sábado, 18 de abril de 2015

Coleção Histórica Nº 46


Nessa postagem comento sobre a 'Coleção Histórica Nº 46', formada pelas 5 revistas números 46: Mônica (1974), Cebolinha (1976), Chico Bento e Cascão (1984), e Magali (1991).

O Jeremias quem está na capa do box e dessa vez colocaram uma imagem dele dos anos 80 em vez dos anos 70. Normalmente, as imagens dos personagens que aparecem nos boxes são da primeira aparição na Coleção Histórica. No caso do Jeremias teriam que colocar uma dos primeiros números da Mônica de 1970, mas colocaram uma por volta de 1983.

É que no início, o Jeremias era colorido preto que nem carvão e tinha um círculo rosa em volta da boca. Como esse círculo nos personagens negros está proibido atualmente a ponto de alterar os desenhos nos almanaques convencionais (vide como fizeram com o Pelezinho), resolveram colocar uma imagem do Jeremias dos anos 80, tirando a tradição das capas dos boxes. E mesmo assim, dá impressão que ainda fizeram uma leve alteração nos lábios, deixando menor, porque ele tinha lábios mais grossos naquela época.

Em relação a distribuição, continua atrasando muito. O box era para ser lançado em março de 2015 e por aqui só chegou dia 6 de abril e em muitos lugares não chegou ainda. Ao menos aqui dessa vez chegou 2 exemplares na banca que chega, já que normalmente vem só um exemplar. Destaque negativo também  para a a péssima qualidade do papel-jornal de miolo que está cada vez mais fino. Podiam melhorar isso.



Histórias de abertura e comentários gerais:


Mônica - "A conselheira sentimental" - Mônica dá conselho para o Cascão terminar com um namoro com uma garota que nem começou ainda. Ele não quer namorar porque a menina toma 2 banhos por dia.

Nessa época a Cascuda ainda não tinha sido criada, apesar que estrearia ainda em 1974 mesmo na história "O grande amor do Cascão", de 'Cebolinha Nº 18'. Mas, mesmo assim, ela não era a sua namorada oficial e sempre tinha histórias com ele paquerando outras garotas, até mesmo nos gibis da Editora Globo.

Nos comentários dessa de abertura, o Paulo Back dá dicas de como reconhecer se uma história foi escrita pelo Mauricio de Sousa. Ainda sobre comentários, de 14 histórias comentadas, em 5 não informam créditos, mas devem ser do Mauricio. Ele escrevia e desenhava na época. O seu irmão Marcio Araujo também escrevia algumas histórias, e, com isso, não dá para saber quem escreveu e desenhou. Lembrando que nas que foram comentadas foram escritas e desenhadas pelo Mauricio.

O gibi teve 16 histórias no total (as de 1 página e tirinha no final não foram comentadas, como de costume). Apesar da capa fazer referência ao Carnaval, não teve nenhuma história ligada a data. Todas foram normais para a sua época.

Destaque para a história do Bidu, "Uma pequena ajuda", com ele querendo ajudar o argumentista sem criatividade para criar história, conversando com ele e dando ideias para a história. Foi o primórdio de histórias metalinguísticas com os personagens dialogando com o pessoal do estúdio. O Bidu só não contracenou com o argumentista, só mostrando uma mão desenhando quando possível. Já o pessoal do estúdio aparecendo nos gibis e com os outros personagens da turma ia demorar um pouco, lá por volta de 1978, do que eu tenho conhecimento.

Aliás, adorava quando o Bidu aparecia nesse ângulo, como no trecho dessa história que mostro abaixo. Muito bom.

Trecho da HQ "Uma pequena ajuda"

Cebolinha - "Capitão Blond" - Dois loucos vestidos de piratas fogem do hospício e querem encontrar um suposto tesouro escondido na Rua do Limoeiro com a ajuda do Cebolinha e do Cascão.

De 11  histórias comentadas (12 no total), só as 2 primeiras tiveram informações de créditos. Nas outras infelizmente não foram informado nada sobre roteiristas, desenhistas e arte- finalistas. E não foi por falta de espaço porque em muitas tinham espaço suficiente para isso.

Nesse gibi teve aparição do Palestrino, o papagaio da Tina que andava sumido até então e depois sumiria de vez. Ele aparece na história "Lá, La, Lá...", do Rolo, em que o Palestrino fica cantando bem na hora que o Rolo está querendo tocar uma guitarra para um produtor musical. Com isso, primeira vez que o Palestrino contracena com o Rolo, já que o Palestrinho aparecia mesmo em 1970/ 71 e o Rolo só foi criado em 1972.

Trecho da HQ "Lá, Lá, Lá..."

Não foi falado nome do Palestrino, mas diz que o papagaio é dela. Curioso que é uma história do Rolo e nos créditos do título está como Tina, mas ela aparece só no final. Também teve outra história do Rolo nesse gibi de 1 página, em que ele tem problema de pagar um cara a quem estava devendo, também com créditos à Tina, mas ela aparece só no último quadrinho.

Destaque também para a 2ª história do Doutor Olimpo nos gibis, na história "Novamente Olimpo", em que o Doutor olimpo se veste de criança para enganar o Cascão e fazer com que ele tome banho. Doutor Olimpo estreou na história "O inimigo Nº 1", de 'Cebolinha Nº 42', de 1976 e voltou agora nessa história. Tudo indica que depois ele voltou a aparecer só em 'Cascão Nº 10', de 1982, na história "A volta do terrível arqui-inimigo".

Na história "É de tirar o chapéu" do Chico Bento (em que o Chico é obrigado a tirar o chapéu ao cumprimentar as pessoas), teve a surpresa do Chico Bento falar caipirês em alguns quadrinhos. Em alguns balões tinha uma mistura entre o caipira e o padrão correto. No trecho que destaquei abaixo, repare que em um quadrinho ele fala "por que" correto e no outro fala "pru que", além de outras palavras caipiras, como "tirá", qué vê". Cheguei a pensar que foi alteração, mas com imagens da original que o André Felipe me enviou vi que não. Colocaram exatamente igual a original de 1976, só as cores dos chapéus que mudaram:

Comparação da HQ "É de tirar o chapéu": sem alteração de texto

Provavelmente, colocaram como teste, já que o Mauricio tinha desejo de que ele falasse caipira nas histórias. Tanto que no pocket L&PM - "Chico Bento - Histórias de Pescador" também tinha algumas tirinhas com ele falando caipira. Poucas, mas tiveram. A patrulha do politicamente correto deve ter reclamado de que estava ensinando errado para as crianças e então o Chico voltou a falar correto em todas as histórias, só ficando a falar caipira de forma oficial nos gibis de 1980. Uma pena que não foi falado sobre isso nos comentários dessa história. Vamos ver quanto tempo durou esse caipirês do Chico nos anos 70. 


Chico Bento - "O ovo é meu" - Chico e um garoto encontram um ovo na rua e os dois brigam e disputam quem vai ficar com o ovo

Essa parece mais estilo de uma história de miolo, mas colocaram na abertura. Nos comentários o Paulo Back dá dicas de como saber quando a arte-final é do Alvin Lacerda e desenhos são do Julinho.

Em relação a créditos, de 6 histórias no total, só em 3 tiveram créditos completos e nas outras ficaram faltando alguma informação, sendo que em "É hora de trabalhar" (em que um garoto secundário apronta com o Chico enquanto está dormindo no roçado) não mostra crédito nenhum.

Mais uma vez tiveram alterações ridículas em histórias, com as palavras do caipirês do Chico sendo mudadas. Em relação a gerúndios, algumas palavras não mudaram, mas em outras sim, como aconteceu na história "Por uma medalha" (em que o Chico fica revoltado porque não ganhou uma medalha de melhor aluno), que mudaram a palavra "falano" da original de 1984 para "falando":

Trecho da HQ "Por uma medalha": alteração de "falando" em vez de "falano"

Sem contar que mudaram palavras que o caipirês era de uma forma no gibi original e em vez de manter exatamente como era, mudaram sem mais nem menos, como, por exemplo, na história "Tem alguém sobrando" (em que o Chico atrapalha o namoro de um casal) onde a palavra árvore era "arve" na original e mudaram agora para "arvre" para ficar parecido com os gibis atuais. Mas, "fazeno" mantiveram como na original. Lamentável. 

Trecho da HQ "Tem alguém sobrando": alteração da palavra "arvre" em vez de "arve"

Não dá para entender essas alterações linguísticas nos gibis do Chico. Insistem em mudar, sem deixar a gente comparar como era os primórdios do caipirês do Chico. Revoltante.

Fora essas alterações ridículas, o gibi está bom, com destaque para a história "Prosa sem vergonha" em que o seu Bento, pai do Chico, e seus amigos tentam contar piadas maldosas, mas como veem o Chico e a Rosinha ao lado deles, eles mudam os finais das piadas. Detalhe que a Rosinha apareceu de cílios nessa história. Ficou diferente e muito bacana, com um arte-final incrível do Alvin Lacerda.


Cascão - "O salão está vazio" - Os meninos ficam sem coragem para convidar as meninas para dançar em um bailinho da rua.

Uma coisa bem interessante nessa história é que o garoto secundário foi desenhado igual ao Zeca, primo do Chico. Não foi revelado nome dele, mas de certo que não é o Zeca. Apenas foi desenhado igual. Nessa história também mostrou outra menina secundária, que apareceu só nessa história. Abaixo, um trecho da história desse menino parecido com o Zeca e a garota secundária.

Trecho da HQ "O salão está vazio"

Com 5 histórias no total, créditos completos nos comentários dessa edição apenas em 2 histórias: a de abertura e em "Roupa Limpa" (em que o Cascão não pode sujar uma roupa nova dada pela sua mãe. dona Lurdinha). Nas demais sempre faltou alguma informação.

O gibi teve histórias de secundários com o Bidu e Penadinho, como de costume nos gibis do Cascão. E como história de destaque, a "Pega! pega!", em que o Cascão faz uma bola cair no riacho e ele tem que de tudo para pegá-la de volta, sem conseguir se molhar. Muito legal essa.


Magali - "De gato e sapato" - Depois de maltratar um rato, fazendo tudo o que bem entende, Mingau recebe o troco ao receber a visita da prima Bianca (filha da tia Cleo, tia da Magali), uma criança por volta de 2 anos que "pinta e borda" com ele.

Tia Cleo e menina Bianca foram inspiradas, respectivamente, na cunhada e sobrinha da roteirista Rosana na vida real. Ou seja, uma história baseada em fatos reais, só que com mais exageros por ser uma história em quadrinhos. Legal também que nos comentários mostra  fotos da Rosana com a sobrinha e o gato da Rosana.

Trecho da HQ "De gato e sapato"

De curiosidade, elas voltaram a parecer depois na história "Priminha dedo-duro", de 'Magali Nº 141', de 1994, sendo a Bianca mais crescida, aparentando 5 anos, que era a idade que devia ter na época.  A Magali até comenta que como ela cresceu. E a Tia Cleo desenhada diferente aparece no final. E a Bianca ainda apareceu também um pouco antes, participando na história "Farra na Rua", de 'Cebolinha Nº 93', de 1994.

Uma pena que nessa história "De gato e sapato" não colocaram crédito de desenhista e arte-final nos comentários dessa história. É incrível que nas melhores histórias é que não mostra quem desenhou. Também não tiveram informação de desenhista e arte-final na última história, "A desaparecida" (em que a Magali fica invisível depois de tomar uma fórmula que pediu ao Franjinha para tirar dor de barriga).

Esse gibi teve uma história de Páscoa, "Cenouras pro coelhinho da Páscoa", em que a Magali compra cenouras para o Coelho da Páscoa, mas como tudo antes da hora. Eram raras histórias de Páscoa nos gibis. Se a Coleção Histórica tivesse chegado na data certa, até o final de março, dava para ler na época certa de Páscoa, quem sabe deixar pra ler no dia.

Na história "Torta quente", em que a Magali faz de tudo para comer uma torta de maçã que acabou de sair do forno, tem uma curiosidade da Magali imitando o Quico do Chaves. Uma excelente homenagem do roteirista Robson Lacerda ao personagem Quico e ao eterno seriado "Chaves". Muito legal. Aliás, o Robson Lacerda teve 3 histórias nessa edição, contando com essa. Todas muito boas, por sinal.

Trecho da HQ "Torta quente"

A capa do gibi muito legal com a Magali tomando banho de bunda de fora e o Mingau tomando banho de língua. Afinal, não eram só os meninos que apareciam pelados nos gibis. Dessa vez não teve piada alimentícia, sendo a piada com o Mingau. 

Em relação a comparação da capa com a revista original de 1991 dessa vez não teve alterações significativas. A proporção do desenho ficou levemente maior e, com isso, a distância das patinhas do Mingau com o rodapé do gibi ficou menor, mas  todos os gibis tem essas pequenas diferenças de distanciamento, então nem liguei. Só não gostei do logotipo que ficou menor e centralizado, como costuma ser nos gibis da Magali na Coleção Histórica. Não sei por que eles não deixam o logotipo maior e na largura do gibi, assim como foi na original e como são os outros gibis da Coleção Histórica. Só com a Magali que deixam o logotipo assim. Isso quando não inventam de colocar o selo ao lado, com espaço para colocar embaixo. Abaixo a comparação das capas:

Comparação das capas de 1991 e da CHTM # 46

21 comentários:

  1. Oi Marcos,

    Na minha cidade não vem a CHTM, eu compro fora. Peguei a caixa nº 46 na sexta-feira numa cidade vizinha. Gosto muito desta coleção.

    Você faz sempre uma ótima análise, ponto a ponto das hqs e dos conteúdos apresentados, comparando com as originais, o que mudou, etc... gosto disso, é como um raio-x que mostra a estrutura de algo.

    Eu não conhecia o Palestrino, o papagaio da Tina, foi uma curiosidade a mais.

    Quanto ao jeito que o Chico Bento fala, ou falava antigamente, tenho algo a dizer sobre isso. Nasci no interior de SP, numa pequena cidade onde as pessoas falavam deste jeito antigo, com o jeitinho caipira. Nos dias de hoje, mesmo lá onde nasci, as coisas mudaram um pouco. As novas gerações já não falam tanto desta forma. Os filhos, os netos daqueles caipiras antigos, adaptaram o jeito de falar como o da cidade. Só mesmo quem nunca saiu da roça pode e (talvez) tenha mantido este jeito de falar.

    Seja como for, a Turma da Mônica é uma parte gostosa dos quadrinhos. Abraços.

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    1. Q bom q vc gostou Paulo, procuro colocar o q mais gostei e o q não gostei. Legal q vc já garantiu o seu box. está muito bom esse.

      O Palestrino apareceu nas primeiras histórias da Tina nos gibis da Mônica de 1970 e depois sumiu. Retornou participando dessa hq com o Rolo, mas logo voltaria a sumir de novo.

      Acredito q hj o pessoal esteja falando melhor no interior. Antigamente, o pessoal não tinha estudos e hj mesmo q em situação modesta, eles tem mais instrução. Não sei como ainda não colocaram energia elétrica no sítio do Chico e não modernizaram um pouco a Vila Abobrinha. Daqui a pouco vão inventar isso tbm.

      Abraços

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    2. Oi Marcos, vou dar um exemplo do Tex. As histórias do Tex se passam em determinada época no tempo. Então, lá no gibi do Tex, não tem automóvel, nem celular.

      Já no gibi do Chico e da Turma da Mônica em geral, o tempo passa normalmente, lá no sítio do Chico, estamos em 2015. Então, se o primo da cidade vem visitar o Chico, ele traz o celular, o tablet, entende? Já o Chico dos gibis de hoje, representa o caipira de hoje, e não o caipira de antigamente. O caipira de hoje tem antena parabólica, celular, gps, dependendo da renda de cada sítio, de cada comunidade. Difícil uma propriedade rural sem eletricidade, até por causa da água, de poço, que geralmente usa bomba para dar água para o gado, ou para a agricultura.

      Este caipira natural, vivendo só da natureza, tipo o Chico Bento de antigamente, acredito, que não é mais o padrão. Então, acho válido que algumas mudanças ocorram no personagem e no seu meio, a não ser, friso bem, a não ser, que as histórias fossem paradas no tempo, no passado, como no caso do gibi do Tex, que citei. Abraço.

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    3. Entendo Paulo. Hj a qualidade de vida no campo está bem melhor, tem de tudo lá. Mas, no sítio do Chico apesar de estarem em 2015, mas não tem energia elétrica lá e ele e seus amigos falam errado. E o meu medo é eles resolverem colocar isso tudo lá fixo só pra ficar parecido com a vida do campo atual.

      Abraços

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  2. Oi! Tudo bem? Espero que sim!
    Parece que na revista da Magali, devem ter puxado o desenho pra esquerda enqusnto o aumentaram, pois a proporção da cortina a direita está a mesma, mas toda a proporção do lado esquerdo ficou visivelmente mais puxada pro canto. E a ideia do logo, nesse caso, serviu pra mascarar um pouco isso. A orelha da Magali se alinha ao "g" de seu nome no logo. Se não o alterassem, ela estaria pegando metade do "a" de "ma".
    O sebo onde costumava ir ficou muito estranho. De repente começaram a por os gibis em caixas de papelão e deixar na porta, perto da calçada, pegando sol o dia todo. Também não tenho visto mais novidades. São sempre os mesmos gibis, cada vez mais sujos. Faz tempo que só acho os volumes que já tenho lá da Coleção Histórica. Há vezes em que até encontro algo que não adquiri, mas está em estado ruim.
    Vou continuar passando lá, mas estou vendo que a minha farra está acabando. Ainda tem muito gibi, mas muitos ru já comprei antes ou simplesmente não me interessam.

    Abraços e boa semana!

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    1. Tudo bem, Fabiano. Ficou estranha a proporção nessa capa. A distância da parede na CHTM ficou menor. Mas ainda assim achei q foi uma das capas da Magali mais parecida em relação às originais.

      Vc tinha q ver se consegue comprar a CHTM nas bancas ou livrarias mesmo, seria bom. Claro q nos sebos a economia é maior, mas não é garantia de sempre chegar e todos os volumes de cada box.

      Eu tbm não gosto de sebos q colocam os gibis na rua, sempre pegam mais poeira do q se estivesse no lado de dentro. Pelo menos chama a atenção q vende gibis antigos lá. Abraços e boa semana pra vc.

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    2. Sim. Eu vou procurar nas bancas a partir desta edição de 47.
      Vou deixar o sebo pra algo mais eventual.
      Se bem que comprei duas revistas da Magali, da Globo, em um outro sebo na rua de baixo.
      E elas são bem legais. As capas ate se parecem, pois ambas tem o universo, as estrelas, só que uma faz uma piadinha com a via láctea.
      Abraços.

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    3. Legal Fabiano, as revistas da Magali eram muito boas, principalmente as dos anos 90. Vc vai se divertir bastante com elas.

      Abraços

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  3. Nossa... ainda não comprei! Vou começar a procurar... havia me esquecido que as revistas sairiam neste mês kkkkkkk... Muita coisa na cabeça, mas ainda bem que eu acompanho seu blog kkkkkkkkkkkk

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    1. kkk... fique de olho q ainda está nas bancas. Chegou tarde como sempre.

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  4. Onde estão os links pra downloads??

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    1. Aqui não tem download, são só comentários das revistas. Valeu

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  5. Esse "lote" da Coleção Histórica foi um dos melhores, na minha opinião. Só a história O Salão Está Vazio já valeu a compra pra mim - fala sério, o que foi aquela cena dos meninos dançando entre si, de mãozinhas dadas e tudo, só pra provocar as meninas - e vice-versa? Aliás, essa história me lembrou de uma outra em que o Cebolinha deu um baile e por mais da metade da história as meninas não apareceram e por isso ninguém dançava também XD Não me lembro mais do título, só não esqueço do primeiro quadro com o Cascao chegando e pensando: "cuidado meninas, o bom da festa está chegando!" kkkk adoro esse lado cara-de-pau do Cascao XD

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    1. Essa hq do cascão é muito engraçada. Muito boa mesma. E essa outra q vc citou saiu em um gibo do cascão na Editora Abril. Daqui a um tempo a gente vai vê na Coleção Histórica

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  6. O único gibi dessa TMCH que achei ótimo foi só o do Cascão. O resto só alteração.

    Há, e dois pedidos: por que não faz um post de dicas de como saber as histórias foram feitas por qual desenhista fez tal coisa
    e também, além de comentar capas antigas comente sobre histórias antigas de seus gibis.

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    1. Sempre pintam algumas alterações, isso q estraga essa coleção.

      Sobre suas sugestões, nos gibis não tinham créditos de roteiristas, aí fica difícil saber quem fez e o estilo de qualquer um. Quando descubro alguma coisa, posto durante a postagem. Já falei do estilo do Emerson aqui.
      http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2013/05/monica-n-77-panini.html

      Quanto a comentários de histórias, estou sempre postando algumas aqui. além de tirinhas tbm, fique de olho q sempre tem.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Agora reiniciou a contagem, e no canto do primeiro quadro de cada hq diz quem fez o desenho, quem fez o roteiro e quem fez a arte final

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    4. Verdade, ai fica mais fácil pra saber quem fez

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  7. As meninas até aparecem peladas, mas de costas. De frente só tapadas por espuminhas.

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    1. Verdade, sempre tampam a parte da frente.

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