domingo, 10 de maio de 2026

Magali: HQ "Um aniversário nada previsível"

 Dia 10 de maio é aniversário da Magali, então, em homenagem, mostro uma história em que ela deixou de comer na sua festa de aniversário com medo de morrer depois que vidente Madame Cleuzodete previu que ela perderia todo o seu apetite. Com 12 páginas, foi publicada em 'Magali Nº 310' (Ed. Globo, 2001).

Capa de 'Magali Nº 310' (Ed. Globo, 2001)

Escrita por Emerson Abreu, Magali fala para a Mônica que está ansiosa pela sua festa de aniversário à noite. Mônica diz que também adora festa de aniversário, com casa cheia de gente, enfeitada com balões e desenhos na parede, ganha muitos presentes e um montão de amiguinhos desejando felicidades. Só que se logo se toca que a Magali se referia ao bolo e ela complementa com brigadeiros, cajuzinhos.

Magali comenta que os anos estão passando cada vez mais rápido, Mônica diz que logo ela vai ser uma mocinha, Magali pergunta como será a Magali de amanhã e Mônica acha que comilona como a de hoje e Magali comenta se tivesse um jeito de saber, quando se deparam com a tenda da Madame Cleuzodete, vidente que lê passado, presente, futuro e bula de remédio.

Magali diz que teve uma ideia, Mônica também, Magali pergunta se topa, Mônica, também e a ideia da Magali era tomar sorvetes de flocos com milho verde e Mônica diz que a ideia dela era irem consultar a dona que vê o futuro. Magali não queria ir lá. Mônica pergunta se Magali não tem curiosidade de saber como vai ser o amanhã e Magali diz que não porque ele já tem os roteiros das historinhas dela até o mês que vem e sabe tudo tintim por tintim.

Elas entram na tenda, Mônica avisa que queria se consultar, Madame Cleuzodete interrompe, pedindo silêncio que recebeu mensagem na bola de cristal. É de uma tal Magali, que vai perder todo o apetite a partir da meia-noite e ouvem um trovão. Mônica e Magali riem muito, e Magali fala que sabia que tudo era papo furado. Madame Cleuzodete fala que podem rir, mas é para ela ter cuidado com o que vai comer esta noite, pois será a última guloseima que colocará na boca e ouvem um trovão. Ela termina a consulta, cobra 5 reais e entrega para as meninas o cartão dela com site na web e manda voltarem sempre. 

Na saída, Magali fica preocupada, pode ser bobeira, mas se for verdade e ela perder o apetite o que será da vida dela. Mônica manda desencanar, diz que único jeito de Magali perder apetite é se bater as botas e ouvem outro trovão. Magali chora que não quer bater as botas e logo ela que nem tem sapato, pergunta se vai comer maçã enfeitiçada ou cajuzinho azedo. Vê vendedores de pastel de queijo, cachorro-quente e pipoca e fica mais aflita. Mônica acha que está exagerando e Magali quer se esconder em casa para fugir da tentação. 

Chegando em casa, acontecia a festa de aniversário e elas tinham esquecido. Dona Lili e os amigos falam que tem bolo de sorvete com cobertura de chocolate, mousse de maracujá, manjar de coco, flan de figo, pudim de caramelo. Magali fala que às favas com as profecias, é seu aniversário e se prepara a comer o bolo inteiro, quando lembra madame Cleuzodete avisando que à meia noite ela vai perder todo o apetite e joga o bolo na cara da Mônica, desistindo de comer.

Magali fica agitada, corre e some da festa. Mônica procura a amiga pela casa por muito tempo, avisa que está na hora de assoprar velhinha. Encontra a Magali dentro da lavadora de roupa cheia de água com sabão. Magali diz que era único jeito de ficar longe de qualquer guloseima. Mônica diz que profecia é tudo lorota, já deu meia-noite e aconteceu nada.

Magali comemora que ainda tem apetite e que pode comer tudo que quiser. Ela corre até à sala e come tudo da festa, até o que os amigos estavam comendo. Mônica fala que não precisava exagerar, não é só porque deu meia-noite que poderia ser assim. Dona Lili fala que já saíram do horário de verão e esqueceu de atrasar todos os relógios e que agora deve ser 11 horas da noite. Mônica comenta que, então, Magali pode perder o apetite e ela desmaia.

Depois, no quarto da Magali, Mônica diz que o lado bom é que Magali não bateu as botas, mas Magali comenta de cama que no final as profecias estavam certas porque depois de todos aqueles doces que comeu sozinha, não aguenta nem pensar em comida e a mãe e amigos ficam rindo dela.

História legal que Magali, no dia de seu aniversário, vai se consultar com a vidente Madame Cleuzodete, que avisa que ela vai perder todo o apetite à meia noite e ter cuidado com o que ela come. Magali pensa que ela ia morrer porque seria o único jeito de ela perder o apetite ,fica desesperada e resolve comer nada até meia-noite.  Depois do horário e nada de ruim acontecido, come tudo da festa sem culpa só que a mãe tinha esquecido de atrasar horas dos relógios depois do horário de verão e Magali passa mal com indigestão e fica de cama sem poder pensar em comida.

Magali achou que ela ia morrer porque só assim para ela perder apetite. Primeiro não acreditava no papo de profecias da Madame Cleuzodete, não morreu, foi uma indigestão que tirou o apetite dela e nem se ligou que poderia ser isso a perda de apetite. Quem mandou ser tão gulosa e querer comer tudo que ela não havia comido durante a festa. Se ela não exagerasse na comilança da festa, de comer tudo que encontrava pela frente, não teria indigestão. Afinal, comer tantas coisas doces e salgadas de uma só vez, descontroladamente, sem digerir bem, pediu para passar mal. Madame Cleuzodete falou das visões sem detalhes e as meninas interpretaram errado, se a vidente fosse mais clara, também poderia evitar.

Dona Lili também teve uma certa culpa de abalar mais o psicológico da filha, deixando de atrasar relógios depois do horário de verão. Chega a ser absurdo, horário de verão acaba em fevereiro e a mãe da Magali só lembrou de atrasar os relógios em maio, ficaram 3 meses com horários da casa errado e nem perceberam. E também bem irresponsável festa de criança passar de meia-noite, teria que acabar cedo.

Engraçado placa da Madame Cleuzodete informar que também ela sabe ler bula de remédio,  Magali e Mônica pensarem que tiveram mesma ideia de se consultar com a Madame Cleuzodete, mas  a ideia da Magali era tomar sorvete, Magali dizer que já sabeo futuro dela porque recebe os roteiros das suas histórias antes de serem publicados, dizer que o pai recebe mensagem no celular depois que a vidente disse que recebeu mensagem das profecias, Magali dizer que é este não é nome estranho, sem lembrar que ela se chamava Magali e Mônica avisar que é ela e a chamar de "sua coisa", Magali chorar que não quer bater as botas e dizer logo ela que nem tem sapato, ela jogar o bolo na cara da Mônica e se esconder dentro da máquina de lavar roupa com água e sabão dentro, pelo visto máquina em funcionamento bem no momento da festa.

Emerson já tinha o estilo definido instalado em 2001, enquanto que em 1997 e 1998 o estilo era mais contido e como fase de experiência, em 2001 já estava tudo consolidado, por isso vemos que personagens já estavam bem agitados, saltitantes, abobalhados e debochados e as tiradas prevalecendo dando graça. Não tinham caretas exageradas ainda, porém com mais línguas à mostra, até quando não contavam piadas infames e cabelo da Mônica fora do lugar. Só não foi muito longa porque era um gibi quinzenal de 36 páginas e teve ajuste de enquadramento, se tivesse quadros retangulares prevalecendo, teria mais páginas no total.

Essa história marcou a estreia de Madame Cleuzodete, depois apareceu em outras sempre com personagens sofrendo com suas previsões. A ideia era para a vidente ser negra, mas depois adotaram ela como branca em definitivo para não mostrar uma negra como vidente. Na capa da edição, com alusão à história de abertura, ela até apareceu diferente e branca, ficando como deixaram em outras histórias.

Incorreta atualmente por Magali egoísta, comendo tudo na festa e até o que os convidados estavam comendo, criança acordadas até meia-noite, festa de criança devia acabar mais cedo, Magali se esconder dentro de lavadora de roupa funcionando, calcinhas da Magali e da Mônica à mostra no terceiro quadro da página 9 do gibi e terceiro quadro da última página, principalmente do jeito que a Magali apareceu na última página, além de palavras e expressões populares de duplo sentido como "tintim por tintim", "desencanar", "batendo as botas", "às favas", "se meteu". Já crianças se consultarem com vidente ainda existe já que a Madame Cleuzodete ainda aparece nos gibis até hoje.

Traços ficaram bons no geral, prevaleceu o estilo consagrado dos personagens, porém ficaram desenhos diferentes nas 4 páginas finais, a partir da página 11 do gibi quando elas estavam na festa de aniversário, mais com cara de anos 2000 a partir daí. Tiveram alguns erros como o chapeuzinho de aniversário aparecer na cabeça da Mônica do nada, o relógio na parede que era para marcar meia-noite, no penúltimo quadro da página 11 do gibi marca duas horas da manhã e ausência de faixa branca no vestido da Dona Lili no quadro final da história.

FELIZ ANIVERSÁRIO, MAGALI!!!!

13 comentários:

  1. Peraí! "Comé" que é?! Qual problema em ser vidente negra? Possível associação com, por exemplo... macumbeira?! Branquearam-na por isso?!? Tsc, tsc...

    Teria surgido em "1964", aniversariante de "(M)maio"*, mas, ao ficar a par daquela pérola de informação contida na edição que comemora seus sessenta anos, então, para mim, a personagem não é taurina*, é uma aquariana, pois conseguiu o feito de ser um pouquinho mais velha que a dona da rua, com primeira aparição em 17 de (F)fevereiro de 1963 e, chegou literalmente humilde, como plebeia romana numa HQ - creio que publicaram seriada (em tiras) - da dupla que inaugurou a TM: Franjinha e Bidu.
    **Estou ligado que consultaram astrólogo(a) ou numerólogo(a) ou tarólogo(a) ou tudo isso e algo mais para decidirem colocá-la como aniversariante no quinto mês do ano.

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    1. Isso aí, pra não ter associação de uma negra macumbeira mudaram a personagem pra branca. Inclusive quando republicaram na Panini essa história em 'Almanaque Temático N° 31 - Magali Aniversários', de 2014, eles alteraram colocando a Madame Cleuzodete como branca. Pra ver como implicam por qualquer coisa. Cada vez pior.

      Considerando a data de criação, podemos dizer que a Magali é aquariana e de 1963, porém nos gibis adotaram como aniversariante de maio e taurina por causa de Numerologia, e aí o que prevaleceu. Por mim, os aniversários deles tinham que ser de acordo com data de criação, ficaria melhor. E também considero maus que ela foi criada em 1963, não em 1964 como eles consideram.

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    2. Madame Cleuzodete provavelmente foi criada pelo Emerson Abreu e, dificilmente, me entretenho com personagens de autoria dele ou, turbinados por ele, o mesmo digo de seus roteiros, salvo raríssimas exceções. No entanto, embranquecê-la, denota burrice, porque, em tempo hábil, isto é, em pleno início de século descartaram oportunidade de efetivar uma personagem negra.

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    3. Ela foi criada pelo Emerson de fato, mas se torná-la depois personagem branca foi coisa da MSP, não dele. Também achei bem estranho, praticamente não tinham personagens negros fixos e Madame Cleuzodete seria uma. Perderam chance, só pra não associar negra a macumbeira, pra ver a que ponto chegaram.

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    4. Já imaginava que a mudança na cor de pele da personagem fosse paranoia da direção da empresa. Branca vidente, pode, já negra, não, nem pensar, "pegaria mal", "ofenderia", seria "descaso", "menosprezo", seria "esteriotipar", "estigmatizar determinada etnia", seria um... "absuuurdo"(!!)...
      No quadro de encerramento, considerando as posições da mão e do antebraço direitos da mãe da Magali, não há erro em não aparecer a faixa branca na roupa dela, Marcos.
      Pode até, dependendo de como se olha, não passar como erro, mas, não ter desenhado a planta do pé esquerdo da Magali no antepenúltimo quadro da segunda página, a meu ver, deveria estar visível, então, classifico como tal, ou seja, erro.

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    5. Absurdo demais, estereotipar negros, nem pensar. Olhando por esse lado, aí não teve erro por conta da posição de mão e antebraço estar bem em cima onde era a faixa branca. A planta do pé da Magali foi erro, sim, visto que a Mônica na mesma posição no quadro posterior teve uma planta levemente menor.

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  2. Apesar de achar que o Emerson Abreu por vezes descaracteriza muito os personagens, já que todos aparecem mais eufóricos, abobalhados e debochados em seus roteiros, como o Marcos bem disse, acho legal como ele é um dos roteiristas que mais possui estilo próprio, de modo que só de bater o olho na história você já sabe que é dele. Seria incrível se a MSP lançasse uma coleção contendo a republicação das melhores histórias de seus artistas mais consegrados, como a Rosana Munhoz, o Flavio Teixeira de Jesus, entre outros.

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    1. Uma coisa a gente deve dizer do Emerson: ele certamente tem muita imaginação. Isso ninguém pode negar. Ele voa longe com suas idéias, e nunca deixa de surpreender. Imagino que deve ter sido uma criança muito fantasiosa.

      O lance seria ele saber filtrar sua imaginação e tentar se manter alinhado com os traços comportamentais dos personagens. Aí seria perfeito, e ele seria um roteirista ainda melhor que é.

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    2. Verdade, tinha muito imaginação, era só nonsense e a gente consegue identificar fácil que eram histórias mesmo sem créditos. Se diminuísse só exageros, principalmente caretas, ficaria melhor.

      Seria uma boa um almanaque de roteiristas, só com histórias de um deles em cada almanaque. O problema é que eles não dão valor aos artistas, já foi uma luta colocarem créditos nas histórias, aí colocar um título com o nome do roteirista em destaque chance muito difícil. No máximo, fazem publicações especiais que tenham só histórias de um roteirista, mas sem informar que foram escritas por ele como foi o livro de luxo "Aventuras do Fim do Mundo" e o livro em capa dura "Xaveco & Denise - Secundários Favoritos", por exemplo.

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  3. A fase do Emerson, comparado com os gibis de agora o dos anos 2000 até que eram bons.

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    1. Concordo, qualquer coisa dos anos 2000 conseguem ser melhores que gibis de hoje, por incrível que pareça.

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  4. Ás vezes eu meio que esqueço as datas de aniversário dos personagens, então histórias assim me pegam de surpresa. Concordo com o comentário acima, seria melhor se os aniversários fixos fossem suas datas de criação.

    Me lembro dessa história, já li certa vez há muito tempo. Magali perdendo seu apetite? Não é grande coisa, considerando que já aconteceu em outras histórias. Mas essa me deixou um tantinho intrigada, o que será que ia rolar? Será que MORTES iam rolar? Kkkkkk, zoeira. O desespero dela foi até engraçado, mas fiquei surpresa dela ter levado a sério a ponto de fazer greve até meia-noite, "desafiar o destino". Isso mostra que é supersticiosa, aí danou tudo, virou noia, é por isso que não acredito em superstições de forma alguma, só atrapalha mesmo a vida. Magali se escondendo em uma lavadoura... tinha que ser numa história do Emerson mesmo, mas que foi engraçado até foi mesmo. Ah, saudades da autêntica Magali, roubando comida dos outros e comendo feito um animal, como sempre a conhecemos... nessa época sua característica ainda podia brilhar. A reviravolta do horário de verão, está...já passei sufoco com isso também, nunca gostei dessa regra de horário quando criança. Pobre Magali... no final, realmente terminou sem apetite mesmo. Gosto quando rola uma profecia twist, ou seja, quando uma profecia se concretiza, só bem diferente de como o personagem imaginou (ou até por ação do próprio personagem mesmo). É sempre bom uma surpresa.

    (Besteira mudarem Cleouzodete de negra para branca, só por problematizarem e associarem a macumba ou mandiga, que seja. Seria uma ótima chance de adicionar mais uma personagem negra além do único Jeremias já na virada do milênio, tinham a faca e o queijo na mão, mas os mimizentos da MSP estão sempre procurando pelo em ovo. Bobice pura)

    A propósito, você anda gostando mais de histórias de 2000? Tenho notado que você anda postando muito mais dessa fase do que no começo do blog. Só essa curiosidade minha.

    História nota 7. Boa o suficiente para a data. Feliz aniversário, Magali!

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    1. Pois é, datas de aniversários com datas de criação deles seriam melhores. Magali perdeu apetite algumas vezes por motivos diversos, nessa exagerou porque achava que ia morrer. Teve uma greve de fome pensando que depois da meia-noite não ia mais acontecer, até que resistiu bem sem comer por várias horas. Superstição vale nada, antes continuasse sem acreditar nas previsões. Foi engraçado ela na lavadora, grande absurdo, e essa verdadeira Magali roubando comidas dos outros era excelente.

      Ela não contava que relógios ainda estavam em horário de verão, surpresa nada agradável pra ela. Essas previsões que dão certo, mas não como eles imaginavam sempre eram divertidas, gostava também. Muito bobeira mesmo isso de não ter negro associado a macumba, se é pra ter negros tem que ser dando bons exemplos e não ficaram estereotipados, não dá pra entender como problematizam com tantas bobagens.

      Tenho postado mais anos 2000 porque pediram, também fator tempo decorrido que agora já tem 20 anos pelo menos as da Globo enquanto que no começo do blog eram recentes até então, e também o fator de que os almanaques atuais têm republicado mais histórias da Panini e até essas últimas da Globo andam de fora. E ainda nessa postagem em especial, tratando-se de histórias de aniversários da Magali que sobraram mais as dos anos 2000 já que as dos anos 1990 a maioria já foram postadas aqui, embora ainda tenham algumas 90's de miolo que dão pra postar. Sendo que quando colocar anos 2000 aqui será até 2006 por enquanto.

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