segunda-feira, 13 de abril de 2015

Capa da Semana: Magali Nº 149

Uma capa muito criativa e com desenho bem caprichado com a Magali e o Cascão em um jogo de futebol americano em que a bola é uma melancia, bem a cara da Magali. Um grande incentivo para ela roubar a bola do Cascão e vencer o jogo. E ainda tem detalhe da fatia de melancia também no capacete. Muito legal.

A capa dessa semana é de 'Magali Nº 149' (Ed. Globo, Março/ 1995).


sábado, 11 de abril de 2015

HQ do Astronauta e o desaparecimento da água na Terra

Compartilho uma história do Astronauta em que toda a água do planeta Terra desaparece e o Astronauta tem a missão de recuperar. Foi publicada originalmente por volta de 1983 e que eu li pela primeira vez republicada no 'Almanaque da Mônica Nº 25' (Ed. Globo, 1991).

Capa de 'Almanaque da Mônica Nº 25' (Ed. Globo, 1991)

Com 7 páginas no total, começa com dois alienígenas com corpos de peixes, o Ping e o Pong, estão no espaço à procura de um planeta azul que irá salvar o planeta deles. Ping fala que é para confiar nele, que não está muito longe. Pong fala para o Ping que está pedindo muito em confiar nele. Eles acabam encontrando e realizam a operação X de roubar toda a água do planeta Terra.


Enquanto isso na Terra, em uma praia, dois homens correm para o mar, disputando corrida de quem chegar por último é mulher do padre e aí quando um deles vai mergulhar, cai  na areia e descobre que o mar desapareceu, sem mais nem menos. Todos na praia ficam surpresos com o desaparecimento do mar. 

A notícia se espalha e chega até os ouvidos do presidente da "Brasa" (órgão para o qual o Astronauta trabalha, cuja sigla significa Brasileiros Astronautas), que fala a seu assistente que só uma pessoa no mundo pode ajudá-los. O assistente pergunta se é o Capitão Gay e o presidente responde que é o Astronauta e o manda o assistente enviar uma mensagem para ele, além de ordenar ao guarda que reviste todas as casas para saber se alguém roubou o oceano. 


Naquele instante, o Astronauta surge lá, antes mesmo de passarem mensagem a ele. O assistente pergunta como ele soube, se ainda não havia mandado mensagem e Astronauta responde que assistiu ao "Fantástico" pela TV da nave dele. O presidente pergunta se já sabe se tem ideia de quem estava por trás disso e o Astronauta diz que sabe e vai atrás.

Astronauta pega a nave e vai para o espaço, falando que desconfiou quando cruzou com uma nave com uma bolsa d'água, enquanto mostra a Terra toda marrom, sem água. Astronauta vai atrás da nave e vê que vai a em direção a um planetinha cinzento e descobre que era um planeta aquático e chega bem na hora da condecoração do Ping e do Pong pelos serviços prestados e interrompe a cerimônia, falando que a água pertence ao planeta dele.


O chefe deles manda atacar o Astronauta para não estragar o plano dele. Astronauta consegue dribá-los, prende um deles com uma tarrafa e o outro pesca com uma vara de pescar, deixando suspenso no ar. Só resta ao chefe explicar  a razão de levar a água do planeta Terra. Ele conta que as indústrias do planeta estão poluindo cada vez mais a água deles e resolveu pegar a água da Terra por empréstimo, mesmo não sendo a melhor do universo, e depois devolveria.


Astronauta intervém falando que depois ele devolveria mais poluída ainda. E diz também que depois que a água não servisse mais, roubaria de outro planeta, depois de outro e se tornaria um círculo vicioso. Sugere que em vez disso, não tenta controlar a poluição do planeta e multar as fábricas poluidoras. O alienígena aceita a proposta, prometendo que vai providenciar e pensa na hora que o povo da Terra devem fazer isso.

Com isso, Astronauta sai vitorioso e devolve toda a água da Terra e tudo volta ao normal. Depois da aventura e de tudo resolvido, Astronauta resolve descansar, curtindo uma praia. Quando vai mergulhar, ele fica todo sujo, com direito a pneu enroscado nele e casca de banana na cabeça e Astronauta se pergunta se valeu a pena trazer a água de volta, terminando assim. 


É uma história muito legal e criativa que mexe com a fantasia e imaginação dos leitores, sem deixar de lado uma crítica social acerca do problema da poluição e falta d'água no planeta. Misturando humor inteligente e filosofia, mostra uma conscientização de uma forma divertida para as crianças. Mesmo antiga, continua bem atual e tudo a ver com o momento que passamos com problemas de seca, água insuficiente nas hidrelétricas e medidas de economia de água e luz. 

Os traços maravilhosos, muito bem desenhados. Na postagem a coloquei completa. Achei interessante a parte do ET pensar que o povo da Terra cria medidas eficazes contra a poluição da Terra. Na verdade, é o contrário. O final muito bom também com o Astronauta questionando ao leitor se valeu a pena lutar pela água, permitindo refletir sobre o problema da poluição. 


Tem uma série de absurdos como, além do tema central dos  alienígenas roubarem toda a água da Terra, como também existir outros planetas com água e o mais engraçado de todos foi o Astronauta assistir ao "Fantástico" pela televisão da nave dele. Como consegue ter transmissão do programa de TV da Terra em pleno espaço sideral?  Esses absurdos é que faziam a diferença e as deixavam mais divertida ainda. Afinal, em história em quadrinhos tudo é permitido pra fugir da realidade. Mas, hoje absurdos são evitados. 


Ainda sobre programas de TV, teve referência também ao Capitão Gay, personagem do Jô Soares do programa "Viva o Gordo" que a Globo exibia na época. Tanto Capitão Gay e o "Fantástico" não tiveram seus nomes parodiados. Naquela época, às vezes não parodiavam nomes famosos. Atualmente é obrigatório isso nas histórias novas e se essa fosse republicada novamente, fariam alterações parodiando isso e dessa vez até na "Coleção Histórica" alterariam também,  visto que já mudaram Faustão para Fostão na história "Gato gordo" do Mingau na Coleção Histórica Nº 33 - Magali nº 33. Se bem que para Capitão Gay, acredito que colocariam no lugar "Superomão", "Batmão", "Homem-Aranho" ou outro qualquer para ficar atual.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Decifrando códigos dos gibis

Quem nunca pegou um gibi da MSP e não viu estampado uns códigos nas primeiras páginas de cada história? E também já devem ter visto postagens aqui que usei abreviações, baseados nesses códigos. Nessa postagem eu decifro esses códigos detalhadamente, muito úteis principalmente nos almanaques para descobrir em qual gibi original saiu a história.

Esses códigos consistiam basicamente de ano (em 2 dígitos), nome do título abreviado, número da edição e posição da história que se encontra o gibi. Apareciam em qualquer lugar na 1ª página de cada história, na horizontal ou vertical.

Nas revistas mensais, eles eram úteis para saber qual a numeração do gibi, caso a capa se solta. Imagine você encontrar um gibi sem capa e você se pergunta qual número é aquele gibi, ainda mais que nos gibis da Editora Globo entre 1989 a 2006, eles deixaram de publicar o número no expediente final? Com os códigos fica fácil saber isso. E nos almanaques eles eram muito úteis para saber em qual gibi original foi publicada determinada história republicada.

Códigos nos gibis convencionais:

A primeira vez que apareceu esses códigos foram nos gibis mensais de 1975. Eram bem simples, só informando <título, número e posição da história que se encontra o gibi, separados por barra>. A abreviação da Mônica era "MN" e Cebolinha, "CB", com o número e posição da história separado por barra. No exemplo abaixo, é fácil decifrar na história "Mônica e o coelho voador" onde o código "MN67/5" significa que é de 'Mônica Nº 67', história 5.


A partir de 1976, ficou mais elaborado, sendo iniciado por <"MSP", seguido de ano, código de arquivo de 4 dígitos, título, número da edição, posição da história com 2 dígitos, separados por barra>. Mônica e Cebolinha continuaram a ser abreviados, como "MN" e "CB", respectivamente. Na história "Um carro estranho" abaixo, por exemplo, o código "MSP762171-CB45/02", significa: Mauricio de Sousa Produções, 1976, 'Cebolinha Nº 45', história 2.


Já o número 2171 não tem serventia, acredito que seja um código para armazenar em arquivo para eles encontrarem a história mais fácil. Eu até já cheguei a pensar que era número de histórias produzidas, mas já descartei isso. Então, sempre que ver isso, o certo é ignorar sempre os 4 dígitos após o ano.

Em 1977, mudaram o final da estrutura, com a posição da história  de 1 a 9 só com 1 dígito em vez de colocar um "zero" na frente, seguindo assim até em 1993. De resto, tudo igual como era. Só que ao longo dos anos, foram surgindo novas revistas, e, com isso, abreviatura de Pelezinho ficou "PL" e que depois da edição Nº 10, ficou "PZ"; Cascão, a abreviação ficou "CC"; Chico Bento, "CH"; e Magali, "MG". Abaixo, como ficou o código da história "A viagem" em uma revista do Cascão. Então, nesse código "MSP842023-CC42/2", ignorando o "2023" após o ano, significa que é de 1984, 'Cascão Nº 42', história 2.


Como curiosidade nessa fase, os passatempos eram considerados como história nesses códigos, contando como posição de história. Então, o número final de história do gibi, sempre tem que contar menos uma história.

Outra coisa curiosa é que nos gibis entre janeiro e março de cada ano, eles colocavam o ano anterior. Como os gibis são feitos com antecedência, provavelmente deve ser a data de quando a história e o gibi foram produzidos. Com isso, a gente via que eram feitos com 3 meses de antecedência até chegarem nas bancas. O exemplo abaixo, retrata isso: na história "A missão", 3ª história de de 'Cascão Nº 56', de março de 1989, eles colocaram "MSP880697-CC56/3".


Nos primeiros números da Globo, abreviação de Mônica mudou e virou "MO" e a do Cebolinha virou "CE". A Revista Parque da Mônica, ficou "RP". Essa estrutura seguiu assim até em 1993. Na verdade, seguiram até março de 1994, mostrando o ano como 93, pelo motivo de histórias de janeiro a março de 1994 foram produzidas em 1993. Já nos gibis de 1994 e 1995, inexplicavelmente, eles tiraram os códigos de todos os gibis. Aí, nessa fase fica impossível saber o número do gibi, caso a capa se soltar.

A partir de 1996, os códigos voltaram, seguindo uma nova estrutura, que ficou mais consagrada. Eles tiraram o código de arquivo que vinham depois do ano, seguindo, então, <MSP, ano, título abreviado, número da edição (agora sempre com 3 dígitos) e posição da história (agora com 2 dígitos), sem barra separando>. Ano continuou a ser 2 dígitos até mesmo depois do ano 2000, que aí passou a ser "00" para 2000, "01" para 2001, "02" para 2002, etc. E os passatempos não foram mais considerados como história.

Nos títulos, abreviação oficial de Mônica, voltou a ser "MN" e Cebolinha, "CB", Cascão e Magali continuaram "CC" e "MG", respectivamente. Chico Bento passou a ser agora "CHB"; Parque da Mônica, "PMN"; e Gibizinho da Mônica, "GBZ". No exemplo abaixo, na história "Quando algo não cheira bem...", o código "MSP96MG18603" , significa que é de 1996, 'Magali Nº 186', história 3.


Essa estrutura ficou até em 2003 e aí entre 2004 a 2006 tiraram de novo os códigos de todos os gibis. Na Panini, eles voltaram a colocar a partir dos gibis do mês de abril de 2007, com uma nova estrutura. Agora, eles colocam <MSP, o mês antes do ano (2 dígitos), seguido de ano (2 dígitos) / título abreviado, número da edição (3 dígitos) e posição da história, separados por hifen>.

Outra diferença é que tirinha no final do expediente não é considerada como história. Nas abreviações as mesmas dos códigos a partir de 1996, só a revista Turma da Mônica (antiga Parque, antes de fechar) que ficou "TM" e Ronaldinho Gaúcho, "RG". No exemplo abaixo, em "Não faça isso, Maliazinha!", o código MSP0509/CB029-03 significa: Maio de 2009, Cebolinha Nº 29, história 3.


Códigos nos almanaques:

Já nos almanaques que eram a melhor coisa de ter esses códigos. Era muito legal e divertido descobrir em qual edição saiu as histórias. A única coisa chata é que nos almanaques da Editora Abril não colocavam o ano e, com isso, a gente tinha que fazer contas para descobrir isso. Tinha que saber que a revista da Mônica foi lançada em maio de 1970 e a do Cebolinha em janeiro de 1973 e que eram 12 exemplares por ano, para aí sim descobrir o ano.

Em 1979, os códigos nos almanaques seguiam estilo de colocar <o título abreviado e o número da edição original (sem colocar a posição da história original), seguido do título abreviado do almanaque, número da edição e posição da história>. Entre os títulos e os números tinham espaço em vez de ser tudo junto. O título das originais começavam com um "RP", de revista principal, e os almanaques começavam com uma letra "A".

Nessa história "Brincadeira Criativa", por exemplo, com o código "RPCB 14 ACC 02/13" mostra que foi de 'Cebolinha Nº 14', que estava no 'Almanaque do Cascão Nº 2' , história 13. Mas, para saber que foi revista de 1974, só fazendo contas, infelizmente.


A partir de 1982, mudaram um pouco, colocando as revistas originais iniciadas só com um "R" e passaram também colocar a posição da história original, além da posição do almanaque. Assim, no código dessa história "A múmia", que colocaram "RMN87/1-AMN21/5", significando "Revista da Mônica nº 87, história 1 - Almanaque da Mônica Nº 21, história 5". Agora, saber que 'Mônica nº 87' foi de 1977, leva tempo.


Nos almanaques da Globo, os códigos não faziam referência às edições da Editora Abril, colocando apenas informações do almanaque em questão, no estilo das revistas convencionais. É que como eram de editoras diferentes, preferiam não fazer divulgação da Ed. Abril. Infelizmente assim não dava para saber qual revista original. Na história "Bidu TV", por exemplo, colocaram "MSP900452-ACH10/8, significando: 1990, 'Almanaque do Chico Bento Nº 10', história 8.


Curiosidade que abreviação do Almanaque do Cebolinha primeiramente era "ACE", depois mudaram para ACB". Dos outros títulos seguiram a mesma coisa dos gibis convencionais, só com um "A" na frente.

Em 1992, quando começaram a republicar histórias de 1987 da própria Globo, eles colocavam o código exatamente igual como saiu nas originais nessas histórias de 1987, e as que eram da Editora Abril, deixavam com o código do almanaque em questão. Já nos almanaques de 1993 a 1995, eles tiraram os códigos, tanto nas histórias da Globo quanto as da Editora Abril e só dava para saber que era história da Globo por causa das cores, que deixavam o mais próximo das originais, enquanto que as da Ed. Abril eles deixavam com a colorização atual.

Entre 1996 a 2003, os almanaques voltaram a ter códigos, seguindo o estilo dos gibis convencionais da época. Com isso, as histórias da própria Editora Globo permitia a gente saber quando saiu, com a estrutura <MSP, ano, título abreviado, número da edição e posição da história original>.

Lembrando que os passatempos que eram considerados histórias nas originais, não foram mais nas republicações e isso foi corrigido nas posições das histórias republicadas. Assim, como histórias de gibis originais entre janeiro e março, colocavam o ano real das publicações. De abreviações. Almanacão de Férias era "AFR", Almanacão Turma da Mônica, "ATM", que confundia com Coleção Um Tema Só, que também foi "ATM", de Almanaque Temático. 

Com esse novo estilo, a história "Crochetando" abaixo, por exemplo, com o código "MSP91MN05801", dava para saber que foi original de 1991, Mônica Nº 58, história 1.


Já as histórias da Editora Abril, eles seguiam código do almanaque, seguindo essa mesma estrutura, com a posição da história seguindo sequência, mesmo se fosse intercalada com história da Globo.

Então, no exemplo abaixo, na história "Uma baita surra" da Editora Abril, no código "MSP96AMN05401" colocaram que foi do 'Almanaque da Mônica Nº 54', história 1. Só que essa não foi a que abriu esse almanaque, representando, assim, que essa foi a 1ª história da Ed. Abril nele, como se fosse uma história inédita do almanaque. Dessa forma, ao final do almanaque, a gente sabia quantas histórias da Editora Abril tiveram, e não número de histórias total.


Em meados de 2003, já com todas histórias sendo da Editora Globo, eles passaram a colocar os códigos exatamente iguais aos gibis originais. Desse jeito, tiveram as desvantagens de confundir  o ano de histórias de janeiro a março de cada ano que deixavam com o ano anterior, e também histórias de 1994 e 1995 a gente não sabia em qual edição saiu.

A partir de 2004, infelizmente tiraram de vez os códigos dos almanaques, acabando com a diversão de saber qual revista original. E quando mudaram para a Panini continuaram a não mostrar. Até agora foram raras histórias da Panini que foram republicadas, mesmo assim nem nessas não mostraram. E nem na Coleção Histórica não são colocados. Acho que deviam colocar lá exatamente igual como saíram nas originais para ser o mais fiel possível às edições originais.

Como podem ver era muito bom esses códigos nos almanaques, muito interessante saber de qual gibi eram as histórias republicadas. Uma pena que na Editora Abril não dava para saber o ano, há quanto tempo saiu e nos da Editora Globo não dava pra saber as da Editora Abril. O meu preferido foi a estrutura de 1996 a 2003. Lamentável atualmente não ter nenhuma informação de qual gibi  original saiu. Podiam, em vez de colocar códigos, informar no rodapé algo do tipo "Publicada originalmente em Mônica Nº 58 - Globo, 1991", por exemplo. Quem sabe, algum dia, resolvam voltar com eles, nem que sejam só as histórias da Panini, quando foram republicadas com frequência.

domingo, 5 de abril de 2015

Capa da Semana: Cascão Nº 31

Mostro uma capa em homenagem a Páscoa, dessa vez sem piadinha, apenas um desenho bonito com o Cascão cavalgando em um coelho de Páscoa gigante e alguns ovos ao fundo.

Só pra constar, apenas a capa fez alusão à Páscoa e as histórias desse gibi foram todas normais. E mais uma daquelas terríveis etiquetas de preço na capa, que eram impossíveis de tirar sem estragar o gibi, tão comuns na época. Pelo menos essa foi pequena. Uma feliz Páscoa a todos!

A capa dessa semana é de 'Cascão Nº 31' (Ed. Globo, Março/ 1988).


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Propagandas alimentícias (Parte 6)

Nessa postagem, relembro propagandas de alimentos da Turma da Mônica que circularam nos gibis entre 1991 a 1998. Legal que dessa vez todas tiveram ilustrações dos personagens ao fundo, deixando mais bacanas ainda essas propagandas.

Em 1991, foram lançados o mel de abelhas da Turma da Mônica em sachês individuais da "Cristal" e "Bio Natu". Já existia o mel de abelha vendido em potes de vidros (com propagandas mostradas AQUI) e naquele ano lançaram esses vendidos em saquinhos individuais em uma bonita caixa. Para anunciar a novidade, fizeram essa propaganda, com ilustrações muito bacanas com a Mônica e Magali.

Propaganda tirada de 'Mônica Nº 58' (1991)

Como estamos no mês da Páscoa, nada melhor que mostrar uma propaganda dos ovos de Páscoa da Turma da Mônica, da "Bauducco", que foram lançados em 1993, com uma bonita ilustração dos personagens vestidos de coelhos. Nunca havia saído anúncio de ovos de Páscoa da turma antes desse, nem da "Bauducco e nem de outra marca. Creio que esses foram lançamentos na época, os primeiros a serem vendidos. Também foram poucas propagandas anunciando ovos de Páscoa depois dessa e não tenho nenhuma fora essa.

Propaganda tirada de 'Parque da Mônica Nº 3' (1993)

Em 1995, a geleia da Turma da Mônica da "Cica" teve uma propaganda formando uma historinha para anunciar a novidade que as tampas da geleias agora eram do tipo "abre-fácil", ou seja, vinham com um selinho, que era só tirá-lo e levantar a tampa. Foi uma homenagem às clássicas propagandas dos anos 70 que formavam histórias, seguindo o mesmo estilo que saíam nos anos 70. Essa propaganda, inclusive, mostrei na postagem da série "Propagandas formando histórias", mas é tão boa que vale a pena mostrá-la de novo.

Propaganda tirada de 'Cebolinha Nº 107' (1995)

Os biscoitos "Recreio Tostines" da Turma da Mônica foram lançados em 1997, no sabor de manteiga. Com o slogan "O biscoito que vira quatro", eles eram picotados de forma diagonal e ao destacar formavam 4 biscoitos triangulares para as crianças se divertirem comendo.

Propaganda tirada de 'Almanaque da Mônica Nº 63' (1997)

Lembrando que no final dos 80 e inicio dos anos 90, a Turma da Mônica tinham biscoitos na "Bauducco", e agora mudaram para a "Recreio". Embora na "Bauducco" eram outros tipos de biscoitos, em 1998 isso mudou e a "Recreio" também lançou biscoitos recheados. Nesse anúncio abaixo mostra a novidade que, com o sucesso dos "Tostines", foram lançados mais 2 versões diferentes de biscoitos.

Propaganda tirada de 'Almanaque da Mônica Nº 66' (1998)

Ainda em 1998, a "Recreio" lançou outro biscoito recheado, dessa vez com sabor "toffee" (caramelo). Para anunciar, fizeram essa propaganda criativa envolvendo passatempo de tirar as letras J, K, Q e S no diagrama para descobrir o que a Magali estava pensando. A resposta era "toffee". Nessa época, era comum ter anúncios nos gibis envolvendo passatempos de vários fabricantes, como chicletes "Ping Pong", biscoitos "Passatempo" ("São Luiz Nestlé"), acholotado "Quick" ("Nestlé"), leite fermentado "Chamyto" ("Nestlé"), entre outros, e, seguindo essa linha, a Turma da Mônica, claro, não podia ficar de fora.

Propaganda tirada de 'Mônica Nº 145' (1998)

As geleias da Turma da Mônica, da "Cica", voltaram a ter propaganda nos gibis em 1998. Depois da que circulava em 1989 e da de 1995, que formava uma historinha, lançaram essa aí, com uma linda ilustração dos personagens segurando as frutas com os sabores da geleia: uva, ameixa, goiaba e morango.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 301' (1998)

Também em 1998, foram lançadas as barrinhas de peixe empanadas da Turma da Mônica da marca "Golfinho azul". O diferencial delas é que tinha um sabor mais suave do que a versão tradicional (como era de costume nos produtos da turma) e sem espinhas. Nesse anúncioa, ainda faz graça para não dar bobeira, porque senão a Magali não deixa sobrar nada para você.

Propaganda tirada de 'Almanaque da Mônica Nº 69' (1998)

A série continua e em breve mostro outras propagandas alimentícias aqui no blog.