domingo, 10 de maio de 2015

Capa da Semana: Cebolinha Nº 113

No Dia das Mães, uma capa muito bonita em homenagem com o Cebolinha embrulhando o presente e Maria Cebolinha  fazendo um desenho que iam dar para dar para mãe deles e a Dona Cebola só olhando escondida ao fundo orgulhosa pelo carinho dos filhos.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha Nº 113' (Maio/ 1996).


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Dudu: HQ "Cinema pela primeira vez"

Dia das Mães chegando e em homenagem, mostro uma história de quando a mãe do Dudu, Dona Cecília, o levou para o cinema pela primeira vez, causando muita confusão. Ela tem 9 páginas e foi a história de encerramento de 'Magali nº 55' (Ed. Globo, 1991).

Capa de 'Magali Nº 55' (Ed. Globo, 1991)

Nela, Dona Cecília convida o Dudu para passear juntos. Dudu pergunta se eles vão ao parquinho, mas sua mãe diz que não dando desculpa porque é muito cansativo para ele, lembrando na hora, que é ela que cansa demais com as brincadeiras do filho. Dona Cecília diz que eles vão ao cinema e Dudu diz que não quer ir porque é chato.


Dona Cecília pergunta como ele sabe se é chato se nunca foi antes e o Dudu responde que sabe que é uma televisão grandona. Empolgada, ela fala que no cinema passa filmes que não passa na televisão, que lá tem um monte gente assistindo, comem pipoca e chocolate. Dudu aceita e enquanto ela vai arrumar a roupa dele, ele se dirige ao leitor falando o que não faz para agradar à mãe.


Então, eles vão ao cinema assistir ao filme do "Batmão" e ela fica animada, pensando se ele gostar vai levar sempre porque é muito relaxante para os dois. Na seção de doces, ele pede quase todos porque não sabe qual deles vai ter vontade na hora. Chegando na sala, ela mostra como a tela é grande, logo depois sentam e ela fala que o filme vai começar, mas o Dudu a corrige, avisando que é só o comercial.


Apagam as luzes quando o filme começa e Dudu chora mandando acender a luz porque tem medo de escuro, deixando Dona Cecília morta de vergonha. Ela fala que é coisa feia um mocinho como ele com medo de escuro e fala que a menina que está do lado é menor que ele e não está com medo. Dudu responde que não tem culpa se ela é boba quando aparecer um monstro, então a menina começa a chorar, acreditando que tem monstro lá no cinema. Dona Cecília dá bronca de que ele não se comportar, quem vai virar monstro é ela.


Começa o filme, só que não era dublado e o Dudu não sabe ler. Então, ela passa a ler as legendas para o Dudu. Só que toda hora o Dudu interrompia, perguntando o que estão dizendo, quem o "Batmão" e o "Bobin" não podem deixar escapar, por que "Bobin" falou "Santa esperteza, Batmão", deixando a mãe toda atrapalha, se perdendo na leitura e o Dudu ainda reclama que ela não está lendo direito.

Dona Cecília grita com ele, de como ela pode ler direito, se ele não para de interromper. Aí, todo mundo do cinema manda fazer silêncio e Dudu ainda dá corda falando que ela passou vexame. Dona Cecília, com raiva, manda o filho calar a boca. Ela lê mais um trecho das legendas do filme, olhando sempre a tela, e quando vai olhar para o Dudu, ele desapareceu. Ele estava na frente da tela fazendo sombra com a mão, atrapalhando a visão de todo mundo.


Dona Cecília fica desesperada e corre atrás do Dudu pelo cinema todo, enquanto ele fica gritando e chorando que a mãe quer bater nele. Até que para cansada e diz que não vai bater nele e voltam a sentar para assistir ao filme. Dona Cecília oferece um doce para ele, que recusa, dizendo que enjoou só de olhar. Ela lê mais um pouco a legenda do filme para ele, mas de tão cansados, os dois acabam dormindo, precisando o lanterninha acordá-los, falando que o filme acabou e que o cinema vai fechar.


No final, Dona Cecília pergunta se o Dudu está feliz, e ele diz que não, que nem viu o final do filme. Eles vão para casa, com o Dudu no colo da mãe fazendo o maior berreiro pela rua porque quer ver o final do filme. Ela mandar parar com o berreiro, ele diz que sim, só se levá-lo de novo ao cinema no dia seguinte. Ela diz que ao parquinho é melhor. Dudu estranha porque ela tinha falado que era cansativo. Dona Cecília, morta de cansaço, desaba no sofá e dorme, enquanto Dudu se pergunta que as mães nunca sabem o que querem, enquanto o pai, seu Durval, fica observando a esposa no sofá.


Acho essa história muito divertida, mostrando o lado pestinha do Dudu. Ter um filho peste como o Dudu não é fácil, haja paciência para lidar com ele, afinal tira qualquer um do sério. Muito engraçado as tiradas dele, respondendo à mãe e hilário a parte com ele fazendo sombra na frente da tela do cinema. Na postagem a coloquei completa.

Apesar do Dudu não gostar de comer alimentos, mas eles gosta de doces, desde que não seja um exagero. Escolheu doce para caramba, mas acabou não comendo de qualquer forma. Só para perturbar a mãe. Outro detalhe que a Dona Cecília fala que iria trocar a roupa dele, mas ele vai com a mesma roupa que estava. É que os personagens tem várias roupas do mesmo tipo no armário e aí dá impressão que estão sempre com a mesma roupa.


Os traços muito bons e caprichados, como sempre na época. Muito boa a arte de pintarem os personagens de cinza e de preto em alguns quadrinhos das 4ª e 5ª páginas da história (páginas 28 e 29 do gibi) para dar ideia de luz do cinema apagada. Legal também os nomes parodiados no filme: "Batmão" (Batman), "Bobin" (Robin), "Boringa" (Coringa) e "Binguim" (Pinguim). Só Mulher-Gato que não foi parodiado e que provavelmente iriam alterar isso em alguma republicação em almanaques recentes. 


Essa foi uma das primeiras histórias com o Dudu apenas como um pestinha. Era bem raro aparecer histórias assim com ele pentelhando os outros, porque na época prevalecia mesmo eram histórias com a sua característica marcante do garoto que não gostava de comer, com ele recusando comida a todo custo. Só no final dos anos 90 é que se tornou mais frequente ele pestinha, mas não aprontando mais com a mãe desse jeito, colocando mais ele aprontando com o Cebolinha a partir de 1999, depois voltando a pentelhar a Magali.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Propagandas Alimentícias (Parte 7)

Nessa postagem mostro propagandas de alimentos com a Turma da Mônica que circularam nos gibis da Editora Globo entre 1998 a 2002. Por coincidência,  a maioria delas envolvem algum brinde, que comprando o produto você ganha grátis. Então, essa até pode então ser um complemento à postagem de brindes não comercializados nas bancas, que eu criei há algum tempo.

Em 1998 foi lançado o alfajor de chocolate da Turma da Mônica, da marca "Milch". Junto com o lançamento, perto da Copa do Mundo, tinha a promoção "Tá com a bola". Durante os meses de abril a junho de 1998, em cada embalagem vinha uma figurinha com os personagens envolvendo Copa do Mundo. Foram 32 figurinhas no total e o álbum (pôster) podia ser encontrado nas revistas 'Almanacão Turma da Mônica Nº 8', 'Cebolinha Nº 138' e 'Mônica Nº 139', de abril, maio e junho/ 98, respectivamente.

Propaganda tirada de 'Magali Nº 232' (1998)

Ainda em clima de Copa do Mundo, o iogurte Chambinho da Turma da Mônica, da "Nestlé", lançado em 1998. tiveram brindes com os personagens. Em cada garrafinha de Chambinho Surpresa, vinha um boneco em miniatura dos personagens vestidos com a camisa da Seleção Brasileira ou bandeiras de alguns países participantes da Copa do Mundo da França para colecionar. 

Foram 14 brindes diferentes durante o período de Copa do Mundo. Para quem coleciona miniaturas, atualmente são raros de encontrar esses bonecos e custam bem caros na internet. Item raro de colecionadores.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 298' (1998)

Passada a Copa do Mundo, o Chambinho Surpresa da Turma da Mônica passou a dar de brinde giz de cera com formato de personagens da Turma da Mônica em 1998. Em cada garrafinha vinha um personagem diferente para colecionar. Na propaganda mostra giz de ceras da Mônica, Cebolinha, Cascão e Bidu, mas acredito que tiveram outros, além desses.

Propaganda tirada de 'Cascão Nº 306' (1998)

As caixas com doces e miniaturas da Turma da Mônica da marca "Sonric's" tiveram miniaturas diferentes no ano 2000. Por causa das Olimpíadas, lançaram a caixinha surpresa Esportes Olímpicos. De brinde em cada caixa, 8 miniaturas dos personagens envolvendo esportes olímpicos, vindo uma em cada embalagem. 

Só que a quantidade de doces diminuíram em relação a caixa de 1995, quando foi lançada. Enquanto que na época, em cada caixa, vinham 10 doces variados, agora em 2000 passaram a vir 5 doces da "Sonric's": 2 pirulitos, 2 chicletes e um saquinho de bala.

Propaganda tirada de 'Coleção Um Tema Só Nº 27' - Magali e o Mingau' (2000)

Em 2001 circulou a nova coleção de figurinhas dos chicletes da "Sonric's" com o tema "Volta ao mundo", que tinham uma imagem do personagem e informação dos países ao lado. Para conseguir o álbum para colar as figurinhas teria que enviar para os correios 10 rótulos diferentes de cada sabor. Aliás, as embalagens também haviam mudado, agora com cada personagem estampando um sabor: Mônica, no sabor de tutti-frutti; Cebolinha, no de hortelã; Cascão, n ode morango; Magali, no de framboesa.

Propaganda tirada de 'Cebolinha Nº 175' (2001)

Os pirulitos da Turma da Mônica da "Sonric's" tiveram nova embalagem e um novo sabor de laranja em 2001. Par anunciar a novidade fizeram essa propaganda. Continuaram a ter duas versões, um tradicional e outro com recheio de chiclete, mas pelo jeito o sabor cereja foi substituído pelo de laranja.

Propaganda tirada de 'Almanaque da Magali Nº 30' (2001)

Em 2002, o macarrão instantâneo Miojo "Nissin Lamen" da Turma da Mônica voltou a ter propaganda nos gibis para anunciar a novidade do novo sabor requeijão e as novas embalagens, padronizadas com a Mônica apontando para cada personagem olhando para cima em frente ao prato do Miojo. 

No novo sabor de requeijão era o Anjinho olhando para cima e no sabor de galinha, foi a vez do Cascão. Infelizmente nessa propaganda não foi mostrada as novas embalagens dos sabores de carne e de tomate. Provavelmente, eram a Magali e o Cebolinha olhando pra cima, mas quem era em cada embalagem não dá para saber. Curiosamente, a partir dessa época, em todas as propagandas com uma faixa azul no rodapé mandando visitar o site da Turma da Mônica.

Propaganda tirada de 'Coleção Um Tema Só Nº 34 - Chico Bento e o primo' (2002)

A série continua e em breve posto novas propagandas alimentícias com a Turma da Mônica.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Capa da Semana: Chico Bento Nº 50

O Chico Bento sempre arruma um jeito simples e todo especial para conseguir o que quer. Nessa capa, para ele ler um livro no escuro, na falta de energia elétrica na casa ou de uma vela ou uma lamparina, apenas a vela do seu pensamento serviu para iluminar o seu quarto. Excelente.

A capa dessa semana é de 'Chico Bento Nº 50' (Ed, Globo, Dezembro/ 1988).


sábado, 2 de maio de 2015

Cascão: HQ "A aposta do primeiro banho"

Nessa postagem ostro uma história de quando o Cascão apostou com o Cebolinha se iria tomar banho, através da sorte em um jogo de moeda. Ela tem 10 páginas e foi a história de abertura de 'Cascão Nº 63' (Ed. Globo, 1989). 

Capa de 'Cascão Nº 63' (Ed. Globo, 1989)

Começa com o Cascão entediado na rua, não sabendo se fica por lá mesmo ou vai para casa almoçar. Ele encontra uma moeda no chão e resolve tirar "cara ou coroa" para ver o que ele faz. A moeda deu "cara", então ele foi pra casa. Assim que chega em casa, começar cair um temporal e como a moeda o ajudou a se livrar do banho, Cascão decidiu que ela seria sua "moedinha da sorte". Então, em toda decisão que precisasse tomar, passou a decidir através dela.


Nessa hora, sua mãe, a dona Lurdinha, aparece chamando para almoçar. Ela pergunta ao Cascão se quer laranjada ou groselha e ele decide na moeda o que vai querer. Como deu "coroa", ele pediu groselha e sua mãe não entendeu nada. Em seguida, aparece o cebolinha na janela falando que acabou de chover e convida para jogar bafo. Cascão não sabe e resolve decidir na moeda. Deu "cara", então ele sai pra jogar bafo. 

Cebolinha pergunta que novidade é essa de consultar moeda. Cascão explica que aquela moeda é seu talismã porque salvou sua vida da chuva e agora só confia nela. Para saber quem vai começar a partida primeiro, Cascão decide na moeda, que indicou "coroa" e então ele que começa. 


Durante o jogo, Cascão vira todas as figurinhas do Cebolinha, que acaba descobrindo que o Cascão estava cheio de cola na mão quando ele mostra sem querer. Cascão dá desculpa que foi porque lambuzou a mão de cola quando estava montando uma pipa de manhã e como ele não lava as mãos, ainda estava com cola. Cebolinha não acredita e diz que ele roubou no jogo e Cascão insiste que não. Para tirar a dúvida, Cascão dá ideia de ver na moeda se ele roubou ou não.


Quando o Cebolinha fala que quer "coroa", uma velhinha aparece e dá uma guarda-chuvada nele, falando que é mal-educado e que coroa é a vovozinha dele. Cascão vê que a moeda, já no chão, deu "cara" e, portanto, fica decidido que ele não roubou no jogo, deixando o cebolinha com mais raiva. Cebolinha vai embora, falando que isso nã vai ficar assim e enquanto caminha na rua encontra um cara vendendo brinquedos de mágicas para enganar os amigos. 


Nessa hora, Cebolinha tem uma ideia para um novo plano infalível contra o Cascão. Ele compra do vendedor uma moeda com duas "caras" para enganar o cascão em uma aposta para que ele tome um banho. Com a moeda nas mãos, volta para desafiar o cascão, perguntando a ele se confia mesmo na moeda. Cascão responde que a moeda sabe o que é melhor para ele e faz tudo que ela indica. Então, Cebolinha propõe arriscar a sorte apostando se toma banho ou não. Cascão fica sem jeito, se aceita ou não, mas como o cebolinha diz que a moeda é fajuta, Cascão topa a aposta.


Cebolinha pega a moeda dele , falando que é para verificar se não tem truque e acaba trocando, sem que Cascão perceba. Cebolinha diz que se der "cara", Cascão toma banho; se dar "coroa", não toma. Cascão joga a moeda e vê que deu "cara". Cascão chama a moeda de traidora enquanto o Cebolinha diz que ela decidiu porque vai ser bom para ele. Cascão não se conforma como ele se meteu nessa. Cebolinha traz logo a tina com água, sabonete e toalha e Cascão chora.


Cascão tira a camisa e Cebolinha o leva para perto da tina, falando que isso vai mudar sua vida. Cebolinha pergunta se o Cascão prefere sabonete ou xampu. Cascão não sabe, querendo saber o que dói menos. Então, ele resolve decidir na moeda, só que ele pega a falsa e acaba descobrindo o plano do Cebolinha, que diz que foi só uma brincadeira. Cascão fica uma fera e manda devolver a sua moeda e nunca mais falar com ele.


Cebolinha fica triste, se convencendo que pegou pesado com o Cascão e lamenta que perdeu o amigo. Mas logo depois Cascão volta, pedindo desculpas porque ficou nervoso e se abraçam. Cascão ainda devolve as figurinhas do bafo porque não foi um jogo muito honesto. Cebolinha pergunta o que fez mudar de ideia tão de repente e Cascão responde que continua confiando na moeda, tanto que faz questão de jogá-la outra vez. Se der "cara", toma banho; se der "coroa", não toma. Deu "coroa" e Cebolinha se convence que a moeda sabe o que ele prefere, mas mesmo assim foi corajoso. Enquanto caminham, o Cascão pensa que porém não preferiu arriscar, olhando para o vendedor de brinquedos, deixando claro que ele havia comprando uma moeda de duas coroas, terminando assim.


Uma história muito legal mostrando plano infalível contra o Cascão para ele tomar banho. Dessa vez surgiu até por acaso, diante  da raiva do Cebolinha. Eu gostava quando ele fazia planos contra o Cascão. Eram bem bolados, só que davam errado, como é normal em histórias de planos. E nessa ainda tem uma lição de moral para seguir sua intuição em vez de decidir sorte na moeda. Muito boa a parte do Cascão perguntando se dói menos usar sabonete ou xampu. E engraçado também a velhinha dando guarda-chuvada no Cebolinha. Na postagem a coloquei completa.

Tem uma curiosidade do Cebolinha estar pensando certo, sem trocar o "R pelo "L" no final da 6ª página da história (página 8 do gibi). Normalmente na época ele trocava as letras quando pensava, mas de vez em quando colocavam ele pensando certo, como foi nessa.


Mesmo sendo simples, uma nova republicação seria muito difícil. Se fosse, fariam alterações para atender o politicamente correto e estragar com a história. Iriam mudar o desenho na parte da velhinha dando guarda-chuvada no Cebolinha e outra alteração que fariam seria na palavra "roubar", que está proibido atualmente, porque para eles criança não rouba. Aí, colocariam "blefar" ou "pegar" no lugar. Aliás, foram poucas histórias de aberturas de 1989 do Cascão que tiveram uma nova republicação na Editora Panini. Provavelmente porque todas são incorretas para os padrões atuais.


Os traços são excelentes, adorava quando os personagens só apareciam em alguns quadrinhos só com as sobrancelhas nos olhos, sem deixar com fundo branco, com a finalidade expressar sentimento com intensidade. Traços só com riscos no olho demonstrava que estavam emocionados ou bem tristes, como prevaleceu nessa história, Tinham outras que aparecia só uma curva para baixo  no meio dos olhos para demonstrar que estava com muita raiva. Muito bom. E o cabelo do Cascão igual a uma impressão digital ficou ótimo. Realmente, o cabelo do Cascão é feito com uma impressão digital do arte-finalista Graciano e nos traços dessa história, assim de como outras da época, ficavam bem evidente isso.