segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Livro "O Natal de todos Nós"


Em 1984 foi lançado o livro "O Natal de todos nós" com os personagens contando sobre o Natal na visão de cada um. Nessa postagem faço uma resenha de como foi esse livro.

Lançado pela Editora Nova Fronteira, ele tem formato de 16 X 21,5 cm, 28 páginas e capa cartonada e papel de miolo off-set. Trata-se de uma reedição da seção que saiu em 'Almanaque da Mônica Nº 7' (Ed. Abril, 1980) onde os personagens falavam sobre o Natal e, por acharem muito bom, resolveram lançar em 1984 um livro especial com essa seção. É o mesmo conteúdo e ilustrações, diferença que no almanaque de 1980 disponibilizavam 1 página para cada personagem com letras bem pequenas e nesse livro foram 2 páginas com letras maiores.

Capa de 'Almanaque da Mônica Nº 7 - Natal' (Ed. Abril, 1980)

Na capa do livro, um desenho muito bonito com a turminha brincando com os presentes que ganharam na noite de Natal Abre com um frontispício com imagens de crianças de vários países formando uma moldura e um texto sobre o Natal e falando que o livro vai mostrar o que os personagens acham do Natal.

O conteúdo são textos simples, acompanhado de uma ilustração muito bonita e bem desenhada de cada personagem em cada página. Para cada personagem, é feita uma pergunta e eles respondem o que foi perguntado, contando, assim, como vai ser o Natal dele ou contando algum Natal especial que já teve ou ainda o que eles acham do Natal ou qual a visão do Natal para eles. Os textos são em primeira pessoa, com os próprios personagens falando sobre o Natal de acordo com a sua personalidade. Assim, vemos um texto do Cebolinha com ele falando trocando as letras e o Chico Bento falando caipira como a gente vê nos gibis.

Páginas do Cebolinha no livro "O Natal de todos nós"

A ordem que disponibilizaram foi a mesma que apareceu em 'Almanaque da Mônica' de 1980. Os personagens que apareceram nesse livro, na ordem, foram: Anjinho, Cebolinha, Mônica, Cascão, Magali, Chico Bento, Jotalhão, Horácio, Bidu e Astronauta.

Vemos Mônica falando que o Natal é a data que Jesus nasceu e que já descobriu que o Papai Noel na verdade é o seu pai que traz os presentes escondido, Cascão contando que ganhou um caminhãozinho que passou a colocar todo o lixo que encontrava na rua dentro do caminhãozinho como cascas de banana, pontas de cigarro, palito de sorvete, etc, para ajudar a limpar a rua e ainda ficar feliz com o caminhão sujo (bem incorreto esse), Chico Bento contando o seu autêntico Natal da roça, incluindo a Missa do Galo, Bidu contando seu Natal na visão de um cachorro, entre outros contos.

Muitos textos foram emocionantes como do Cebolinha contando que passou uma vez o Natal só com a avó e que ganhou dela uma plantinha que ele tem até hoje, o do Horácio em que o narrador conta para ele como será o nascimento de Jesus e que a partir daí será celebrado o Natal e o Horácio fica triste porque terá que esperar muitos anos para conhecer os ensinamentos de Jesus e que mesmo havendo violência, sofrimento e desesperança, ainda poderão ser mais felizes os que puderem comemorar o Natal d.C, entre outros.

Páginas do Jotalhão no livro "O Natal de todos nós"

De curiosidade, a ilustração da Magali teve uma imagem do pai dela, coisa rara de acontecer na Editora Abril. Ele não aparecia nas histórias e em algumas vezes que aparecia era bem diferente do que vemos hoje, já chegou a aparecer até como um homem gordo vestindo camisa amarela e com um formato de cabelo parecido da Magali. Nesse livro, o pai dela apareceu até parecido como vemos hoje, mas com cabelo preto. Ele só teve traços definidos em 1986 na história "Baita Fome" de 'Mônica Nº 193' de 1986 e nome definido como Seu Carlito a partir dos anos 90. Abaixo, como foi a aparição do pai da Magali nesse livro.

Páginas da Magali no livro "O Natal de todos nós"

Depois o livro teve uma reimpressão em 1992, com o mesmo conteúdo, só informando na capa que é uma 2ª edição. O que eu comprei foi a versão de 1992. Junto com a reimpressão lançaram também  em fita de vídeo VHS  com o desenho animado "O Natal de Todos Nós", com o mesmo conteúdo do texto desse livro, sem tirar uma vírgula, só que como forma de desenho animado, o que ficou muito interessante. Na verdade, esses desenhos eram exibidos na televisão em 1987 e depois juntaram as 10 animações e lançaram o vídeo VHS mais  o relançamento do livro.

Nos gibis de 1993 saíam a propaganda dessa fita VHS, como mostro abaixo.

Propaganda tirada de 'Magali Nº 117' (Ed. Globo, 1993)

Como podem ver, um livro muito bom e bem raro de se encontrar. Comprei por R$ 6,00 achando por acaso em um sebo. O ponto alto são as ilustrações excelentes dos personagens, caprichadas demais. Apesar de mais voltado para o público infantil que está começando a ler, mas o que foi falado pelos personagens, muitas vezes vale como ensinamento e reflexão para qualquer idade. A fita VHS é bem legal também e mais conhecida pelo público, muitos nem sabem que existia esse livro. Bem que podiam relançar esse livro e um DVD com o desenho animado para as novas gerações conhecerem melhor. Quem tem é uma preciosidade e vale a pena ter na coleção.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Capa da Semana: Cebolinha Nº 96

Nessa capa. Cebolinha e Mônica estão em um shopping e o Cebolinha pede o Sansão de presente para o Papai Noel, que fica assustado por ter risco de apanhar da Mônica se ousar tentar pegar o Sansão.

Interessante a moldura natalina que fizeram, não ficou ruim, bem discreta e parecendo uma espécie de cartão de Natal.

A capa dessa semana é de 'Cebolinha Nº 96' (Ed. Globo, Dezembro/ 1994).


quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O Grande Encontro Turma da Mônica e Liga da Justiça

A MSP fez uma parceria com a DC e assim os gibis de dezembro de 2018 tem o crossover da Turma da Mônica com os super-heróis da Liga da Justiça. Nessa postagem mostro uma visão geral desses gibis especiais de dezembro com essa parceria histórica.


A parceria foi anunciada em agosto durante Bienal do Livro de São Paulo, já divulgando a capa de Cebolinha. Assim, os gibis "Nº 44" dos 5 personagens principais, "Turma da Mônica", as suas versões em inglês e espanhol "Monica and Friends" e "Mónica y sus amigos", além de "Turma da Mônica Jovem" Nº 25 e Nº 26, de dezembro de 2018 e janeiro de 2019,  respectivamente, têm as suas histórias de abertura com o crossover da Liga da Justiça. O lançamento oficial dos gibis foram na Comic Con Experience 2018 de dezembro em São Paulo.

Não é novidade os super-heróis da DC e Marvel aparecerem nos gibis. Já apareciam em histórias de super-heróis só que com nomes parodiados (Superomão, Batmão, Mulher Maravilhosa, etc), estilos de traços da MSP e roupas com cores diferentes (ou não) e histórias voltadas para a personalidade dos personagens da Turma da Mônica. Era bastante comum os super-heróis se darem mal nas histórias, fazendo piada de serem chamados para serviços banais ou até serem ridicularizados pelos personagens, como a Mônica batendo nos super-heróis. Isso quando os personagens não se fantasiam como eles. Também era comum misturar heróis da DC e Marvel em uma mesma história.

No auge da Editora Abril e Globo muitas vezes eles desenhados bem parecidos com as da forma oficial e até cores dos uniformes iguais e não ficando atrás aos originais. Por exemplo, nessa história "Chamando todos os heróis" (Cebolinha #166 - Ed. Abril, 1986), em que Cebolinha e Cascão chamam todos os super-heróis, interrompendo as missões deles no momento, para eles derrotarem a Mônica, a gente vê que os desenhos não ficaram atrás dos originais e ainda colocaram as mesmas cores de uniforme. Esse final muito engraçados dos Superomão e Garota Maravilhosa batendo na bunda do Cebolinha e do Cascão é que hoje em dia seria impublicável por conta do politicamente correto.

Trecho da HQ "Chamando todos os super-heróis" (CB # 166 - Ed. Abril, 1986)

Mesmo quando tinham cores trocadas de uniformes, ainda assim eram bem desenhadas, como nessa história em que a Mônica ajuda a arrumar um namorado para a "Mulher maravilhosa" (Mônica #41 - Ed. Globo, 1990).

Trecho da HQ "Um namorado para a Mulher Maravilhosa" (MN # 41 - Ed. Globo, 1990)

A partir dos anos 2000, foi criado um super-herói oficial da turminha, o Capitão Pitoco, e a partir daí os heróis da DC e Marvel passaram a aparecer raramente nos gibis, com mais frequência referência a eles no título "Clássicos do Cinema, com os personagens caracterizados como os super-heróis quando o tema é uma paródia sobre algum filme desse tipo.

Agora com essa parceria da MSP, a proposta é mostrar os heróis da Liga da Justiça em forma oficial se unindo a Turma da Mônica contra o mal ou o mesmo objetivo, desenhados da forma oficial e sem nomes parodiados. Deixaram para dezembro justamente por conta da CCXP para promover melhor e ser tudo a ver com o tema.


Além dos gibis convencionais, o gibi do Cascão tem uma capa variante com o Aquaman de cabelo comprido e barba com referência ao filme, custando R$ 5,00, e vão disponibilizar também todas em edições em formato americano com capas variantes desenhadas por artistas que já fizeram as "Graphic MSP" (capas diferentes, conteúdo igual dos formatinhos, só que em formato americano) custando R$ 9,90 cada exemplar das versões em formato americano referentes aos formatinhos, e fica por R$ 24,90 as versões em formato americano de Turma da Mônica Jovem cada. Ainda dá pra aceitar custar R$ 9,90 cada formato americano, é a média de preço mesmo, mas Turma da Jovem formato americano por R$ 24,90 achei um absurdo esse preço, fica difícil comprar.

E também tem um box especial reunindo todas essas 19 revistas. Assim, o box vem as 6 revistas principais, a versão de capa variante do Cascão com Aquaman do filme, as de inglês e espanhol "Monica and Friends" e "Mónica y sus amigos", as 2 edições da Turma da Mônica Jovem, além das 6 edições mensais em formato americano e as 2 Turma da Mônica Jovem em formato americano. As de formato americano vem embaladas com plástico e as edições convencionais vem normal sem plástico. Esse box com todas as revistas juntas custa R$ 120,00.

Não vejo necessidade de ter todas as edições, pois o conteúdo é o mesmo. A pessoa escolhe a versão que desejar e que agrada mais. Só o conteúdo de "Turma da Mônica" tem 4 versões diferentes, acho desperdício.. Caso queira tudo, mesmo que seja repetido, aí é mais jogo comprar o box que aí economiza mais porque se comprar tudo separado fica tudo por R$ 165,20.

Capas Gibis #44 formatinhos principais

Falando dos gibis como um todo, roteiro e desenhos ficaram por conta da MSP. Tem os mesmos preços e número de páginas dos gibis atuais (R$ 5,00 os de formato canoa e R$ 6,00 os de lombada). Cada história com o estilo do personagem em destaque e os traços seguindo o estilo atual da MSP, predominando os traços de PC. 

Temos Cascão com Aquaman, Magali com Flash, Chico Bento com Superman e Mulher Maravilha, etc.  As capas no geral ficaram bonitas, principalmente a do Cebolinha, só não gostei a do Cascão, ficou como uma montagem com o Cascão e Aquaman em planos diferentes, como se tivesse inserido uma imagem já pronta do Cascão nela. A capa variante ainda ficou melhor, mas ainda assim menos legal de todas.

Com isso, não tiveram histórias de Natal nas aberturas dos gibis, porém para manter a tradição colocaram histórias natalinas nos miolos dos gibis, variando de uma ou duas de Natal dependendo de cada gibi. A última vez que nenhum gibi teve história de Natal foi em 2006, último ano da Editora Globo. Na Panini, procuraram sempre colocar todos os anos histórias natalinas na abertura e raramente algum ficava de fora, e quando era, apenas um personagem no ano que não tinha. Pra mim, mesmo se não tivesse nada de Natal seria bom para diferenciar um pouco por todo ano ser sempre a mesma coisa. Deviam é colocar histórias de Ano Novo que nunca mais teve na MSP.

Capas variantes e Turma da Mônica Jovem "Nº 25" e "Nº 26"

Achei que podia ter tido também "Clássicos do Cinema" com paródia do filme de super-heróis. "Clássicos do Cinema", inclusive, teve uma coisa inédita agora em dezembro na edição "Nº 61" de republicarem uma edição que já teve em 'Clássicos do Cinema Nº 21', de 2010, com a história "Chico Galodiador", que há havia sido uma edição especial de 'Clássicos da Literatura Nº 2' (Ed. Globo, 2006). Na falta de ter material inédito a tempo de chegar nas bancas, fizeram reedição da própria 'Clássicos do Cinema' só por conta de ter obrigação de ter um gibi nas bancas a cada 3 meses. Isso revoltou muita gente e o mais coerente seria isso de ter uma edição nova com a paródia de filme de super-herói da DC ou simplesmente não lançassem esse título agora em dezembro e só quando tivesse material novo para mostrar.

Não teve também encontro da DC com o Chico Bento Moço. Não teve porque tudo indica que o título foi cancelado na edição "Nº 61" de setembro de 2018. Teve história "O adeus", que embora parecia que era só a professora Marocas se despedir da roça, mas pode ter sido um desfecho de 'Chico Bento Moço'. Tem que aguardar confirmação da MSP para ver se cancelaram ou se deram só um tempo, já que nessa edição "Nº 61" falaram sobre próxima edição. Aguardemos.

Capas variantes em formato americano

Como podem ver, o encontro da Turma da Mônica com a Liga da Justiça foi um projeto audacioso, bem elaborado e que até ajuda a dar uma visibilidade a DC no Brasil. O problema, como sempre nesses especiais da MSP, é o preço absurdo que cobram nas edições. Eles colocam várias edições com mesmo conteúdo variando só as capas e exageram no preço dessas versões variantes para colecionadores como um caça níquel. Nem precisava dessas variantes, só as mensais já seriam especiais para colecionadores. Não duvido no futuro que MSP faça uma parceria com a Marvel. A quem se interessar, nem que seja só pelo valor histórico e especial, fica a dica de compras.

A distribuição da Panini como sempre é péssima e os gibis sempre chegam atrasados, então, fiz uma nova postagem contando a resenha de cada gibi individualmente que eu comprei. Para conferir a resenha dos gibis, entre nesse link abaixo:

domingo, 9 de dezembro de 2018

Magali: HQ "O doce de mamão"


Nessa postagem mostro uma história lançada há exatos 30 anos de quando a Magali adquiriu uma superforça após comer um bolo de mamão, ficando mais forte que qualquer super-herói e inclusive mais forte que a Mônica. Com 7 páginas no total, foi história de miolo de 'Mônica Nº 24' (Ed. Globo, 1988).

Capa de 'Mônica Nº 24' (Ed. Globo, 1988)

Começa com a Magali na casa da Mônica, elogiando o bolo de mamão que a mãe da Mônica tinha feito e por ter gostado tanto pede a receita para Dona Luísa. Depois, Magali vai embora com o papel da receita e se esbarra com um homem que também estava segurando um papel. O homem dá uma bronca por ela não olhar por onde anda, Magali se desculpa e cada um pega um papel no chão, sem saber que foram trocados.


Magali chega em casa e prepara o bolo de mamão. Ela estranha os ingredientes com muitos produtos químicos, mas prepara assim mesmo. Depois que fica pronto, ela come o bolo inteiro com bandeja de uma vez só, sente uma dor de barriga, que passa logo e acha delicioso. Em seguida, resolve ir para a  rua e a porta é derrubada só com o toque que a Magali dá e ela comenta que o seu pai precisa parafusar a porta direito.


Na rua, Magali cumprimenta a Mônica e faz sacudir toda, deixando Mônica tonta. Magali fala que Mônica está leve e precisa se alimentar melhor. Depois, Cebolinha e Cascão pedem para Magali chutar a bola que eles estavam jogando e quando ela chute,a força é incrível e a bola vai parar longe na velocidade de um meteoro. 

Os meninos acham o máximo e Cebolinha fala que ela está superforte. Magali acha bobagem e ao tocar neles, vão parar voando longe.  Eles voltam e acham maravilhoso porque a Magali pode derrotar a Mônica e ser a nova dona da rua e eles os seus braços direitos. Magali não aceita porque a Mônica é amiga dela e eles inventam que a Mônica a chamou de magricela para jogar uma contra a outra e ter o plano infalível em prática.


Magali vai tomar satisfação com a Mônica, a chama de falsa e ao tentar bater na Mônica, o efeito  da fórmula acaba e a Magali se machuca ao tentar dar soco na Mônica, que corre falando que não queria machucar e não entende como foi acreditar em uma coisa dessas. Magali vai atrás, se desculpa e diz que foi boba cair na conversa do Cebolinha e Cascão. Mônica, então, bate nos meninos e elas voltam a  ser amigas, com Magali comentando que o bolo deu dor de barriga e não vai mais fazer outro.

No final, é mostrado o que aconteceu com o cientista que levou o papel do bolo que a Magali tava carregando. O professor cientista fica lamentando que a sua fórmula de ficar forte fracassou. O amigo diz que não falhou, que apesar de ninguém ficar forte, o Conselho de Ciências adorou o bolo de mamão, foi nota Dez.


Essa história é muito boa da Magali ficar forte ao ter trocado a receita de bolo de mamão com uma fórmula para ficar superforte e Cebolinha e Cascão terem aproveitado  a situação pra fazer um plano infalível para Magali derrotar a Mônica. Era comum histórias de planos improvisados a partir de uma situação que acontecia do nada, ainda assim, dando errado no final ,como toda história de plano infalível. Era normal também histórias com a Magali passando sufoco ao preparar bolos ou alguma comida, principalmente a comida se transformando em monstro causando terror para ela.


É completamente cheia de absurdos como a Magali não ter reparado que a letra do papel estava diferente, ela ter todos os ingredientes químicos na despensa de casa, não ter visto que não são coisas de um bolo comum e ainda ter formado um bolo normal, além das coisas que ela faz como derrubar porta com um toque só e o que faz com os seus amigos. Isso que se tornava legal nos gibis antigos, hoje em dia absurdos assim são evitados nas histórias.


Engraçado também a Magali comer o bolo todo com bandeja e tudo de uma só vez e também a cara que ela fez ao sentir dor de barriga logo após comer o bolo e passar imediatamente. Incorreta a parte da Magali mexendo sozinha com fogão, hoje em dia, criança mexer com fogão nos gibis, nem pensar. Interessante eles colocarem também o final do homem que levou a receita verdadeira do bolo de mamão. Não foi revelado os ingredientes da fórmula do cientista, ficando na imaginação dos leitores qual era essa fórmula que deixava as pessoas com uma superforça.


Os traços muito bons, típicos de histórias de miolo, destaque para a franja da Magali, com um a arte-final mais fina quando  tinha esse estilo de traços. Muito bom relembrar essa história  É da época que a Magali não tinha gibi próprio e apareciam histórias solo nos gibis da Mônica, até como forma de divulgação da personagem, que teria a estreia de seu gibi em fevereiro de 1989. Nessa época, estava acontecendo a campanha "Eu quero um gibi só da Magali" com os preparativos do lançamento do seu gibi e teve uma série de histórias em que ela fez greve de fome para ter o seu gibi. Nesse gibi da Mônica Nº 24 teve a 2ª parte da história da campanha. Para saber mais sobre essa campanha, que está completando 30 anos, clique AQUI E AQUI.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Capa da Semana: Chico Bento Nº 76

Uma capa voltada para o absurdo, com o Chico Bento dormindo em baixo de uma laranjeira e acaba sonhando que as laranjas estavam caindo sozinha na cesta do seu sonho... e realmente estavam! Quanta loucura! Resta saber se ele vai conseguir carregar a cesta do sonho para casa quando acordar.

A capa dessa semana é de 'Chico Bento Nº 76' (Ed. Globo, Dezembro/ 1989).