segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Cascão: HQ "As irmãs Cremilda e Clotilde atacam no Carnaval"

É Carnaval e mostro uma história em que as irmãs Cremilda e Clotilde tentaram dar banho no Cascão durante o Carnaval. Com 5 páginas, foi história de encerramento de 'Cascão Nº 65' (Ed. Abril, 1985).

Capa de 'Cascão Nº 65' (Ed. Abril, 1985)

Nela, Clotilde vê a Cremilda  no sofá e pergunta no que está pensando. Cremilda diz que é nos planos delas no Carnaval. Clotilde pensa que era onde vão pular o Carnaval, qual salão, mas Cremilda fala que está é planejando dar um banho no Cascão, que o Carnaval é melhor época para se molhar alguém e depois do Carnaval ele vai se chamar "Limpão".


Cremilda e Clotilde se fantasiam de caubóis e vão à rua para tentar molhar o Cascão com garrafa squeeze (bisnaga) e quando o encontram, elas jogam água nele e finalmente conseguem dar banho nele. Mas elas têm a surpresa que não era o Cascão, e, sim, o Xaveco fantasiado por causa do Carnaval e Xaveco reclama que elas estragaram a fantasia dele.

Depois encontram o suposto Cascão comendo melancia e quando molham, veem que era a Magali disfarçada. Em uma nova tentativa acabam molhando o Anjinho disfarçado de Cascão. Em seguida, percebem que todos resolveram se fantasiar de Cascão e único jeito para descobrir quem era o verdadeiro foi jogar água em cima de todo mundo, mas ninguém era o Cascão.


De repente Cremilda e Clotilde sentem um cheiro fedido, parecendo um caminhão de lixo, e aí era o verdadeiro Cascão fantasiado de imperador romano. Elas tentam molhá-lo, mas por terem molhado todos da turma, acaba toda a água delas. Cascão dá um abraço nelas e comenta que nesse ano todo mundo resolveu se fantasiar de Cascão. No final, quando ele vai embora, Cremilda e Clotilde estavam imundas com o abraço  do Cascão e uma joga água na outra para ver se limpam da sujeira impregnada enquanto o povo na rua pensam que elas estavam se divertindo no Carnaval.


Uma história legal com as irmãs Cremilda e Clotilde fazendo planos de dar banho no Cascão no Carnaval, mas não contavam que a turma toda iam se fantasiar de Cascão. Na época, o povo tinha o costume das pessoas darem banho uma nas outras com garrafas durante o Carnaval e os roteiristas sempre procuraram fazer histórias e piadas de tentativas de darem banho no Cascão no Carnaval por causa disso. 

O Cascão dessa vez apareceu só na última página, mas ficou sendo representado com seus amigos fantasiados como ele. Como Cremilda e Clotilde estavam vestidas de caubóis de faroeste, até poderiam ter colocado armas com água para dar uma impressão mais real de faroeste, mas pelo visto preferiram as bisnagas para ter mais capacidade de água dentro. Na época as armas nas histórias eram liberadas normalmente, as bisnagas foram só para seguir a tradição do Carnaval. Para republicação hoje em dia, até seria um ponto positivo para não ter alteração, porém eles não costumam mais fazer histórias com os outros fazendo planos infalíveis para dar banho no Cascão, contra a vontade dele, fora que não fazem mais histórias de Carnaval e os palavrões ditos pelo Xaveco e a palavra "Diacho" não seriam bem vindos hoje, aí não fariam atualmente história assim.


As irmãs gêmeas Cremilda e Clotilde foram criadas no lançamento do gibi do Cascão pela Editora Abril em 1982, como vilãs para dar banho no Cascão. Elas foram morar no bairro do Limoeiro e tinham mania de limpeza extrema, tudo tinha que estar um brinco sem um mínimo de poeira sequer. Ao verem que o Cascão era muito sujo tinham obsessão de dar banho nele a todo custo e faziam planos para dar banho nele, mas sempre fracassavam. 

No início, o Cascão era inocente, não sabia que Cremilda e Clotilde só tinham desejo de dar banho nele e as irmãs fingiam que eram amigas dele para tentar banho nele. Com o passar dos anos isso mudou e ele passou a saber dos planos e fugia das irmãs, provavelmente para não mostrar falsidades nos gibis. Eu preferia quando ele era inocente de não saber dos planos delas como foi nessa história, ficava mais engraçado. Essa foi uma das primeira vezes que elas contracenaram com outros personagens da turma sem ser o Cascão, no início era raro elas contracenarem com outros personagens sem ser o Cascão.


Traços ficaram bacanas, típicos de histórias de miolo da época. A capa da edição bem interessante, como Cascão deixando um aviso dando satisfação que não apareceu na capa por causa do pessoal jogar água nos outros no Carnaval. Eram interessantes capas assim sem ele aparecer por causa da água predominando. E de certa forma, até teve um pouco a ver com o tema dessa história do gibi por conta disso. 

Foi republicada depois em 'Coleção Um Tema Só Nº 13'- Mônica Carnaval' (Ed. Globo, 1996). Deixo aqui a capa dessa edição.

Capa de 'Coleção Um Tema Só Nº 13 - Mônica Carnaval' (Ed. Globo, 1996)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Capa da Semana: Cebolinha Nº 74

Uma capa em clima de Carnaval com  Cebolinha e a turma curtindo o Carnaval com as fantasias que usaram na história "Estripulias no salão" que abre esse gibi. Destaque maior do Cascão fantasiado de lata de lixo como ele gosta tanto. Na Globo era raro ter capas com alusão à histórias de abertura, no caso, fizeram um desenho com eles curtindo com base nessa história de abertura.  Ficou muito legal.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha Nº 74' (Ed. Globo, Fevereiro/ 1993).


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

HQ: "Chico Bento e o velho cão"


Em fevereiro de 1990, há exatos 30 anos, foi lançada a história "Chico Bento e o velho cão" mostrando a morte do cachorro Fido, que já estava bem velhinho. Com 6 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 38' (Ed. Globo, 1990).

Capa de 'Mônica Nº 38' (Ed. Gobo, 1990)

Começa com o Chico Bento assobiando para chamar o seu cachorro Fido, assobiou bastante e Fido não atendia. Chico vê que o Fido, que estava dormindo na hora e reclama que ele não ouviu, que estava assobiando há mais de 1 hora e fala que vão caçar tatu.


Fido tenta farejar, mas acaba espirrando e tossindo e Chico estranha que ele nunca espirrou daquele jeito. Surge um tatu e Chico manda o Fido correr para pegá-lo e quando vai ver encontrar ao Fido cansado e ofegante só do pouco tempo que correu e Chico reclama que ele perdeu a pista do tatu.

Chico lembra dos bons momentos com o Fido como a vez que foram caçar tatu e Fido partiu para briga com uma onça que ia pegar o Chico e da outra vez que foram caçar tatu e Fido conseguiu pegar 3 trazendo amarrados para ele e comenta que já tem alguns aninhos aquilo. Aí Chico se toca que o Fido estava velho, mas ainda assim era o melhor, nenhum cachorro vai ser igual a ele e que a nova missão era ensinar aos cachorros mais novos tudo que sabe.


Assim, Chico põe o Fido para ensinar táticas de caça e luta para dois cãezinhos. Fido fica só olhando os cachorros, cada vez mais cabisbaixo. Depois, Chico vai levar um osso par ao Fido e encontra morto no chão. Chico chora muito e lamenta que não pôde fazer nada. Seu Bento chega e conta que o que o filho podia fazer pelo Fido já fez, amou, cuidou dele e não deixou faltar nada enquanto que o Fido ensinou o Chico a ser responsável, gostar dos bichinhos e a cuidar do próximo.

Chico concorda com o pai e diz que vai guardar o Fido para sempre no coração. Nessa hora, aparece o espírito do Fido e dá uma lambida no Chico como forma de gratidão e amor que teve enquanto estava vivo e Chico estranha que parece que sentiu uma lambida enquanto o espírito do Fido fica olhando para ele, terminando assim.


Sem dúvida uma história muito emocionante e com bonita mensagem, mostrando para os leitores a morte de um animal de estimação querido, como lidar com a perda e mostrar que é uma coisa natural quando envelhece. . Chico não estava sabendo que o Fido estava velho e prestes a morrer e estava tratando bem rude, como se estivesse preguiçoso para caçar como sempre faziam e sentiu muito quando ele morreu. 

Muito emocionante ver o corpo do Fido caído morto no chão, o Chico chorando por ele ter morrido e ainda aparecer o espírito no final lambendo como gratidão e que mesmo morto estava lá sempre presente com o Chico mesmo depois de morto. Todos que á tiveram perda de um animal de estimação com certeza se identifica muito com essa história. 


O Fido é o cachorro oficial do Chico e nas histórias antigas aparecia mais em histórias do Chico caçando animais selvagens e apesar de ter morrido nessa história, logo depois ressuscitou, ainda mesmo em 1990 ele apareceu na capa de 'Chico Bento Nº 85' e em outras histórias. Durante os anos 90 ficou um tempo sumido, mas voltou a aparecer com certa frequência a partir de 2004, principalmente em histórias do roteirista Paulo Back e ultimamente é raro aparecer. 


Os traços muito bons, bem típicos de histórias de miolo da época. É incorreta atualmente, além do tema envolver morte de cachorro e nos dias de hoje não podem ter histórias com final triste, ainda tem os fatos de ter o Chico com trabuco na mão (os personagens não aparecem mais com armas nas histórias), caçando tatus, contracenando com onças e envolver espiritismo. Completamente inadmissível nos dias de hoje, podem achar tudo traumatizante, principalmente ver o cachorro morto, o que é uma pena por não ver histórias assim.


Seria melhor essa história ter saído em um gibi do Chico Bento, tipo no encerramento de gibi dele, inclusive foi a primeira vez que mostrei uma história do Chico de um gibi da Mônica. Eles colocavam histórias do Chico em gibis da Mônica e do Cebolinha para os leitores terem noção de como eram os gibis dele e até servia também para mostrar qe o Chico era um personagem do Mauricio de Sousa, já que nos gibis dele não tinham histórias com a Turma da Mônica e aí quem começa a colecionar custa a perceber que Chico era da MSP. Eu mesmo quando comecei a colecionar só fui perceber que o Chico era da MSP por causa de suas histórias nos gibis da Mônica e Cebolinha. 

Sem dúvida uma história excelente e bem marcante, muito bom relembrar há exatos 30 anos.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Turma da Mônica Nº 58 - Editora Panini - 2020


Nas bancas a revista 'Turma da Mônica Nº 58' da Editora Panini com um crossover entre a Turma do Penadinho e a Bruxa Viviane. Nessa postagem mostro uma resenha desse gibi.

Lançada em fevereiro de 2020, custando R$ 6,00, com formato canoa e 68 páginas e com 12 histórias no total, incluindo a tirinha final. Bom que os gibis não tiveram reajustes de preço esse ano. A Distribuição chegou um pouco mais cedo, chegando aqui no dia 13 de fevereiro. Normalmente esse título chega depois do dia 20 de cada mês aqui.

Na trama, com o título "O Encanto da Lua Cheia", escrita por Lederly Mendonça e com 24 páginas no total, Bruxa Viviane pretende fazer um feitiço durante a noite de Lua Cheia para se tornar poderosa, mas para isso precisaria de pegar baba, lágrimas e pelos e um lobisomem para colocar no feitiço. Seu gato Bóris vai atrás do Lobi no cemitério do Penadinho para levá-lo até o castelo da Bruxa (na verdade uma casa grande próximo ao Bairro do Limoeiro) e quando consegue Penadinho e seus amigos vão lá para salvá-lo, mas ao verem que a casa é bem grande e tenebrosa resolvem levar todo o pessoal do cemitério para fazer um lual lá, e com a invasão deles, dificultou o plano da bruxa Viviane de pegar com o Lobi os ingredientes para a sua poção.

Trecho da HQ "O Encanto da Lua Cheia"

Apareceu toda a Turma do Penadinho, inclusive Zé Caveirinha e Pixuquinha que raramente aparecem nos gibis atuais. Os traços ficaram aceitáveis par aos padrões digitais atuais. A capa eu gostei, ficou bem interessante, mesmo fazendo alusão à história de abertura, teve uma piadinha com os personagens da Turma do Penadinho fazendo sopa com a poção mágica que a Bruxa Viviane estava preparando. Era bom quando as capas com alusão à história faziam piadinha em cima da história, mais comum nas capas da Editora Abril e Globo e dessa vez retornaram isso. No frontispício da página 3, retratou um livro de receitas de um passo a passo de como pegar os poderes da Lua Cheia com a baba, lágrimas e pelos de um lobisomem.

Foi a primeira vez que teve história de abertura sem ser dos personagens da Turma da Mônica nesse título desde que deixou de ser Revista do Parque da Mônica. Embora tenha o crossover com a Bruxa Viviane, que pertence à Turma da Mônica, mas nada de aparecer Mônica, Cebolinha, Cascão ou Magali. Dessa vez eles não apareceram, apenas uma citação rápida no início da Bruxa Viviane falando que Magali e sua turma sempre estragam seus planos. Isso achei bom e foi o que me motivou a comprar essa edição.

Sempre achei que nessa revista tinha que ter histórias de abertura com secundários como Penadinho, Tina, Piteco, Astronauta, entre outros, e não ficar só focado com Mônica e companhia. A edição mais perto sem foco neles foi a 'Turma da Mônica Nº 40' com a "Liga dos Pets", que foi mais estrelada pelos bichos da turma, mas ainda assim teve presença rápida da Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali e fora que Bidu, Floquinho, Chovinista, Mingau e Capitão Feio pertencem á Turma da Mônica.

Trecho da HQ "O Encanto da Lua Cheia"

Curiosamente, durante a história teve um descuido e em nenhum momento colocaram o nome Bruxa Viviane, ficou com uma personagem sem nome. Penadinho e sua turma não a conheciam e até natural só a chamarem de bruxa, mas podiam ter colocado o gato Bóris a chamando de Viviane em algum momento, tipo quando ele a chama de "bela dama" na página 6, podia ter sido Viviane, ou ela mesmo podia dizer na primeira página algo do tipo "Eu, Bruxa Viviane, encontrei um encanto". Quem está começando a colecionar agora ou está muito tempo sem acompanhar os gibis pensa até que é uma personagem nova ou que colocaram especialmente só para essa história.

Para quem não sabe, a Bruxa Viviane estreou em 1998 no gibi da 'Magali Nº 239' da Editora Globo. Criada pelo roteirista Emerson Abreu, ela desejava ser a bruxa mais poderosa do planeta, mas Magali e seus amigos sempre acabavam com seus planos. Pelo visto criou uma bruxa jovem e esbelta para diferenciar do padrão de bruxa ser sempre velha, gorda e feia. parece que foi inspirada em alguma amiga dele na vida real. No início só o Emerson que escrevia histórias com ela, era bem mais perversa e aparecia de vez em quando, em períodos longos de uma história para outra.

A personagem voltou depois na Editora Panini, também aparecendo de vez em quando, aí com histórias feitas por outros roteiristas e deixando menos perversa como era no início. Ela ainda teve uma edição só dela em 'Turma da Mônica Extra Nº 2' (Ed. Panini, 2008) republicando as 3 primeiras histórias dela feitas pelo Emerson (Magali Nº 239, 264 e 336).

Trecho da HQ "O Encanto da Lua Cheia"

Já o resto do gibi seguiu o normal para os padrões atuais que vem acontecendo, bem infantis, voltados para crianças de até 8 anos de idade e com lições de morais, traços e letras horrorosos de PC. Teve mais foco com os personagens da Turma da Mônica. Esse título costuma ter um mix bem variados com histórias de secundários, mas como a de abertura foi com a Turma do Penadinho, aí parece que preferiram deixar mais a Turma da Mônica no miolo para compensar. Foram histórias curtas entre 1 a 4 páginas e a de encerramento um pouco maior com 8 páginas.

Em "Só de saber...", com 3 páginas, em que Mônica volta de férias, mas ninguém dá atenção para ela por terem outras coisas para fazer, mas mesmo assim ela fica feliz. porque pelo menos eles sentiram falta dela na sua ausência. Bem educativa, valeu pela presença da Mônica contracenando com roteirista Mario Mattoso, ela nos quadrinhos e ele na MSP, coisa rara atualmente e que era bastante comum antigamente.

Trecho da HQ "Só de saber..."

Em "Futebol contagiante", de 2 páginas, de Edde Wagner, lembra um poucos as histórias antigas do Penadinho em que boa parte protagonizada por humanos secundários mostrando a vida dela e depois o que acontece quando morre. No caso, essa história mostrou a vida do humano Reinaldinho que adorava futebol enquanto vivo e quando morre procura saber se tem futebol na vida após a morte.

Em "O Acordar Real", com 4 páginas, Tarugo volta a trabalhar como carteiro e vai entregar correspondência com o Rei Leonino enquanto estava dormindo e fica nervoso ao ver o Tarugo lá e descobrir o seu segredo quando acorda. Apesar de mostrar lição de de moral, até que foi boa essa. 

Teve 2 histórias bobas com a Marina, uma "O lápis da Marina", de 3 páginas, com a turma encontrando o seu lápis mágico na rua, com direito até da Mônica perdoar Cebolinha ao invés de bater nele, e a outra "Tatuagem fixa", de 3 páginas, com Cascão querendo fazer tatuagem feita pela Marina ao verem os seus amigos todos com tatuagem dela, pelo menos envolveu característica do cascão de não se molhar. Acho Marina tão sem graça e dessa vez não foi diferentes.

Trecho da HQ "Tatuagem fixa"

Tem também "Igualzinha ao irmão", de 3 páginas, em que o Cebolinha deixa o cabelo da Maria Cebolinha arrepiado para ficar igual a ele. Teve ainda histórias de 1 página com Franjinha, Milena e Tina. E uma observação que tem uma história de 1 página da Magali com a sua mãe sobre descarte de embalagens, que é apenas uma propaganda institucional, não pertencente à contagem de histórias do gibi, sempre tem essas histórias institucionais nos gibis, capaz de ter essa mesma em outros gibis do mês.

Termina com "Se meu brinquedo falasse", com 8 páginas, com referência ao filme "Toy Story 4", em que a Mônica pensa que o Sansão cria vida quando não tem ninguém olhando e faz o teste fingindo que ele está sozinho para ver se ele se mexe. A tirinha final foi com o Dudu.

Trecho da HQ "Se meu brinquedo falasse"

Então, pode ver que 'Turma da Mônica Nº 58' no geral foi um gibi normal, mesmo estilo que vem sendo atualmente, bem infantil mesmo. O diferencial foi a história de abertura com a Turma do Penadinho e achei legal esse tema de feitiço e boa sacada o crossover entre eles e a Bruxa Viviane. Pode considerar que foi a história mais longa deles até hoje porque as mais compridas que costumam ter são com 15 páginas no miolo, no máximo. Sendo de abertura permitiu ser maior.  Tem também à venda as suas versões em inglês e espanhol "Monica and Friends" e "Mónica y sus amigos", respectivamente

Os outros gibis do mês não comprei, não vi nada de especial neles e aí não tem resenha. O mais diferente foi do Chico Bento com a menina Tábata, amiga da Rosinha, mesmo assim não motivou a comprar. Tábata é uma nova personagem negra que vai contracenar fixa com a Turma do Chico Bento, a exemplo que fizeram com a Milena na Turma da Mônica. Ela estreou em história de abertura de 'Chico Bento Nº 57' de janeiro de 2020 e agora primeira vez aparecendo em capa de gibi, aparecendo no lugar que seria do Zé da Roça ou Hiro. Fica a dica.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Capa da Semana: Magali Nº 183

Uma capa com Magali e Mônica acampando e na hora de dormir vimos que o cobertor da Magali é em formato de banana. Tudo que a Magali tinha era em formato de comida e como sempre ela conseguiu a criatividade de ter um cobertor em forma de banana.

Era legal também o logotipo com contorno branco ou colorido parecendo que estava iluminado. Pena ter sido o estilo de formato desproporcional, mais achatado, ao invés do logotipo original.

A capa dessa semana é de 'Magali Nº 183' (Ed. Globo, Junho/ 1996).