segunda-feira, 15 de junho de 2026

A Turma: HQ "Os quatro garotos do Limoeiro"

Em junho de 1996, há exatos 30 anos, era publicada a história "Os quatro músicos do Limoeiro em que Cebolinha e os outros meninos se fantasiam de filhos dos Beatles para pegarem o Sansão da Mônica. Com 11 páginas, foi publicada em 'Cebolinha Nº 114' (Ed. Globo,  1996).

Capa de 'Cebolinha Nº 114' (Ed. Globo, 1996)

Cebolinha ouve Mônica ouvindo música na vitrola e pergunta se ela deu para voltar para o passado ouvindo discos de vinil. Mônica conta que não, que são preciosidades dos pais dela, os discos dos "Bitous". Cebolinha diz que sabe que é o grupo que fez sucesso há um tempão. Mônica fala que eles fazem sucesso, podem estar velhinhos, mas  a música é imortal, canções que falam de paz, amor e felicidade e que estão se reunindo de novo para gravar novas músicas.

Mônica mostra pôsteres dos integrantes da banda, Pôu, Xórge, Dingo e a voz do Jon, suspirando por ele. Cebolinha pergunta se eles vão se reunir no museu. Mônica diz que talento não envelhece e aposta que passaram isso para os filhos. Cebolinha pergunta se eles têm filhos, Mônica afirma e quando eles crescerem, vão ser ídolos dela também. Cebolinha vai embora do nada, com ideia para um plano infalível.

Depois, Cebolinha aparece com Cascão, Xaveco e Nimbus, todos fantasiados de "Bitous", dizendo que vai ser fácil driblar a Mônica do jeito que ela é fã. Xaveco manda ir com isso logo a mãe não pode descobrir que sumiram as perucas dela, Cascão reclama que os sapatos estão pinicando e Nimbus pergunta se os instrumentos de papelão vão colar.

Eles aparecem na frente da casa da Mônica e começam a cantar música dos Bitous e Mônica se emociona que eles estão cantando no quintal da casa e pula da janela do quarto para pedir autógrafo, sendo que se dá conta que são muito jovens para serem os Bitous. Cebolinha dá desculpa que são filhos deles. Cebolinha é o Xixo Macalta, filho do Pôu Macalta; Xaveco é o Vaiqui Está, filho do Dingo Está; Cascão é o Vavá Aiquisom, filho do Xorge Aiquison, e Nimbus como Yakashuca Lenno, filho do Jon Lenno. 

Mônica comenta que Yakashuca tem olhinhos puxados e Nimbus responde que a mãe dele é a Quinoco Ono. Ela acha uma maravilha os Bitous mirins na Rua do Limoeiro. Cebolinha fala que "vão alasar", Mônica comenta que ele fala como um amiguinho dela e ele responde que não aprendeu a falar Português direito. Mônica como que o filho do Xórge é fedidinho e Cebolinha diz que na Inglaterra faz muito frio para tomar banho todo dia.

Eles fazem apresentação musical para a Mônica, que adora e quer contar para a turma que eles estão ali. Os meninos impedem, dizem que estão só de passagem, tem um submarino amarelo esperando. Mônica pergunta se foram lá só para cantarem para ela. Os meninos respondem que mais ou menos, que foram para cantar músicas de paz e amor, que é triste saber que tem gente que ainda batem nos outros neste mundo, principalmente meninas que surram amiguinhos e as gorduchas são as piores, e que recolhem armas por todo lugar que  passam: revólveres, luvas de boxe, coelhinhos de pelúcia, que são os piores.

Mônica diz que tem um coelhinho, pequenininho e fragilzinho. Cebolinha quer que ela o entregue, armas são armas. Mônica resiste entregar, Cebolinha diz que se é assim, os pais deles não gostarão nem um pouco disso e pede para Cascão passar o celular. Mônica entrega o Sansão para eles, avisando para não contar para os Bitous. 

Eles vão embora, aliviados que o mundo pode respirar tranquilamente. Cascão fala que ele também, tira a peruca piniquenta e quer tirar o terno apertado e Mônica descobre que era um plano infalível, só que em vez de apanharem, os meninos não terminam história com olho roxo, em homenagem aos Bitous, ela manda cantarem, e ela traduz que "tudo que você precisa é amor".

História legal em que Cebolinha descobre que a Mônica é fã dos "Bitous" e faz um plano infalível de ele se fantasiar com os outros meninos como filhos dos Bitous e conseguirem pegar o Sansão alegando que o coelhinho era uma arma e seria uma ameaça à paz no mundo. Depois de entregar o Sansão, Mônica descobre que era tudo.um plano depois do Cascão tirar o disfarce na frente dela, só que dessa vez eles se deram bem e não apanharam para homenagear os Bitous que defendiam a paz e não à violência.

Cascão mais uma vez para estragar o plano, poderia esperar terem se afastado mais, já longe da Mônica. Incrível que Cebolinha sempre o chama para participar e já sabe que ele sempre estraga os planos. Mônica se passou como uma Beatlemaníaca e foi muito boba e ingênua, primeiro acreditou que eles eram os verdadeiros Bitous, depois que eram filhos deles e com várias evidências de instrumentos de papelão, filhos de todos os integrantes com mesma idade, condição de pegarem o Sansão como foi em outros planos anteriores, Nimbus com olhinhos puxados, Cebolinha falando errado, Cascão fedido, até desconfiou um pouco só que acreditou nas desculpas deles.


Foi história de plano infalível padrão com diferencial do final não apanharam para fazer homenagem aos Beatles que pregavam paz e amor. Na época ficou em um sentido original, para variar do óbvio que os é sempre apanhavam em histórias de planos infalíveis. Quem diria que hoje um final assim é o que prevalece já que o politicamente correto não permite violência.

Cebolinha pede silêncio dizendo os nomes do Xaveco,  Nimbus e Cascão no 1° quadro da página 7 do gibi para comprovar aos leitores que eram eles fantasiados, mas nem precisava, já dava para saber que eram eles, inclusive o Xaveco, que é quem poderia gerar alguma dúvida. Xaveco ficou como secundário, quase não falou e foi o que menos apareceu. Foi uma das vezes que o Nimbus participou de plano infalível, mas não era muito comum já que tinha a personalidade mais de ser um menino que atraía as meninas pelo seu charme, personalidadedele que foi abandonada depois. 

As paródias foram muito boas, tanto no nome da banda, os nomes dos integrantes Paul MCCartney, George Harisson, Ringo Starr e John Lennon, e até as letras das músicas também foram parodiadas. Engraçado também Cebolinha perguntar se Bitous vão se reunir no museu, Mônica estranhar Cebolinha falando errado e ele responde que não aprendeu a falar Português direito, Mônica comentar como que o filho do Xórge é fedidinho e Cebolinha diz que na Inglaterra faz muito frio para tomar banho todo dia.

Cebolinha com etarismo, achando que Beatles eram velhos e na verdade nem eram já que tinham por cerca de 50 anos. É que em 1996 uma pessoa de 50 anos já era considerada velha, aparentava mais idade, músicas de 30 anos atrás até então achavam ultrapassadas, hoje em dia essa visão mudou. Sobre Cebolinha dizer que ela voltou ao passado porque em 1996 os discos de vinil já estavam perdendo popularidade para o CD, os discos ainda eram vendidos, só que em tiragem menor e as pessoas estavam comprando CDs com mais frequência e depois de 1997 as gravadoras passaram a lançar álbuns só em CD. Hoje em dia CD também é ultrapassado e músicas são ouvidas em aplicativos digitais como o Spotify. Sobre autógrafo, hoje em dia Mônica iria pedir para tirar fotos com eles no celular.


Bela homenagem aos Beatles, teve referência atea submarino amarelo. Volta e meia faziam homenagens a eles em outras histórias e eram boas. Essa foi da época do "Anthology", projeto com faixas ao vivo e duas músicas inéditas que os três remanescentes da banda na época gravaram a partir de obras do John Lennon,  morto em 1980, e lançamento com um VHS com entrevistas, e isso serviu de inspiração para criar esta história. Deve ter sido escrita por Paulo Back, que é grande fã dos Beatles.

Incorreta hoje em dia por ter plano infalível tirando proveito de Mônica boba, Cebolinha com etarismo, menção à Beatles por ser banda antiga que crianças nem sabe quem são,  hoje preferem citar artistas famosos da atualidade, xingarem Mônica de gorducha, além da palavra proibida "gozado".

Traços ficaram bonitos do estilo consagrado dos personagens, os meninos ficaram bem fantasiados de Bitous. Colorização jánãotinha mais degradêem todos os quadros, mas nessa até que prevaleceu. Pena cores escuras demais. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos.

26 comentários:

  1. Puxa vida! Achei que ia me deleitar com a Mônica descendo o sarrafo, mas, não, não teve, roteirista optou por um desfecho inusitado, que fala de amor... É, ao menos saiu da rotina...
    Agora, cá para nós, o Xaveco ficou a cara do Papa-Capim* e o Cascão ficou a cara do Keith Richards* quando jovem, lá das décadas de 1960 e 1970. E por conta do filho meio japa de Yoko e John, o Nimbus foi devidamente encaixado na trama.
    Da hora a piada com "Submarino Amarelo". Poderiam ter arranjado brecha para inserir outra com "Sargento Pimenta", mas, nesse caso, talvez teria mais a ver se o alvo do plano fosse a Magali.
    **Um paradoxal "cara-pálida indígena" e a versão mirim do guitarrista do grupo que historicamente foi o principal concorrente dos Beatles: Rolling Stones, os inoxidáveis.

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    1. Sim, seria mais engraçado a Mônica dando surra em todo mundo, mas roteirista quis diferenciar o mesmo final de histórias de plano. Na época foi bem original e sendo só uma assim, tudo bem. Também achei o Xaveco bem parecido com o Papa-Capim, só que branco, Cascão não tinha associado essa semelhança e Nimbus foi bem encaixado devido a isso do filho do John. Bem legal a referência a "Submarino Amarelo" e "Sargento Pimenta" teria mais a ver com Magali.

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    2. Retomando aquele assunto que iniciamos há mais ou menos doze dias, mesmo considerando que Mônica tem seis para sete de idade e o contexto lúdico ao qual faz parte é propenso a absurdos, ela foi boba por não perceber que os ditos filhos dos Bitous eram os moleques que vivem lhe espezinhando, certo? Expressou desconfiança pelas baixas estaturas e logo voltou a ser engrupida. Não obstante, e quando uma farsa na vida real se iguala, ou, eu diria, pelo tempo que durou, até suplanta ficções pautadas em absurdos, como é o caso desta aqui?
      Já ouviu falar em Amanda Maria Souza de Oliveira, Marcos? Golpista cearense de trinta e sete ou trinta e oito anos de idade que por mais ou menos quinze meses se passou por pré-adolescente e foi adotada por uma família que reside na cidade de Joinville (SC). Vossa senhoria está a par dessa pérola que mais parece roteiro de filme de comédia ou de alguma novela das sete (19:00) da hoje decadente Rede "Grobo"?

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    3. A Mônica podia ter desconfiado que filhos dos Bitous não poderiam ter mesma idade, cada integrante teriam filhos em épocas diferentes, não seriam pais ao mesmo tempo e não necessariamente os filhos eram crianças, visto que eles estavam na faixa de 50 anos na época. Eu vi esse caso da golpista que fingiu que tinha 12 anos pra ser adotada. Incrível que como não desconfiaram, foi burrice também da família que a adotou, daria um bom filme de comédia ou novela das 19h da Globo, quando tinha grandes comédias nesse horário.

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  2. Eu li esta história na época, neste mesmo gibi. Foi uma época brilhante de inspiração ímpar dos roteiristas. Desde essa época passei a ser fã dos Beatles, comprei toda a discografia nos anos seguintes e acompanhei bem os lançamentos posteriores. É uma lembrança muito boa, pois no final de 2023 foi lançada a terceira música deste projeto, Now and then. Mês passado, depois de muitos anos, resolvi comprar as 7 edições número 01. Gostei muito das histórias, começaram a honrar um excelente período da história da Turma da Mônica. Parabéns a longevidade deste blog.

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    1. Na época eles eram muito criativos, rendiam ótimas histórias. Legal que você passou a ser fã dos Beatles depois dessa história, uma excelente banda sem dúvida. Lembro do lançamento dessa "Now and then" em 2023. Essas novas Nº 1 não gostei não, nem roteiros e muito menos traços. Obrigado, o blog continua firme e durando bem.

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  3. 1 é loiro cacheado, o outro tem pouca-telha espetada, outro tem digital cabeluda, então, não são aqueles retratinhos pra documentos, mas já que o Nimbus só precisou dar 1 tapa no telhado, os disfarces foram 3x4.

    Minha mãe que adora ouvir “Anna Júlia” da banda Los Hermanos na versão regravada pelo George Harrison. Foram 4 músicos estrangeiros famosos que se uniram pra regravar o hit e entre eles 1 era o ex-Beatle.

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    1. Também acho que o Nimbus não usou também peruca da mãe do Xaveco, foi só dar mudada no penteado, ao menos menos uma peruca não usada. Essa música "Anna Julia" tem uma pegada de Beatles, aí combinou então o George Harisson regravar.

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  4. Legal a história e as referências a músicas dos Beatles. Identifiquei: She Loves You, Can't Buy me Love, Love me Do, Twist and Shout, Yellow Submarine, All you Need is Love e a referência à capa do disco Help no último quadrinho.

    Tem aquela outra história, do Penadinho, acho que se chama "Paul is dead" ou algo assim, que é cheia de referências e no fim o narrador até lança o desafio para os leitores, de quantas referências eles conseguem identificar.

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    1. 2 detalhes interessantes: no quadrinho em que eles cantam a "Love Me Do" um deles toca gaita, que nem na música do mundo real.
      No quadrinho em que eles falam que recolhem armas em nome da paz, a menção específica a um "revólver" pode ser referência ao álbum "Revolver" dos Beatles

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    2. PS: dá até uma dorzinha no coração olhar essa capa do gibi e ver o preço de R$1,50.... ai, ai... destruíram o nosso Real!

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    3. E é para ficar frustrado, mesmo. Dentro de quase trinta e dois anos de existência nossa moeda desvalorizou significativamente... Hoje em dia um gibi convencional da MSP está custando R$ 8,90 e no conteúdo não há o que se salve. Carregam nos passatempos e todas as histórias são com personagens descaracterizados e roteiros fracos.

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    4. Geralmente nessas histórias em homenagem aos Beatles tinham muitas referências e nessa não foi diferente. Paulo Back é grande fã das bandas e sabe de tudo da banda, aí gostava das referências. Era bom que enriquecia mais as histórias. Essa "Paul is dead" com a Turma do Penadinho também foi muito boa, altas referências nessa também.

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    5. Preço era ótimo. Mesmo que o salário mínimo aumenta, o reajuste da Panini é muito grande, a cada ano eles aumentam 1 real. Até em 2016 era centavos quando tinha aumento e nem todo ano aumentavam preços. Depois de 2016 meteram a mão e com detalhe agora os gibis têm menos páginas e com muitos passatempos. Isso também desanima povo comprar, acaba gibis sendo artigos de luxo. Melhor período foi entre 2002 a 2009 que teve preço congelado de R$ 2,90 os gibis de 68 páginas e durante todo esse tempo.

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  5. Muito bom essa história principalmente por ser uma das raras histórias que envolve plano infalivel, mas sem os meninos apanharem. Ah, soube que vai ter uma escultura bronze do Mauricio de Sousa ao lado dos personagens da Turma da Mônica na Avenida Paulista, em frente ao Parque Trianon?

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  6. Bela histórinha. Simples, mas bem escrita e entretida.

    Mônica mais uma vez tapada sem nenhum senso, é sempre um vacilo maior que o anterior. Tantos alertas vermelhos, tantas bandeiras duvidosas... Vamos lá minha filha, chega de passar vergonha. Pior que tem gente assim na vida real, nunca consegue deixar de ser besta, não importa quantas vezes seja. Mas eu dou um desconto aqui por ela ser criança, bem pequena ainda, e talvez também tenha sido a emoção do momento em conhecê-los. Mas tenho que admitir que ela tem bom gosto, além dos "Bitous" serem a eterna sensação das gerações (não sei dessa atual, mas DEVIAM continuar sendo sem dúvida), eu sempre achei discos de vitrola mais atraentes também (e isso de alguém nascida em 2002, tenho vergonha nenhuma de admitir). As tiradas do Cebolinha no começo, "vão se apresentar num musel?", "voltou ao passado"... Me arrancam umas boas e sinceras gargalhadas kkkkkkkk, icônico, esse menino sempre consegue ter os melhores comentários, etarismo imperdoável de lado. E os planos mais sem pé nem cabeça também, até hoje me pergunto por que ainda não derrotou a Mônica... né? Os meninos caracterizados até ficaram bonitinhos, de todos Xaveco e Nimbus foram os que convenceram melhor. E pelo jeito os meninos tem talento, seriam excelentes cantores pelo menos (acho que pelo menos a voz a Mônica reconheceria se cantassem mal), e eu quero saber que mágica eles fizeram para conseguir fazer música com instrumentos de papel (devem ter talento mesmo). E as desculpas "ainda não aprendi o português correto", "na Inglaterra é muito frio para tomar banho todo dia", sempre as melhores possíveis... para fazer rir é claro! Me pergunto se os meninos fazem no improviso ou se ensaiam essas desculpinhas fajustas, porque Meu Senhor... Isso de quererem o Sansão, que previsível, mas também não pode faltar, é o objetivo final deles, e as conversas deles... Eles bem que podiam inovar um pouco, talvez dizer que não gostam de fãs que ainda praticam violência e que podiam ir embora com uma má impressão dela e nunca mais voltar, até daria certo também... Mas de todo modo, Mônica trrroooouuuuxaaaa. E é isso que faz toda diferença, sempre torna tudo tão bom e hilário. Agora quem é mais besta: a Mônica ou o Cascão que "infalivelmente" consegue sempre estragar tudo, esse daí também putz grila... ás vezes até parece que faz de sacanagem. Quase parece o Pinky que sempre estragava os planos do Cérebro, para isso o Cebolinha sempre pode contar com o Cascão. Mas... pelo menos dessa vez não foi realmente mal, um final felizinho para todos, nada mal, Mônica perdoar os meninos de boa, era bem raro nas histórias antigas e por isso que realmente valia quando via, é sempre bom sair um pouco do lugar comum, e essa realmente fez sentido dentro do contexto... hoje em dia que esse final é tão esperado e clichê, com liçãozinha de moral forçada, que as coelhadas é que tão fazendo MUITA falta, completamente aguado e sem sal. Como fazem falta uns tablefes que seja, que diferença... tem nem um 1% sequer de valor de entretenimento que um dia já teve...

    Beatles são mais um exemplo de como antigamente era melhor... músicas lindas, com letras inesquecíveis, vocais envolventes de dar inveja... o que temos hoje em dia? Putz, nem tem comparação, só lixo, só tristeza... músicas entram e saem de moda, como roupa, cinco anos depois ninguém mais lembra quem era aquele cantor ou bandinha. Talento hoje em dia... é outra coisa, talento verdadeiro é muito valioso de achar. Ah, uma campanha a volta aos velhos tempos não seria nada mal... mas acho que o jeito é se conformar, essa geração tem nem ideia do que perderam e estão perdendo, da até dó...

    História boa e divertida. Nota 7.5

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    1. Mônica sempre tapada, não enxergando o óbvio, que estava na cara, a idolatria aos Beatles foi mais forte pra perceber as bandeiras. Beatles sempre foi sensação em várias gerações, mas acho que essa atual não liga e nem conhecem, a não ser que os pais sejam muito fãs e apresente para os filhos. Os discos de vitrola tinham seus charmes, também gostava.

      Eu ri muito também nessa parte de "vão se apresentar num museu?". Tinha de tudo para planos darem certo, só têm azar de sempre ter um porém pra estragar. Normalmente era Cascão quem entregava, mas quando não era ele sempre tinha alguma coisa pra impedir trunfo dos meninos. Xaveco e Nimbus convenceram bem de "Bitous", eles devem ter cantado bem, afinal, a Mônica gostou. Os instrumentos guitarra e violão não fizeram som, só tambor e flauta, Mônica que ficou tão encantada que só ficou reparando nas vozes deles cantando.

      Também ri dessas tiradas de não saber falar português direito e que não toma banho porque na Inglaterra faz frio. Eles não ensaiam, desculpas são no improviso, até porque tem coisas que podiam não imaginar que a Mônica fosse perguntar. Objetivo nesses planos é sempre pegar o Sansão, por isso não mudam, Mônica que teria que desconfiar sempre que algum desconhecido queira o Sansão.

      Cascão também é muito burro, sempre estraga por bobagem e nem se toca que falava demais, Cebolinha que é trouxa em chamá-lo, sabendo que ele sempre estraga tudo. Por uma vez tendo final assim, perdoar pra justificar preferência dos Beatles, fez sentido e ajudou a diferenciar, problema é hoje ser sempre assim com finais clichês, independente de histórias de planos, o que na época era raro, hoje ficou fixo. Beatles era excelente, tempo que sabiam fazer músicas em todos os sentidos, hoje são um lixo sonoro pior que o outro e descartáveis, nem tem comparação, melhor ficarmos com as músicas antigas, ganhamos mais.

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  7. Nimbus até deu para se safar por ser filho da Yoko Ono, Mônica novamente bobinha gostava de histórias assim, pelo menos não apanharam.Marcos vc viu no canal do Bluzico que as 2 edições novamente não teve histórias dos secundários será que foram de arrasta mesmo??

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    1. Eles tiveram sorte que não apanharam dessa vez, só na próxima vez de plano. Vi no canal do Bluzico, secundários estão afastados por um bom tempo pelo visto, talvez cancelados de vez com esse novo formato de gibis de histórias curtas.

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    2. Pior que folheando os traços dessas segundas edições, alguns quadros conseguiram ser piores e ainda mais exagerados do que os das primeiras, coisa que eu achava que não era possível.
      Sério, aqueles traços da história da Milena com a Magali e as meninas das Pitangueiras... verdadeiramente catastrófica, horrível (aquele quadro ''O QUEEEÊ?'' da Milena... que mal eu fiz a Deus...). E olha que não é uma história do Emerson.

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    3. Isabella, vi essa história da Milena, põe catastrófico nisso aqueles traços, completamente sem noção, quando a gente pensa que viu de tudo conseguem piorar o que já era ruim. Teve até cena de cabelo da Magali saindo da cabeça. Traços assim estão em qualquer história, não só do Emerson,o que é pior ainda, sem ter identidade de roteirista. E tem gente da Internet que adorou, vai entender, tem gosto pra tudo.

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  8. Fantástica hq ... *-* tenho essa edição na coleção rsrs

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    1. Legal que você tem essa edição ,foi muito boa. :D

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  9. Adoro as paródias da Turma da Mônica , especialmente a dos Beatles

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    1. Verdade, paródias dos Beatles sempre ficam boas. As paródias no geral também são bem maneiras.

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