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terça-feira, 20 de maio de 2014

Mudanças em "Clássicos do Cinema Nº 43"


Foi lançada a revista "Clássicos do Cinema # 43" - Terror e Suspense", dessa vez com republicações de histórias e nessa postagem comento sobre essa edição e alterações lamentáveis ocorridas em relação às histórias originais nessa edição e em outros almanaques recentes.

Normalmente "Clássicos do Cinema" vem com histórias inéditas, mas em algumas são republicações de histórias antigas que saíram nos gibis convencionais que parodiaram filmes de sucesso ou que tenha relação ao tema. Com isso, essa última edição republicou 3 histórias do Cascão  da Editora Globo que tiveram referência a filmes de terror e de suspense de sucesso. Na ordem, foram: "Pesadelo na Rua do Limoeiro" (Cascão #297, de 1998), "O Poderoso Cascão" (Cascão #246 - Editora Globo, de 1996) e "O Pregador" (Cascão #127, de 1991).

Capas de 'Cascão # 297', '# 246' e '# 127,' respectivamnete

Na história "Pesadelo na Rua do Limoeiro", há referência do filme "A Hora do Pesadelo". Na trama, Capitão Feio rouba uma invenção do Franjinha, o supersimulador de realidade virtual, que faz invadir os sonhos das pessoas. Com isso, ele entra nos sonhos da turma para assustá-los e fazer com que acordem sujos. 

Em "O Poderoso Cascão" tem uma paródia do filme "O Poderoso Chefão". Nela, uma família de mafiosos italianos fogem para o Limoeiro para assaltar. Como o Cascão consegue livrá-los do agente internacional, o chefe dos bandidos fazem questão do Cascão entrar na gangue deles e participar de um assalto ao banco.

Já em "O Pregador", há referência ao filme "O Predador". Nessa história, Cascão fica impressionado com um filme que viu no cinema, em que um ser fica invisível e ataca as vítimas, deixando penduradas com um pregador. O Cebolinha e a turma ficam rindo por ele estar com medo de um filme e, ao cair em uma lama e parecer estar invisível na hora, Cascão tem a ideia de se fantasiar do Pregador para dar medo à turma.

Trecho da HQ "O Pregador", tirada de 'Cascão # 127' (1991)

Histórias muito boas e tenho as 3 nas originais e por isso não comprei. O único problema da edição foram as mudanças toscas em relação às revistas originais, estragando as histórias por causa disso. Em "O Pregador" não teve nenhuma alteração, mas nas outras, sim. 

Na história "Pesadelo na Rua do Limoeiro", a mudança foi na colorização. Na Panini, as cores são digitalizadas e os tons ficam diferentes e mais fortes em relação às originais. Só que pelo menos, o que é azul na original continuava azul, o que é amarelo continuava, etc. Porém, nessa história do Cascão foram mudadas as cores. 

Como podem ver na comparação das imagens, a parede do esgoto na original de 1998 era verde e agora alteraram para amarelo, sem explicação nenhuma. Quando estava verde na original, deixava o esgoto com aspecto mais sujo, do que esse amarelo que de tão claro ficou parecendo que acabou de pintar as paredes, deixando o esgoto mais limpo. Abaixo a comparação da cena do esgoto entre as 2 edições:

HQ "Pesadelo na Rua do Limoeiro": comparação 'Cascão # 297' (1998) e 'Clássicos do Cinema # 43'

Essa não foi a única alteração de cores, em várias cenas durante toda a história os fundos foram mudados em relação á original, principalmente nos sonhos. O que era verde na original, virou azul; o que era azul, ficou amarelo, e por aí vai. Acho que deviam manter como era na original para manter a magia da época. Abaixo um trecho de comparação:

HQ "Pesadelo na Rua do Limoeiro": comparação 'Cascão # 297' (1998) e 'Clássicos do Cinema # 43'
Essas alterações das cores é até pouco expressiva se considerar com o que fizeram com a história "O Poderoso Cascão". Avacalharam com ela e mudaram muita coisa. Nas revistas atuais, é proibido os personagens de qualquer idade usarem armas. Até as de brinquedos são proibidas. Como essa história envolve bandidos e policiais, tudo que tem arma na original de 1996 fizeram outra coisa no lugar. 

Em todas as cenas em que os policiais estavam com armas, colocaram distintivos no lugar. Ficou muito estranho assim. E ficou parecendo que eles estavam segurando uma arma mesmo em vez de distintivo, já que não mudaram a forma dos policiais segurarem. Ficou ridículo. Abaixo a comparação:

HQ "O Poderoso Cascão": comparação entre 'Cascão # 246' (1996) e 'Clássicos do Cinema # 43'
Se não já bastasse isso, a avacalhação maior ficou por conta de colocarem uma lagosta no lugar de metralhadora dos bandidos! Terrível. Onde já se viu a Mônica ter medo de lagosta!? Se ainda fosse rato, dava para aceitar mais. E onde já se viu bandido assaltar banco com lagosta!? Não faz sentido nenhum. Tudo sem pé nem cabeça, totalmente sem noção. A história ficou toda mudada por causa disso, a ponto de mudarem até o policial falando "atirar" pra "reagir". 

Trecho da HQ "O Poderoso Cascão", tirada de  'Cascão # 246' (1996)

Trecho da HQ "O Poderoso Cascão", tirada de 'Clássicos do Cinema # 43'

É impressionante essas alterações nos almanaques, cada vez fica pior. Eles que se preocupam tanto em tirar os absurdos das histórias, e colocam esse da lagosta na mão dos bandidos. Revoltante. Seria melhor não republicar. Sem contar o desrespeito com os roteiristas e desenhistas da época e toda a dedicação que tiveram alterando todo o trabalho que tiveram, para mudar tudo assim, sem mais nem menos. Já é de estranhar ter republicação de história com bandidos, porque atualmente não tem também histórias assim, e quando colocam infelizmente fazem esse absurdo, tudo para adaptar ao politicamente correto e não traumatizar ninguém. Lamentável.

E nem é primeira vez que mudaram armas, já fizeram em várias outras oportunidades como em "Cascão 50 Anos" e "Turma da Mônica Extra # 11 - Dudu", e o caso mais recente foi no Almanaque Temático # 29 - Cebolinha Super-heróis" em que na história "Supercebola" (Cebolinha # 38, de 1990), tiraram a arma do bandido da original, e, na reedição ele só apontava o dedo para a vítima. Dá pra perceber que era uma arma na cena. Ridículo.

HQ "Supercebola": Comparação entre 'Cebolinha # 38' e 'Almanaque Temático # 29'

Infelizmente estão muito frequentes essas alterações. Nesse mesmo "Temático # 29", na história "Transformações" (Cebolinha # 7, de 1987) também colocaram um cartaz no muro, onde não tinha na original, já que nas atuais os personagens não rabiscam mais nos muros. Fora que mudaram a cor do muro.

HQ "Transformações": Comparação entre 'Cebolinha # 7' e 'Almanaque Temático # 29'

E na história "SuperAnjinho" (Cebolinha #117, de 1996) trocaram o Diabo falando "diabos" para "diacho", como mostro abaixo. Pelo visto a palavra diabo é proibida agora.

HQ "SuperAnjinho": Comparação entre 'Cebolinha # 117' e 'Almanaque Temático # 29'

Uma outra que aconteceu foi no "Almanaque Temático # 30 - Cascão Futebol" em que na história "Destino de um craque" (Cascão # 23, de 1987), tiraram o círculo em volta da boca do Jeremias que tinha na original. Ou seja, o mesmo que fizeram com o Pelezinho. Ficou horrível. Para eles, até aceitam lábios das histórias antigas, mas círculo em volta da boca dos negros é inadmissível porque pensa que é preconceituoso. Lamentável. 

HQ "Destino de um craque": Comparação entre 'Cascão # 23' e 'Almanaque Temático # 30'

Lembrando que foi só nessa história, e nas outras quando ele aparece de lábios mantiveram e na história "O Mundo dá voltas" mantiveram também o personagem negro com círculo na boca. A implicância foi só com o Jeremias.

Nesse mesmo "Temático # 30" também outra alteração surpreendente na história "Instinto Animal" (Cascão # 306, de 1998), Na original tinha um canário dentro da gaiola e agora simplesmente tiraram em todas as cenas, deixando só uns traços dentro, porque é mau exemplo ter um canário preso na gaiola. Só que perde o sentido porque como alguém vai ter uma gaiola de enfeite na casa, além da parte do Cascão desejar os ovos do canário e mudam a cena pensando, trocando o canário pela gaiola e não tinha ovos lá dentro. Trocam tudo sem coerência. Completamente sem sentido.  Abaixo comparação das cenas:

HQ "Instinto Animal": Comparação entre 'Cascão # 306' e 'Almanaque Temático # 30'

Essas são só algumas mudanças atuais, há várias outras em outros almanaques recentes. Só para constar, as imagens das originais são da minha coleção pessoal e as das revistas recentes foram cedidas por Washington Brito.

Então, as histórias dessa Clássicos do Cinema # 43" são muito divertidas, principalmente "O Pregador". Gosto quando tem republicações nesse título. O que estragaram foram as alterações que insistem em colocar nos almanaques. Sempre acho que se tem que alterar as histórias para se encaixar nos padrões atuais, que não republiquem. Como se preocupam com o politicamente correto, acho que certas histórias não deviam ser republicadas, ficando no limbo do esquecimento. Seria melhor não republicar do que ver essas alterações sem sentido, estragando a magia das histórias.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Clássicos do Cinema Nº 41: Super-Home (Com Chico Bento)


Já nas bancas, "Clássicos do Cinema Nº 41 - Super-Home", a mais recente edição dessa coleção. Não sou de comprar muito esse título, só quando o tema me interessa, mesmo todos os números serem raridades de encontrar em sebos. Por isso nem sempre tem comentários meus sobre essa revista aqui, só quando compro. E dessa vez me interessou. Nessa postagem comento sobre ela. 

Como dá para perceber, essa edição satiriza o filme "Super-Homem", protagonizado pelo Chico Bento. A capa ficou bem bacana e como envolve Chico Bento e Super-Homem, me agradou. A trama, escrita pelo roteirista Flavio Teixeira, começa com julgamento de 3 vilões Unça, Tom e General Bod, que é o mais perigoso. Após isso, o Planeta "Goiabyton" iria explodir e então Astro-El (Astronauta) e Laritinha (Ritinha), seus pais biológicos, resolvem levar o seu filho Ckica-El para Terra, através de uma nave. 

Chegando lá, ele é adotado por um casal e desenvolve superpoderes e passa a se chama Chico Bent. Quando cresce vai atrás da sua origem e descobre que é o super-Home e passa a viver em Medrópolis, vivenciando várias aventuras.

Apesar do roteiro bom, os traços dessa história são feios e não são meus favoritos. Já fizeram "Clássicos do Cinema" com traços melhores e mais caprichados. Pelo menos não são traços digitalizados e nem as letras, o que é menos pior.



Nessa edição, tem a presença de vários personagens principais da turma do Chico Bento, sendo que senti falta do Hiro. Nós acompanhamos o Nhô Lau como o chefe Nho Laite, o primo Zeca como repórter Zequinha Orsen, Rosinha como a repórter Rosileine, Zé Lelé como o vilão Lelex Luto, entre outros. Os personagens que falam acaipirados continuam falando assim desse jeito.

Fora da turma do Chico Bento tem também aparições do Astronauta e do Louco (como o mordomo do Lelex Luto) na história. Como eles gostam de colocar o Astronauta e o Louco nessas histórias dos "Clássicos do Cinema", até pelo espírito de aventura que o Astronauta traz e pelos trocadilhos engraçados do Louco para dar humor. Não combina muito esses personagens com o Chico Bento, mas tudo bem. Interessante ver a volta da Ritinha (Laritinha na história), que nos gibis convencionais era a antiga namorada do Astronauta que lhe deu chifres casando com outro. 

Uma coisa que chamou a atenção é a palavra "diacho" sendo falada tranquilamente na história. O nome do jornal que o Chico Bent vai trabalhar se chama "Diacho" e o Nhô Laite xinga "diacho" na história. A princípio é de surpreender, mas como essa revista é destinada mais para crianças maiores a partir de 10 anos, parece que resolveram colocar a palavra nessa edição. Porém, nas revistas mensais convencionais, quando precisam, continuam colocando "bolas" ou "pindarolas", ou até mesmo "puxa" (que foge do sentido original, inclusive) no lugar de "diacho". 

Surpresa da palavra "Diacho" na história

Como não podia deixar de ser, já se tornando uma marca registrada do título, há presença de vários personagens de filmes, desenhos animados e quadrinhos. Nesse número tem a presença do Mestre dos Magos do desenho "Caverna do Dragão", do ET do filme "E.T., o Extraterrestre, do Peter Pan, dentre outros. E há também a famosa cena reunindo vários personagens famosos em um quadrinho. Dessa vez, reunindo super-heróis voadores da ficção, que se encontra na página 35.

É capaz de ter uma continuação dessa história do "Super-Home", já que nessa edição não ficou claro o que aconteceu com os bandidos julgados no início da história e ficou focado mesmo na luta contra o vilão Lelex Luto. Já é certo de futuramente "Peraltas do Caribe" (Clássicos do Cinema Nº 30, de 2012) e "Coelhada para o futuro" (Clássicos do Cinema Nº 36, de 2013) tenham suas continuações, e essa "Super-Home" é mais uma da lista.

O bom dessas revistas com histórias únicas, como "Clássicos do Cinema" e a horrorosa "Turma da Mônica Jovem", é que tem nos créditos do final do expediente de quem fez a história. Nesse número especificamente, é mostrado lá, então, que o roteirista foi o Flavio Teixeira, o desenhista José Aparecido Cavalcante, letras de Carlos Kina, entre outras informações. Nos gibis convencionais, os créditos são fixos e nem sempre os nomes que aparecem lá participou na produção do tal gibi. 

Então, é uma boa edição comparada com as mensais atuais. Pelo menos foge da mesmice e até que a história ficou bem elaborada e divertida. Fica a dica.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Clássicos do Cinema nº 38 - Os Vingadoidos


"Clássicos do Cinema Turma da Mônica" é uma publicação com histórias que satirizam os filmes de sucesso do cinema. Nessa postagem falo da coleção como um todo e meus comentários sobre essa última edição sobre os Vingadoidos.

Lançada em 2007, é uma das melhores publicações da MSP no momento. Com 52 páginas, capa envernizada, formato 19 X 27,5 cm e periodicidade bimestral, tem forte influência no gibi "As Aventuras dos Trapalhões" da Editora Abril do final dos anos 80 e início dos anos 90, em que eles também parodiam filmes conhecidos. E também de "Gibizão da Turma da Mônica" da Editora Globo que tinha a mesma proposta.

Normalmente "Clássicos do Cinema" são histórias inéditas, mas tem algumas edições que colocam republicações, que podem ser do material que saiu em "Gibizão da Turma da Mônica" ou com temas específicos, como "Filmes de Terror", "Filmes de Comédia", "Filmes de Aventura", etc. Nesse caso, são várias histórias em uma única edição sobre o tema, que foram também paródias ou referências a filmes que saíram nos gibis convencionais, enquanto que nas edições que apresentam inéditas, são com história única. A última edição que teve republicações até agora foi a nº 31 de "Histórias de detetive". Depois dela, só histórias inéditas.

Enquanto que os gibis convencionais atuais estão voltados mais para crianças menores, "Clássicos do Cinema" atendem as crianças maiores por volta de 10, 11 anos e por isso agradam também a um público mais adulto. A gente nota a diferença no roteiro, comparando as edições: os gibis convencionais ultimamente só se passa no bairro do Limoeiro e tudo é a mesma coisa; já "Clássicos do Cinema" tem uma linguagem diferente, mais ágil e dinâmica, tem aventura, estão em mundos diferentes, embora tem algumas edições que viajam muito e exageram na metalinguagem. 

As histórias costumam ter a participação da turma toda, com vários núcleos juntos nelas. São mais frequentes as participações de Astronauta, Bugu, Louco, Xaveco e Capitão Feio. A coisa boa que o preço não teve reajuste até agora: desde 2007 custa R$ 5,50. O que eu não gosto é da capa envernizada. O verniz fica bonito na hora, mas depois com o passar do tempo, fica feio, estraga, fica a impressão digital. Eu até coloco as edições em plástico depois de lido pra não estragar. Apesar de ter uma proposta mais diferente, eu não coleciono, compro mais as edições que me interessam, com filmes que gostei e que seriam legal ver sob a ótica da Turma da Mônica.

Sobre essa edição nº 38 dos Vingadoidos está muito boa. Como dá pra saber é uma sátira ao filme "Vingadores". Na trama do gibi, uma caixa mágica que é capaz de realizar sonhos é roubada pelo Loqui (Louco) e eles tem que recuperá-lo." Como de costume tem a participação da turma toda. Muitas tiradas boas e muito legal ver o Chico Bento encarnando o Caipirão América.


Como destaque, mostra uma cena reunindo vários personagens arqueiros dos filmes, desenhos e quadrinhos, como o Hank de "Caverna do Dragão". Só achei que ficou faltando o Arqueiro que aparecia nos desenhos da She-Ra. Eles tem costume de colocar vários personagens em uma cena desde a edição nº 15 sobre "Cascão Porker", quando na ocasião, colocaram vários bruxos e magos da ficção, incluindo o Mestre dos Magos de "Caverna do Dragão". Até como uma forma do leitor adivinhar os personagens históricos. E isso ficou mais frequente a partir do nº 24 sobre "Avaturma" (Avatar), que colocaram na cena, muito bem desenhados, vários personagens azuis, como o Sonic, o Aladim, o Papa Léguas, o Perninha de "Tiny Toon", etc.

Interessante ver também no roteiro dessa edição dos Vingadoidos, referência a outros universos conhecidos da TV e dos quadrinhos, como a referência ao seriado "Chaves", na parte que o Xaveco fala "A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena" e também a Disney quando falam "patacas". E porque não ao Cérebro de "Pink e Cérebro" ao falarem "Faremos na próxima vez o que fazemos todas as noites... tentar conquistar a Terra". Tudo não deixa de ser homenagem, assim como as cenas com os personagens da TV e cinema reunidos.


Outro destaque é ver o Jeremias dando chute no Bugu, como o Bidu fazia nas suas histórias. Coloquei "fazia" de propósito mesmo, já que nas histórias atuais dos gibis convencionais, o Bugu infelizmente não leva mais o clássico chute do Bidu por causa do politicamente correto. 

Sem dúvidas, "Clássicos do Cinema - Vingadoidos" é uma ótima edição. Para quem gosta de cinema, heróis e quadrinhos é um prato cheio que vale a pena dar uma conferida. Fica a dica.