quarta-feira, 9 de abril de 2014

Dona Morte: HQ "Antes da Hora"


Mostro uma história com a Dona Morte e toda a burocracia do processo para selecionar as novas almas para ir ao céu, inferno ou purgatório. Ela tem 8 páginas e foi publicada em 'Cebolinha Nº 75' (Ed. Globo, 1993).

Capa de 'Cebolinha Nº 75' (Ed. Globo, 1993)

Começa com o Penadinho avisando à Dona Morte que tem uma fila enorme na entrada do cemitério e ela estranha que naquela hora já tenha fila porque não tinha tanta gente no listão dela naquele dia. Ao chegar lá vê um monte de almas e Dona Morte pergunta para elas como foram parar lá, ou seja, do que morreram. Umas falam que foram acidentes de carros, outras de avião, e de trem. 


Dona Morte dá uma bronca nas almas reclamando que se continuar assim, ela pode se aposentar porque eles estão indo para lá por livre e espontânea vontade e não esperando ela buscá-los. É eles que fazem a burrada e é ela quem leva a culpa. As almas falam que não queriam atrapalhar e se são inconvenientes, que faça ressuscitá-los. 

Dona Morte acha uma boa ideia, mas Penadinho avisa que o pessoal lá de cima pode não gostar disso e ela diz que não encomendou aquelas almas. Enquanto isso, um fantasma interrompe e pergunta se vão ficar ou não, porque se voltar vai chegar tarde no serviço. Dona Morte os mandam calar a boca se não levam para o inferno, deixando todas com medo.


Então, Dona Morte manda formarem uma fila e cada uma informar nome, endereço, CIC e RG para começar o processo pra onde cada uma vai: céu, inferno ou purgatório. Um fantasma pergunta se não tiver RG. Aí a Dona Morte responde que tem que passar no guiché-túmulo 41. Após informarem os dados, elas tem que fazer uma prova escrita sobre o bem e o mal com 3 mil questões e quem levar bomba vai direto para o inferno.

O fantasma diz que quer reencarnar e a Dona Morte fala que é mais complicado porque teria uma comissão de anjos e capetas analisando toda a sua vida. Se foi uma boa pessoa, reencarnaria, mas se foi um criminoso, reencarnaria como um elefante e teria 130 anos pra pensar nas besteiras que fez. Aí ele desiste de reencarnar.


Dona Morte avisa que depois de responderem a prova, eles terão que assinar o listão e vão receber uma senha azul ou vermelha. A vermelha abre o elevador do inferno e a azul, o do céu. As almas reclamam que é muita burocracia e nem morrendo se livra dela. E outro fantasma pergunta sobre o Purgatório. Dona Morte fala que não vão porque está superlotado e agora só ano que vem. Falam para abrir novas vagas e Dona Morte fala que são ordens do criador. 


Nessa hora, Penadinho entrega um fax que acabara de chegar e a Dona Morte fala que acabou de abrir mil vagas no Purgatório e que elas vão pra lá, eliminando o processo. Nisso, um fantasma interrompe fazendo uma pergunta clássica dos quadrinhos: "O que a gente faz no purgatório? Toma purgante?". Todos dão gargalhada e a Dona Morte explica que purgatório é tipo uma sala de espera entre o céu e o inferno e ele fica com vergonha.


Todos vão embora e Dona Morte fica aliviada porque detesta os serviços extras que aparecem de última hora. Eis que surgem novas almas. Ela fala que encerrou o expediente e para voltarem amanhã. As almas respondem que  são do cemitério vizinho e que foram expulsas de lá. Dona Morte pergunta se foi por um exorcista e eles dizem que a área foi desapropriada pra construírem um shopping. Ela as mandam entrar que dará um jeito nas almas sem teto. 

Logo depois aparecem fantasmas de um grupo de guerra e um que foi assaltado. Eles entram e a Dona Morte comenta que com tantos acidentes, guerras, assaltos que cada vez mais difícil de trazer almas pra lá do modo normal quando se tem um ser humano como  concorrente, terminando assim a história.


Muito legal essa história, mostrando os bastidores do cemitério e brincando com a forma que os mortos vão para o céu, inferno e purgatório. Tudo tratado de uma forma leve e bem humorada. Claro que não existe nada disso, é apenas fantasia e brincadeira do roteirista sobre o assunto. E ainda tem crítica no final sobre a forma que as pessoas morrem, muitas provocadas pelo próprio homem e podiam ser evitadas precocemente. Não deixa de ser verdade. 


Engraçado os fantasmas discutindo com a Dona Morte e ela bem autoritária. As histórias da Turma do Penadinho brincam com a realidade humana, os fantasmas e monstros se comportam como humanos e nessa história não foi diferente, com direito a burocracia no cemitério. Na postagem a coloquei completa. Muito boas as tiradas da história toda, principalmente a do fantasma perguntando se toma purgante no purgatório. Uma frase antológica dos quadrinhos, lembro que rachei de rir na época quando li pela primeira vez. 


Os traços são maravilhosos e ainda vemos a Dona Morte com a foice, algo supernormal na época. E adoro os traços dela com listras no rosto como nessa história, porque deixa um ar misterioso da sua forma. São meus traços favoritos da Dona Morte.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Capa da Semana: Cebolinha Nº 64

Mostro uma capa muito legal do Cebolinha ambientada na Arábia antiga e nem lá o Cebolinha e o Cascão ficam livres da Mônica. Será verdade ou esquizofrenia dos meninos? Cabe o leitor decidir. Seja como for, ficou engraçada.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha nº 64' (Ed. Globo, Abril/ 1992).


sábado, 5 de abril de 2014

Propagandas anunciando gibis (Parte 9)

Eu mostrei uma série de postagens mostrando a evolução das propagandas anunciando as revistas dos 5 principais da MSP da Editora Abril e da Editora Globo a partir dos anos 80. Só que ficaram faltando algumas bem interessantes, inclusive dos anos 70, e que não podiam ficar de fora. Por isso, a série continua e nessa postagem,  mostro propagandas que faltaram dos 5 principais, e também anunciando outras revistas da MSP entre 1978 a 1993.

Uma das primeiras propagandas anunciando um gibi da Mônica de forma fixa foi essa abaixo de 1978, com uma ótima ilustração da personagem segurando o seu gibi com a imagem da própria propaganda. Bem criativa. Propaganda semelhante aconteceu com o Cebolinha nesse mesmo ano. Abaixo, as imagens desses 2 anúncios:

Propaganda tirada de 'Cebolinha nº 71' (Ed. Abril, 1978)

Propaganda tirada de 'Pelezinho nº 14' (Ed. Abril, 1978)

A partir de 1979, para anunciar o gibi do Pelezinho, eles colocaram esse anúncio abaixo com ilustração do personagem bem chamativa. Muito boa.

Propaganda tirada de 'Cebolinha nº 76' (Ed. Abril, 1979)

Os livrinhos "As melhores piadas" compilavam mensalmente tirinhas dos personagens que saíram nos jornais dos anos 70 e 80. Lançado em 1985, a cada mês um personagem tinha o seu pocket nas bancas. As propagandas normalmente anunciavam a capa do pocket do respectivo mês e abaixo uma dessas propagandas anunciando a edição 'nº 9' do Cebolinha.

Propaganda tirada de 'Almanaque do Cascão nº 11' (Ed. Abril, 1986)

Em 1986, vinha essa propaganda anunciando todos os gibis da Turma. Essa, por curiosidade, ocupa metade final da página e a outra metade é a parte da história. Nos gibis antigos, eram muito comum eles incluírem anúncios dentro das histórias, ocupando espaço dos quadrinhos e essa propaganda foi uma delas.

Propaganda tirada de 'Cebolinha nº 162' (Ed. Abril, 1986)

Já na fase da Editora Globo, as propagandas do "Almanacão de Férias" nunca foram de forma fixa, sempre mostravam um texto e a capa do Almanacão do respectivo mês. O mesmo vale para os "Almanacão Turma da Mônica". Para ilustrar uma, dentre várias que existem, separei essa que acho bem interessante que além da capa do 'Almanacão de Férias nº 5', tem uma ilustração do Jotalhão com referência ao tamanho do almanaque.

Propaganda tirada de 'Cascão nº 67' (Ed. Globo, 1989)

A revista da Magali quando começou era mensal, e quando passou a ser quinzenal em 1989 mesmo, fizeram essa propaganda pra divulgar a mudança. Muito legal.

Propaganda tirada de 'Almanaque da Mônica nº 15' (Ed. Globo, 1989)

Nessa época, a Globo não costumavam anunciar os almanaques, nem de forma genérica, nem mostrando a capa do mês. Porém, abriram uma exceção para anunciar o lançamento do 'Almanaque da Magali nº 1', de 1989.

Propaganda tirada de 'Cascão nº 78' (Ed. Globo, 1990)

Em 1991, foram lançados os "Gibizinhos", em formato de bolso e que fez muito sucesso na época. Foram anunciados até na televisão, com um rap muito conhecido. O video que passava na TV pode ser visto aqui. E a sua letra era mostrada na íntegra na versão para os gibis, junto com a capa de um deles correspondentes do mês (já que eram lançados 4 diferentes ao memso tempo). Teve uma propaganda mostrando o 'Gibizinho da Mônica nº 1' e esse que mostro é com o 'Gibizinho do Cebolinha nº 2'.

Propaganda tirada de 'Chico Bento nº 122' (Ed. Globo, 1991)

Na TV, ainda em 1991, trocaram a propaganda para um garoto só cantando o famoso rap do Gibizinho e nos gibis colocaram também as imagens desse garoto da propaganda da TV.

Propaganda tirada de 'Mônica nº 60' (Ed. Globo, 1991)

Quando os Gibizinhos mudaram de formato em 1993 com lombada e 132 páginas, eles trocaram também o anúncio fazendo comparação do Gibizinho com a Mônica e mostrando a capa do 'Gibizinho da Mônica nº 27'.

Propaganda tirada de 'Chico Bento nº 166' (Ed. Globo, 1993)

Como podem ver, são propagandas muito legais que marcaram várias gerações e muitas delas bem raras. Na próxima postagem de propagandas dos gibis, mostro os anúncios de várias revistas da MSP que circularam na Editora Globo entre 1993 a 2006. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Gibis e produtos promocionais não comercializados nas bancas

Há algum tempo, havia falado das promoções e brindes que saíram nos gibis da Editora Abril e da Editora Globo, ou seja, o leitor comprava o gibi na banca e ganhava algum produto ou concorria a prêmios. Nessa postagem, eu faço o contrário e mostro alguns brindes e promoções não comercializados nas bancas e que eram distribuídos ao comprar algum produto no comércio. A maioria deles eram gibis e eram uma parecia da MSP com outra marca famosa e muito deles são raríssimos de encontrar por aí. 

O primeiro que relembro são os minigibis do iogurte Danone de 1988. Ao comprar o iogurte, ganhava-se um minigibi de algum personagem. Esses gibis tinham formato menor que os gibizinhos lançados em 1991, papel de capa e miolo em couché e tinham uma história inédita simples com cada personagem da edição.

Capas dos minigibis do iogurte Danone (1988)

As capas faziam referência às histórias. Só não me lembro muito ao certo quantas páginas tinham no total, acredito que eram por volta de 16 páginas. Tiveram minigibis da Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento e Bidu. Como a Magali ainda não tinha gibi, colocaram um do Bidu no seu lugar para totalizar 5 edições diferentes.

Capa e contracapa do minigibi do iogurte Danone do Cascão (1988)

Além dos personagens da Turma da Mônica ainda tinham também dos "Trapalhões" (com 5 gibis diferentes) e um do "Alegria". Estes produzidos pela Editora Abril, enquanto que os da Turma da Mônica, pela Editora Globo. Todos com os mesmos formato e número de páginas.

Trecho da história do minigibi do iogurte Danone do Cascão (1988)

E ainda tinha uma promoção incluída. Se comprasse o iogurte Danone e encontrasse um vale-brinde ainda ganhava assinaturas de gibis da Turma da Mônica, Trapalhões e Alegria. Provavelmente, o vale-brinde indicava qual pacote de assinatura que a pessoa ganhava. Foram distribuídas 1000 assinaturas de gibis ao todo.

Trecho da história do minigibi do iogurte Danone do Chico Bento (1988)

Eu lembro que tive os gibis do Cebolinha, do Cascão e um dos Trapalhões. Eram bem simples mesmo e agradavam em cheio as crianças, principalmente em fase de alfabetização. Os traços eram muito bons. Pena que perdi e adoraria ter todos esses minigibis, em especial os que já tive.

Capas do minigibis do iogurte Danone dos Trapalhões (1988)

Em 1990, teve a famosa promoção dos gibis da "Coleção Coca-Cola". Para ganhar, você juntava 15 tampinhas ou selos de copos da Coca-cola ou de outros refrigerantes participantes da promoção e trocava por um gibi ou pela caixa. Servia qualquer refrigerante do grupo Coca-cola, como os refrigerantes Fanta, Sprite, Guaraná Taí e Diet Coke. E a promoção durou 45 dias, ou seja, as trocas das tampinhas tinham que ser nesse prazo. 

Tinham gibis dos 5 personagens principais com uma mistura de histórias inéditas e republicações de histórias da Editora Abril até 1985, que era até quando era permitido até então. Para saber mais detalhes dessa promoção, entre aqui. Abaixo, uma propaganda da promoção que circulava nos gibis.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 98' (Ed. Globo, 1990)

Em 1993, tiveram os minigibis da pilha Rayovac. Ao comprar as pilhas ganhava um gibi diferente de cada personagem. O formato era menor que os dos gibizinhos e tinha um de cada personagem dos 5 principais. A capa era só ilustração do personagem e tinha uma história inédita em cada um.

Algumas capas dos minigibis das pilhas Rayovac (1993)

Além disso, elas vinham no seu interior cupons que você enviava para concorrer a vários prêmios (TVs de bolso Casio, Teclados casio, Walkman, super mini games e Maquinas fotográficas Charman). Eu nunca tive nenhum desses minigibis, nunca vi nas lojas na época e só fui saber disso só há alguns anos. Adoraria tê-los também. 

Capas e contracapas dos minigibis das pilhas Rayovac da Mgali e do Cascão (1993)

Ainda em 1993, foi lançado os Chocolates da Turma da Mônica da Nestlé. Ao comprar o chocolate, dessa vez não ganhava um gibi e, sim, um cartão-postal exclusivo dos personagens para colecionar nas embalagens de 3 unidades. 

Ou seja, além de saborear um chocolate delicioso com o personagem em alto-relevo de chocolate branco, ainda podia colecionar cartões-postais da turma. Muito bom. Pena que não tenho mais nenhum desses cartões. E por volta de 1995, teve uma nova remessa de cartões.

Propaganda tirada de 'Cebolinha Nº 80' (Ed. Globo, 1993)

Em 1998, quem comprava Band-aid ganhava um 'Almanaque do Gibizinho da Mônica'. Foram distribuídos 2 diferentes, correspondendo reedições dos "Nº 1" e "Nº 2" lançados nas bancas no mesmo ano. Só que diferente dos vendidos nas bancas, tinham capa cartonada, com menos páginas (enquanto os da banca tinham 132 páginas, esses vinham em torno de 100 páginas). E curioso que metade das histórias eram iguais aos originais, e a outra metade tinham histórias diferentes. Abaixo, a capa da "Nº 2" dessa versão Band-aid que eu tenho.

Capa do 'Almanaque do Gibizinho da Mônica Nº 2' - versão Band-aid (1998)

Não posso deixar de falar também dos diversos gibis educativos promocionais que são distribuídos desde os anos 70 e continua até hoje em escolas, feiras, congressos e palestras. Gibis que muitos nunca se ouviu falar e nem imagina que existem. São de formatos diferentes, sendo a maioria de gibis convencionais, mas cada um é um caso. Normalmente, vêm com histórias inéditas, em parceria com o governo, educadores e empresas, explicando sobre um determinado assunto em questão de interesse da população. 

Já tiveram gibis falando sobre os mais variados assuntos, como cuidados com o lixo, energia elétrica, cidadania, bolsa de valores, Estatuto da Criança e do Adolescente, Ministério Público, entre tantos outros. Quase todos com histórias inéditas e outros com republicações dos gibis, como o "Orelhão", que foi a história de abertura na íntegra de 'Mônica nº 100' (Ed. Abril, 1978).

Propaganda tirada de 'Magali Nº 57' (Ed. Globo, 1991)

Eu tenho alguns (bem poucos) que consegui em sebo, mas 2 deles eu consegui realmente da forma tradicional, ou seja, de graça. O "Campanha de orientação ao alérgico" (original de 1991) eu consegui no mesmo ano, quando fui ao pediatra e na sala dele tinha a revista, aí eu dei uma olhada e o médico perguntou se eu queria e então ficou pra mim. E a outra foi a da "Energia Elétrica" (original de 1992) que ganhei na escola em 1995 em uma palestra sobre eletricidade que teve lá e distribuíram lá. Interessante que nessa revista vinham também adesivos da turma sobre eletricidade, que hoje eu perdi. Eu ainda tenho essas revistas até hoje. 

Esses gibis promocionais só compro quando encontro bem barato nos sebos, porque até que não tenho tanto interesse, já que as histórias são muito educativas e não costumo gostar de histórias assim. Por isso tenho poucos.

Propaganda tirada de 'Magali Nº 119' (Ed. Globo, 1994)

E recentemente tem também edições "Número zero" que foram distribuídos na Bienal do Livro para marcar o lançamento das revistas. Até agora, já tiveram da Turma da Mônica Jovem, Pelezinho e Chico Bento Moço. O da TMJ foi história inédita e os outros republicações. Os da TMJ e Pelezinho foram distribuídos também em gibis da Panini.

Como podem ver, todos esses gibis e produtos são itens raros e de colecionador, que não encontra fácil por aí. Eu mesmo não tenho quase nenhum deles, infelizmente. O mais fácil de encontrar são os da "Coleção Coca-Cola", os outros quando consegue, os preços são nas alturas. Como a maioria não tenho, as imagens com 6 minigibis da Danone e os da pilha Rayoc são do William Aoqui e as outras foram encontradas na internet. Já as imagens mostrando propagandas dos gibis são da minha coleção.

Podem haver outros brindes e promoções fora desses da postagem. Reuni apenas os que eu lembrei, mas capaz de terem outros e se eu encontrar outros, faço alguma outra postagem mostrando o que ficou de fora. 

segunda-feira, 31 de março de 2014

Capa da Semana: Cascão Nº 5

Uma capa com o Cascão tomando banho a seco, com um aspirador de pó, bem ao seu estilo. O absurdo fica por conta de ele fazer isso bem no meio da rua, que podia ter sido em casa, e como ele conseguiu uma tomada na rua para ligar o aspirador de pó. E isso que a torna mais engraçada ainda.

A capa dessa semana é de 'Cascão Nº 5' (Ed. Globo, Março/ 1987).