domingo, 15 de fevereiro de 2026

HQ "Olha a cabeleira do Cascão!"

Mostro uma história em que o Cascão se fantasia de menina para ganhar o concurso de melhor fantasia do baile de Carnaval, só que se envolve em confusão. Com 4 páginas, foi história de miolo de 'Cascão Nº 3' (Ed. Globo, 1987).

Capa de 'Cascão Nº 3' (Ed. Globo, 1987)

Cascão se fantasia de menina para o baile de Carnaval com a intenção de ganhar prêmio de melhor fantasia. Está tão perfeito que nem a mãe o reconhece, se perguntando quem era a menina que estava na casa. Na rua, Cascão recebe um "Fiu-fiu!" de um menino e acha graça e depois o Pedrão diz que já tem companhia para pular o Carnaval do clube. Cascão fala que já tem companhia e Pedrão diz que ninguém recusa convite dele.

Cascão fala que é muito macho, tenta tirar a peruca e não sai e Pedrão gosta que a menina é brabinha e leva Cascão para o baile à força. Eles dançam, Cascão pensa que tem sorte que ninguém está o reconhecendo, um menino aperta a bunda do Cascão, que faz queixa com o Pedrão e parte para a briga com o menino. Cascão aproveita, corre para o banheiro tirar a fantasia e depois Pedrão fica procurando a menina no baile. Cascão fica com pena que não vai mais ganhar prêmio de melhor fantasia, só que,para sua surpresa, ganha o concurso porque pensam que ele estava fantasiado de poluição.

História muito engraçada, Cascão só queria ganhar prêmio de melhor fantasia de menina, mas não contava do Pedrão forçá-lo a ser companhia dele do baile de Carnaval e passa sufoco de até ser assediado por outro menino. Foi se fantasiar de menina e quase se deu mal. Mesmo assim ainda ganhou o prêmio por conta do jurado não conhecê-lo e achar que estava fantasiado de poluição. Se o Pedrão não tivesse forçado o Cascão para ir à festa, ele iria continuar fantasiado de menina e não seria garantido que ganharia o concurso de fantasia, então há males que vem para o bem. Agora, se o Pedrão tivesse descoberto que estava paquerando um menino, era Cascão que ia apanhar feio. Interessante que nem desconfiou quando Cascão disse que era macho e com sua voz normal, provavelmente. 

Muito engraçado Cascão dizer que está "perfeita", fazer trejeitos de menina com as mãos e mudar até voz, não ser reconhecido nem pela mãe, ser paquerado por outros meninos antes da festa e levar apertão na bunda, a música "mamãe eu quero mamar" bem quando entravam no baile e o jurado achar que ele estava fantasiado de poluição depois que tirou a fantasia de menina. Mônica e Cebolinha não estavam fantasiados, mas também podem ser desconhecidos fantasiados de personagens, ou então, quem sabe, Cebolinha está fantasiado de Monica, e a Mônica, de Cebolinha. Já o Pedrão só apareceu nesta história, como de costume de personagens secundários criados para aparição única. O título com paródia da marchinha "Cabeleira do Zezé, será que ele é" ficou o mistério inicial se Cascão vestiu de menina porque era gay, mas logo descobrimos que foi fantasia de Carnaval. 

Além de divertir os leitores, história serviu como crítica, mostrando assédio que mulheres sofrem em bailes de Carnaval ou blocos de rua, com pegadas à força, apalpadas maliciosas na bunda, pernas ou outra parte do corpo sem autorização, muitas vezes até por homens mais velhos. Ficou retrato do que mulheres assediadas passam na vida real e Cascão sentiu o que elas passam. 

Completamente impublicável hoje em dia por conta de crianças paquerando, assediando, levar à força para a festa, menino negro como machista, Cascão vestido de menina, os meninos brigando no baile e com olhos roxos e ideia de Cascão ser sujo e representar poluição como serem coisas boas, o Pedrão desenhado com lábios como círculo rosa na boca desse jeito, o título da história com insinuação de crítica ao Cascão de se vestir de menina que será que ele é gay. Já vi gente comentando que essa história é horrorosa, criticando que assédio considerado como coisa normal e com tom de comédia em gibi infantil, aí para agradar esse povo do politicamente correto não fazem mais histórias assim.

Traços ficaram excelentes com personagens no estilo consagrado nos desenhos. Cores foram mais fortes características dos primeiros números da Globo com personagens com peles mais rosadas e o fundo azul ficava em tom de aquarela. O título bem criativo, automaticamente a gente lê cantando e continuando com "será que ele é". Sem dúvida a intenção era essa, já que colocaram símbolos de notas musicais representando letra de música.

26 comentários:

  1. "Menina" em banheiro masculino(?!)... Muito macho, tanto que sempre ficava enfezado quando era chamado de maricas, mas saiu de casa requebrando a sambiquira... Pelo beliscão, se livrou do Pedrão, que tinha queda por brabinhas - queria ver se metesse as caras com a Mônica oitentista, que costumava ser mais macho que os moleques que a espezinhavam...
    Premiado "desfantasiado", autenticidade era o ponto forte do bom e velho Cascão.

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    1. Cascão entrou em banheiro masculino, teve sorte de que ninguém viu entrando, só depois que tirou a roupa de menina. Ele não gostava de ser chamado de maricas, apesar de dar trejeitos algumas vezes. Com a Mônica o Pedrão não teria vez, nem iria conseguir levar à força para o baile, ia apanhar antes, com ela não tinha conversa. Era ótima a autenticidade do Cascão, por isso levou o prêmio.

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    2. Pelo contrário, Marcos. Ao menos dois testemunharam "Casquilda" entrando no banheiro masculino e provavelmente outros mais viram.
      Tive Cascão nº3 da Editora Globo e tenho uma dúvida histórica com que foi colocado no quadro de abertura desta trama, por tanto parecer com poltrona quanto com traseira e lateral de penteadeira. Poltrona não destoaria da proposta de como a HQ começa, e ficaria como algo aleatório, ou seja, cujo objetivo seria mera ocupação de espaço, assim como lado direito do quadro poderia ser preenchido por outra coisa, como pufe ou criado-mudo ou parte da cama ou baú que acomoda brinquedos, gibis, fantasias, etc. Entretanto, dado o tema ter relação com a funcionalidade das penteadeiras, faz sentido se o protagonista estiver voltado para uma, pois são móveis que têm espelhos, daí o nome, derivado do verbo "pentear".

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    3. Tem razão, esses dois viram, pelo menos fizeram nada contra o Cascão. No primeiro quadro o Cascão quase certo que estava olhando para um espelho, então seria uma cômoda com espelho, tipo um espelho camarim, só que com cantos arredondados. De fato olhando rápido dá pra confundir, à princípio parece uma poltrona.

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    4. Pelo aspecto retrô da penteadeira, provavelmente é daquele estilo, o tal de chipandelle - termo que deriva de (C)chippendale.
      Pela altura do móvel, não deve compor a mobília do quarto dos pais, parece que fica no quarto do Cascão.

      "Olha a cabeleira do Cascão!", este sim, por estar desacompanhado, ficou na risca, redondo e enxuto. Já "Chico vê o Carnaval", precedido por "Chico Bento em", a meu ver, é "quase pleonasmo", pois o crédito já se encontra internalizado no título.

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    5. A penteadeira se localiza no quarto do Cascão porque não acredito que ele ia colocar fantasia no quarto dos pais se queria fazer tudo escondido e que ninguém soubesse que a menina era ele. E a penteadeira na altura dele reforça é quarto dele. A do Chico também acho que não precisava título iniciado com "Chico Bento em:" . Talvez foi porque o título só tinha Chico, aí o mais sensato e enxuto seria se chamar apenas "Chico Bento vê o Carnaval".

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    6. Encontrei e baixei para memória do smartphone "Um amor de faixa". Sempre tive curiosidade com aquela história e finalmente conheci. Comédia no ponto, bem ao estilo 80's, massa, bem maneira mesmo e, como já era de se esperar pelo formidável padrão que havia na época.
      Há um tal de Reinaldinho nela, não é o clássico galãzinho oitentista boa-praça, é um guri grande e gordo, mais ou menos do porte do Quinzinho e com cabelos cacheados loiros ou ruivos.

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    7. Que bom que encontrou essa edição pra baixar. Não sei onde encontrou ,sei que tinha no antigo blog "Back Old Mônica" antes de precisar ser extinto. Bom salvar também no computador e em outros meios pra não virar mídia perdida. Essa história de Cascão 76 da Abril foi muito engraçada, nível padrão da época com muita bagunça, assim que era legal. Considero que o menino é o próprio Reinaldinho só que desenhado diferente, mais alto, forte e mais velho com cerca de 10 anos pra ficar mais engraçado o Cascão apanhando dele.

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    8. No Back Old Mônica não conseguia abrir Cascão nº76 da Editora Abril porque não estava disponível em PDF, estava em formato CBZ ou em CBR, algo assim. Do contrário, já teria de três a quatro anos que eu estaria a par do conteúdo daquela edição. Baixei apenas as sete páginas de "Um amor de faixa", está disponível no Reddit, Marcos.
      Prefiro considerar como xará do clássico Reinaldinho por não fazer sentido ser o mesmo guri que teria crescido e ficado por volta de três anos mais velho que os outros com seis para sete de idade - já basta aquela bizarra metamorfose que rolou com Toneco lá na década de 1990.
      Cascão não apanha, o que rolou foi o tal Reinaldinho "extra large" botando Cebolinha para fora da residência da Maria Cascuda por invadi-la involuntariamente.

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    9. Bem lembrado do Reddit, uma opção boa também pra ler histórias e baixar as imagens delas. Esses arquivos CBR e CBZ você pode baixar o programa CdisplayEx no computador que vai conseguir ler arquivos desses formatos, também é possível baixar em smartphone. Ou então você renomearia no computador a extensão .cbr ou .cbz para .pdf que aí são transformados em PDF ou baixar algum programa que converte para PDF.

      Naquela história o Reinaldinho cresceu, se não é o mesmo, fica sendo um sósia dele mais velho. Se bem que o Reinaldinho padrão não tinha traços fixos, aparecia diferente a cada história, apenas a idade que era fixa, menos nessa história do Cascão. É, foi isso que você falou, tinha esquecido desse detalhe, apensar de eu lembrar que tinha uma certa violência na parte que o Reinaldinho apareceu.

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    10. Manjo nada do que disse no primeiro parágrafo, Marcos. Essas tecnologias e os macetes para lidar com elas são da seara que você domina. Vossa senhoria que detém tal expertise, vide o sucesso do teu blogue. Sou um tanto analógico, pago boletos impressos com dinheiro em espécie, ou seja, com toda a comodidade que o meio digital proporciona, ainda saio de casa para pagar as contas, acredita nisso?

      Seu nome foi mencionado pela Cascuda que poderia ter usado aumentativo em vez de diminutivo, "Reinaldão" teria mais a ver com a figura em questão.
      Entre suas aparições, as diferenças na aparência de Reinaldinho foram sutis, nada que se aproximasse de um porte entre gordo e parrudo e maior estatura. Como foi inserida uma versão fermentada do dito-cujo e da qual acho sensato considerar como sendo um xará, será que o roteiro de "Um amor de faixa" foi escrito pelo Reinaldo Waisman?

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    11. Oh! Mas é fácil, tenta baixar o programa CdisplayEx no computador igual como instala qualquer programa, que vai ser automático você ler arquivos CBR e CBZ, dá pra fazer teste tranquilo. Isso de sair para banco pagar boleto acredito e eu também faço, apesar de eu saber como paga digitalmente, mas sinto melhor indo pagar no banco.

      A Cascuda o chamou de Reinaldinho, daí um motivo de achar o mesmo personagem. preferia também que chamasse de Reinaldão ou poderia se chamar de outro nome, o Reinaldinho fica muito restrito a criança da idade deles ou um ano mais velho. Acredito que aquela foi escrita pelo Reinaldo Waisman, sim.

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  2. Que histórinha bem ousada, hein! Realmente bem inusitada, o que pensariam hoje em dia, hein? (acho que a comunidade Trans iria adorar, mas outros iriam achar absurdo em gibi infantil)

    Cascão se vestir de menina, ficou bom, ainda que me pergunte porque ele teve essa idéia, porque escolheu essa de todas as fantasias. História foi boa para destacar o assédio que mulheres sofrem, um tantinho desconfortável, mas ainda assim um tema válido. Achava que algo assim só tinha na história da Tina. Agora, menino negro sendo retratado como assediador? Nem pensar, isso seria muito chiado hoje! Afinal, ''Tokens'' tem que ser sempre perfeitinhos, ideais, sem falha nenhuma, Milena que o diga. Pena que não recebeu nenhum castigo o fortão. Mas o outro menino que beslicou ainda teve o que mereceu, isso aí eu gostei. E o Cascão ainda se deu bem, se livrou do pretendente e ainda ganhou com sua ''fantasia'' de poluíção. Sensacional.

    Marco, você poderia algum dia postar a história em que o Cascão vai de penetra a uma festa, de gente que nem conhece, e acaba tendo muita confusão com os donos da festa? Eu adoro essa história e gostaria de vê-la aqui. Pode ser?

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    1. Sem dúvida, Isabella, que Pedrão merecia punição à altura por forçar "menina indefesa" a ser seu par na matinê. No entanto, observe como ficou o olho dele (cabelo, até que não, desarrumou só um pouco), ou seja, também não saiu ileso e, como o beliscão ensejou o estratagema, isto é, a velhaquice do protagonista entrou como pernada no intimidador-importunador da vez - "Casconilda" deu o tomé ("tumé") no molecão...

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    2. Isabella, pessoal iria reclamar muito se publicassem hoje, o ano de 1987 sem dúvida foi o auge de extrapolarem com coisas incorretas. Foi boa para dar esse alerta de mulheres assediadas, mesmo com humor, teve sua crítica. Isso de menino negro assediador iam partir pra cima, se assédio já é ruim e ainda dizer que negros que cometem, aí que piora a situação. Pedrão teve defeito, já Milena é o oposto. O outro menino teve castigo porque mexeu com a mina do Pedrão, agora se Cascão estivesse sozinho, ia ficar por isso mesmo, sem punição também. Pedrão merecia castigo também, só ficou sem a mina e pelo menos Cascão não apanhou dele injustamente. Cascão se vestiu de menina porque achava que seria uma fantasia original pra ganhar o concurso, acabou tendo uma originalidade sem se fantasiar de nada de acordo com a visão dos jurados, se soubesse, ia sem fantasia e não passava constrangimento. Eu conheço essa do Cascão penetra da festa, era de casal de irmãos gêmeos. Quando der, eu posto essa.

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    3. Zózimo, Pedrão merecia punição maior que essa. Apanhou com a briga do outro menino assediador, só que arranhões bem de leve comparado com o outro. Ele chegou a segurar braço do Cascão com força levando pra festa, acho que punição foi pouca.

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    4. Sim, com certeza! Como mencionei acima, merecia punição à altura. Ao menos lhe rendeu um olho roxo e, sim, foi pouco, pois Pedrão é tão assediador quanto o beliscador. Ainda que as ações dos dois moleques para com o "mariscão" fora d'água - maricas+Cascão - foram altamente invasivas, claramente desrespeitosas, abuso total e, claro, condutas covardes, reprováveis, condenáveis. Porém, muito, muito pior mesmo seria se a vítima fosse Maria Cascuda ou Magali ou Aninha, por exemplo. Ter de dançar à força com fortão autoritário e beliscão na poupança desferido por outro tão cretino e desprezível quanto, para um mergulhador de lixões, um ferrabrás mirim, tanto punk quanto freak, enfim, nada traumatizante para alguém com carapaça tão espessa, tanto que saiu por cima, tirando os transtornos de letra por usar a cachola, matando dois coelhos numa paulada só.

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    5. Uma punição maior seria melhor. Se dançar á força e o beliscão fossem com Magali, Cascuda, Aninha ou outra menina, seria mais chocante, aí com o Cascão pode dizer que amenizou porque não era uma menina de verdade, mas não deixou de ser assédio.

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  3. O puro suco do velho testamento 🤣🤣🤣🤣 Agora esse Pedrão é folgado no fim Cascão se safou e os dois foram de olho roxo para casa, uma dúvida Marcos?? Pedrão não sentiu o fedor do Cascão????

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    1. É, essa é do Velho Testamento total, pelo menos Cascão se deu bem no final. Tudo indica que o Pedrão não conhecia o Cascão, então não reconheceria pelo cheiro, só ter achado uma menina fedida que não seria problema pra ele e depois da briga da festa pode ter ido embora para casa e não viu o Cascão lá recebendo o prêmio.

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  4. Vc prefere o seu sirigueijo de bob esponja ou o charlie brow de snoopy

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  5. Bom, Marcos, aqui estamos nós, na quarta-feira de cinzas, terminando o Carnaval, e só agora que eu resolvi aproveitar a chance de comentar em uma de suas postagens, depois de um longo hiato que passei, apesar de ainda conferir o site todos os dias, não quer dizer que eu tenha abandonado ele, né?

    Enfim, vamos à crítica: sobre as últimas postagens de Carnaval, confesso que essa HQ do Cascão foi a que mais gostei até agora. Quer dizer, eu vi a outra do Chico Bento e até já conhecia ela (a do Cascão também), mas sei lá, não é que seja ruim (principalmente pelo final do Chico contando pra mãe que tudo que ele viu no carnaval da cidade foram bundas atrás de bundas, hehehe!), mas essa aqui do Cascão tem um charme a mais pra mim, sabe? O típico exemplo de como o pessoal da MSP se inspirava bastante em desenhos animados clássicos da leva Looney Tunes, Tom e Jerry e Pica-Pau pra fazerem as histórias que tanto nos alegravam. Só o fato do Cascão querer se vestir de garota pra pular carnaval e ainda sendo arrastado à força pelo Pedrão já fico com vontade de rir até cair da cadeira, hehehe! E como não se lembrar da marchinha da cabeleira do Zezé e cantarolar perguntando "Será que ele é?" só de ler o título da história? Realmente, você tem toda a razão, vai ver foi essa a intenção do pessoal.

    O curioso é que tanto a história do Cascão quanto a do Chico Bento foram ambas republicadas no Coleção Um Tema Só nº 13 - Mônica - Carnaval, de 1996, que eu considero a minha edição favorita do almanaque, justamente por reunir um bando de historinhas temáticas da data da Ed. Abril e dos primórdios da Globo, por isso eu já conhecia elas antes de você comentar sobre cada uma, já que tinha baixado antes da internet e lido nas publicações de redes sociais (YouTube também conta nessa, com os inúmeros canais publicando as HQs da turma). Eu até cheguei a me lembrar, enquanto comentava até aqui, de um anúncio que faziam dessa edição na época, que pra você ganhar, era só cantar "Mamãe Eu Quero" pra sua mãe que ela já comprava, uma prova de como até as propagandas dos gibis nos entretinham tanto quanto o conteúdo dos gibis, sabe? Ah, sim, e também vinha de brinde uma das 5 máscaras de toda a turma pra você pular carnaval. Ah, se eu tivesse essa sorte, hein...

    Então, o comentário é só isso mesmo. Típica história do final dos anos 80 que jamais seria aceita hoje, mas que divertiu todo mundo que leu na época. Espero que goste do meu comentário, Marcos, e já deixando meus votos de um carnaval atrasado, mas que você tenha se divertido bastante com muita segurança. Uma boa noite, forte abraço e até logo, se Deus quiser. Tudo de bom, cara!!!

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    1. Se você acessa o blog todos os dias, não abandonou, o que é bom. Tanto a do Chico e a do Cascão foram boas, mas também fico a do Cascão como melhor, essas de estilo de desenhos animados da época eram muito boas. Quase certo que a intenção do título era para cantar junto até por causa das notas musicais, ficou bom. Eu também gostei muito desse Coleção Um Tema Só até porque teve histórias de todos os tempos, inclusive dos anos 1970 e de primeiros números que nem estavam mais republicando e já eram consideradas velhas para republicações. De fato essas do Chico e do cascão também saíram nesse Coleção Um Tema Só. Eu lembro dessa propaganda que vinha nos gibis e teve brinde, sim, a minha máscara foi do Chico Bento. Essa história jamais republicariam hoje e gostei do seu comentário. Boa noite e um feliz Carnaval atrasado para você também.

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