sábado, 25 de abril de 2015

Edições Nº 100 da Editora Panini


Nas bancas as edições "Nº 100" da Turma da Mônica da Editora Panini. Como todos os gibis começaram sua numeração juntas em janeiro de 2007, então todos os 7 títulos principais chegam ao "Nº 100" ao mesmo tempo, diferente nas editoras Abril e Globo, que chegavam em datas diferentes. Nessa postagem falo sobre essas edições comemorativas.

Fazia tempo que não comprava todos os gibis do mês em bancas. Apesar de eu ter todas as últimas edições mensais da Globo de 2006 e as mensais "Nº 1" da Panini de 2007, só que essas foram adquiridas em sebos aos poucos. Eu não compro gibis novos, afinal com histórias só atendendo ao politicamente correto, com personagens descaracterizados, muita enrolação, traços e letras péssimos, tudo digitalizados, sem arte e sem vida, capas com muitas sombras e que só mostram referência à histórias de aberturas e sem piadinhas e tudo mais que o público lamenta, não dá para acompanhar. 

Como eu só compro edições especiais, então comprei todas devido a sua importante marca de 100 edições na mesma editora. Uma marca histórica que atrai colecionadores e não pode faltar na coleção. 

Esses gibis "Nº 100" da Panini, teve suas particularidades, a começar pelas capas que seguiram o padrão atual, com todas fazendo referência às suas respectivas histórias de abertura e um informativo "Nº 100 Edição comemorativa" em todas para destacar que são edições especiais. Eu preferia que fossem com um desenho bonito com os personagens dando destaque ao "Nº 100" de alguma forma.

Além disso, não sei se foi coincidência, todos os logotipos ficaram amarelos. Só 'Turma da Mônica' deixaram vermelho com contorno amarelo, mas é porque está seguindo esse padrão desde a "Nº 87", de 2014. O papel tanto das capas quanto do miolo estão finos demais, conseguindo estragar mais fácil. Nas histórias, como um todo, em quase todas a comemoração do "Nº 100" fica em segundo plano, em alguns não tiveram comemoração. Nenhum gibi mostra fatos e cenas ocorridos das outras 99 edições da Panini. Em alguns, curiosamente fazem referência a histórias da Abril e Globo. Afinal, gibis da Panini são difíceis de encontrar histórias realmente marcantes e históricas.

Os traços digitalizados horrorosos são os que prevalecem nos gibis. Os personagens tudo com mesmas expressões e forma de desenho, bem o estilo "copiar" e "colar" e até os títulos digitais também, com o logotipo oficial à mostra. Nas aberturas até que não colocaram os traços muito assim, com exceção do Cascão, mas no miolo em muitos ficaram lamentáveis. E junta com as letras também digitalizadas, aí piora de vez. 

As capas das edições "Nº 100" da Panini (1ª série)

Também achei que tiveram poucas histórias com personagens secundários, não tiveram Tina e  Papa-Capim em nenhum gibi, por exemplo. Ficaram mais focados com histórias com os principais da Turma da Mônica mesmo. E a grande surpresa é que em 4 gibis falam nas histórias que a numeração vai ser reinicializada, com todas voltando ao "Nº 1", em vez do "Nº 101". Eu até pensava que era piadinha de roteirista e nem levei a sério na hora que li, mas isso é verdade e todos vão recomeçar pelo "Nº 1" a partir de maio de 2015. A seguir, comento cada gibi individualmente. Coloquei os títulos na ordem que eu li:


Mônica - "Mônica 100" - Escrita por Flavio Teixeira, Sansão cria vida e leva a Mônica a um portal personificador, que faz a Mônica passar a encarnar personagens principais de outros núcleos. Então, ela vira o Horácio, Astronauta, Penadinho, etc.

Essa história tem 32 páginas no total. Os traços estão aceitáveis. A referência ao "Nº 100" foi só no título e em nenhum momento fala sobre a comemoração e ela não se transformou em 100 personagens diferentes. Tem citação da história "Chuva na roça" ('Chico Bento Nº 10' - Ed. Abril, 1982), a Tina encarnada pela Mônica é a hippie dos anos 70 e tem presença do Duende do coelhinho ('Mônica Nº 5' - Ed. Abril, 1970). 

Em alguns núcleos, os personagens da turminha também viram personagens secundários, como, por exemplo, na Turma do Penadinho em que o Cebolinha virou o Lobisomem; Cascão, o Frank; Magali, o Zé Vampir; e o Franjinha, Muminho.

Trecho da HQ "Mônica 100"

Esse gibi teve 9 histórias no total, sendo com secundários só do Astronauta. Na história "Supercraque" da Marina (em que ela pede para desenhar os meninos bem na hora da partida de futebol) teve presença do Manezinho, mas com traços meio diferentes, com cabelos mais grossos, por conta dos traços digitalizados que prevalecem nos gibis. Ficou muito feio. 

Trecho da HQ "Supercraque"

Cebolinha - "100 coisas..." - Para comemorar a 100ª revista do Cebolinha na Panini, Louco aparece para mostrar 100 coisas que tem que fazer antes de bater as botas.

Escrita por Flavio Teixeira, foram 25 páginas no total. Achei os traços melhores dentre de todas as de abertura, o que estraga são as terríveis letras de PC. Chama atenção do Cebolinha gostar das loucuras e achei estranho. As coisas para fazer não foram em ordem crescente. Podia ter sido na ordem. 

Também não mostraram todas para não ficar longa demais e, com isso, fizeram um complemento no site da Turma da Mônica nesse mês, mostrando todas as 100 coisas, incluindo essas que ficaram de fora da história. Só não sei por quanto tempo esse link vai estar disponível no site e pode ser que algum tempo depois não possa mais visualizar. 

Trecho da HQ "100 coisas..."

Foram 7 histórias no total desse gibi, com histórias de secundários com Penadinho e Bidu. Aliás, nessa história "Jairo, o desenhista" do Bidu os traços são constrangedores. Até que o roteiro foi legal, mas ver esses traços sem arte nenhuma fica difícil de aturar. Nessa tem presença do Sidney Gusman como o cachorro Sid homenageando as "Graphic Novels" e o Mauricio de Sousa também participa como cachorro. 

Outras histórias também tiveram traços péssimos como esse. Na tirinha as letras ficaram pequenas demais.  Estavam muito comum nos gibis desde setembro de 2014, os balões e letras minúsculos, dificultando a leitura, e até que nessas edições "Nº 100" não tiveram isso, com exceção dessa do Cebolinha.

Trecho da HQ "Jairo, o desenhista"

Magali - "As Cem Aventuras da Magali" - Escrita por Paulo Back, Magali fica presa nos desenhos da Marina comemorativos pelas 100 revistas da Magali e, com isso, ela precisa percorrer as 100 edições para sair de lá.

Finalmente uma edição "Nº 100" especial para acabar com o trauma de 1993 e de outros números redondos que ela nunca teve edição especial. Nessa história de 24 páginas no total, não são fatos ocorridos nas 100 edições da Panini, são só mostrados versões de contos de fadas, que alguns até lembram de histórias da Editora Globo.

Um bom enredo que serviria perfeitamente para 'Magali Nº 500', que ficou a desejar só com 1 história especial. Era só fazer adaptações com fatos que ocorreram e seus respectivos números nas revistas, como "Rapunzel" (MG # 15, de 1990), "Magalice no país das melancias" (MG # 30, de 1990), "Branca de fome" (MG # 57, de 1991), entre tantas outras. 

Até o "gibi Nº 10" são mostradas cenas completas, mais desenvolvidas e mostrados em sequência, depois foi tudo corrido, com pressa, sem numeração na sequência, indo direto ao "Nº 100" para achar a forma da Magali sair dos desenhos da Marina. Nessa história, com traços fracos, é falado brevemente que a numeração do gibi vai reiniciar a partir da próxima edição.

Trecho da HQ "As cem aventuras da Magali"
Esse gibi teve 8 histórias no total, com histórias com secundários do Anjinho e Piteco. Letras de títulos também digitalizados e logotipo oficial da Magali aparecendo em todas as suas histórias em miniatura. Colocaram o alto da parede rachurados na história "Funga Funga" do Mingau e na última, "Geladeira assombrada", mas mesmo assim digitalizados e muito ruins os traços dessas histórias.

Eu não gosto de gibis da Magali na Panini, porque andam muito descaracterizados,  poucas histórias dela envolvendo comida (em alguns gibis nenhuma tratando disso), além de poucas histórias da Magali, colocando mais da Tina, Penadinho, além de Dudu e Mingau aparecendo mais que a dona do gibi. Nesse gibi pelo menos ela apareceu bastante e tiveram histórias de comida, apesar de não mostrar os absurdos da sua gula, como antigamente, e isso agradou.

Trecho da HQ "Funga Funga"

Cascão - "O N° 100 e a Infalível S.U.J.O.C.A.” - Escrita por Paulo Back, os vilões da Sociedade Unida da Junta Opositora Contra o Cascão e Amiguinhos se dão conta que a revista do Cascão chegou ao Nº 100 e como eles não conseguiram derrotá-lo, eles unem forças para acabar com o Cascão de uma vez por todas, cada um para atender o seu objetivo. 

Com 23 páginas no total, essa história, de certa forma, foi o único que teve referência a gibi da Panini por causa do vilão Cúmulos, que estreou em 'Cascão Nº 38', de 2010. Apareceu outras vezes depois, inclusive como membro da S.U.J.O.C.A.. Essa foi outra história também com referência que a numeração dos gibis vai reiniciar. 

Gostei da história pelo fato de envolver vilões tentando dar banho no Cascão, coisa infelizmente rara de achar nos gibis do Cascão ultimamente. É que agora praticamente não tem histórias envolvendo sujeira e banho, ele não pode mais brincar no lixão ou entrar na lata de lixo, descaracterizando o personagem. Hoje são histórias bobas, com ele consertando ou criando brinquedos,  às vezes rolam plano infalível contra a Mônica. Dessa fase da Panini os gibis do Cascão são os piores da turminha, tanto que é o personagem que tenho menos gibis. 

Os traços dessa história de abertura completamente horrorosos e deprimentes, parecendo feito em Flash ou programa similar. Cremilda e Clotilde, por exemplo, ficaram com as mesmas expressões, foi só "copiar e colar". Todos os gibis têm traços péssimos, mas não sei porque os do Cascão conseguem ser os piores e em todos os meses. O título 'Turma da Mônica' também costuma ter traços bem ruins também, mas do Cascão consegue ser pior. 

Trecho da HQ de abertura

Cremilda e Clotilde também apareceram na última história, "Os perigos de um dia de faxina", e também foi só "copiar e colar" os seus desenhos. Para ter uma ideia dos traços decadentes dos gibis, repare no trecho da história "Caixa na cabeça" abaixo, a Mônica ficou com a mesma expressão em todos os quadrinhos. Ridículo.

Trecho da HQ "Caixa na cabeça"

Esse gibi tem 8 histórias no total, com histórias secundários do Bidu e do Frank. Essa "Frank, o cabeleireiro" foi muda de 8 páginas. Aliás, quase toda muda, já que primeira página e as 2 últimas com texto, mesmo assim com muita enrolação. 

Outro ponto negativo dos gibis do Cascão é o logotipo que cada vez mais as sujeirinhas ficam mais invisíveis. Eles colocam praticamente da cor do fundo que quase não dá para enxergar. E o contorno geral continua preto. Eles tinham que colocar a sujeirinha preta como era nos gibis da Editora Abril e Globo. Vamos ver se com a numeração reiniciada, se vão voltar com o logotipo como era nos gibis antigos.  


Chico Bento - "O Trenzinho Voador" - Escrita por Edson Itaborahy, um rei manda buscar o Chico Bento, através de um trenzinho voador, para resolver problemas no sítio do seu reino.

Essa história tem 25 páginas total e faz apenas uma breve citação ao "Nº 100", portanto, não sendo isso o foco dela. Traços bons na abertura, mas achei o nariz do Chico estranho, tamanho menor e proporção mais certa, e nariz assim foi em todas as histórias do gibi. Nela, teve ainda a volta do Monstro da Lagoa, que apareceu no gibi do 'Chico Bento Nº 74' (Ed. Abril, 1985), mas que na história a referência foi ao desenho animado do filme "As novas aventuras da Turma da Mônica". Essa de abertura também teve mais uma referência no final que a numeração vai reiniciar.

Trecho da HQ "O trenzinho voador"

Os gibis do Chico andam muito fracos,  passam longe do Chico que conhecemos. Hoje não temos mais histórias com ele trabalhando no roçado com pai, matando aula, tirando nota zero na escola, levando tiros de sal do Nhô Lau, fazendo travessuras, etc. São tudo muito bobas. Só para ter uma ideia, para atender ao politicamente correto, agora os personagens "pegam goiaba" em vez de "roubar", tirando todo o sentido do contexto. Esse termo foi usado nessa história de abertura e também na última história "Exercícios na roça".

Outro ponto negativo que acho é o logotipo nas capas que não sei por que tiraram a sombra preta embaixo do nome. Era muito bom essa sobra, dava um efeito legal. Esses pequenos detalhes que estragam também os gibis.

Nesse gibi foram 9 histórias no total, sendo as com secundários foram 2 com a Turma da Mata, ambas envolvendo filhos do Coelho Caolho. Senti falta de história com o Papa-Capim, tão marcante nos gibis do Chico Bento. Nos traços do resto do gibi, os filhos do Coelho Caolho foi um tal de "copiar e colar", com todos aparecendo do mesmo jeito, só mudando a cor das roupas. E demais histórias do Chico traços terríveis também, inclusive com o logotipo oficial no título em algumas e começando com "Turma do Chico Bento".

Trecho da HQ "Par ou ímpar?"


Turma da Mônica - "Sem a cem" - Escrita por Paulo Back, Dudu e a turma estão tristes porque não acharam a revista da turminha nas bancas e Marina tem a ideia de criar o estudiozinho de arte para produzirem o seu próprio gibi, com eles mostrando na prática como se faz os gibis.

Gostei dessa história porque envolve metalinguagem, dos personagens criando seus gibis como a MSP faz, mas do tempo em que tudo era manual. Com 29 páginas no total, ela fala que numeração vai reiniciar com mais detalhes, falando a versão dos personagens o por quê disso. Mauricio entrega que arte-final, letras e cores são tecnológicos agora. Os traços estão aceitáveis.

Trecho da HQ "Sem a cem"

Esse gibi teve 7 histórias no total. Não tiveram histórias com secundários (apenas uma participação do Piteco no último quadrinho de "Congelado") e a Marina foi o grande nome da edição, já que 3 histórias foram com ela, contando com a de abertura.

Esse exemplar é considerado histórico, não só pela comemoração do "Nº 100", mas também porque é o último gibi do título "Turma da Mônica". Com a reinicialização dos gibis da Panini, este título será cancelado, substituído pela volta do "Parque da Mônica".

Ronaldinho Gaúcho - "Um dia diferente" - Escrita por Paulo Back, uma história com ar filosófico, com Ronaldinho narrando que está sentindo alguma coisa diferente no ar, mostrando seus amigos e tudo que passou, com uma bonita mensagem no final. 

Fica uma espécie de apresentação dos personagens, mas dá para interpretar que é uma retrospectiva de tipos de histórias que foram presenciadas nesses 8 anos e uma despedida. Seria mais coerente que fosse publicada no encerramento para mostrar a despedida oficial dos personagens e do gibi. 

É que esse foi o último gibi dele e que na 2ª série da Panini não continuará. A tiragem nas bancas ficou muito limitada. Aqui só apareceram 3 exemplares dobrados e amassados em uma banca, e 1 exemplar em outra banca, aí em bom estado, que foi onde comprei. Até a "Nº 99" vinha mais exemplares em todas as bancas. Já estranhei isso na hora e depois que vi conteúdo da história, já percebi que seria o último gibi, se confirmando lendo a notícia na internet. Então, esse é mais um gibi histórico, além de ser "Nº 100", é o seu último gibi e com poucas tiragens em bancas, e, com isso, raro de achar.

Eu não gosto do gibi do Ronaldinho, nada a ver um gibi dele. Tenho poucos exemplares, mas até que esse gibi não foi tão ruim. Inclusive, na última história, "A encomenda", o Ronaldinho e o Diego pegam ônibus sozinho, coisa que não é comum nos gibis atuais. Tiveram 2 histórias com 2 páginas cada uma (as das páginas 38/39 e a das páginas 44/45) em que as letras foram feitas a mão. Dá raiva que nos gibis da Turma da Mônica em nenhum tiveram letras a mão, e no Ronaldinho teve.

Foram 11 histórias no total. Dá para perceber que voltaram com os personagens com lábios, já que chegaram a tirar em algumas edições, e uma mudança negativa é que o Diego ficou retratado com mais idade (ele era bem mais novo que Ronaldinho e agora está aparentando a mesma idade, ou só 1 ano mais novo). Uma coisa engraçada que achei foi na seção "Correio do Ronaldinho Gaúcho", que as crianças falam que gostam de ler as revistas, mas não falam que eram as do Ronaldinho em nenhum momento. Ficou constrangedor.

Trecho da HQ "Um dia diferente"

Também foram lançadas edições especiais com capas metalizadas, assim como fizeram com as edições "Nº 500" da Mônica, Cebolinha e Magali. Todas os 7 títulos tiveram suas versões especiais. São o mesmo conteúdo, só que com capas metalizadas e o miolo em papel couché. Eles tinham que ter avisado que seriam lançadas essas versões com capas metalizadas. Assim do jeito que ficou fica difícil ter as 2 versões, ainda mais que são com mesmo conteúdo. Por isso não ocmprei nenhuma metalizada, ficando só com as versões normais de cada.

Então, esses foram os gibis "Nº 100" da primeira série da Editora Panini. Na verdade, 100 da editora, porque na realidade estes são referentes a : 'Mônica Nº 546', 'Cebolinha Nº 514', 'Chico Bento' e 'Cascão Nº 681' (ambos), 'Magali Nº 503' e 'Ronaldinho Gaúcho Nº 103'. Sò 'Turma da Mônica foi a verdadeira Nº 100', desconsiderando que foi criada no lugar de 'Parque da Mônica'.

Essas edições "Nº 100" da Panini não foram tão ruins como um todo. Para os padrões atuais deu para agradar, mas também não chegam aos pés como foram as da Globo. Sem dúvida, das 3 editoras, os "Nº 100" da Globo foram melhores. Na Editora Abril só o gibi do Cebolinha que teve uma edição comemorativa digna, já que Mônica e Chico Bento só tiveram capas especiais e Cascão a data passou em branco, só com um "Nº 100" em destaque na capa. Enquanto que na Editora Globo, todas as capas e histórias de abertura foram especiais (com exceção da Magali que passou em branco até na capa).

A partir de maio de 2015, todos os gibis voltam ao "Nº 1" em uma nova coleção que vai até o próximo "Nº 100", caso eles continuem na Panini até em agosto de 2023. Muita loucura a numeração reinicializar na mesma editora, não faz sentido nenhum isso. Acredito que seja estilo da Panini em reiniciar os seus títulos após a cada "Nº 100". Só que não adianta nada se o conteúdo for o mesmo. Vamos aguardar mês que vem pra ver quais as mudanças nos gibis com a sua nova reinicializações e que fica uma esperança que mudem e voltem a ser aquela Turma da Mônica que encantou a todos até os anos 90.

45 comentários:

  1. Olá Marcos, confesso que estava meio ansioso pra ver seus comentários sobre as edições número 100. A que mais gostei foi da Magali (deu pra retratar um pouco do vexame da edição 500), e a que achei mais sem graça foi a do Chico Bento, meio "nada a ver" aquele trenzinho... O que fica agora é a expectativa de todas reiniciarem pelo número um e sobre os motivos disso... E claro, tomara que seja um verdadeiro recomeço da turma da Mônica, que tem deixado a desejar nos últimos anos, principalmente na editora Panini, e que voltem os bons tempos da turma. Espero que atendam as expectativas...(ou ao menos se esforçem um pouco mais pra isso). Ah, espero que voltem as capas com piadinhas também rsrsrs

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    1. Tem ate boatos falando que eles vão revisar algumas coisas do politicamente correto,e se acontecer eu fico feliz

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    2. Verdade, no Chico a marca do nº 100 foi falada só brevemente, ficando em 2º plano, fora isso uma hq normal para os padrões atuais. Gostei dessa da Magali tbm.

      Achei um absurdo reiniciarem a numeração, seria bem melhor números altos. Nada a ver. Se mudarem o conteúdo das hqs menos mal. Deve ser estilo da Panini de reiniciarem a numeração após o nº 100 em todas as suas revistas.

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  2. Fala sério, eles vão mesmo recomeçar a contagem? Isso é muito ridículo, por mim nunca teriam recomeçado mesmo mudando de editora e agora vão fazer isso de novo por que, meu Deus? Afffff

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    1. Eu custei a acreditar nisso, mas é verdade. Tbm acho q nem mesmo com troca de editoras deviam ter recomeçado, ainda mais em uma mesma editora como estão fazendo agora. Muito bizarro.

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  3. Eu gostei da "Mônica nº100", mas ficou esse negócio de não fazer referência. :/

    Do "Cebolinha nº100" não achei estranho ele gostar das loucuras, foi só a partir de uma lá e foram até bem legais (no ponto de vista deles), nem preferia que fosse na ordem...

    Gostei da "Magali nº100", bem legal e a trama também foi.

    Em "Cascão nº100", gostei bastante e achei legal a jogada de terem feito o Capitão Feio trocar os gibis. Ah, e só pra constar, o Cumulus estreou no fechamento de "Cascão nº38" e reapareceu em histórias como o "nº70" e a "Turma da Mônica nº 66", não lembro de ter outras (além da "Turma da Mônica Jovem nº78" e "nº 79").

    Gostei do "Chico Bento nº100" e achei que a história foi bem inteligente.

    Não li ainda a "Turma da Mônica nº100", mas parece ser bem boa a história, com Marina e Dudu.

    A do "Ronaldinho Gaúcho nº100" achei emocionante a primeira história, eu não estava acreditando nos boatos que a revista ia acabar, mas aí foi a confirmação. Também achei que poderia ser a de encerramento e uma comemorativa do nº100 na abertura. Gosto das histórias do Ronaldinho (especialmente algumas como a "nº7" e "nº9", do Emerson) e acho a revista bem legal. Ou melhor, achava. :/

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    1. É, o Cumulos ficou sendo a referência a hqs da Panini, afinal foi criado nessa fase. Eu não tenho nenhum gibi com ele, nem sabia q tinha estreado em Cascão nº 38. Valeu pela informação.

      Os gibis na sua maioria não ficaram ruins para os padrões atuais, pena q da Mônica e Chico não tiveram referência ao 100. O da Turma da Mônica tá legal tbm, vc vai gostar quando ler.

      Ronaldinho Gaúcho não ligo pra ele, mas é pelo fato de não curtir muito jogadores de futebol virando personagens da MSP. Pelezinho curtia, mas pelo fato das cenas incorretas, mas não pelo fato do Pelé virar personagem. Dentre as q li, as hqs do Ronaldinho eram melhores q as do Neymar.

      Esse gibi do Ronaldinho me surpreendeu e não achei ruim, deu até nostalgia de ver letras feitas a mão em 2 hqs. E o enquadramento com 6 quadrinhos por página ficou melhor ainda. E de fato a hq de abertura foi bonita, concordo q devia ter sido no encerramento e uma hq comemorando a 100 abrindo o gibi, no lugar.

      Essas do Ronaldinho q vc citou escritas pelo Emerson nunca li. Aliás, não sei por que agora hqs com o Emerson só tem com o quarteto principal. Tipo, nunca mais teve hq do Chico Bento escrito pelo Emerson. Se não me engano a última foi do Chico Bento nº 55. Uma pena.

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    2. Ele não gosta muito do Chico, pelo fato de o personagem não ter muitos "vilões" e conflitos. :/

      E também agora só tá saindo história dele que já foi escrita faz tempo, porque ele tá escrevendo só a TMJ.

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    3. E essas à mão do Ronaldinho foram escritas faz tempo, o gibi dele geralmente faz isso por terem páginas sobrando. E o correio tb sempre é assim, o do Neymar tb.

      O bom dessa história é que tb aparecem vários personagens do gibi, como os vilões que apareciam às vezes e lembravam o Jão Balão e o Zé (não lembro o nome dos do Ronaldinho, só um acho que é Pereba).

      E o Ronaldinho aos poucos tb havia ganhado uma turma, que fazia inglês com ele - a Teretetê e o Girafa, que apareceram nessa história, o Alex (que é fixado em geleiras e tem um urso de pelúcia que "é real") e o Léo, não lembro se tem algum outro (além do Diego, que tb faz inglês junto).

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    4. Curioso saber q o Emerson não gosta de escrever hqs do Chico. Se for só por isso, era só ele criar conflitos e vilões para o Chico que, quem sabe, tornariam vilões clássicos, como ele fez com as meninas do bairro das Pitangueiras.

      Uma pena saber q letras e traços feitos a mão como essas do Ronaldinho só quando se trata de hqs produzidas há muito tempo. Se eles soubessem q fica melhor tudo feito a mão, nunca pensavam em mudar isso.

      Nessa hq de abertura do Ronaldinho deu pra notar mesmo q foi uma retrospectiva com os personagens q apareceram na trajetória dos seus gibis. Foi boa forma de se despedir.

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  4. Gosto dos seus posts Marcos!
    Agora quero dar uma conferida na da Mônica e a da Magali. Foram as que mais me interessaram. Tinha visto nas bancas mas não cheguei nem a folhear nenhuma dessas edições nº 100 da Panini. Aguardava um post aqui.
    Não sei no que vai dar esse reboot... Mas se mudar, que mude para melhor, traço, roteiro... Não perco as esperanças.
    Mas ainda podendo se contentar com a CH e alguns almanaques, vi que vc falou sobre os codigos das historias em gibis que nos almanaques da panini não vêm mais. Como vc sabe em que ano foram publicadas? Tenho vontade de comprar uns almanaques, mas prefiro histórias até os anos 90, ae sempre confiro aqui antes se vc comenta algo sobre algum almanaque para poder comprar.
    E como faz um tempo que nao apareço aqui estou atrasado com os comentários de alguns posts. Vc falou tbm da coleção L&PM As Melhores Histórias da Mônica. Eu tbm não conhecia, e achei muito bacana! Confesso que acho melhor que o formato da Coleção Histórica. A Coleção Histórica poderia vir nesse formato. Bem mais atraente. Acho caro R$ 19,90 por cinco gibis com esse papel pisa-brite (que vc tbm falou que está vindo cada vez mais ruim na última CH), mesmo com a box.
    Gostaria de ver tbm uma postagem sobre aquela Coleção um tema só edição de livraria em papel off-set, estava querendo comprá-las tbm, queria uma opinião sua. Tem a coleção completa na loja do Planeta Gibi.

    Valeu!

    Bruno...

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    1. Bruno, esses gibis ficaram normais para os padrões atuais, acho q vc vai gostar. Sobre o reboot, duvido q mudem o conteúdo das hqs. Eu não tenho mais essa esperança.

      Nos almanaques da Panini como não tem código, pra saber de qual gibi foi só tendo os gibis originais, ou tbm vendo no site do Paulo back q mostra as capas e algumas hqs. Esse site aqui: http://www.getback.com.br/Monica/index2.htm

      No formato da Coleção Histórica eu gosto assim, são mais parecidos com os originais. Só acharia q Mônica e Cebolinha deviam ser 2 cm maiores na altura q nem os anos 70. Esses livros da coleção L&PM são muito bons, valem a pena.

      Esses Coleção Um tema Só de livraria eram o mesmo conteúdo dos vendidos em banca, só q sem as propagandas originais. Eu acho melhor a versão de bancas, além de conseguir mais barato em sebos. Se quiser comprar esses com formato livro não tem muita diferença, só mesmo o tipo de papel.

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  5. Marcos, ainda não comprei e nem sei se vou comprar. Aqui essas revistas ficam nas bancas até perto do dia 10 do mês seguinte. E também não faço questão. Marina foi lembrada em quase todas as de abertura, pois a da Monica me lembrou bem a questão da fuga pelos infinitos gibis, onde os personagens, através do lápis mágico da Marina, passavam por portais dimensionais e se caracterizavam homenageando vários outros personagens de quadrinhos. Agora resolveram fazer a Mônica se caracterizar de vários personagens da própria MSP. OK... Mas já chega dessa ideia. Já rendeu o que devia.

    Não acho ruim da letra digitalizada nos balões. O fato e que colocaram uma letra muito diferente do que era. Espero que mudem para uma fonte mais larga e semelhante da letra manual que faziam. Hoje em dia a letra digital facilita pra mudar o idioma e exportar. Sem falar que só a MSP ainda mantinha o letreiramento manual. Nenhum outro titulo de HQ s mantém.

    As expressões e desenhos copia e cola infelizmente acabam mesmo com a graça. Acho que isso foi a pior característica que a empresa resolveu adotar. Muito artificial! Espero que mudem isso logo!

    Obrigado por ter compartilhado. Um abraço!

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    1. Fabiano, até q nessa hq da Mônica a Marina não aparece, só em uma hq de miolo q a própria protagoniza. A Marina apareceu mesmo de destaque foi na Magali e em Turma da Mônica, q aí sim ficou parecendo ser um gibi dela, já q tiveram 3 hqs dela.

      Até q não foi ruim essa da Mônica, pena q não teve referência ao nº 100. Se decidir comprar algum desse, não demore muito pra não acabar e se arrepender depois. Elas valem por serem as últimas edições dessa fase.

      As letras, apesar de todos os títulos fora MSP tbm serem digitais, acho q perde a graça, inclusive nas outras revistas. Tipo, muuito melhor quando a Disney tbm tinha letras artesanais, feitas a mão. Letras de PC assim fica parecendo coisa de preguiçoso. E os traços copiar e colar, nem se fala rsrs.

      Valeu! Um abraço

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  6. Parecem bem interessantes, só achei bizonho essa reiniciação da contagem e me pergunto por que isso.

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    1. Muito bizarro mesmo. Até agora tbm não entendi o por quê disso. Deve ser estratégia da editora... muito estranho.

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  7. Tô contigo, Marcos.Também não compro mais as mensais. Só quando são edições especiais, como foram as 500, por exemplo. Pretendo comprar essas edições 100 por esse motivo. Mas depois de ler seus comentários, talvez inclua a da "Turma da Mônica". Parece estar bem legal.

    Claro que a do Ronaldinho Gaúcho, pra mim, não conta.

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    1. Legal mesmo é colecionar edições especiais e históricas. Foi até por isso q comprei o do Ronaldinho. Até q o da Turma da Mônica não tá ruim, gostei da hq.

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  8. Oi Marcos, eu li as edições de nº 100, porque sei que em edições comemorativas, as tramas e os roteiros são um pouco diferenciados. Neste sentido, essas publicações foram ligeiramente melhores do que vinha apresentando nos últimos tempos.

    Tenho dito nos comentários dos blogs dos amigos, que o que mais me incomoda são as tramas, os roteiros fracos. O universo mauriciano é tão rico em personagens que poderia explodir em criatividade, e contar muitas histórias legais.

    Mas, tudo na MSP é formatado, não só os desenhos, as expressões dos personagens, nem mesmo somente as letras digitalizadas nos balões. Lá tudo segue um padrão, seja em que etapa for da linha de produção. Cada gibi que chega na banca, traz mais do mesmo.

    Então, espero que estas diretrizes sejam revistas, que desmitifiquem um pouco esta polarização das "turmas". Cada núcleo de personagens se isola, e fica uma coisa chata com a Mônica falando com o Cebolinha que fala com o Cascão e chega a Magali de vestidinho amarelo... e... e...

    O que precisa mesmo é dar mais liberdade para criar. O Mauricio de Sousa era um grande contador de histórias no começo da carreira, uma espécie de Monteiro Lobato dos quadrinhos. Isso é o que falta, a Turma da Mônica tem que mostrar que ainda é capaz de cativar todos os públicos de 7 a 77 anos de idade.

    Que custa fazer histórias bacanas? Que tem de mais em fazer o Capitão Feio mau e sujo? Por que não envolver os personagens em histórias de aventuras fora do limoeiro? Por que tantas histórias indoor, com os personagens sentados no sofá assistindo TV?

    Teria mais um milhão de coisas para falar sobre o tema. Mas, quem sou eu para ficar aqui enchendo espaço.

    Amigo Marcos, gostei da postagem, como sempre muito bem escrita e com ótima análise. Agora é esperar que as próximas edições tragam algo novo, se vierem com mais do mesmo será o FIM.

    Abraços.

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    1. Verdade, Paulo eles tinham q melhorar bastante a qualidade das hqs para agradar a todos, mas acredito q a tendência continuará sendo o foco pra crianças até 8 anos e deixar as Graphic Novels e Coleção Histórica para os adultos. Eu tbm adorava quando as hqs agradavam a todos. Não acredito q vão melhorar, mas enfim, vamos aguardar.

      Valeu por ter gostado da postagem. Abraços

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  9. nossa ja ta na edição 100 :o nem da pra dizer . pareçe que foi ontem que lançou o numero 1 .

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    1. E, tipo, parece que foi ontem, mas será "amanhã"... :P

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    2. De fato de 2007 pra cá passou muito rápido, mas logo virão novas "N° 1" pra começar uma nova coleção.

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  10. Sem dúvida um mês histórico na história da MSP. Pena que eu não encontrei o Turma da Mônica Nº 100 na banca, só tinha o Nº 99 (E de Ronaldinho Gaúcho nem sombra). Mas felizmente comprei as Nº 100 dos cinco personagens principais. A que menos me agradou foi a da Mônica, achei a hq de abertura pouco inspirada, usaram o tema já batido da viagem por outros universos e nem fizeram referência ao número 100 nos diálogos. Dá impressão que eles já tinha guardada para publicar em uma edição comum e só fizeram trocar o título e jogar nessa edição só pra fingir que é especial. Será que ficaram sem idéias?
    As hqs de abertura de Cebolinha, Cascão e Magali até que não ficaram ruins, a do Chico Bento achei o argumento interessante mas poderia ter sido melhor desenvolvido.
    Eu fiquei surpreso quando lia notícia no Planeta Gibi de que as mensais seriam reiniciadas. Me perguntei "Porque isso? Que idéia é essa da MSP?", mas pesquisando eu percebi que esse procedimento é relativamente comum com as oublicações da Panini. Várias revistas em quadrinhos da editoras tiveram ou tem uma 2ª série (algumas até 3ª!). Lembrando que a revista da Tina foi publicada até o Nº 30 em 2011 e em 2014 voltou com o Nº 1 (Aliás, essa não dá as caras nas bancas desde dezembro, quando saiu o Nº 5. Não que eu sinta falta, rs).
    Só espero que as mensais não tenha o hiato entre o último número da 1ª série e o primeiro da 2ª como aconteceu com outros títulos da Panini, a exemplo da Tina. E torço que o staff da MSP reveja os conceitos e que os personagens retornem àquelas características que conquistaram nosso carinho nas décadas passadas.

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    1. Fabio, o gibi Turma da Mônica costuma chegar por último, depois das outras, aí quem sabe vc encontre aí. Só Ronaldinho talvez q não encontre pq a distribuição dessa vez ficou muito limitada, tem bancas q nem venderam, aí vai se tornar uma edição rara de encontrar.

      As da Mônica e Chico ficaram essa impressão de terem aproveitado material q já tinha. Pena q não tiveram referência.

      E essa de reiniciar numeração surpreendeu todo mundo, não tinha motivo pra isso. Com certeza deve ser estilo da Panini. A Tina só reiniciou pq já havia sido cancelada há 3 anos e a nova versão foi muito diferente da 1ª série, era uma nova proposta, aí achei justo. Mas não é o caso da turma da Mônica. Vamos aguardar pra ver se vão mudar conteúdo das hqs.

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  11. Oi, Marcos! O Paulo arrancou meu sentimento mais nítido ao dizer....

    "O Mauricio de Sousa era um grande contador de histórias no começo da carreira, uma espécie de Monteiro Lobato dos quadrinhos. Isso é o que falta, a Turma da Mônica tem que mostrar que ainda é capaz de cativar todos os públicos de 7 a 77 anos de idade."

    Comprei a Cebolinha 100. Li metade ainda. Amanhã eu termino. O último quadrinho da HQ de abertura me fez rir com vontade, pois como somos veteranos, sabemos bem o que significou o berro do Cebolinha. A moçada de hoje, vendo uma diminuição nas brigas e nas surras, talvez não ache tão engraçado assim. Talvez. Não sei. Mas eu, um leitor de várias décadas, achei podre e o melhor final praquela história. kkk

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    1. É, o Mauricio fazia hqs incríveis, uma pena q mudou tanto a favor do politicamente correto.

      Legal q vc comprou o do Cebolinha. No final ele achou assustador aquilo rs. Aliás, o Cebolinha velho ficou igual ao avô dele, q já apareceu algumas vezes.

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  12. Marcos,

    Li as 4 primeiras HQ's (minha irmã estava doida para comprar elas), e na minha opinião a melhor foi a do Cebolinha, aquela história foi sensacional, aquele berro que o Cebolinha deu no final foi impagável.

    Cascão e Magali deram pro gasto, mas a pior foi da Mônica, apesar da história mostrar vários pontos de vista das "Mônicas" foi muito sem graça.

    Espero que em Maio venham mais 100 edições, com mais qualidade, quem sabe competindo com a Disney.

    Por falar em competir com a Disney, porque a Panini não pensa em lançar uma Mônica Jumbo, com umas 800 páginas, misturando histórias novas e velhas. Não seria uma má ideia... Abs.

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    1. Eu tbm gostei do final da hq do Cebolinha. No geral, até q as hqs não foram ruins como um todo. Esperava mais da Mônica tbm.

      Vamos aguardar as novidades em maio. Quanto a uma versão da Disney Jumbo, quem sabe um dia né. Hj a publicação mais parecida é o Almanaque Temático. Abraços

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  13. Isso da Panini reiniciar a numeração me remete à Editora O Cruzeiro que, nas publicações de Luluzinha e Bolinha nos anos 50 aos 70, a reiniciava a cada passagem de ano. Por exemplo, ambas chegavam até o número 12 em dezembro, pra em janeiro começarem do 1. Pra saber o número, era só pegar o mês correspondente, independente do ano...

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    1. Eu já vi isso. Achei muito bizarro quando descobri isso de todo ano ficar reiniciando numeração, nunca passar da nº 12. Muito confuso.

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  14. ta muito estranho isso pra que lançar des do 1 tudo de novo ??? bizarro.

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    1. Ridículo isso, deve ser estilo da editora, infelizmente.

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  15. Atrasado, mas cheguei kkkkkkkkkkkkkkk
    A melhor, pra mim, foi a do Cebolinha, tanto pelos traços quanto pela história. Muito criativa, e na sinopse da Panini parecia que seria a mais sem-graça.
    Ótima postagem. Abç.

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    1. É, eu tbm achava q pela sinopse a do Cebolinha não seria boa, mas nos enganamos rsrs. Foi boa, sim. No geral, as revistas foram boas. Valeu por ter gostado da postagem. Abraços

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  16. Lendo esses posts e vendo que essas revistas vão ser reiniciadas eu sinto um certo desgaste na Turma da Mônica, será que já não deu o que tinha que dar?

    Infelizmente mesmo que os roteiristas queiram criar uma boa história virá a patrulha do politicamente correto apontar o dedo e as vendas das revistas despencarem....

    É uma pena, mas parece que tá perto do fim essas revistas, o que acha, Marcos?

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    1. Concordo com vc, por mais q os roteiristas queiram fazer hqs incorretas, mas sempre vai ter a patrulha do politicamente correto reclamando q está errado e eles precisariam voltar atrás. O fim dos gibis da turma não digo, mas a qualidade q era até os anos 90 nunca mais vai ser como era.

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  17. Marcos, no tocante aos logotipos em amarelo, deve ser por conta das versões com capa metalizada, que são escuras, e os logotipos amarelos se destacam neles. Daí a versão comum acompanhou a metalizada.

    O"

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    1. faz sentido. Pode ser isso mesmo. Aliás, eles deviam é ter falado antes q teriam as metalizadas.

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    2. Eu tive mais sorte, porque as primeiras que vi foram justamente as metalizadas. Rs Tinham as duas versões, mas não sei se chegaram juntas. Demoro bastante pra ir na banca. :P

      O"

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    3. Não. As mensais em versões normais chegaram primeiro, por volta do dia 10/04 e as metalizadas chegaram no inicio de maio. Se eu soubesse q ia ter as metalizadas não comprava as versões normais.

      Se ainda fosse um só exemplar como foram as edições 500, tudo bem, mas comprar 7 edições de novo pra ter o mesmo conteúdo, sem condições.

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  18. MARCOS, VOCÊ SABE O QUE ACONTECEU COM OS GIBIS DO PELEZINHO? ABRAÇOS.

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    1. Carlos, o almanaque "As Melhores Histórias do Pelezinho" foi cancelado de vez. Já a "Pelezinho Coleção Histórica" não tem ainda confirmação da Panini, mas tudo indica q foi cancelado tbm, junto com almanaques dos secundários, como o do Astronauta, Piteco & Horácio, Papa-Capim & Turma da Mata, etc.

      Abraços

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  19. Entendo o preconceito com as revistas do Ronaldinho. As primeiras edições começarem meio ruins, sem inspiração. Em uma época que minha mãe colecionava revistas alguns anos atrás, ela comprava quase sempre todas as revistas do mês, e incluia o Ronaldinho apesar de que não gostavamos muito, mas pelos meios das edições, tipo... Depois de um tempo dele não ser mais representado como um morador da Turma do Limoeiro, as vezes as historias dele eram as melhores de todas as edições,muitas vezes na nossa opinião superando as histórias da Magali, que estavam saturadas de histórias repetitivas do Mingau e Dudu. Por que? Bom.. Eu acho que os roteiristas começaram a ficar mais entrosados com os personagens, como o Ronaldinho não fazia parte da Turma da Mônica ele parecia ter menos limitações, como se os roteiristas pudessem fazer um monte de histórias non-sense, com temas pouco explorados e aventuras bem elaboradas mas sem muita pretensão, gosto de histórias com "viajens" e algumas dele me fez pensar um pouco quando tinham histórias bem non-sense antigas da Mônica onde o principal era a história e não as expressões faciais. O Diego e Deisi ficaram bem desenvolvidos como personagens, parecia que a revista tinha menos regras do que as outras, ah.. e as vezes tinha a impressão de que os personagens agiam mais como crianças e tinha mais histórias movidas pela curiosidade e ingenuidade, acho meio chato quando personagens da Turma nas novas edições agem ou falam como adolescentes de 17. Mas também não foram tantas assim que eu comprei e não posso falar por todas as edições.

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    1. Eu não comprava gibis do Ronaldinho, mas até que os poucos que tenho não achei nem ruim nem ótimo. Achei mediano. pelo menos tinham algumas histórias com fantasia, com ele em mundo mágico, isso pelo menos diferenciava com os da turma.

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