sexta-feira, 18 de julho de 2014

Edições Nº 200

Postagem Nº 200 do Blog e nada melhor relembrar como foram os gibis de "Nº 200" da Editora Globo.

Capas das revistas Nº 200

Na Editora Abril, a única a chegar a essa marca foi a Mônica em dezembro de 1986, que inclusive foi a última edição dela na editora e não teve nada comemorando o número. A capa fez referência ao brinde da agenda de 1987 e histórias normais, sendo algumas de Natal, como a de abertura, que teve presença do Lorde Coelhão, do filme "A princesa e o robô", de 1983.

Capa de 'Mônica Nº 200' (Ed. Abril, 1986)

Na Editora Globo, todos tiveram capas especiais, e apenas a Magali não teve nenhuma história especial comemorando a data. Os demais tiveram histórias especiais na abertura e as de miolo normais. A seguir, comento essas histórias de abertura de cada revista, lembrando que eram as edições 200 na Editora Globo, porque na realidade Cascão e Chico já eram a Nº 314, Cebolinha era a Nº 368 e a Mônica era a Nº 400, contando as duas editoras. Apenas Magali foi a verdadeira Nº 200.

Cascão:

Foi a primeira revista que chegou ao Nº 200, lançada em setembro de 1994, com a história de abertura "Duzentos". Nela, o Cascão tenta desvendar o mistério do "Duzentos" no título.

Trecho da HQ "Duzentos" (1994)

Cascão corre de todo mundo, pensando que queriam dar banho nele e reencontra com alguns personagens que apareceram nos gibis anteriores da Globo, como o Super-Gari ('Cascão Nº 52', de 1989), Urubusa ('Cascão Nº 94', de 1990), Gilda, a robô programada para lavar o cascão ('Cascão Nº 121', de 1991), entre outros, além dos vilões fixos, como o Capitão Feio, Doutor Olimpo e as irmãs Cremilda e Clotilde.

No final, Cascão descobre que o "Duzentos" era da sua revista comemorativa e fica tão feliz que promete tomar banho daqui a 200 números, revoltando todos os personagens, que voltam a correr atrás do Cascão, mas dessa vez para dar banho nele.

Trecho da HQ "Duzentos" (1994)

Chico Bento:

Foi lançada em setembro de 1994 e na história de abertura "Chico Bento Nº 200", todos da Vila Abobrinha dão parabéns ao Chico e ele não entende tanto cumprimento. Aparece o Mauricio e conta ao Chico que é comemoração do seu gibi Nº 200" e que o pessoal do estúdio ia levar 200 exemplares para distribuir para o povo da roça.

Trecho da HQ "Chico Bento Nº 200" (1994)

Chico resolve esperá-los na beira da estrada e nessa hora dois bandidos estão indo para lá para fugir da polícia após um assalto a um banco. Chico encontra com eles e pensa que é o pessoal da MSP e pergunta o que eles têm no saco. Ao falar que o pessoal da vila estão esperando por eles, os bandidos correm pensando que é uma armadilha e começa a perseguição do Chico que pensa que o dinheiro no saco são os gibis da vila. 

Até que eles esbarram com o pessoal do estúdio e os sacos acabam sendo trocados sem saberem: o de dinheiro vai para vila e os de gibis ficam com os bandidos. Mauricio liga para a policia, informando sobre os bandidos e o dinheiro e chega uma nova remessa de gibis do Chico Nº 200 para distribuir na roça e enquanto isso, os bandidos estão no esconderijo, um rindo com as histórias do chico Bento e outro revoltado com a situação.

Dessa vez os bandidos não foram presos, apenas se deram mal pelo fato de não ficarem com o dinheiro roubado do banco. Interessante mostrar os roteiristas e desenhistas da época na história. Foram mostrados a roteirista Rosana, os desenhistas Sidão e Julinho, o arte-finalista Beto e a coordenadora Fátima.

Trecho da HQ "Chico Bento Nº 200" (1994)

Magali:

Foi a 3ª revista a chegar ao nº 200, em fevereiro de 1997, e apenas a capa foi comemorativa, sem nenhuma história especial em comemoração a data. Mais uma vez um gibi normal da Magali em número redondo, já que o "Nº 100" também havia sido normal, decepcionando novamente os leitores. 

A história de abertura foi "Tô de mal", em que a Magali e Mônica ficam de mal porque a Mônica entortou a alça de uma panelinha de brinquedo da Magali. As duas têm a ideia de irem brincar na casa da Denise, que tenta fazer de tudo que as 3 brinquem juntas sem confusão, mas Mônica e Magali ficam alfinetando uma a outra o tempo todo.

Trecho da HQ "Tô de mal" (1997)

Quando a Denise fala que a Mônica é estabanada, a Magali sai em defesa da Mônica, que também defende a Magali quando Denise fala mal da Mônica e, então, as duas fazem as pazes e ficam de mal com a Denise. Mas, logo depois se arrependem e as 3 vão brincar juntas na casa da Denise, terminando tudo bem.

Trecho da HQ "Tô de mal" (1997)

Cebolinha:

Foi lançada em fevereiro de 2003 e começa com um prólogo de 1 página com caricaturas do Mauricio de Sousa e do roteirista Flavio, que fez 200 capas diferentes para ilustrar a edição e o Mauricio escolhe uma, que foi a capa que conhecemos.

A seguir vem a história "O número 200". Nela, Cebolinha se dá conta que seu gibi chegou ao "Nº 200", mas não encontra ninguém em casa, na rua, nem preparando festa. Até que encontra o "espírito das edições passadas", que é nada menos o Louco disfarçado, só o Cebolinha que não percebe.

Trecho da HQ "O número 200" (2003)

O Louco faz lembrar de situações sempre presentes e que não podem faltar nos gibis do Cebolinha, como histórias com máquina do tempo, bruxas e fadas, vilões, etc. E em todas as situações levando o Cebolinha à loucura, incluindo fazer o Cebolinha se transformar em um velho de 200 anos. 

No final, ele descobre que era o Louco, que estava com papel de distrai-lo para a turma preparar a festa surpresa do "Nº 200". Na hora do desejo, Cebolinha fala que seria derrotar a Mônica. Ela ouve e dá coelhada nele. Afinal, não há história do Cebolinha sem coelhada.

Foi legal mostrar as aparições de vilões dos primeiros números da Globo. Apareceram o Tião Cebola ('Cebolinha Nº 4', de 1987), o ET El Borco ('Cebolinha Nº 9', de 1987), o Bala ('Cebolinha Nº 12', de 1987), o Kima Luco que virou borracha ('Cebolinha Nº 13', de 1988) e o vilão misterioso da 'Nº 100', de 1995.

Trecho da HQ "O número 200" (2003)

Mônica:

A última a chegar a essa marca, também em fevereiro de 2003. Em "A Mônica 200", a revista da Mônica Nº 200 estava sendo preparada pela MSP, mas na hora de distribuir nas bancas, todas as revistas somem misteriosamente.

Trecho da HQ "A Mônica 200" (2003)

Fátima, a coordenadora do estúdio, bate na porta da casa da Mônica mandando que ela procure descobrir quem sumiu com as revistas e ela, junto com a turma, descobre que o responsável foi o Professor Gibilolado, um colecionador inconformado por ter perdido a edição do "Capitão Pitoco Nº 1" e, com isso, quer sumir com todos os exemplares da 'Mônica Nº 200'.

Por acaso, o Cascão tinha essa revista do Capitão Pitoco na casa dele, mas não sabia aonde deixou. O Monicão aparece e tenta farejar a revista perdida e acaba encontrando servindo como apoio da mesa. Eles trocam a revista pela do Ursinho Bilu, mesmo que contragosto do Cascão, e conseguem salvar a 'Mônica Nº 200', que é distribuída normalmente.

O professor Gibilolado vai a um psiquiatra e passar a colecionar figurinhas e, no final, o Cebolinha faz graça se não tivessem solucionado o problema, só teria uma Mônica 200, ou seja, a própria Mônica 200 quilos. Ela fica furiosa e sai correndo atrás dele. 

Nota-se mais uma vez o estúdio aparecendo na história. E interessante mostrar rapidamente a Fátima explicando o processo de criar o gibi até a sua distribuição nas bancas.

Trecho da HQ "A Mônica 200" (2003)

Essas foram as revistas de "Nº 200" da Globo, lembrando que a do "Parque da Mônica" não chegou a essa marca, já que terminou na "Nº 165". Vale destacar também como curiosidade, se a MSP não reiniciasse a numeração quando mudaram de editora, as verdadeiras números 200 que sairam na Globo foram: 'Cebolinha Nº 32' (de 1989), 'Cascão Nº 86' e 'Chico Bento Nº 86' (ambas de 1990). Abaixo, mostro as capas. Ninguém diz que essas é que foram as verdadeiras números 200:

Capas da Globo: 'Cebolinha Nº 32' (1989), 'Cascão Nº 86'  (1990) e 'Chico Bento Nº 86' (1990)

Muito bom relembrar essas edições comemorativas com histórias envolvendo metalinguagem. Valem a pena ter na coleção.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tirinha Nº 16: Magali

Nessa tirinha, Magali escorrega em uma casca de banana no chão deixada pelo Cebolinha e, furiosa, vai tomar satisfação com ele, não por causa da casca no chão, e, sim, porque o Cebolinha não deixou nenhum pedaço para ela, bem ao estilo da Magali.

Quando o assunto é comida, a Magali consegue ser mais forte que a Mônica. E engraçado ela caindo no primeiro quadrinho. Que tombo... rsrs.

Tirinha publicada originalmente em 'Magali Nº 60' (Ed. Globo, 1991).


domingo, 13 de julho de 2014

Capa da Semana: Chico Bento Nº 82

Mostro uma capa incorreta do Chico Bento com um porco-espinho a tiracolo para carregar melhor as goiabas roubadas nos espinhos dele. Ficou engraçada a cara do porco-espinho nessa capa. Coitado.

A capa dessa semana é de ' Chico Bento Nº 82' (Ed. Globo, Março/ 1990).


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Humberto: HQ "Vendendo Sorvetes"

Imagine um mudo como o Humberto vendendo sorvete na rua. Só pode render boas gargalhadas. Foi o que aconteceu nessa história dele que mostro nessa postagem. Com 5 páginas, foi publicada originalmente em 'Cebolinha Nº 109' (Ed. Abril, 1982) e que eu li pela primeira vez quando foi republicada no 'Almanaque do Cebolinha nº 11' (Ed. Globo, 1990).

Capa do 'Almanaque do Cebolinha Nº 11' (Ed. Globo, 1990)

Um sorveteiro vê o Humberto passando e pergunta se ele quer ganhar uns trocados vendendo sorvete no seu lugar enquanto vai ao banheiro. Humberto aceita pensando na grana que vai ganhar e anda pelo bairro em busca de fregueses.


Então, aparece um garoto disposto a comprar e pergunta de quais sabores tem. Como o Humberto é mudinho e só emite som "Hum!Hum!", o garoto pensa que só tem um e manda dar esse mesmo. Ele pergunta quanto custa ao Humberto, que responde "Hum!Hum!" e o garoto paga só um cruzeiro e elogia que é barato demais, deixando o Humberto fulo da vida e resmungando enquanto anda com o carrinho na rua.

Aparece outra freguesa, pedindo dois sorvetes de abacaxi. Ao falar "Hum!", mas entregando 2 sorvetes, ela pensa que é o Humberto é míope e aproveita para pagar só o valor de um sorvete e também um cruzeiro, como fez o garoto, e o Humberto fica uma fera, soltando palavrões.


Para piorar a situação, surge um bandido apontando arma para ele e mandando passar toda a grana que ele tem. O Humberto entrega os dois cruzeiros e o bandido acha pouco, e diz que ou ele é mau vendedor ou o sorvete é muito barato. Com isso, o bandido resolve levar o carrinho de sorvete.

Humberto pensa na bronca que levaria do sorveteiro, e corre atrás do bandido e o agarra pela perna, e os sorvetes caem tudo no chão. Nessa hora, aparece a polícia e prende o bandido e entrega uma recompensa ao Humberto para repor o prejuízo dos sorvetes, e aí ele fica feliz.

No final, o sorveteiro volta e como vê que o Humberto estava com muito dinheiro e com carrinho vazio, pensa que o Humberto vendeu tudo e resolve nomeá-lo como o seu vendedor de sorvete exclusivo. Então, Humberto desmaia, tendo que ser levado em cima do carrinho, sendo que o vendedor pensa que ele desmaiou de emoção pelo cargo, mas, na verdade, foi de desespero de ter que passar por tudo aquilo de novo.


Muito engraçada essa história. O Humberto sempre rendia histórias divertidas como essa. Ele sempre se dava mal. Como o vendedor conhece o Humberto e sabendo que ele é mudo, é de impressionar chamá-lo para vender sorvetes. Muito engraçado a cara de raiva do Humberto fez quando ele era trapaceado pelos clientes e gostei também, no início, do vendedor falando para o Humberto vender sorvetes enquanto ele vai "você sabe". 


O que eu mais gosto nas histórias antigas do Humberto é que mostravam os sufocos que um mudo pode passar na sociedade, mas tudo tratado de uma forma muito bem humorada, sem se tornar didático e que dá para refletir depois e conscientizar que realmente isso acontece na vida real.

Por outro lado, mesmo dando pra refletir, infelizmente é uma historia impublicável nos dias de hoje, pelo fato de não ser certo aproveitar de uma criança muda para se dar bem, e também ser inadmissível  atualmente criança trabalhando, presença de bandido e o Humberto falar palavrão.


Os traços são ótimos, como sempre na época. Vale destacar que teve um erro no quadrinho em que o Humberto fala "palavrão". O balão tinha que ser em forma de pensamento e desenharam como se ele estivesse gritando os palavrões em voz alta. Mas, como é uma história da Editora Abril tão boa, esse erro fica até despercebido.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Turma da Mônica: HQ "Farra na Rua"

A história que eu mostro é quando a Turma resolve se unir para enfeitar a rua que moram para a Copa do Mundo com muita diversão. Ela tem 10 páginas e foi a que encerrou o gibi do 'Cebolinha Nº 93' (Ed. Globo, 1994).

Capa de 'Cebolinha Nº 93' (Ed. Globo, 1994)

Escrita por Rosana Munhoz, começa com o Seu Cebola encontrando a turma brincando na rua e fala da sua ideia de enfeitar a rua toda para a Copa do Mundo. Todos gostaram e eles passam a dividir as tarefas. Então, a Mônica corre para avisar as meninas, o Cascão vai ao lixão para ver se encontra alguma coisa lá e o Cebolinha e seu Cebola vão pedir colaboração aos vizinhos para comprar tintas.


Depois, eles voltam a se encontrar e a Mônica chamou a Magali e outras meninas para ajudar: a Lisi, Fê, Bruna e Bianca. O Cascão catou junto com o seu vizinho Renato e com vários papéis coloridos que cataram na rua e no lixão. E o cebolinha e o seu pai trouxeram um rolão de barbante e muita tinta azul, verde e amarela, através de uma vaquinha entre os outros moradores da rua. Aparecem também o seu Antenor e seu Sousa, pais do Cascão e da Mônica, e vários vizinhos dispostos a ajudar.


No dia seguinte, começa o enfeite da rua. Seu Antenor tenta fazer um coração no asfalto e desenha muito mal. As meninas ficam encarregadas de pintar o muro do terreno baldio do limoeiro. A Bruna fica pintando florzinhas, a Magali, como não podia deixar de ser, melancia e a Lisi enfia o pé na tinta. Todas conseguem pintar o muro, mas ficam todas sujas de tintas.

Cascão mostra ao Renato a lata de lixo que ele pintou e quando encosta a mão no muro, a Bruna dá uma bronca nele porque deixou sujo. Em seguida, todos vão cortar papel para fazer tirinhas, e nessa hora, Cebolinha faz uma máscara da Mônica bem dentuça, bem no lado dela. Mônica vê e dá um soco nele.


 Depois de prontas, eles penduram as tirinhas no barbante e pegam as bandeiras, feitas pelas mães deles, para pendurar também. Nessa hora, Cascão exibe a bandeira do "Coringão" para pendurar lá e aí começa a briga: a Mônica quer que coloque uma do são Paulo; Cebolinha, do Palmeiras; e Renato, do Santos. Aí seu Antenor interfere falando ao filho que só vai ter bandeira do Brasil para não ter briga.


Em seguida, seu Cebola pede ao seu Sousa segurar a escada enquanto ele termina de pendurar as bandeiras porque está bamba. Até que a vizinha traz um café ao seu Sousa e aí seu Cebola cai da escada levando um baita tombo, mas foi bem na hora que ele acabou de pendurar e finalmente a rua ficou enfeitada e toda bonita. As crianças adoram e ficam orgulhosas com o resultado, fazendo roda para festejar o enfeite da rua para a Copa.

Então, começa o jogo do Brasil e todos vão para suas casas assistir. Todos os pais ficam animados e vibram muito com o jogo, mas as crianças estão achando o jogo chato, sem sair gol. Com isso, as crianças saem de casa escondido para brincar na rua toda enfeitada e o seu Cebola, quando vê as crianças contentes, diz para dona Cebola que o principal já tinham feito, ou seja, enfeitar a rua.


É uma história bacana com traços muito caprichados. Mostra o espírito cooperativo, todos se unindo para enfeitar a rua na Copa do Mundo, um costume muito comum nessa época do ano. Para as crianças essa união e farra de enfeitar a rua e depois brincar lá foi mais divertidos e válidos do que assistir a um jogo da Seleção Brasileira. 

Nota-se que tiveram piadas curtas ao longo da história, cada momento retratado com uma piadinha que lembra as primeiras histórias dos anos 70, que usavam esse recurso. Coloquei completa na postagem. Interessante mostrar na narração os nomes dos jogadores Cafu e Zinho, que atuaram naquela Copa, sem nenhum trocadilho.


Essa história tem vários personagens secundários. A roteirista Rosana gostava de colocar pessoas da sua família e amigos nos roteiros das suas histórias, e, por exemplo, Bruna, Bianca e Renato eram seus sobrinhos e Lisi a sua prima na vida real. A Bianca, inclusive, já havia aparecido na história "De gato e sapato", de 'Magali Nº 46', de 1991, como um bebê de menos de 2 anos de idade como prima da Magali, retornando depois nessa história "Farra na rua" e logo depois em "Priminha dedo-duro", de 'Magali Nº 141', de 1994.

De curiosidade, o Cascão já teve um vizinho também chamado Renato que odiava sujeira na história "Influências Opostas", publicada em 'Cascão Nº 111' (Ed. Globo, 1991), sendo que aquele Renato era mais novo e não gostava de sujeira enquanto esse Renato era maior, aparentando uns 9 anos de idade. Pelo visto também era o sobrinho Renato da Rosana só que quando mais novo. 

Se fosse feita atualmente, provavelmente colocariam, por exemplo, a Marina, Denise, Carminha Frufru e Cascuda no lugar das meninas, e o Xaveco ou o Dudu, no lugar do Renato. Lembrando que naquela época, a Marina não havia sido criada, a Carminha Frufru, até então, só havia aparecido em 2 histórias ("Modelo e Manequim", de 'Magali Nº 93', de 1993 e "Concurso de Beleza", de 'Mônica Nº 86', de 1994) e a Denise aparecia raramente, fazendo só participações secundárias, principalmente em histórias da Magali.


A maioria dos personagens só torcem para clubes paulistas, e acho isso justo, já que o Limoeiro fica em São Paulo. Não foi falado aí, mas a Magali torce para o Santos, porque lembra peixe, e há personagens que torcem para outro time fora de São Paulo, como o Xaveco, que torce pelo Flamengo.


Curioso também que esse gibi do 'Cebolinha Nº 93' saiu nas bancas em setembro de 1994, dois meses após o término da Copa dos Estados Unidos que o Brasil se consagrou tetracampeão. Provavelmente, ela deve ter sido feita em junho, durante a Copa do Mundo, mas acabou só publicada em setembro e aí não ficou tão atual. Pelo certo devia ter saído no gibi do 'Cebolinha Nº 90' ou 'Nº 91', de junho e julho de 1994, respectivamente.