Mostro uma história em que o Zé Vampir morde o pescoço da mesma vítima sem querer e fica com medo de concorrência para fazer novas vítimas. Com 7 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 57' (Ed. Globo, 1991).
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| Capa de 'Mônica Nº 57' (Ed. Globo, 1991) |
Zé Vampir morde o pescoço de sua vítima e acha nada mal só que acha o gosto do sangue dele não era estranho. O homem chora sem o disfarce e Zé Vampir descobre que é o mesmo cara que já tinha mordido ontem. O homem diz que mesmo disfarçado o reconheceu, ele é vigia noturno e aquela era a zona dele.
Zé Vampir acha terrível morder a mesma pessoa duas vezes porque a vítima também vira vampiro. O vigia comemora porque não precisa mais ter medo de monstros. Zé Vampir avisa que vai ter que fugir da luz do Sol e ele diz que é vigia noturno e adora a noite. Zé Vampir diz que vai ter que dormir em um caixão e o vigia responde que vai fazer bem para coluna dele. Zé Vampir avisa que não vai poder conviver com amigos e parentes e vigia diz que ele é sozinho no mundo.
Zé Vampir fala que só poderá se alimentar de sangue e aí o vigia acha que é um problema. Zé Vampir fala que vai ser concorrência no pedaço. O vigia quer que Zé Vampir o ajude, ele é incapaz de atacar alguém e quer que ensine como faz. Zé Vampir não aceita, vampiros são uma classe desunida. Vigia implora segurando o pé do Zé Vampir, que sai voando como morcego e o vigia adora a transformação e se pergunta se pode fazer isso.
Depois, Zé Vampir quer atacar uma mulher e aparece o vigia como morcego querendo dar uma mordidinha no pescoço dela. Zé Vampir manda arrumar outra vítima, o vigia fala que é fácil ele arrumar outra vítima. Eles discutem, a mulher pega e mostra uma cruz da bolsa e eles são jogados para longe e o vigia acha isso gostoso. Zé Vampir fala que se o vigia não sumir da cidade, não responde por ele e sugere que ele vá para Transilvânia, tem escola de novos vampiros lá e o vigia vai.
Em seguida, Zé Vampir morde pescoços de uma velhinha, uma menina e dois homens e fica satisfeito. E a seguir, o vigia diz que ele também ficou, foi só se despedir depois do lanchinho, conseguiu atacar seguindo o Zé Vampir e atacou todas as vítimas que ele havia mordido, é mais fácil quando elas ainda estão tontas. O vigia vai embora falando que Zé Vampir não vai ter mais concorrência, mas por elas terem sido mordidas duas vezes, viram vampiros também e os quatro com fome querem que o Zé Vampir ensine como comer.
História legal em que Zé Vampir morde sem querer o vigia duas vezes e ele se torna vampiro e Zé Vampir fica preocupado que vai ter concorrência e não quer ajudar o vigia a morder os pescoços das vítimas. Primeiro ficou uma disputa dos dois em quem ia morder a mulher, sem sucesso, demoraram tanto que ela conseguiu sacar uma cruz. Acabou o vigia mordendo as mesmas pessoas que o Zé Vampir havia mordido e elas viraram vampiros e Zé Vampir ficou sem saber o que fazer.
Zé Vampir não queria que outros virassem vampiro para não ter concorrência em morder pescoço dos outros e faltar seu alimento para ele, queria todo o sangue só para ele. Como não podia morder de novo a mesma pessoa, se desesperou ao ver que já havia mordido o vigia. Se ele não tivesse se disfarçado para Zé Vampir não reconhecê-lo, aí iria se livrar de se tornar vampiro.
Virando vampiro o vigia perdeu medo de monstros e passou a gostar de ser vampiro, só que era incapaz de atacar as pessoas, afinal como ele era vigia, naturalmente não atacava pessoas do bem. Zé Vampir bem que podia ser mais solidário, tem muitas pessoas que andam nas ruas de noite, alimento nunca ia faltar. Zé Vampir tinha só um concorrente, depois o vigia mordeu as mesmas vítimas que o Zé Vampir tinha mordido, para o azar dele depois passou a ter quatro. Então, mostrou que eram 2 mordidas no pescoço para pessoa virar vampiro, não necessariamente ser mordida do mesmo vampiro.
Engraçado Zé Vampir dizer que é terrível e o vigia responder que sim, o salário é uma droga e ainda tem que enfrentar monstros, vigia com medo de monstros, dizer que não problema fugir do Sol porque adora a noite, dormir no caixão vai fazer bem pra coluna, Zé Vampir dizer que vampiros são classe desunida, era só o que faltava ensinar para rival o "ganha-sangue" dele, vigia achar gostoso ser jogado pra longe e Zé Vampir dizer que detesta vampiros amadores, enviar o vigia para Transilvânia para se livrar dele e a descoberta que mordeu as mesmas vitimas.
Não tinha um padrão do Zé Vampir morder pescoço e a vítima virar vampiro, podiam se tornar vampiro com uma mordida ou precisava de mais mordidas, variava como se encaixava melhor no roteiro. De todas as vítimas a mais hilária foi a menina com pirulito, o que uma menina fazia à noite sozinha altas horas da noite e nem criança escapava das garras do Zé Vampir. O vigia prometeu mesmo que não voltaria após ir para a Transilvânia já que não apareceu mais nos gibis, como de costume personagens criados para aparição única.
Traços bons do estilo dos anos 1990. A cor da gravata do Zé Vampir também não tinha um padrão, podia ser vermelha, azul e nessa história foi preta. Incorreta atualmente por Zé Vampir ficar mordendo pescoços de várias pessoas, histórias dele ultimamente eram mais bobinhas sem a característica de verdadeiro vampiro, mostrar um Zé Vampir egoísta, sem ser solidário em dividir alimento, além de proibida a palavra "Droga!".

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