domingo, 17 de maio de 2026

Top 5 Melhores Traços da Turma da Mônica

A MSP ao longo da sua trajetória tiveram excelentes traços variados nos desenhos das histórias que encantaram os leitores. Nessa postagem eu mostro um "TOP 5" com os traços que eu mais gostei de todos os tempos.

MSP sempre teve como base até 2 tipos de traços. Os originais com personagens com bochechas pontiagudas criados pelo Mauricio de Sousa nos anos 1960 e 1970 e os da fase consagrada que presenciamos nas capas dos gibis passaram a ser os oficiais ao longo dos anos 1980. E em cima desses traços, os desenhistas e arte-finalistas tinham liberdade para variar como quisessem e como achavam que ficaria melhor de acordo com o roteiro e sem perder a essência do Mauricio.

Tiveram, assim, vários desenhos espetaculares e em cada gibi dos mais variados estilos, dos simples aos desenvolvidos, atendendo a todos os gostos. Eu particularmente gosto de todos os traços até os anos 1990, o que pode alguns serem menos atraentes do que outros, principalmente os de segunda linha em histórias de miolo, mas mesmo esses menos atraentes tinham seu charme merecido. 

Então, mostro a seguir os 5 melhores que gostei, em cada estilo destaquei trechos de duas histórias e com personagens da Turma da Mônica ou "Turma do Limoeiro" para servir melhor de comparação, lembrando que todos núcleos secundários também tiveram todas as versões de traços e ficavam muito bons também.

5º LUGAR:

Os desenhos de José Márcio Nicolosi eram um show à parte. Derivado dos personagens com bochechas pontiagudas dos anos 1970, os desenhos dele tinham detalhes e ângulos diferentes e ele gostava de colocar toda a sequência de um movimento longo de personagens sem serem divididos com quadros e já dava um diferencial do estilo da época. E ainda costumava ter arte-final do Alvin Lacerda, com contornos únicos que ficavam melhores ainda. Nicolosi também desenhou muitas histórias para o Pelezinho nos primeiros números e sempre com traços espetaculares. Traços assim ficaram nos gibis entre 1977 a 1979. 

Nessa história de miolo "A campeã", de 'Mônica Nº 96' (Ed. Abril, 1978), exemplifica bem o estilo de traços dele de brincar com o movimento da Mônica no skate, mostrando todo o trajeto que ela fez em vários ângulos e retratando o medo dela de cair. E ainda ficava uma mistura de personagens com bochechas pontiagudas e com corpo rechonchudo. Muito bom.

HQ "A campeã" - 'Mônica Nº 96' (Ed. Abril, 1978)

Outro exemplo é da história "Baile à fantasia", de Mônica Nº 97' (Ed. Abril, 1978), que era de abertura e tinham quadros normais misturado com cenas sem quadros. Quando tinham quadros tinham uma estruturação diferente, podendo ser de diversos tamanhos e quadros em diferentes formatos, podendo ser redondos. losangos em vez dos tradicionais quadrados ou retangulares. E juntando a arte-final de Alvin Lacerda ficou espetacular.

Trecho da HQ "Baile à fantasia" - Mônica Nº 97' (Ed. Abril, 1978)

4º LUGAR:

Os traços denominados "superfofinhos" da Emy Acosta eram excelentes. Nesse estilo, os personagens ficavam fofos em excesso, vários ângulos e expressões deles diferentes, formatos de balões diferenciados em figuras geométricas. O estilo superfofinhos foi determinante para a transição dos personagens pontiagudos para a versão consagrada dos anos 1980. Entre 1970 a 1977 já teve mudanças bem graduais que os leitores nem percebiam, mas para deixarem com bochechas redondas como conhecemos ia demorar, aí resolveram arredondar em exagero, em excesso, para depois diminuir arredondamento no ponto que queriam, sem ser de forma abrupta e que cause estranhamento e deu certo. Traços assim ficaram nos gibis também entre 1977 a 1979 e a história "No mundo de Romeu e Julieta", de 1978, é a mais conhecida com esse estilo.

Nessa história "A nuvenzinha do amor", de 'Cebolinha Nº 68' (Ed. Abril, 1978), vemos os personagens bem redondos e vários formatos de quadros, podendo até a grama ter um formato arredondado quando quadros eram brancos sem linhas. Muito lindos esses desenhos.

Trecho da HQ "A nuvenzinha do amor" - 'Cebolinha Nº 68' (Ed. Abril, 1978)

Já na história "Fofocas mil"de 'Cebolinha Nº 73' (Ed. Abril, 1979), os personagens estão superfofinhos e nesse trecho os quadros todos em formatos diferentes, podendo ter curvas, nenhum quadro do tradicional quadrado ou retangular. Os quadros interagiam com a cena, era perfeito.

Trecho da HQ "Fofocas mil" - 'Cebolinha Nº 73' (Ed. Abril, 1979)

3º LUGAR:

A arte-final de Alvin Lacerda nos anos 1980 deixava um diferencial muito bom. Já com base no estilo consagrado de personagens, quando tinham histórias com arte-final do Alvin ficavam incríveis. Nem dava para saber que duas histórias desenhadas por mesmo roteirista e com arte-final diferentes eram do mesmo desenhista. O Alvin Lacerda deixava contornos mais profissionais, um ar sombrio, que só de olhar já dava pra saber que a arte era dele. Traços dele funcionavam bem tanto em histórias de abertura quanto de miolo e histórias da Turma do Penadinho e da Turma do Papa-Capim também ficavam muito bem com arte-final dele. Alvin ficou na MSP desde o início e podia ver traços dele até no começo dos anos 2000, quando se aposentou.

Nessa história de miolo "A fitinha", de Mônica Nº 176' (Ed. Abril, 1984) já com base na fase de traços consagrados dos personagens, vemos o estilo de arte-final do Alvin Lacerda, contornos únicos, e que se tivesse contornos de outro arte-finalista e com os mesmos desenhos já ficaria diferente. Adorava traços assim.

Trecho da HQ "A fitinha" - 'Mônica Nº 176' (Ed. Abril, 1984)

Já na história de abertura de "O terrível plano olharis tremendus minhocais", de 'Cebolinha Nº 157' (Ed. Abril, 1986) também vemos contornos espetaculares e únicos mesmo em cenários simples e ao mesmo tempo dava movimento. Como gosto mais de simplicidade com as variações de traços personagens, esses traços para mim ficam como 3º lugar.

Trecho da HQ "O terrível plano olharis tremendus minhocais" - 'Cebolinha Nº 157' (Ed. Abril, 1986)

2º LUGAR:

Os traços de Rosana Munhoz eram lindos, deixavam os personagens fofinhos, mas não superfofinhos dos anos 1970. Ela iniciou na MSP como desenhista e depois passou para o roteiro, mas depois disso de vez em quando ainda desenhava, normalmente em algumas histórias escritas por ela. Desenhos dela já foram como base da fase  consagrada e em histórias com grandes cenários eram ricos em detalhes que davam gosto de ver. Desenhos dela também ficavam muito bem em histórias da Turma do Penadinho e da Turma do Penadinho.

Nessa história "A fome", de 'Cascão Nº 70' (Ed. Globo, 1989), foi de cenários simples, com base de desenhos da fase  consagrada com destaques para os personagens bem fofos e ângulos bem variados. Muito bonito, ficou fofinho dos anos 1980.

Trecho da HQ "A fome" - 'Cascão Nº 70' (Ed. Globo, 1989)

Já em "Sapatinho vermelho", de 'Magali Nº 7' (Ed. Globo, 1989), de fábula e também em cenários simples, vemos uma bruxa bem gordinha e um quadro da Magali fofinha em movimento, dançando com os sapatinhos mágicos que recebeu da bruxa. Traços fofinhos exatamente desse jeito ficaram com frequência entre 1986 a 1989.

Trecho da HQ "Sapatinho vermelho" - 'Magali Nº 7' (Ed. Globo, 1989)

1º LUGAR:

Os desenhos da fase consagrada são o que prevaleceram nos gibis, vistos em maior quantidade e esse estilo de traços considero o melhor. Esse estilo desenhado por Sidnei Lozano Salustre, o Sidão, com destaque a personagens com pernas mais gordinhas, com curvas nos olhos e de preferência sem fundo branco para expressar que estavam com muita raiva ou muito tristes, personagens de perfil em muitos quadros, falando com dentes à mostra e um andar diferente com mãos esticadas. Traços assim ficaram com frequência entre 1990 até parte de 1993.

Nessa história "Crochetando", de 'Mônica Nº 58' (Ed. Globo, 1991), com a fase consagrada, vemos um cenário simples, Cebolinha e Cascão com curvas nos olhos quando estavam com raiva sem preencher o contorno normal dos olhos e sem fundo branco, Cebolinha falando com dentes à mostra quando estava planejando aprontar com a Mônica e Cascão com andar com braços esticados e pernas mais grossas. Muito bom assim.  

Trecho da HQ "Crochetando", de 'Mônica Nº 58' (Ed. Globo, 1991)

Já nesse trecho da história "As manicures", de 'Magali Nº 61' (Ed. Globo, 1991), os personagens ficaram com olhos do estilo tradicional com fundo branco e sem curvas, mas mostra eles mais gordinhos nas pernas, Mônica andando com braços esticados, Cascão falando com dentes à mostra quando ficou surpreso que tinha que deixar as mãos de molho com água e sabão para cortar a unha no 2º quadro da página 11, e Cebolinha, a partir do 6º quadro da página 11. Sidão arrebentava. Ficava encantado com esses traços e para mim o primeiro lugar de todos os tempos.

Trecho da HQ "As manicures", de 'Magali Nº 61' (Ed. Globo, 1991)

Coloquei na postagem a ordem que eu achei de melhores desenhos, apesar dos traços do Nicolosi e da Emy serem maravilhosos, mas como prevaleceu o estilo da fase consagrada nos gibis, mais acostumados com eles, e eu gostar mais de traços com cenários simples, o meu "TOP 5" ficou assim, cada um vai ter os seus traços preferidos. Fora esses, tiveram outros traços tão bons quanto estes que ficaram de fora da postagem por ter sido apenas os 5 melhores, aí merecem também de destaques de artistas como arte-finalistas Sergio Tibúrcio Graciano, Kazuo Yamassaki, Carlos Alberto Pereira (Beto), desenhistas Olga Ogasawara Yuhara, Julio Cesar Mauricio (Julinho), Aluir Amâncio nas histórias da Turma da Tina, e tantos outros que marcaram a MSP. Posso depois fazer postagens com histórico de traços, foram tantos variados que precisa de uma postagem por década e em breve posto outro "Top 5" no Blog

46 comentários:

  1. Agora vc arrembetou Marcos esse top 5 ficou top 👏👏👏👏👏gosto dos traços do Nicolosi e da Emy mais concordo com vc os traços da década de 90 mais simples, não tão fofinhos eu acho melhor.

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    1. Obrigado, Drico. De fato sensacionais traços do Nicolosi e da Emy, valem muito pra diferenciar os estilos e sair do padrão, mas nada como a simplicidade dos traços dos anos 90 e seguindo o estilo clássico, foram os mais usados e se acostumamos com eles.

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  2. Traços tops! E o memorável estilo fofinho como responsável pelo arredondamento dos personagens. Sem falar no⁠ ⁠☞estilo fofinho noventista☜, que não foi tão marcante quanto o original, mas, tem sim, óbvio, seu valor, tem seu lugar na trajetória dos traços da MSP antes desta resolver colocar a questão visual em segundo plano e, mais recentemente, foi fixada no terceiro plano - junto à nova gestão vem a promessa de elevar os traços a ⁠☞algo inovador☜, quero só ver...

    Conheço todas as HQs dos trechos* exibidos nesta postagem, exceto a das duas como manicures.
    *A do skate, curtinha, exibida integralmente. Com Mônica de calcinha rosa, mudando para branca; brilho exótico no cabelo da Magali; Xaveco e Cascão conectados pelas camisas no segundo e último quadro em que ambos aparecem.

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    1. Um mais lindo que o outro e foi bem interessante isso os superfofinhos serem fundamentais para arredondamento dos personagens da fase consagrada. Agora este estilo vai ser rebaixado a terceiro plano, bem observado, querem apostar em modernidade.

      Essa das manicures da Magali é engraçada demais, quando der, posto aqui. Todas aí são muito boas e com o tempo devo postar todas completas, foram só trechos pra poder destacar os traços e algumas delas só eram usados em histórias de abertura. Por isso a do skate a única completa delas.

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    2. Ainda não era alfabetizado quando conheci "O terrível plano olharis tremendus minhocais" e "Fofocas mil".

      Marcos, o estilo fofinho (ou superfofinho) estreou em qual história? Seria na antológica "Essa cachorrinha é fogo!" ou em vez de por meio de HQ teria estreado em alguma ilustração da Folhinha?
      Outra em traços fofinhos é "O selinho". Com Mônica caidinha por um tal de Marquinhos, que passa por galãzinho até ser desmascarado por Cebolinha, que lhe remove o que parece ser um corpete, revelando a pança do guri. Minha curiosidade é com ano da primeira publicação daquela historinha, não encontrei no GQ, o que não quer dizer que não esteja catalogada naquele banco de dados, pois, às vezes, por não estar devidamente atento, levo eventuais caiabas (rasteiras) buscando informações por lá. Enfim, seria de 1977?

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    3. No caso o "Fofocas mil" você leu em almanaque porque na original você ainda era bebê. Acredito que o superfofinho estreou em uma história de miolo que Mônica, Cebolinha e Cascão estavam fazendo aula de balé publicada em Mônica N° 92 de 1977. Se teve uma outra antes, deve ter sido bem próximo a isso e em 1977.

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    4. Isso mesmo. Em Almanaque do Cebolinha nº7 (Ed.Abril) que conheci - não li, era "anarfa" na época - "Fofocas Mil".

      E quanto à HQ "O selinho"? O resumo que deixei no comentário acima foi suficiente para reconhecê-la? Caso sim, sabe informar o ano de sua primeira publicação?

      Mônica nº92 chegou às bancas em (D)dezembro de 1977 e "Essa cachorrinha é fogo!", de acordo com Guia dos Quadrinhos, está associada ao conteúdo de Cebolinha nº59, edição de (N)novembro de 1977. Então, se essa informação estiver correta, é significativamente alta a probabilidade do estilo fofinho ter estreado com a cadelinha diabinha. Entretanto, reforçando, deveras válido considerar a Folhinha como possível berço dos traços fofinhos.

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    5. Acho que a primeira historinha que li com traços 'fofinhos' teria sido 'Os Quatro Cavaleirinhos da Pouca Elipse', que abre o Almanaque do Cebolinha número 3 ou 4, que foi um dos primeiros gibis que tive.
      Quando comecei a ler TM, estávamos na fase que surge em segundo lugar nesta lista - o meu primeiríssimo gibi foi de 1987, e recebi em 1988 ou 89 (porque eles demoravam vários meses a chegar a Portugal) quando estava a começar a minha alfabetização, aos três anos de idade. Talvez por isso tenha tanto afeto pelos traços que surgem no primeiro lugar da lista, e os seguintes (de 1993 a 1997) dado que foi essa a fase da Turminha com que cresci - a partir de 1998 tenho muito menos gibis, não por falta de interesse, apesar de ser adolescente, mas porque as historinhas mudaram e deixaram de me agradar. Hoje, graças a este blog, sei que foi porque o Emerson passou a roteirista principal, e não gosto do estilo de escrita dele, apesar de ainda haver historinhas boas, incluindo a minha favorita de sempre, 'O Filminho da Marina'.

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    6. Pedro, "Os Quatro Cavaleirinhos da Pouca Elipse" foi muito boa. Nos almanaques dessa época estavam com muitas histórias do final dos anos 1970, aí por isso você ter visto essa do Cebolinha. Eram traços muito bons, mas nada comparado à versão clássica. Deu pra notar bastante diferença depois que o Emerson virou roteirista principal, as de miolo até que ainda estavam iguais, mas as do Emerson já percebíamos diferenças.

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    7. Zózimo, tá explicado, imaginei que você tinha lido essa "Fofocas mil" nesse Almanaque do cebolinha 7, é da mesma época de cebolinha 157. "O selinho" conheço, saiu em Cebolinha 76 de 1979, ou seja, bem longe do início do superfofinho. Considerando isso, a "Essa cachorrinha é fogo!" do Bidu com Franjinha foi a primeira nesse estilo por ter saído antes de Mônica 92.

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    8. Isso aí, meus caros. Entretanto, não há a palavra "quatro" no título, que foi colocado no singular, provavelmente por injustamente focar no titular da edição em que se encontra a primeira publicação daquela aventura cujo protagonismo se divide igualmente por quatro. Intitulada "O cavaleirinho da pouca elipse" ou, como preferem, "O Cavaleirinho da Pouca Elipse", em maiúsculas e que também julgo como a forma mais adequada.

      Como os personagens de "O selinho" ficaram redondões, ☞"considerei desconsiderando"☜ a possibilidade de que sua primeira publicação pudesse ser de 1977, imaginava que fosse de 1979, mas, como não tinha certeza, perguntei. Encontra-se no Reddit, porém, o código está em péssima resolução, creio que seja da postagem, no entanto, pode ser do meu smartphone, afinal, já conta com sete anos em atividade. E confesso que queria que fosse do antepenúltimo ano daquela década só para "experienciar uma surpresa das antigas".
      Valeu por tirar a dúvida, Marcos.

      Mas, aí é que está, pois não necessariamente significa que "Essa cachorrinha é fogo!" foi a primeira ilustrada e publicada em traços fofinhos. O que dá para afirmar é que está entre as primeiras no geral e, entre as primeiras com membros do Bairro do Limoeiro.
      Dado que não são HQs, são apenas belas imagens, então, fora as ilustrações em estilo fofinho publicadas na Folhinha em meados do ano de 1977, provável que a primeira HQ em estilo fofinho, não em relação a quando foi elaborada, mas, sim, com base em quando foi publicada, daí, a primeirona, quem sabe, possa ser do Pelezinho ou creditada a algum outro integrante daquele núcleo.

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    9. A do selinho é de 1979 mesmo, tenho até essa edição. Apesar dessa do Bidu ser antes da Mônica, realmente não dá pra afirmar que foi a primeira com traços superfofinhos. Teria que procurar aqui, mas é quase certo de que foi alguma do Pelezinho, que iniciou em agosto de 1977, primeiros gibis dele eram cheios de histórias com traços assim.

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    10. Pois é, pouco lembro do pessoal do núcleo futebolístico em traços pontudos.
      Mesmo considerando que teria sido pela Folhinha que os traços fofinhos deram as caras pela primeira vez, lá por volta de (M)maio ou (J)junho, não descarto Pelezinho como verdadeiro berço do estilo. Todavia, não em termo de tê-lo inaugurado, posto que sua primeira edição chegou às bancas em (A)agosto, mas, em termo de gestação, em termo de pensado e elaborado, a princípio, com foco no título que estreara naquele ano. Vai até que não, mas, acho um tanto provável.

      Uma bem batuta em visual fofinho noventista que conheci faz pouco tempo é a "Curupira x caipira", abertura daquela edição cuja arte de capa não conta com a presença de Chico Bento, mas, tem a "jardineira" Rosinha, que se encarregou da gag (ChB177Ed.Globo).

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    11. Teria que pesquisar as edições de 1977 dos 3 títulos pra ver quando de fato esse estilo começou nos gibis, mas acho que no mínimo foi em junho, antes disso não vejo chance. Nas tirinhas de jornais pode ter estreado um pouco antes disso, principalmente nas do Pelezinho que já tinha tiras antes de estrear seu gibi.

      Ficou bonito aquele fofinho da história de abertura de Chico Bento Nº 177 da Globo, pena que utilizaram poucas vezes aquele estilo.

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  3. Traços íncriveis, de fato. Dá orgulho e alegria de ver (especialmente para os profissionais, posso imaginar). Acho que meu favorito é o da Rosana, sem surpresa nenhuma. Gostaria que pudessem manter assim até hoje.

    Pena que dizem que tudo que é bom demais um dia acaba... depois veio a decadência gradual, até chegar ao que se encontra hoje. Eu achava que não tinha nada pior do que aqueles traços PC, mas esses novos em lançamento conseguiram superar... que coisa é aquela, na boa? Ah, já dizia minha avó ''nada é tão ruim que não possa piorar''.

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    1. Todos muitos caprichados, tudo feito a mão, esses profissionais tinham gosto do que faziam. Bom que depois dessas a mudança foi gradual pra ainda ter um tempo de ver traços bonitos a aceitáveis. E pior que a cada mudança fica mais decadente, quem diria ter saudades dos traços de PC e conseguiram lançar estilo ainda pior. Vamos ver se esses novos serão temporários ou fixos.

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  4. Todos os traços listados são incríveis e com certeza tenho saudades de todos. Aliás, Marcos, não sei se você viu que os traços dos gibis vão mudar nessa nova fase da Panini, variando de acordo com o estilo do desenhista. A princípio acho ótimo e espero (apesar de não acompanhar os novos gibis) que venham traços, se não tão bons quanto os antigos, pelo menos melhores que os que se viam até então.

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    1. Dá saudades de traços como esses nos gibis. Eu vi os traços novos, apesar de dar espaço pra estilo de cada desenhista, ficaram ruins, muito caricatos e nada lembram estilo do Mauricio.

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    2. Eu ainda não vi os gibis novos, mas que pena que os traços ficaram aquém do desejado.

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    3. Aqui ainda não chegaram esses gibis novos, estão atrasados demais, eu vi esses gibis no canal do Bluzico do YouTube e achei nada de mais em conteúdos e traços muito a desejar.

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  5. É, conheci esses todos que você citou. Tenho a maioria dessas histórias. Aqueles quadrinhos da Fofocas Mil foram inspiradores para mim. Alguns traços que só apareciam em historinhas de miolo tinham seu charme, mas eu não gostava na época.
    Andei vendo revistas da própria editora Globo dos anos 2000 em diante e percebi os traços diferentes. As histórias também já estavam modificadas. Muita enrolação e características atenuadas, mas nem se compara com o que vem sendo nas temporadas da Panini.
    E agora tem quem vangloria o Emerson Abreu, que é roteirista, mas por algum motivo os desenhistas exageram nas caras e bocas, tornando tudo muito boboca e forçado. Dizem que foi dele a ideia de tirar os lábios do Jeremias, falando que parecia palhaço. Não sei se é verdade. Como roteirista, acho as histórias dele divertidas, mas os desenhos nem sempre ajudam. Ou eu amo a história ou eu odeio.
    Vi as revistas novas. Perdi até o tesão de comprar.
    Deveria adquirir, para mostrar no meu canal de quadrinhos, mas foi para mim um balde de água fria. Dizem que essa temporada que acabou foi a pior de todas. Tem fandom que a chama de "era fria". Eu não acho. Ela apenas seguiu o que já vinham mostrando nas anteriores.
    Da Panini, a primeira temporada é a mais emblematica pelo fato da própria mudança de editora e porque parte dessa época ainda manteve um estilo Globo.
    Essa terceira teve os piores logos e as piores capas, mas as histórias continuavam as mesmas.
    Sobre essa nova temporada, ainda é cedo para poder dizer alguma coisa.
    Reparei que não há divulgação sobre mudanças nos almanaques, o que considero bom. Acho bonitos assim. De vez em quando eu folheio alguns em livrarias.
    Bidu, Penadinho e esse povo da Tina e do Rolo andam aparecendo pouco. Senti falta do Bidu nesse novo início. Nem para capas? Se ele foi colocado em alguma, nem percebi.

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    1. Eu não sei se as histórias da terceira série são as piores, Fabiano, pois temos a segunda série também no pareo e é uma competição difícil. Mas infelizmente o padrão vem sendo esse a anos.

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    2. Esses traços foram ótimos. Globo anos 2000 já tinha uma pegada diferentes, tanto roteiros e aqueles traços eram feinhos, porém, ainda melhores que a Panini da segunda série em diante, pelo menos os dos 2000 ainda eram desenhos feitos a mão. Não acredito que foi ideia do Emerson de tirar lábios do Jeremias e outros negros, mas deve ter apoiado a decisão da empresa. Quem foi mais atingido foi o Pelezinho, descaracterizou demais.

      Cada série consegue ser pior que a outra, em traços a segunda e a terceira séries são iguais, essa quarta série promete ser tenebrosa nisso, a primeira série ainda tinha traços e estilo dos anos 2000, aí achei menos pior. Almanaques não vão mudar ainda porque não vão reiniciar, ainda estão no Nº 32 dessa segunda série e devem continuar a série no mínimo nas Nº 50. Parece que eles têm planos de cancelarem todos os secundários, desde as Nº 99 tem nenhuma história com eles, nessas Nº 1 também nenhuma com eles, temos que aguardar mais algumas edições pra confirmar. Bidu até apareceria como figuração nas histórias da Turma da Mônica, agora histórias solo com ele que não teria se eles cancelarem secundários de fato.

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    3. Sobre cancelarem os secundários, talvez queiram fazer algo à parte, como acontece com o Chico, que estão tratando ele como algo fora da turma. Bom, vamos ver o que o tempo dirá, Marcos.

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    4. Matheus, cheguei a comprar as cinco primerias edições de todas mensais da terceira série. A diferença mesmo foi só na capa e no logo. O coneúdo estava a mesma coisa. Melhoraram nos dois primeiros números, mas logo voltou a rotina. Do que vejo, parece que só os primeiros anos da Panini realmente mostram algo remanescente da Globo. Depois, foram gradualmente mudando.
      Acho que o escândallo na Internet mexeu na zona de conforto desse povo, mas o problema é que nós, os velhões, não seremos os contemplados. Eu até acho impossível manter as historinhas como antes. São 60 anos de publicações. Chega uma hora em que vira repetição, por isso as mudanças. Mas são mudanças ruins para nós.

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    5. Fabiano se cancelarem os secundários vai ser uma falta de respeito com o legado do Maurício e com nós fãs, os gibis da Mônica sem as outras turmas fica muita descaracterizada o principal diferencial da Turma da Mônica era os secundários tinha outras opções de histórias e roteiros para gente ler e se divertir.

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    6. Você tem total razão Fabiano. É como eu pensei no momento em que estava respondendo um comentário acima: nem eu nem ninguém daqui é mais, obviamente, o público alvo das revistas. O verdadeiro público alvo de nada reclama e q própria MSP já não dá prioridade pra quadrinhos, então é inútil reclamar. A questão é que como fã, você sempre quer o melhor para aquela obra e ve-la na atual situação é entristecedor. Enfim, o que nos resta é ficarmos com as memórias e as revistas da turma antiga e nos alegramos por pelo menos termos pego essa fase tão maravilhosa.

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    7. Talvez estão preparando franquias para os núcleos secundários, de qualquer forma acho bobagem. Só com o tempo vai confirmar, se foram cancelados sem dúvida será falta de respeito principalmente com o Mauricio. Tem chance de ter esse impacto nas primeiras edições e depois voltar como era, também só o tempo dirá.

      Temos que se conformar que os gibis são feitos pras crianças e gerações atuais, eles têm que agradar o gosto do público alvo atual que tem visão diferente da nossa. Se as crianças de hoje não ligam pra traços que deixaram agora e nem pros roteiros, não adianta a gente reclamar. O ideal é a gente investir nos gibis antigos do nosso tempo e deixarem as novas gerações curtirem o jeito que eles gostam.

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    8. Matheus e Drico, sim, se deixarem os secundários "esquecidos" será muita falta de respeito. Não faz muito tempo, postaram tirinhas da Tina em redes sociais. Traços novos. Bem diferentes desses últimos tempos. Talvez, estejam pensando em algo à parte. No lugar de ficarem como secundários, talvez tentarão um público maior. Mas a gente nunca sabe.
      As últimas revistas me pareceram uma preparação para esta nova dase. Viram uma necessidade de explicar fazendo uma saga. Uma bobagem. Talvez, por isso os secundários não deram as caras.
      Mas isso não isenta o que sentimos.
      Ainda é muito cedo para falarmos dessa nova fase. Talvez, quem sabe, haja mais novidades por ai.

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    9. Marcos, eu penso assim, eu acho que esse silêncio e até uma suposta aprovação das pessoas na Internet não significa que estão consumindo. E para a empresa, o que importa são vendas. Elogios e cagações de regra desse povo começa a perder a validade quando o faturamento já está longe do ideal. E não estou me referindo aos gibis, pois eles mantém assinaturas com escolas, instituições. A preocupação não é simplesmente vender gibi pelo gibi, simplesmente suprindo as demandas por assinaturas no automático.
      Olha a plataforma kindle, na Amazon, tem um monte de ebooks gratuitos. Muitos são baixados. Poucos são realmente lidos. O que pode estar ocorrendo com a MSP é algo similar. Há muita demanda de gibi, mas estão lendo mesmo? É o público certo, ou apenas os educativos? Esse povo até lê o gibi, mas não cria conexão para consumir os produtos, para se envolver de verdade com o universo.
      Os dois últimos filmes, ao que parece, só foram vistos por muita gente por causa das escolas e convênios com programação educativa de cinema. Ninguém mais fala do extrato de tomate elefante, nem das maçãs da turma da Mônica, nem dos Chikenitos. Eles estão lá nos mercados, mas há anos nunca vi ninguém pegar. E as maçãs e os chikenitos nem são tão caros em relação ao concorrente.
      Acredito que os filhos do Maurício estão tendo que rebolar para conquistar o consumidor que lhes interessa. Até porque, chega uma hora em que a verba governamental pode acabar. Se não há popularidade, não há aquele carinho natural que abre portas.
      Tomara que tenham percebido Isso e agora resolvam correr atrás do prejuízo. Quem sabe?
      Mas, mesmo com novidades e mudanças, os tempos sempre serão outros. Se agradarão ou não, será uma outra história.
      Bom. É só um achismo meu.

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    10. Se tiver algo separado da Turma da Tina será do estilo dessas tirinhas que divulgam nas redes sociais, já os outros secundários ainda não fizeram algo similar. De fato o importante é vender, principalmente para a editora e nem todos que comentam nas redes sociais compram, só olham o que divulgam nas redes. Eles têm que priorizar o público que compra e lê os gibis.

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  6. Concordo com o número 1, mas eu adoro aquele estilo de 1993-96, com cores vivas movimentos maus expressivos e 'caretas', mas das boas. O tipo que aparecia em historinhas de abertura e na revista do Parque (ex. 'Presebte de Aniversário Atrasado', 'O Plano Roxo' e tantas outras da época.) Para mim seriam esses os melhores, e do Sidão os segundos.

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    1. Mas se fosse de todos os núcleos, colocaria os da Turma da Tina em segundo. Sempre caprichadissimos desde os anos 80 aos 2000. Papa-Capim também, mas sempre preferi os da Tina.

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    2. Esses também tudo bons, variações legais do estilo da fase consagrada. Em "O plano roxo" ficou muito bonito daquele jeito. Eu também gostava muito dos traços da Turma da Tina, eram muito bem feitos e caprichados.

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  7. Não vou negar, me julguem, eu gostei dos traços em alguns novos números 1, da Milena me chamou atenção, apesar de eu detestar a personagem, acho que se eles fizessem uma série de gibis pra cada secundário com menos paginas até o número 50 e trocaria pra outro seria uma boa sacada, tipo, 50 do penadinho, depois 50 da tina, depois 50 da Denise, 50 do piteco ou horacio, seria bom demais, eu só vou comprar esse da milena por causa dos traços, mas não sei se vai permanecer, até onde vi, o gibi da Milena foi trabalhado e feito por uma equipe de pessoas negras para ter representividade, então pode ser provável que não continuará nos números seguintes, e vi em uma postagem no insta, um desenhista que foi contratado para fazer trabalhos como free-lancer nos gibis atuais.
    E uma coisa que acho que passou batido para os amigos acima, é que tem coisa das antigas que tá voltando gradualmente, tipo a história do Bidu que saiu recente dando a entender ele vai voltar a fazer xixi em postes e Cebolinha desenhando em muro, que saiu recentemente e agora na número 1 de uma forma meio que sigilosa, também aparece desenho em muro, isso é bom.
    Sobre as séries, por mim nem teria essa frescura se reiniciar a numeração, mas os primeiros da Panini até 2012 os desenhos eram do meu agrado, depois foram decaindo, já na segunda série, foi traços de pc e copia e cola de uma forma bem exagerada, e as capas na maioria fracas, e uma coisa que eu detestava era aquela faixa branca, na terceira série, até que vi uma melhorada na qualidade das capas, em algumas histórias, e o que estragou foi terem diminuído a quantidade de paginas e meterem um monte de passatempos, desnecessário. A arte da capa estendida para trás, eu gostei.
    Já nessa nova série o gibi do chico bento me chamou atenção as novas cores no gibi. Aí agora todas as histórias de abertura ter 6 quadros por páginas foi algo negativo, assim é uma história pequena que fazem parecer grande, e além de continuar com um monte de passatempos, eles continuam enchendo os gibis com histórias de duas e 3 páginas. Sobre o nome na nova fonte, eu achei horríveis, tiraram os cabelos do cebolinha, a maçã da Magali e os riscos do cascão.
    Sobre os novos desenhos e das cores em Chico bento é aguardar se vão continuar.

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    1. Não daria certo ter um gibi fixo pra cada secundário, seriam muitos lançados e poucas vendas, visto que nem almanaques deles vendiam muito. No máximo poderiam criar um título só pra secundários, não seria ruim, mas acho que também não venderia, já que o Almanaque Turma da Mônica era pra ter essa proposta e agora está como um "Almanaque da Mônica 2".

      Esses gibis Nº 1 fizeram de um jeito pra impactar e chamar atenção, mas podem voltar como era depois de uns números e principalmente se não venderem. O da Milena foi criado só pela representatividade. Roteiristas agora são contratados como freelancers, aí enquanto esses novos continuarem, podem continuar assim, depois que saírem, mudam o estilo de novo. Se voltarem e permanecerem com coisas incorretas, vai ser bom.

      Até 2012 estavam bons os gibis, depois só decaíram. Não gosto isso de histórias com 3 faixas, 6 quadros em tudo, só pra ocupar mais páginas no gibi e criarem menos histórias. Isso também de histórias de 2 e 3 páginas uma atrás da outra é horrível e passatempos em excesso desanima bastante. Logotipos sem identificação dos personagens horríveis também, o chamado minimalismo que a mídia em geral está adotando e chegou nos gibis agora. Chico estão deixando como outra franquia e diferente dos demais, temos que aguardar se vão permanecer assim por muito tempo.

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    2. Sobre os personagens terem gibis como falei, seria uma série e depois encerrava pra dar espaço pra outro. Tipo, 50 do penadinho, aí depois se encerra pra ser 50 da tina, depois se encerra e dar pro bidu, e por aí vai, melhor do que dar gibi fixo pra uma personagem chata só pela representividade

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    3. Entendi. Ou então poderia ser uma série com cada edição estrelada por um núcleo de secundário e quando acabassem os núcleos, repetiria o ciclo, não seria ruim também.

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    4. Estou com a da Milena, da Mônica e do Chico. Eu gostei. A da Milena foi a melhor. Pretendo mostrar no canal e no blog.

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    5. Fabiano, pensava que você não ia comprar. Bom que gostou, pelo menos não gastou dinheiro à toa. Aqui ainda não chegou, pelo que vi no canal do Bluzico, não gostei, sobretudo traços, e certamente vai ser dinheiro gasto fora pra mim quando chegar e comprar.

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    6. Pra nós que acompanhamos há muito tempo, é dificil não pegar pelo menos alguna. É o apego. A da Milena não está ruim. Mas acho que você não vai gostar. Essas revistas estão longe do que você gostaria.

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    7. Fabiano, pois é, dificilmente de vou gostar, principalmente a da Milena. Vamos ver quando chegar aqui o que vou achar.

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  8. Outro artista que merece ser mencionado é HAMILTON YOKOTA. Ele desenhou, praticamente, todos os personagens da MSP, sendo que seu trabalho mais marcante foi com as HQs da Tina. Seu estilo é frequentemente confundido com o da Aluir Amancio, o que faz com que muitos confundam. Yokota tem uma trajetória, no mínimo, peculiar; ele começou, ainda garoto, na MSP; na segunda metade dos anos 1990, após sair do estúdio de Maurício De Souza, vai para a ASPE(Ayrton Senna Produções e Empreendimentos, atual Instituto Ayrton Senna), trabalhar nas HQs do Senninha, inclusive, tentando fazer da personagem Gigi, irmã mais velha do personagem, uma espécie de "Tina" daquela série, porém, sem sucesso. Neste meio tempo, Hamilton Yokota, apaixonado pelo Skate e pela arte do Grafite, lança uma linha de skateboards com estampas assinadas por ele, além de imprimir sua arte em diversos muros; a partir desse momento,ele passa a adotar o nome artístico de TITI FREAK. Um de seus trabalhos mais marcantes nessa fase foram as artes da capa e do encarte do DVD e CD Acústico MTV: Charlie Brown Jr. Atualmente, Hamilton/Tit Freak divide seu tempo entre o Brasil e o Japão, aonde a sua arte pode ser vista em muros e em galerias de arte, conforme pode ser visto em seu perfil oficial no Instagram: https://www.instagram.com/titifreak/
    Aproveito a deixa para fazer umas perguntinhas: Vai rolar review das edições N°100, com a saga que encerra a 5a Série? E teremos review e análise das artes e histórias persentes Nos 01 da 6a Série, incuindo o novíssimo gibi de Milena??

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    1. Não estava lembrando do Hamilton Koyota, de fato, desenhos da Tina no final dos anos 1980 e início dos anos 1990 eram muito bonitos e em muitos lembrar do Aluir Amancio. Reviews das Nº 100 não vão ter, nem comprei essas edições, já os das Nº 1 vão ter, porém tem que esperar chegar nas bancas, aqui ainda não chegaram.

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  9. Essa é a minha opinião, mas pra mim os melhores traços de uma história da Turminha são os da história: "Chuva Na Roça", do incrível Júlio Sérgio Maurício. Eles são sensacionais.

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    1. De fato são traços incríveis naquela história do Chico, muito bonitos mesmo.

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