segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Capa de Semana: Magali Nº 253

Estamos na Primavera no Brasil, a estação das flores, e, então, mostro uma capa com a Magali se fazendo como uma beija-flor para se alimentar do pólen das flores em um campo florido, em especial de uma flor gigante. Como pólen tem sabor doce, ela logo providenciou, os outros beija-flores que ficaram olhando e vão ter que se contentar com os pólens das flores pequenas. Fica na imaginação como Magali conseguiu as asas para voar, se foi invenção do Franjinha, se pediu para o Anjinho ou ela criou as asas com as próprias mãos.

Capa dessa semana é de 'Magali Nº 253' (Ed. Globo, Fevereiro/ 1999). 

2 comentários:

  1. Agora deu para colocar as asinhas de fora, bicuda? Por isto que prefiro vossa excelência na ilustração de capa de sua edição nº189 (Ed.Globo), pois, ali, não dispôs de maciota, teve de se virar nas braçadas para alçar voo e pairar, e, tem mais, porque, quem não tem bico de beija-flor/colibri, chupa de "canudim", ou melhor, suga.
    Mais uma das peripécias daquela que é a mais pantagruélica dentre todos os comilões do (U)universo, Magali e seus ineditismos... Aliás, quanto a esta façanha, o ineditismo se deu lá em 1996, contido na capa da edição citada no parágrafo acima.

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    1. Sim, essa capa foi semelhante a Nº 189 e também prefiro a 189 por ser mais natural, a asa fica um leque de dúvidas como ela conseguiu, afinal ela não tem asas. Agora o canudinho permaneceu, não tinha como mudar a não ser que ela tivesse se transformado em beija-flor de verdade. Magali traçava tudo, nem comida de beija-flor perdoava, sendo a gag de fato ter sido inédita na Nº 189.

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