sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Turma da Mônica Extra Nº 13 - Vó Dita


Nas bancas, "Turma da Mônica Extra Nº 13" com a Vó Dita e nessa postagem comento sobre essa edição. 

Essa edição continua sem propagandas internas e custando R$ 3,20, e, com isso, é a revista mais barata da MSP atualmente. Chegou com um atraso de 4 meses, visto que a data original era de maio, conforme consta no expediente, e só chegou nas bancas em setembro. Não dá para entender um título chegar tão atrasado como foi esse, para ver como anda péssima a distribuição da Panini. Mesmo com atraso, as propagandas da página 2 e da contracapa foram atuais, mostrando os lançamentos de "Graphics MSP - Bidu Caminhos" e "Turma da Mônica Jovem # 74", de outubro. Provavelmente mudaram de última hora esses anúncios. 

A vó Dita é avó do Chico Bento, mãe do pai dele, o Seu Bento. Foi inspirada na avó de verdade do Mauricio de Sousa, de mesmo nome. Sua principal característica é contar histórias para o seu neto Chico Bento ou também para outras crianças da Vila Abobrinha. Essas histórias são baseadas no folclore brasileiro ou reais, baseadas na sua experiência de vida, repletas de sabedoria e com uma lição de moral para refletir no final. 

Quando o protagonista da história é criança, costuma ser o Chico Bento e seus amigos representando os personagens da sua histórias. O Chico pensa que tudo é imaginação da Vó Dita, mas no final é revelado para os leitores que realmente aconteceu no passado, mostrando a Vó Dita conversando com o personagem de quem ela contou. Até quando as histórias são sobre folclore também são verdadeiras. 

Algumas eram emocionantes, outras bem sinistras também, envolvendo pacto com diabo e o sobrenatural, e estas também aconteceram, mostrando os personagens no final. Há também histórias com ela só participando das histórias do Chico mesmo e dando conselho rápido. Não gostava muito da Vó Dita quando criança, não entendia muito as mensagens que queria dizer e achava sem graça. Depois de adulto, que passei a entender, mas mesmo assim prefiro as histórias divertidas.


Então, essa edição "Turma da Mônica Extra Nº 13" tem 12 histórias republicadas com a Vó Dita no total, incluindo a tirinha final  Prevaleceram histórias simples com a Vó Dita participando ou no início ou no final e infelizmente apenas 4 foram com ela contando histórias para o Chico. 

As histórias são da Editora Globo entre 1991 a 1994, mas teve uma de 1 pagina da Editora Abril, publicada originalmente em Chico Bento # 3, de 1982. Aliás, quase todas as histórias haviam sido republicadas no 'Coleção Um Tema Só # 48 - Chico Bento: Histórias da Vó Dita' (Ed. Globo, 2005). Apenas essa da Ed. Abril, além de "A vingança do peixe", de CHB #124, de 1991 (em que o Chico se engasga com uma espinha de peixe e o Zé Lelé tenta tirar), e "A importância de uma flor", de CHB # 125, de 1991 (em que conta a história de uma menina que cultivava flores), que não foram. Então, quem tem aquela edição, conhece as histórias também.

O gibi abre com a história "Chico Bento e o nome" (CHB # 144, de 1992), que mostra como foi o nascimento e a escolha do nome do Chico Bento. A intenção era os pais colocarem o nome dele através do santo do dia, mas como ele nasceu no "Dia de Todos os Santos", os pais e a Vó Dita procuram outros meios para escolherem um nome para o bebê. Um detalhe nela é que o seu Bento chama a Vó Dita pelo nome, e não de mãe.

De curiosidade, essa história é de uma época em que os personagens não tinham datas fixas de aniversário e qualquer data podia ser a de aniversário. Então, só nessa história, o Chico Bento nasceu dia 1º de novembro, e atualmente ele faz aniversário em 1º de julho. Porém, apesar da história falar de "Dia de Todos os Santos", o gibi original foi de julho de 1992, e, com isso, dá para notar que as histórias não tinham coerência com o mês corrente. 

A "Perigo na xícara chá" (CHB # 113, de 1991) é simples e interessante. Nela, a Vó Dita não vê um futuro  bom para o Chico na xícara de chá, mas não diz para ele o que é, e ele fica encucado com isso. 

Trecho da HQ "Perigo na xícara de chá" (1991)

O gibi encerra com a história "Chico Malasarte" (CHB # 132, de 1992), que conta a história de um menino que perdeu tudo e ficou só com a porta velha da casa e a companhia de um urubu e faz um plano para comer na casa de uma mulher que regula comida até para o marido.

Sobre as terríveis alterações em relação às originais, infelizmente tiveram algumas. A primeira foi logo na primeira página da história de abertura. Na original, o Seu Bento estava com um cachimbo na mão, e agora tiraram. Nas histórias atuais, cigarros, cachimbos, charutos estão proibidos e, então, eles alteram isso nas republicações dos almanaques. E nesse não foi diferente. Abaixo a comparação:

Trecho da HQ "Chico Bento e o nome", tirada de 'Chico Bento # 144' (Ed. Globo, 1992)

Trecho alterado da HQ "Chico Bento e o nome", tirada de 'Turma da Mônica Extra Nº 13'

Ficou tão mal feito que a gente sabe que ele está segurando alguma coisa ali e que foi apagado. Lembrando que as histórias com a Vó Dita com cachimbo não foram alteradas, e, com isso, nas que ela aparece sem o cachimbo, eram assim mesmo nas originais, mas foi falado no frontispício que "isso é folclore", ou seja, não existe nas histórias atuais.

Outra alteração, segue essa ideia também, só que aí tiraram o cachimbo do Saci na história "Quem canta" (CHB # 143, de 1992), em que o Chico canta para as assombrações ao voltar para casa, seguindo o conselho da Vó Dita. Acho absurdo isso, porque faz parte da cultura brasileira o Saci fumando cachimbo e agora a MSP tira, sem mais nem menos. Até na capa, ele aparece sem. Abaixo, a comparação dessa história:

Comparação da HQ "Quem canta": saci sem cachimbo na reedição

Na história de 1 página, tiveram mudanças. O caipirês em 1982 era diferente do que o atual em algumas palavras. Com isso, eles mudaram as palavras "melhor" e "de". Na original, a Vó Dita falava "mió" e "de" e nessa republicação mudaram para "mior" e "di", respectivamente. Não gosto quando muda o caipirês porque descaracteriza a linguagem da época. Abaixo, a comparação da palavra "mió" nessa história:

Comparação da HQ de 1982: alteração do caipirês na palavra "mió"

Em "Vó Dita sabe das coisas" (CHB # 158, de 1993), em que a Vó Dita conta para o Chico e o Zé Lelé a história de uma bruxa que transformou em sapos dois garotos que roubavam suas goiabas, trocaram o tempo inteiro a palavra "roubar" para "pegar". 

Em uma época que não tem mais bandidos nos gibis, a palavra "roubar" também está proibida atualmente. Ou seja, agora eles não roubam mais goiaba do Nhô Lau, e, sim, pegam as goiabas. Fica até estranho vendo a comparação, o Zé Lelé falando que roubada pegada é mais gostosa. Ridículo. Isso sem contar também a mudança de novo no caipirês, alterando de "memo" na original, para "mermo".  Lamentável.

Comparação da HQ "Vó Dita sabe das coisas": palavra "robada" alterada

Lembrando que na original, o Nhô Lau não aparece de trabuco e, logo, isso não foi alterado dessa vez. Porém, corrigiram erros de colorização. Na época, o Zé Lelé apareceu de cabelos brancos nas últimas páginas depois da história contada pela Vó Dita e agora corrigiram isso, assim como a camisa dele que apareceu branca na primeira página e agora corrigiram para rosa.

Trecho da HQ "Vó Dita sabe das coisas", tirada de 'Chico Bento # 158' (Ed. Globo, 1993)

Trecho alterado da HQ "Vó Dita sabe das coisas", tirada de 'Turma da Mônica Extra Nº 13'

Então, esse gibi vale para quem gosta da Vó Dita e conhecer um pouco das suas histórias. Para quem tem os gibis originais ou o 'Coleção Um Tema Só # 48' de 2005 pode não valer tanto, já que a maioria das histórias são as mesmas. Se não fossem as alterações toscas ficaria melhor.

38 comentários:

  1. Esse especial é só uma versão reduzida do Coleção Um Tema Só # 48
    E lamentável as alterações, principalmente na história "O Nome". Podiam ao menos redesenhar a mão né? Ficou (com o perdão da palavra) escroto daquele jeito.

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    1. Também achei essa edição um mini Coleção Um Tema Só # 48. Podiam ter colocado outras hqs e ainda dá pra notar q colocaram só as q não eram incorretas.

      As alterações são todas absurdas e bobas. Sempre são. Com certeza podiam ter mudando a mão dele, apoiando sobre a perna, por exemplo. A gente sabe q estava segurando alguma coisa ali, nem q fosse instrumento musical. Ficou escroto, sim.

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    2. E vocês já viram uma história de natal do Chico em que ele encontra um saci e passa o natal com ele? O Chico está voltando da casa do primo e, no meio do caminho, um deslizamento de terra bloqueia a estrada, o Chico resolve então ir andando pelo mato para não perder o natal em casa (iam demorar 2 dias para desbloquear a estrada) e na floresta ele encontra um saci. Enquanto isso, na vila Pururuca, os pais do Chico ficam preocupados com sua demora, até que o nhô Bento resolve ir atrás do filho. Nisso, ele pega uma espingarda na parede e sai pelo mato, com um cão farejador, para procurar seu filho. Eu vi uma reedição dessa história que ficou mal feita que nem essa do cachimbo: ele aparece numa cena com a mão na parede, pegando no nada, e na cena seguinte ele sai segurando a coleira do cachorro numa mão e na outra uma "pistola invisível", pois nem mudaram a posição dos dedos dele (dá para ver que estão no gatilho)...
      Por essas e outras eu acho lamentável essa onda do politicamente correto... Acaba com a criatividade dos artistas

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    3. Essas alterações estragam com as hqs. Não dá pra aceitar. Era muito melhor não republicar do q fazer essas avacalhações.

      A propósito, essa hq é muito legal. :D

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  2. Obrigado por compartilhar. Pena que não me sinto motivado pelo título. Nunca senti.

    Abraços.

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    1. De nada, Fabiano. Eu gosto desse título pelo fato dos personagens secundários ganhar gibi próprio de certa forma. Mesmo sendo republicações.

      Abraços

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  3. Também gosto da publicação que os secundários ganham gibi próprio e das HQs em que a Vó Dita conta história. Pena que foram poucas e tiveram muitas alterações ridículas.

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    1. A ideia do gibi é boa sim. Bem q podia ter mesmo mais história dela contando histórias e essas alterações sem comentários, uma pior q a outra.

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  4. Putz, você é realmente averso às estórias reflexivas, hein? haha Além do Saiba Mais, e das belas estorias do Chico feitas pelo Maurício, você não gosta nem dos causos da Vó Dita? Eu adoro, uma das minhas personagens preferidas de minha revista favorita da MSP (Chico Bento, não Turma da Mônica Extra). O que estraga são essas censuras, nem para redesenharem o quadrinho! Ainda bem que está tudo na Coleção Um Tema Só Nº 48, a qual possuo. Só não entendi a utilização do jogo da velha (#) no texto...

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    1. Oi, Danil... Tb costumo usar o "#" ao invés de "n.º". Abraços!

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    2. Danil, não q eu não goste de hqs filosóficas, mas as engraçadas acho melhores. è bom q tenha hqs reflexivas de vez em quando pra sair da mesmice.

      Alterações são toscas, ainda bem q na Coleção Um Tema Só 48 não mudaram nada, mas na Globo, eles não mudavam mesmo.

      Quanto ao "#" antes da numeração, as vezes coloco assim, outras vezes "Nº". Nessa coloquei o #, pq como mexi muito código, colocando CHB em vez de Chico Bento, aí acho melhor o # assim, e quando não coloquei código, não coloquei Nº só pra padronizar.

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    3. Ah, entendi, Marcos. No meu caso, não consigo escolher entre as mais engraçadas e as mais filosóficas: adoro ambas.

      É, não entendo muito bem de códigos, mas esse # fica estranho no lugar do Nº. Mesmo assim, é bom padronizar.

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    4. Cada um se expressa como quiser, Kleiton, mas creio que não há necessidade de usar #, se temos o Nº.

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    5. O "#" dá um ar mais americano. Eu vi isso primeiro no blog do Planeta Gbi, e aí as vezes coloco, principalmente quando coloco códigos como fonte dos gibis. Bom saber a sua opinião sobre isso.

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    6. Eu desconfiei disso, por isso o uso dele me incomoda... Sou meio cri-cri, como já deve ter percebido. hehe

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  5. Quando vi aquela mão esquisita do pai do Chico, pensei que, na história original, ele estaria segurando um trabuco (limpando o troço, por exemplo). Agora, mistério esclarecido.

    Já que querem apagar armas e cigarros, poderiam fazer isso de maneira mais completa, redesenhando toda uma área e reposicionando os membros do personagem. Como está, fica bem escroto.

    Abraços!

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    1. Pois é, se querem mudar que mudem direito, pq fica coisa amadora assim. A gente sabe q tava segurando alguma coisa. Mas, com certeza, não era pra mudar nada, ou então não republicasse. Seria melhor.

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    2. Na hora que eu li, também achei estranho aquela mão dele aberta do nada. Agora descobri o motivo.

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    3. Ficou completamente estranho assim, nem trabalho pra redesenhar tiveram. Ridículo.

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    4. Proibir isso eles acham correto. agora .. deixar crianças assistirem propaganda de cerveja e novelas com cenas nao querem... entre muiscas ruins em dias de hoje.

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    5. Pois é, tanta coisa que aparece na TV em horários impróprios e ficam proibindo nos gibis coisas bobas. Vai entender.

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  6. Oi Marcos, por que será que a Vó Dita da capa é bem mais magra que a Vó Dita nas histórias, neste gibi? Será que mudaram a personagem?

    Sobre Turma da Mônica Extra, eu gosto do título, de ver os personagens secundários com certo destaque. No geral, aprovei esta edição. Quanto às mudanças tirando cachimbos e mudando as cores, isso é uma bobeira, um dia a MSP vai perceber isso. Abraço.

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    1. Tbm notei isso, achei ela magra na capa. Vai q foi por causa do padrão de beleza, e aí emagrecem os personagens, como fazem com a Pipa. Vai entender.

      Essas mudanças são todas absurdas, tomara q veem q isso é péssimo e parem com isso, ou não republiquem hqs com cenas incorretas. Abraço

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  7. Quando vi essa capa duas coisas, de certa forma, me incomodaram: Uma foi o saci sem cachimbo, outra foi essa Vó Dita debilitada. O desenhista não tinha necessidade de fazer isso já que nas histórias ela tem a aparência clássica. Ela ilustração deveria estar na capa de uma mensal do Chico.
    Eu não gosto desses especiais da Panini justamente porque eu sei que além de terem o costume de filtrar só hqs mais "corretas" ainda alteram desenhos e textos. Aposto que jamais republicariam por exemplo "O homem que enganou o diabo", história de abertura do Chico Bento Nº 55 (fevereiro de 1989). Só pelo título já fica claro o porquê.
    Eu prefiriria muito mais procurar a "Um Tema Só" da editora Globo em sebos (físicos ou virtuais) do que comprar essa aí na banca. Essas hqs com censura da Panini me incomodam.

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    1. Sem dúvida, esse título é o q mais tem alterações. mas os almanaques convencionais tbm tem bastante mudanças. Na Coleção Um Tema Só 48, republicaram essa "O homem que enganou o diabo", além de outras sinistras. E tudo sem alterações. Isso pra ver como a MSP mudou tanto em 9 anos.

      Concordo q essa edição da Panini ficou muito água com açúcar. essa capa tbm não gostei, ela ficou muito modernizada, ficou parecendo a Vovoca, avó da Tina em uma versão bem pior. E eles só não tiraram o cachimbo da Vó Dita, pq no frontispício falou q é folclore, senão mudavam tbm.

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  8. Essas alterações são ridículas, desnecessárias e sobretudo terrivelmente mal feitas. Será possível que acreditam que as crianças são tão bobas a ponto de não conseguirem diferenciar fantasia de realidade? Francamente não acho que seja só isso, acredito que haja fortes motivos comerciais para tanta coisa "correta"... A MSP se esquece que essas histórias do Chico Bento retratam um modo de vida e um jeito de ser das pessoas do campo e afinal de contas aquele que tiver de ser fumante será independente de uma história em quadrinhos. Eu cresci lendo histórias em que o Nho Lau corria atrás dos meninos soltando aqueles tiros de sal grosso. nem por isso saí atirando em ninguém. Ao contrário, lembro que ficava curioso e perguntava pro meu pai se as coisas eram realmente assim na roça. Entendo que alterem determinadas características nas histórias atuais, mas modificarem as antigas é inaceitável.

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    1. Eu também acho isso. Q não façam hqs incorretas, mas q não mude as hqs antigas. Acho tbm q tem certa pressão dos pais, dos educadores e governo para não ter coisas incorretas.

      Mesmo assim não é motivo de alterar hqs antigas nos almanaques. Se são incorretas, não republiquem. Seria muito melhor. Tomara q percebam algum dia a burrada q fazem e parem de mudar as hqs antigas.

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  9. Na capa é a Vovoca, né? Kkkk
    A propósito, compartilhei a postagem no meu blog (que está em reforma, e volta em 29 de setembro).

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    1. kkk... ficou parecendo a Vovoca mesmo, mas de uma forma bem piorada.

      Valeu por compartilhar no seu blog. Abraços

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  10. Toda vez que mudam a linguagem do Chico, eu morro de ódio grgrgrgr

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    1. Eu tbm odeio, acho desnecessário essas mudanças linguísticas, a menor q seja. E acho pior ainda na Coleção Histórica.

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  11. Li está edição hoje..muito boa a seleção principalmente a ultima HQ com traços bonito! ;)

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    1. As hqs são bacanas, mas podiam colocar mais com ela contando histórias, assim como essa última. De fato, os traços de todas são ótimos, como sempre na época.

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  12. Marcos, eu gostei dessa postagem sobre a Vó Dita. Coincidência ou não, eu também não gostava muito da Vó Dita quando eu era pequeno. Eu quase não entendia as histórias dela, preferia as mais engraçadas. Agora que tenho 16 anos, eu até que entendi os contos delas, mas nem tanto assim, ou seja, continuo não entendendo.

    E diz pra mim: A segunda imagem da postagem, que é esta: http://4.bp.blogspot.com/-COVIYshny6c/VBxLrY6g5cI/AAAAAAAAD-w/2Fc0s6KrrI8/s1600/V%C3%B3%2BDita.jpg, você pegou da página de abertura do Almanaque do Chico Bento # 5, de 1989, certo?

    Sobre o Um Tema Só # 48, eu já tinha baixado ele da Internet, mas como eu tenho um novo computador, acabei perdendo e baixei de novo. E eu também não lembro se foi nesse Turma da Mônica Extra ou se foi no Um Tema Só que eu conheci essas histórias.

    E eu também não aguentei essas alterações toscas, a MSP só pode estar de brincadeira. Eu também odiei ao descobrir que até o Saci não pode mais fumar no seu cachimbo. Revoltante!

    E vamos ser francos: A Vó Dita na capa dessa edição parece mais a Vovoca, avó da Tina, não é verdade?

    Então, esse foi meu comentário. Diga se você também não gostava da Vó Dita quando criança, mas me fale se você preferia as HQs engraçadas dela. Diga também se você não suporta também essas malditas alterações. E aposto que você não tem o Um Tema Só # 48 - Histórias da Vó Dita, de 2005, na sua coleção, né? Abraços!

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    1. Daniel, essa imagem peguei nesse Almanaque do Chico Nº 5. Quanto as respostas das outras perguntas vc já leu aí respondidas nos comentários anteriores ou no texto da postagem.

      Respondo de novo, só dessa vez: não gostava muito da Vó Dita, achei parecida com a Vovoca, não tenho Um Tema Só Nº 48, e as alterações são revoltantes.

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  13. Que triste aqui na minha cidade n chega esse exemplar :(

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    1. É, não era todo lugar que chegava esse título. Foi cancelado. Pra encontrar agora só em sebo

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