terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Chico Bento: HQ "Doutor Chico"

A história que eu mostro é com o Chico Bento quando ele deu uma de médico para se livrar dos tiros de sal do Nhô Lau e ainda tirar sarro da cara dele. Foi uma história de abertura com 8 páginas no total, publicada em 'Chico Bento nº 54' (Ed. Globo, 1989).

Capa de 'Chico Bento nº 54' (Ed. Globo, 1989)

Nela, Chico está gripado e a sua mãe manda tomar injeção no consultório do Doutor Tonico. Como ele não estava com a mínima vontade de tomar injeção, ele caminha a passos mais lentos que de uma tartaruga, até que encontra a goiabeira do Nhô Lau. Ele sobe na árvore para comer as goiabas, até que chega o Nhô Lau, que passa a correr atrás do Chico pra dar tiros de sal. 


Chico corre até chegar ao consultório médico. Ele procura pelo Doutor Tonico, mas ele havia saído para almoçar. Com a aproximação do Nhô Lau até a clínica, Chico imediatamente se fantasia de enfermeiro, vestindo o uniforme do médico que estava encostado lá e um bigode postiço.

Nhô Lau chega e pergunta aonde está o Doutor Tonico. O Chico responde que ele é o enfermeiro que está no lugar do doutor enquanto ele foi almoçar. Nhô Lau fala que está procurando um moleque que tinha entrado lá, e o Chico fala que ele está branco e com olhos esbugalhados. Ele acredita, dizendo que o Chico o deixa doente. Chico Bento o examina e fala que ele está sem coração porque vive correndo atrás de menino bonzinho. 


Nhô Lau começa a ficar alterado, dizendo que o Chico é o moleque mais danado do mundo e aí, o Chico aproveita para jogar remédio na boca dele, dizendo que é remédio para garganta. Ele aproveitou para receitar e entregar remédios para raiva e brabeza e rabugice, e, para piorar, ordena que ele tome uma injeção na bunda com uma superseringa. O Nhô Lau fica desesperado por tomar injeção e o Chico fala que marmanjo não tem ter medo de injeção e como ele vive dando tiro de sal nos meninos, ia ser bom pra aprender. Na hora de dar injeção, porém, ele pega um prego e taca na bunda do Nhô Lau.


Enquanto isso, o pai do Chico, o seu Bento, encontra com o Doutor Tonico, que estava voltando para o consultório, e o pai do Chico resolve ir junto porque o Chico estava esperando lá para tomar a injeção. Antes de eles chegarem, Chico ainda dá 1 mês de repouso ao Nhô Lau para tirar a raiva e ter cuidado de não morder ninguém porque raiva pega. Ele ainda fala que não tem dinheiro para pagar os remédios e o Chico diz que depois ele vê isso. Nhô Lau vai embora com a pilha de remédios e o Chico dá gargalhada da cara dele, já que conseguiu enganá-lo direitinho.


Então, o Doutor Tonico e o seu pai chegam ao consultório e querem saber que bagunça é aquela lá. Chico fala que ele estava brincando de médico enquanto esperava. Quando o médico vai aplicar a injeção no Chico, chega o Nhô Lau com uma cesta de goiabas, dizendo que era o pagamento dos remédios que o ajudante receitou. Doutor Tonico fala que não tem ajudante nenhum, então o plano do Chico é descoberto. Ele tenta fugir, mas o pai o pega pela camisa para explicar o q estava acontecendo.

No final, Chico Bento chega em casa gritando, com a bunda doendo. A mãe pergunta q escândalo é aquele, que não era possível uma injeção doer tanto. Aí o pai interrompe dizendo que além da injeção, ele levou uma coça na bunda pra combater traquinagens.


Essa é uma história sensacional e muito divertida, mostrando o Chico Bento fazendo plano infalível contra o Nhô Lau. A sua ideia inicial era só se esconder do Nhô Lau e acabou surgindo o plano devido às circunstâncias. Só com 8 páginas, ela deu conta do recado sem enrolação e é muito engraçada. Roteiro, traços, cores, tudo excelente. Coloquei completa na postagem. Como foi um dos primeiros gibis do Chico na minha coleção, se torna mais especial ainda para mim.

O roteirista que a escreveu deve ter se baseado nos desenhos do Pernalonga, Patolino, Pica-Pau, etc, em que os personagens na hora do perigo se fantasiavam de alguma coisa pra enganar os inimigos. Ou seja, uma situação muito comum nos desenhos que ficam muito bem em histórias desse tipo.


Pena que não fazem mais histórias como essa. Ela tem várias situações incorretas que jamais fariam atualmente, como o Chico Bento se passar por enfermeiro, fazer consulta, receitar e dar remédios sem ser médico, Nhô Lau com espingarda dando tiro de sal, mostrar bunda do Nhô Lau, Chico sendo chamado de moleque, além de apanhar de chicote do pai, entre outros. Tudo isso inadmissível nas histórias atuais.


Tem também os seus absurdos, como, por exemplo, como o Chico arrumou um bigode postiço no consultório tão rápido, e já que o Chico falou que era enfermeiro, como Nhô Lau permitiu que ele fizesse receitas médicas. Nem importa, porque eram esses absurdos e essas cenas incorretas que faziam toda a diferença e se tornavam as histórias tão especiais e tão divertidas, como essa. E de curiosidade, o médico tinha o mesmo nome do pai do Chico, que se chama Antonio Bento, conhecido também como Tonico.


A capa dessa edição é maravilhosa e também é absolutamente incorreta para os padrões atuais, com uma diabinha apaixonada pelo Chico. Também é uma capa que nunca seria aprovada atualmente. Tem também a terrível etiqueta na capa, que colocaram por causa da transição da troca da moeda de Cruzado para Cruzados Novos, que infelizmente é impossível de tirá-la sem estragar o gibi.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Capa da Semana: Mônica Nº 109

Nessa capa, Mônica obriga o Cebolinha carregue todas as suas compras sozinho. Mesmo com toda a sua força,  ela podia tranquilamente carregar tudo, uma dama não pode carregar compras sozinha.

Sobrou para o Cebolinha agir como um cavalheiro e, de quebra, também ter um castigo por tudo que ele apronta. Chama a atenção a quantidade de coisas que ela comprou. 

A capa da semana é de 'Mônica Nº 109' (Ed. Globo, Janeiro/ 1996).


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Bidu: HQ "Cachorro de Aluguel"

Compartilho uma história do Bidu mostrando um pouco dos bastidores das histórias em quadrinhos. Ela tem 6 páginas e foi publicada em 'Cascão nº 111' (Ed. Globo, 1991).

Capa de 'Cascão nº 111' (Ed. Globo, 1991)

Nela, Bidu está prestes a começar mais uma de suas histórias com bate-papo com a Dona Pedra, quando, de repente, chega um casal de cachorros. Eles já chegam reclamando que o espaço é apertado, empoeirado e mal decorado.


Bidu fica sem entender nada e irritado com o casal por ter interrompido a sua história e pergunta a eles o que estão fazendo ali. Eles respondem que vieram ver o aluguel do imóvel, que no caso eram os quadrinhos da história do Bidu. Eles viram anúncio no jornal e foram conferir. Bidu fica uma fera e fala que não está alugando nada. 

Com isso, o casal mostra o anúncio a ele, inclusive falando que era pra tratar com o personagem principal. Bidu afirma, então, que foi erro do jornal e que ele não está alugando quadrinho nenhum. O casal vai embora, pensando em alugar quadrinho do Chico Bento por ter uma vista mais bonita.


Bidu tenta voltar a história, mas quando vira as costas ver outro cachorrão sentado em cima da Dona Pedra, com jornal debaixo do braço. Ele disse que veio por causa do anúncio do aluguel, e Bidu, já sem paciência e irritado, grita que não está alugando quadrinho nenhum. Quando ele vai embora, Dona Pedra avisa para ele dizer o mesmo para 3 cachorros que estavam a espera para alugar os quadrinhos. Mais uma vez Bidu expulsa os cachorros. E ainda mais um que veio depois.


Quando pensa que tudo se acalmou, eis que surge Bugu para atrapalhar mais a situação. Bidu fala para ele que se já não bastassem os loucos querendo alugar os quadrinhos, ainda tinha que aturá-lo. Bugu pergunta se ele alugou quadrinho para alguém, e aí Bidu descobre que foi o Bugu que colocou o anúncio do aluguel no jornal, sem autorização, só para ganhar um dinheiro à sua custa.  


Bidu pergunta ainda como os leitores iam ficar sem suas histórias e Bugu fala que seria do mesmo jeito, só que os inquilinos ficariam no canto dos quadrinhos e ele só faturando. Bugu lamenta por ter chegado atrasado, e Bidu comenta que errou no anúncio que era para falar com ele. Bugu fala que não, porque quando falou em personagem principal era ele, e não o Bidu. O Bidu podia ser o titular, mas o mais querido era o Bugu. 

Foi a gota d'água pra o Bidu chutar o Bugu, expulsando mais uma vez das suas histórias. E para sacanear mais ainda, no final, o Bidu ainda entrega ao Bugu uma conta de aluguéis atrasados. Afinal, o Bugu o aluga há anos e nunca pagou nada.


Acho uma história bem legal, mostrando a metalinguagem dos quadrinhos. Coloquei completa na postagem. Interessante a proposta dos quadrinhos serem alugados, como se fossem um apartamento ou uma casa. Acho engraçado o Bidu perdendo a paciência com o Bugu. No fundo, ele tem medo do Bugu tomar o seu lugar nas histórias. Gosto também quando o Bidu chutava o Bugu no final das histórias, coisa que infelizmente não tem mais atualmente. 


Os traços dessa história ficaram bem caprichados, são bem grossos e até mostra outros ângulos do Bidu e do Bugu, não muito comuns. Sem dúvida, o Bidu é o personagem mais odiado pelos leitores, junto com o Astronauta e o Horácio. Muitos pulam suas histórias. Eu gosto de todos os personagens. Com bom roteiro, qualquer personagem é bem vindo. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Todas as Capas da Mônica- Volumes 1 e 2


"Todas as capas da Mônica" são minilivros da MSP em comemoração aos 50 anos da personagem que reúnem todas as capas da revista mensal já publicadas desde 1970. Nessa postagem faço uma resenha sobre eles. 

Dividido em 2 volumes, os livros fazem uma retrospectiva de capas, em ordem cronológica. Reúnem 521 capas desde a Nº 1 da Editora Abril de 1970 até a Nº 75 da Editora Panini de 2013. São vendidos em livrarias e na internet e cada volume tem formato 10 X 11,5 cm, capa cartonada plastificada com aba marcadora de páginas, papel de miolo couché e 276 páginas no total.

Contracapa do Volume 1

O volume 1 reúnem 260 capas entre 1970 a 1991 (todas as 200 da Editora Abril, além da Nº 1 ao nº 60 da Globo) e a capa é representada pela "Nº 1" de 1970. Já o volume 2 reúnem 261 capas entre 1992 a 2013 (a partir de 'Mônica nº 61' da Globo até a nº 75 da Panini). A capa desse livro é da "Nº 1" da Panini de 2007.

Cada um começa com um texto de 4 páginas, escrito por Solange Mary Lemes (jornalista e que trabalhou na área editorial da MSP por muito anos), comentando sobre o livro e sua trajetória na MSP. E a seguir, são mostradas as capas, uma por página, informando em cada uma o número da edição, mês e ano que foram publicadas.

Contracapa do Volume 2

 A grande vantagem é que nas imagens são mostradas exatamente igual como foi publicada originalmente, sem omitir preço original, símbolos da editora, informações de promoções e brindes, etc. Apesar disso, nas edições nº 2 ao nº 7 da Editora Abril, deixaram de mostrar os preços de cada uma delas (todas custando Cr$ 0,90 cada). A partir da nº 8, tudo seguiu normal. 

Capas de Mônica nº 4 e nº 5 (1970): saíram sem preço no livro 1

Além de acompanhar todas as evoluções gráficas das capas e das mudanças dos traços dos personagens ao longo dos anos, o público se diverte com várias tirinhas sensacionais, uma mais engraçada que a outra. É que a maioria das capas eram com piadinhas dos personagens e que não deixam de ser uma historinha nas próprias capas.

Quando não tinham piadinhas, era um desenho bonito também muito caprichado, verdadeiros cartuns. Ou então faziam alusão à história de abertura, sendo que nas editoras Abril e Globo as capas eram assim só em histórias especiais, e só na Panini isso se tornou fixo. E na Editora Abril, ás vezes as promoções e os brindes eram os motivos das capas.

Capas de 'Mônica nº 166' e 'nº167' (1983)

Os minilivros servem também como forma de consulta rápida, como, por exemplo, para quem quer completar a coleção, descobrir como é a capa que está faltando e procurar melhor, e ainda dá para descobrir e acompanhar vários fatos curiosos bem interessantes de cada época.

No volume 1, por exemplo, a gente acompanha, dentre outras curiosidades, que:

  • Entre as edições nº 37 a 70 (de 1973 a 1976), o Cebolinha só apareceu nas capas de nº 59 e nº 60. Ele apareceu muito meses antes e depois da estreia do seu gibi em 1973 e após se afastou. 
  • Muitas capas, principalmente na época desse período de ausência do Cebolinha nelas, as piadas das capas tinham foco no Cascão, na Magali e no Bidu, que não tinham revistas próprias.
  • O Jotalhão era presença marcante nos primeiros números da Editora Abril, depois apareceu menos até deixar de aparecer.
  • A partir da nº 104 (1978), a numeração passou a vir debaixo do símbolo da Abril.
  • Os preços tinham reajustes uma vez por ano, em média, mas a partir de 1982, passou a subir todos os meses, muitas vezes de forma assustadora. Era a inflação.
  • Na edição nº 149 (1982), a revista passou de 68 para 84 páginas, continuando assim até hoje
  • Na edição nº 191 (1986), deixaram a etiqueta de preço que vinha nela. De tão difícil de tirar, sem danificar a revista, que nem a MSP tem uma versão sem etiqueta. Essa edição marcou a transição de Cruzeiro para Cruzado.
  • A edição nº 27 (1989) foi a primeira com Cruzados Novos na capa.
  • A partir da nº 59 (1991) veio na lateral o preço da revista em Portugal, em vez de Manaus e Boa Vista.

Já no volume 2 dá para notar curiosidades, dentre outras, como:
  • Na edição nº 61 (1992), apareceu pela primeira vez o símbolo de "Maurício de Sousa Editora" com o Bidu, continuando assim até hoje.
  • A partir da edição nº 81 (1993) passaram a ter código de barras nas revistas, de preferência no canto esquerdo e na vertical que, com o tempo passou a ser colorido, depois de tamanho menor e depois voltaram a ser brancos, e atualmente aparecem em qualquer canto da revista.
  • Mudanças de moedas aconteceram na nº 80 (1993) passando de Cruzeiro para Cruzeiro Real (única edição com Cruzeiro Real sem código de barras); e na nº 91 (1994) passando pra Real.
  • A partir da nº 123 (1997), passaram a colocar o endereço do site da Mônica na capa.
  • Jotalhão voltou a aparecer nas capas a partir da nº 125 (1997) e foi bem frequente , sobretudo, nos gibis de 1998.
  • Entre 1997 e 2002 saíram 13 edições da Mônica e do Cebolinha por ano, sendo que as da Mônica saíam 2 no segundo semestre em meses variados. Foram quinzenais as edições nº 132 e 133 (dezembro/1997), nº 144 e 145 (novembro/1998), nº 157 e 158 (novembro/1999), nº 169 e 170 (outubro/2000), nº 181 e 182 (setembro/2001) e nº 193 e 194 (agosto/2002).  
  • A partir da nº 200 (2003), passou a ter a cabeça dos personagens ao lado do logotipo do nome, como forma de identificação melhor nas bancas. Na Panini, passaram a colocar braços para diferenciar da Globo.

Capas de "Mônica nº 190' e 'nº 191' (1986): a nº 191 com a etiqueta original

Como ponto negativo dessa coleção, O formato dos livros achei pequeno demais, menor que os gibizinhos. Apesar de dar para ver as imagens, mas o tamanho podia ser maior para ver melhor. O ideal seria o formato de um gibi convencional para vermos em tamanho real.

Capas de 'Mônica nº 28' e 'nº 29' (1989)

Outra grande desvantagem é, sem dúvida, o preço que é muito caro. Cada um custa R$ 24,90 e não justifica um preço assim. Fica inviável comprar sem ser na internet. A MSP aproveitou os 50 anos da Mônica para ter o seu caça-níquel. Tudo que lançam são preços nas alturas e não dá pra ter tudo que lançam. 

Capas de 'Mônica nº 50' e 'nº 51' (1991)

Eu comprei na internet por R$ 16,00 o volume 1 e R$ 18,00 o volume 2, e ainda, de quebra, comprei junto os pockets L&PM "Cadê o bolo?" e "Bidu Hora do Banho" por R$ 11,00 cada (mais barato também, já que o preço é R$ 13,00), mais R$ 5,00 de frete, custando tudo R$ 61,00.

Se eu comprasse tudo nas livrarias custaria R$ 75,00. Boa economia porque foi na internet. E se esperasse mais tempo, podia ainda conseguir mais barato. Fica impossível comprar em livrarias físicas por esse preço absurdo.

Capas de 'Mônica nº 132' e 'nº 133' : As duas de Dezembro/ 97

Além disso, a Panini lançou também uma versão em pacote para as bancas de jornal. Trata-se de um pacote vendendo os livros das livrarias divididos em 4 volumes junto com uma revista da Mônica mensal da Panini atual que saiu no mês anterior. E cada pacote custa R$ 12,90.

Nessa versão das bancas, o livro se chama "As capas da Mônica". O conteúdo do volume 1 sai dividido nos volumes 1 e 2 das bancas; e o conteúdo do volume 2 das livrarias sai nos volumes 3 e 4 das bancas. A capa do volume 1 é representada por 'Mônica nº 2' (1970); A capa do volume 2 é representada por 'Mônica nº 55' (1991); a do volume 3, por 'Mônica nº 146' (1998); e a do volume 4, por 'Mônica nº 26' (2009).

"As Capas da Mônica" volumes 1 ao 4: vendidos em bancas

O formato das duas versões são o mesmo, com as diferenças que as versões de banca não tem abas marcadoras de páginas e o texto da Solange Mary Lemes que saía no início da versão livraria, nesse pacote sai no final, sendo que o texto do "volume 1 da livraria" sai no "volume 2 das bancas", e o texto do "volume 2 da livraria" sai no "volume 4 das bancas". E as revistas da Mônica que vêm nos pacotes são as de nº 82 a 85, vindo uma grátis em cada volume.

Essa versão de banca, vale mais para quem coleciona as revistas da Mônica atuais, porque aí sai de graça. Para quem não compra as revistas da Mônica, acho melhor as versões de livrarias, já que pode conseguir desconto na internet. O que gostei das versões de banca foram as capas que ficaram mais bonitas que as das livrarias, sobretudo a do pacote nº 2, porém de qualidade inferior que das originais, por não ter aba marcadora de páginas.

Então, seja para se divertir com as piadas das capas antológicas, acompanhar a evolução dos personagens, relembrar as que já teve, procurar curiosidades ou até como simples consulta, esses minilivros valem a pena comprar e ter na coleção, principalmente o volume 1 que mostra realmente a fase de ouro da Turma da Mônica de 1970 a 1991. Tem a desvantagens do formato e, principalmente do preço alto, mas nada impede de procurar desconto na internet para compensar. 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Capa da Semana: Chico Bento Nº 53

Mostro uma capa bacana do Chico Bento representando o a sua simplicidade e o seu jeito de ser. Na falta de um rádio de pilha, um papagaio consegue substitui-lo muito bem.

A capa da semana é de 'Chico Bento Nº 53' (Ed. Globo, Janeiro/ 1989).