque podem te republicado outras vezes na Editora Globo, já que nesses especiais de Natal republicam sempre as mesmas histórias. Porém, nos especiais de Natal da Panini não a republicaram novamente. Apesar da bonita mensagem, não teria uma nova republicação atualmente, já que todos sabem bandidos estão proibidos nas histórias novas. Fora falar que o Papai Noel é gordo porque toma cerveja, além da palavra "diacho" também não é bem vinda atualmente e aí seria censurada. Termino mostrando a capa desse 'Mônica Especial de Natal Nº 1'.

Capa de 'Mônica Especial de Natal Nº 1' (Ed. Globo, 1995)

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Os 10 anos do Bloguinho, Dorinha e Luca


Há 10 anos foram criados os personagens Bloguinho, Dorinha e Luca. Em homenagem, nessa postagem falo sobre eles e suas histórias de estreia.

Os três personagens foram criados na mesma época, no final de 2004, sendo o Bloguinho e a Dorinha estreando em novembro e o Luca, em dezembro daquele ano. Todos surgiram com a intenção de estimular a inclusão digital e social.

Capas de gibis de estreias dos personagens: 'Cebolinha nº 221', 'Mônica Nº 221' e 'Nº 222'.

O Bloguinho foi criado baseado no fato das crianças estavam mais interessadas em tecnologia. Como estavam muito ligadas a assuntos virtuais, como internet, chats, orkut, o Mauricio achou interessante incluir um personagem apaixonado pelo mundo virtual. Surgia assim, o Bloguinho, um garoto aficionado por Internet, com cabelo arrepiado em forma de um arroba, que fica sempre na frente do computador e só fala com expressões utilizadas pelos internautas, o chamado "internetês".

Com isso, o Bloguinho fala "Blz", "Ae", "Nick", em vez de falar "Beleza", "E ai?" e "Nome", por exemplo. Nas suas histórias é muito comum também aparecer emoticons nas suas falas, como " :-) ", " :-( ", etc. Os seus balões, quando está falando algum emoticon, são diferenciados dos outros personagens, sendo retangulares, em vez dos tradicionais cantos arredondados, para dar um ar mais inovador.

O Bloguinho passou a ser o irmão caçula do Teveluisão, que não desgruda por nada da televisão. Por isso a aparência do  Bloguinho ser parecida com ele. Com a criação dele, marcou até a volta do Teveluisão aos gibis que andava sumido na época. O Bloguinho ficou responsável, então, de levar a tecnologia para as histórias, com a intenção de ensinar os emoticons e expressões e se familiarizar com esse universo, e, logicamente, atrair as crianças que estavam acostumadas com o internetês.

Sua história de estreia foi "Internetês", publicada em 'Cebolinha Nº 221', de novembro de 2004, com 11 páginas no total. Nela, o Cebolinha e o Cascão estavam juntos, quando aparece o Bloguinho, falando internetês. O Cebolinha não entende nada o que ele quer dizer e, então, o Cascão e o Bloguinho o ajudam a  compreender. Ao longo da história vão falando várias expressões, como "kkkk" e emoticons, como " [ ] " (abraços), " B:-) " (óculos na cebeça), " :- ( )" (Ooh!), entre outros, e eles vão explicando ao Cebolinha o que significa.

Trecho da HQ "Internetês" ('Cebolinha Nº 221' - 2004)

O Teveluisão aparece mais no final, falando que o Bloguinho é irmão dele e o leva para casa. Cebolinha fica triste que o Bloguinho teve que ir embora porque estava gostando de aprender e então o Cascão ensina mais expressões para ele. No final, alienígenas escondidos falam para cancelar a invasão a Terra porque os humanos já foram dominados e até falam a língua deles.

Trecho da HQ "Internetês" ('Cebolinha Nº 221' - 2004)

A Dorinha foi a primeira personagem  cega da MSP. Foi criada, pensando na vontade do Mauricio de um personagem deficiente visual interagindo com a turma, mostrando uma nova maneira de ver a vida e ensinar que essa deficiência não seja motivo de exclusão social, já que todos os personagens a tratam de igual para igual, sem se importar que ela seja cega.

Ela foi inspirada na filantropa cega Dorina Nowill, que perdeu a visão quando criança e criou uma fundação com seu nome que trata de cegos. Dorinha sempre aparece de óculos escuros, normalmente segurando uma bengala e tem a companhia do seu cachorro labrador chamado Radar, que é o seu cão-guia. Dorinha é muito sensitiva, reconhece seus amigos só pela voz e brinca com eles como qualquer criança. Nas histórias, ela mostra como ouve, sente o cheiro das coisas, apesar das suas limitações, sem se tornar tão didático, mas a maioria das histórias mostra mesmo a Dorinha participando nas histórias como qualquer outro personagem, interagindo normalmente com eles, que até esquecem que ela é cega.

Sua história de estreia foi "Dorinha, a nova amiguinha", de 'Mônica Nº 221', de novembro de 2004, com 15 páginas. Nela, a turma está brincando de cabra-cega e é a vez da Mônica ficar com a venda nos olhos para procurá-los. Eles correm e a Mônica não consegue alcançá-los até que ela se esbarra com um cachorro. Era o Radar, o cachorro da Dorinha, que estava ao seu lado.

Trecho da HQ "Dorinha, a nova amiguinha" ('Mônica Nº 221' - 2004)

Dorinha fala para Mônica que é nova no bairro, o Radar é seu cão-guia e que ela não enxerga. Mônica leva a Dorinha para conhecer seus amigos. Chegando lá, Dorinha diz que já sabia o nome de todos por ouvir bem as vozes e então a Mônica revela que não enxerga. Dorinha diz que não enxerga como eles, mas sente, ouve, cheira e imagina.

A turma chama a Dorinha para brincar com eles, com a Dorinha procurando por eles na cabra-cega e ela fez questão de colocar as vendas nos olhos só pra entrar no clima da brincadeira. Dorinha encontra a Mônica só ao ouvir a risada baixinha atrás da moita; Cascão, pelo cheiro; Magali, pelo cheiro do cachorro-quente que comia; Marina, pelo risco do seu desenho, e o Cebolinha ela consegue pegá-lo quando ele tropeça no Radar.

No final, Marina diz que fez o desenho da paisagem, mas esquece q Dorinha não enxerga. Ela diz que sente, ouve, cheira e imagina e acredita que está lindo, com uma bonita imagem do Sol se pondo e todos reunidos, simbolizando uma bela amizade que estava surgindo.

Tem um lado curioso nessa história é que eles não utilizam os termos "cega" nem "deficiente visual". Dorinha diz apenas que não enxerga. E dá para perceber uns diálogos dos personagens com muitas gírias, já estavam mais diferentes do que era nos anos 90, E eles já não falavam mais a palavra "azar", substituindo a palavra por "zica".

Trecho da HQ "Dorinha, a nova amiguinha" ('Mônica Nº 221' - 2004)

O Luca surgiu, assim, como a Dorinha, no interesse do Mauricio da inclusão social e de ter um deficiente físico interagindo com os personagens, como qualquer pessoa normal. Mostram de vez em quando histórias envolvendo situações de dificuldades de locomoção na rua, mas prevalecem mesmo histórias com ele interagindo e brincando com os personagens, como uma pessoa normal. Luca adora esportes, principalmente basquete, e passou a ser o queridinho das meninas do bairro, que achavam muito bonito e charmoso. Mesmo assim, não impede de participar dos planos infalíveis do Cebolinha contra a Mônica, junto com os outros meninos e apanha da Mônica normalmente.

Foi inspirado no cantor Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, que ficara paraplégico em 2001, após um acidente aéreo. Tanto que a ideia era chamar o personagem de  de "Paralaminha", mas no início acharam melhor colocar o nome de "Da Roda", porque sempre estava em cadeira de rodas. Pelo jeito acharam o apelido muito pejorativo e com certa discriminação, e, com isso, resolveram dar o nome de "Luca" para ele e o apelido ficou de lado.

Sua estreia foi na história "Um menino sobre rodas", de Mônica Nº 222', de dezembro de 2004, com 23 páginas no total. Magali comenta com Mônica que um garoto se mudou para o bairro. Magali tira uma foto com a câmera digital debruçado na janela e as duas vão a casa dele. Chegando lá, não tinha ninguém e estranham detalhes na casa, como marcas de rodas no chão do quintal, que pensam que ele anda de skate, bicicleta ou patinete.

Trecho da HQ "Um menino sobre rodas" ('Mônica Nº 222' - 2004)

Elas notam também portas largas e pensam que ele é gigante e obeso, além de uma rampa na porta da entrada e pensam que ele cria cobra. Da Roda aparece do lado de fora do muro e elas se escondem no banheiro. Lá, elas veem pia baixa e privada alta com ferro para segurar. Aí, pensam que são ETs que moram lá. Ficam desesperadas e tentam fugir. Até que ele se aproxima e elas veem que ele é cadeirante.

Da Roda desvenda os mistérios, que tudo foi adaptado na casa por causa da cadeira de rodas e no final, elas adoraram o Da Roda e imaginam como seria namorar um cadeirante.

Assim como a Dorinha, eles não falaram que ele é "cadeirante", "paraplégico" ou "deficiente físico". Os diálogos também mais modernos, em comparação aos anos 90 e interessante a câmera digital ser tratada como uma novidade na época, afinal tinha se popularizado há pouco tempo, até então. Lembrando que essas histórias de estreias da Dorinha e do Luca dá para ler no site oficial da Turma da Mônica. A do Bloguinho, não.

Trecho da HQ "Um menino sobre rodas" ('Mônica Nº 222' - 2004)

Depois dessas histórias continuaram a parecer, sem muitas mudanças em comportamento e tipos de histórias. Dorinha e Luca normalmente continuam sem se da rmal nas histórias. De mais diferente, é que o Bloguinho não fala tanto internetês como no início. Ultimamente, esses 3 personagens não andam aparecendo muito nos gibis, sem dúvida apareciam bem mais e agora andam meio sumidos. Até o momento dessa postagem, a  aparição mais recente foi só da Dorinha em história solo no gibi da 'Mônica Nº 96', de 2014, depois de um bom tempo sem aparecer.

Como podem ver são personagens muito importantes, todos a favor da inclusão digital e social. Para mim, os melhores foram Dorinha e Luca. Pena que mudaram o nome do Luca, gostava mais de Da Roda. O único personagem com deficiência era o Humberto (mudo) e a inclusão deles até que achei uma boa por isso, afinal é imprescindível que todos saibam respeitar os deficientes, sejam eles físicos ou mentais e aprender isso desde criança é uma boa. Só podia ter alguns conflitos com eles e se darem mal no final. Enfim, parabéns pelo aniversário de 10 anos desses personagens!

domingo, 7 de dezembro de 2014

Capa da Semana: Cebolinha Nº 48

Uma capa muito legal com o Cebolinha escondido na árvore de Natal, aflito depois de ter dado um nó nas orelhas do Sansão e a Mônica furiosa procurando para bater nele. Se ela encontrou o Cebolinha ou não, fica a imaginação do leitor.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha Nº 48' (Ed. Globo, Dezembro/ 1990).


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Propagandas Alimentícias (Parte 2)

Continuando com a série de propagandas de alimentos da Turma Mônica, nessa postagem mostro propagandas que circularam nos gibis entre 1989 e 1995. 

Em 1989, circulou a propaganda da geleia da Mônica da "Cica", nos sabores de morango e goiaba. Essa saía na contracapa das revistas, após a tirinha final, convidando o  leitor, que tinha acabado de ler a revista, para abrir um pote da geleia da Mônica. Muito legal.

Propaganda tirada de 'Mônica Nº 33' (Ed. Globo, 1989)

Os biscoitos vitaminados da Turma da Mônica, da "Bauducco" foram lançados em 1990, disponível em 2 embalagens: um de pacote para levar aonde quiser, com sabores de morango e de chocolate. e um de caixa,  com sabores de leite com coco e de chocolate. Em ambas embalagens, vinham  estampados os personagens nos biscoitos.

Uma coisa legal nas embalagens das caixas, é que os biscoitos tinham formatos diferentes, como corações, estrelas, ossos, de acordo com o personagem. Por exemplo, a pessoa comia um biscoito do Bidu, com formato de osso e ainda podia escolher qual personagem queria comer primeiro. Além disso, vinham jogos para recortar e passatempos na embalagem para as crianças se divertirem. 

Já os biscoitos de pacote tinham formato circular, com os rostos dos personagens estampados,com cerca de 7 unidades por pacote. Já o de caixa vinham muitos biscoitos, mas nem lembro o certo quantas unidades por caixa. Eram muito gostosos, não era a toa, o slogan "os amiguinhos de toda a hora". Os biscoitos de pacote os dois sabores muito bons, e o de caixa o melhor era o de leite com coco.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 110' (Ed. Globo, 1991)

Em 1991, aproveitando o sucesso desses biscoitos da Turma da Mônica, a "Bauducco" criou o biscoito de milho da Turma do Chico Bento. Só foi vendido em embalagem caixa e o formato era o contorno dos personagens. Tinha 8 formatos diferentes, com biscoitos do Chico Bento, Rosinha, Torresmo, Giselda, entre outros. 

Apesar, de ser semelhante, não fez tanto sucesso como o da Turma da Mônica e durou pouco. Eu mesmo não gostava do sabor desse biscoito do Chico Bento, achava doce demais. Os da Turma da Mônica era muito mais gostosos.

Propaganda tirada de 'Chico Bento Nº 128' (Ed. Globo, 1991)

Em 1993, os biscoitos da Turma da Mônica ganharam novas embalagens e nada melhor que um novo anúncio para divulgar esses biscoitos da "Bauducco". Dá para reparar que o slogan "os amiguinhos de toda a hora" continuou.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 177' (Ed. Globo, 1993)

O iogurte da Turma da "Danone" ganhou uma embalagem nova em 1993, com tema esportivo, em duas versões: uma com 6 unidades e outra, com 2. Para anunciar a novidade, fizeram essa propaganda, com um desenho bem caprichado, por sinal.

Propaganda tirada de 'Magali Nº 97' (Ed. Globo, 1993)

A gelatina "Sol" foram lançadas em 1993, em 5 sabores: cereja, limão, morango, uva e abacaxi. E no verso, vinham jogo da memória dos personagens para recortar e colecionar, e, então, quanto mais gelatinas a pessoa comprasse, mais peças do jogo tinha.

Propaganda tirada de 'Magali Nº 111' (Ed. Globo, 1993)

Os chocolates da Turma da Mônica da "Nestlé" também foram lançados em 1993. Era um chocolate marrom  ao leite, com a imagem do personagem em chocolate branco em relevo. Eram muito gostosos. Tem gente que comia toda a parte marrom para depois comer o personagem.  

Tinha embalagem com unidade individual e também vendiam com 3 unidades por embalagem. E vinha de brinde um cartão-postal exclusivo dos personagens para colecionar apenas nas embalagens de 3 unidades. 

Propaganda tirada de 'Cebolinha Nº 80' (Ed. Globo, 1993)

Em 1995, foram lançados novos cartões-postais e para divulgar a novidade, fizeram uma nova propaganda, que mostro abaixo:

Propaganda tirada de 'Chico Bento Nº 229' (Ed. Globo, 1995)

Lembrando que em 1998 tiveram novos cartões para colecionar nesses chocolates da "Nestlé", mas não teve propaganda anunciando.

Como sempre propagandas muito nostálgicas. O bom que nessa postagem a maioria não ficou restrita a ter só imagem dos personagens nas embalagens e os produtos tiveram formatos, jogos e brindes com a turminha. Bem ao estilo, comer, se divertindo. 

A série continua e em breve, colocarei outras propagandas alimentícias aqui.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Capa da Semana: Cascão Nº 24

Dezembro chegou, mais um final de ano e o mês do Natal. Para começar a entrar no clima natalino, mostro uma capa bem caprichada do Cascão enfeitando a sua árvore de Natal, que foi um cactus, a planta preferida dele por não precisar de água.   

A capa dessa semana é de 'Cascão Nº 24' (Ed. Globo, Dezembro/ 1987).