sexta-feira, 17 de maio de 2013

Maurício 30 Anos



Em 1990 foi lançado "Maurício 30 Anos", a primeira edição especial comemorativa da MSP desse formato. Com 30 anos de carreira de sucesso, realmente a data não podia passar em branco e, com isso, foi publicada essa edição pela Editora Globo. Na verdade com um ano de atraso, já que foi em 1989 quando realmente completaram 30 anos de carreira com a primeira tira do Bidu no jornal "Folha da Tarde".

A edição com formato 21 X 27,5 cm era maior que o Almanacão de Férias da época (que 2 anos depois adotaria também esse formato) e não é luxuosa. A capa é cartonada, papel de miolo de gibi convencional, mas mesmo assim não deixa de ser especial. Tem 212 páginas no total, com 16 páginas destinadas à apresentação e curiosidades e o restante são histórias republicadas, intercaladas com algumas propagandas comuns que saíam nos gibis da época.


"Maurício 30 Anos" começa com uma página de apresentação, mostrando como era a edição. A seguir começa a seção de curiosidades onde primeiramente é mostrada uma biografia resumida do Maurício de Sousa contando toda a trajetória dele desde que a sua infância e de quando era repórter policial até chegar a consagração dos seus personagens e de seu estúdio.  A seguir são mostrados a evolução dos personagens. Nessa seção mostra a história de criação, características e evolução de cada personagem, tanto dos 5 principais, quanto dos secundários, como Tina, Astronauta, Horácio, Bidu, etc, e a capa das revistas "Nº 1" dos personagens que tinham revista. 


Depois é mostrado algumas capas de revistas da MSP de vários países, como Espanha, Noruega, Argentina e vários outros, além de mostrar também os filmes da MSP nos cinemas (com imagens e sinopse de cada um) e finaliza com depoimentos de artistas famosos, como Silvia Poppovic, Osmar Santos, Luciana Vendramini, dentre outros, contando suas experiências com a Turma da Mônica, que cresceram lendo as revistas da turma e falam também sobre o Maurício, os personagens que mais gostam, etc.


Todas essas curiosidades retratadas de uma forma bem simples visualmente, sem apresentar uma arte gráfica. Inclusive foi a primeira vez que eu soube da história do Maurício até então a partir dessa edição. Eu até já sabia antes que os personagens já foram com traços pontiagudos por causa do 'Almanaque do Cascão # 6' (Ed. Globo, 1989) que mostrou imagens do Cascão antigo no prólogo e, principalmente no 'Almanaque da Mônica # 15' (Ed. Globo, 1989) que republicou só histórias de 1970/71, sem contar que eu via os traços diferentes nas histórias dos almanaques . Agora a história do Maurício não conhecia até então.


Após as curiosidades, vêm as histórias. Essa edição foram republicadas 39 histórias, contando com a tirinha final. A grande maioria são histórias de miolo dos gibis originais, e, com isso, as histórias são mais simples. Histórias de abertura originais só tem 6. Como são muitas histórias, eu destaco os títulos das histórias de abertura originais e algumas de miolo mais importantes ao longo da postagem.


A grande intenção desse especial mesmo era mostrar a evolução dos personagens nos anos 70 e anos 80 através das histórias, mas claro sem deixar de ter clássicos que marcaram a trajetória da Turma da Mônica. Todos os núcleos dos personagens do Maurício tiveram histórias solo nesse especial: Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Horácio, Bidu, Raposão, Papa-capim, Tina, Penadinho, Piteco e Astronauta. Curiosamente Magali não teve história solo, apesar da tirinha final ser dela, mesmo com "Mônica" no título, já que foi retirada de uma revista da Mônica.

Cada personagem tem em média 2 histórias solo, onde é mostrado uma história dos anos 70 e mais adiante uma história dos anos 80 para a gente comparar a evolução dos traços. Tipo, é mostrado uma história da Tina hippie e mais tarde é mostrado uma história com a Tina atual dos anos 80. Com quase todos os núcleos foi assim. Só Turma da Mata que não teve uma história dos anos 80 para ver a comparação. Em compensação tiveram 3 histórias dos anos 70 desse núcleo, e por curiosidade, elas eram intituladas como "Raposão", mas nem todas as histórias eram do Raposão, como, por exemplo, uma que era do Jotalhão, mas colocaram Raposão no título. E destaco também que Piteco e Astronauta não tiveram histórias deles nas versões dos anos 70. 


As histórias dos anos 70, a grande maioria são de 1970 e 1971 e são os verdadeiros clássicos dessa edição. Destaco as histórias: 
  • "A estátua" (HQ de abertura de MN #16 - Ed. Abril, 1971) que abre a edição, onde o Cascão vira estátua por um descuido da Mônica ao brincar de "Homem de barro, aí licença" (uma espécie de "Como está, fica"); 
  • "O maior amigo do Cebolinha" (MN # 9, Ed. Abril, 1971) com a presença do Garotão que aparecia muito nas tiras dos anos 60;
  •  "A super-loção" (MN # 2, Ed. Abril, 1970) em que o Zé Luis inventa uma poção pra nascer cabelo no Cebolinha; 
  • "Quem bate?" (MN # 5, Ed. Abril, 1970) em que o Cebolinha deixa o pai na rua e arruma muitas confusão. 

Todas são dos primeiros números da Mônica e são ótimas. Aí em seguida mostra a fase mais intermediária, com várias histórias por volta de 1976/77, como a história "O senhor do tempo"  (HQ de abertura de 'Mônica # 81', Ed. Abril, 1977) em que o senhor que controla o tempo no mundo desce a Terra pra tirar umas férias e aí o tempo para. 


As histórias dos anos 80 desse especial são muito boas, só não são consideradas clássicas para sua época. A maioria das histórias foram mais de 1983, ou seja, histórias normais que estavam saindo nos almanaques da época. Destaque para as histórias:
  • "Ai que vontade de tomar sorvete" (HQ de abertura de CB # 131, Ed. Abril, 1983) em que o Cebolinha está gripado e faz de tudo para tomar sorvete assim mesmo, até sair na rua escondido de pijama de bolinha; 
  • "Porquinho ciumento" (HQ de abertura de CC # 23 - Ed. Abril, 1983) em que o Chovinista tenta salvar o Cascão e sua namorada da ponte que estava quase desabando no abismo, e ele se passa por porquinho ciumento por causa disso e ainda se envolve em várias confusões;
  • "Esse não pode dar errado!" (HQ de abertura de MN # 174 - Ed. Abril, 1984), em que o Cascão, a mando dos meninos, se esconde dentro do sofá da Mônica para tentar pegar o Sansão e arruma muita confusão com a visita que o pai da Mônica recebe;
  • "Como se beija" (HQ de abertura de MN # 166 - Ed. Abril, 1984) que encerra o especial, em que a Mônica quer aprender a beijar que nem os casais de novelas e o Cebolinha ouve e arma um plano infalível aproveitando a situação e se fantasia de Rodolfo Cebolino.

História muda só teve uma: "A última goiaba" do 'Chico Bento # 31', de 1983. Não teve nenhuma alteração em relação às histórias originais. Na época eles não mudavam mesmo o conteúdo delas e não seria nessa edição especial que fariam isso. Afinal, o incorreto prevalecia em 1990. Tem até uma curiosidade: nos anos 70, o Chico Bento não falava caipirês nas histórias, e só foi falar assim a partir de 1980. Então, quando republicavam as histórias dele nos almanaques da própria Editora Abril e nos primeiros da Globo, o texto dessas histórias eram alterados dele falando certo nas originais para falar caipirês. Normalmente, até republicavam mais as mudas ou então de poucas páginas e poucos diálogos para não terem tanto trabalho para fazer alterações nos textos. E interessante que nesse especial não alteraram isso e deixaram o Chico falando certo, exatamente como era. É uma história de 2 páginas que a coloco inteira aqui:


Só duas coisas que ficou um pouco a desejar na edição. Uma foi que não mostraram traços dos personagens fofinhos de 1977 a 1979. Tiveram histórias de todas as fases para comparar, inclusive tiveram histórias de 1977, mas nenhuma da fase fofinha. Outra coisa que não gostei muito foi que a história "Que coincidência" da Tina que foi  publicada em 'Mônica # 1' (Editora Globo, 1987). Nela, Tina veste uma roupa e toda a sua turma está com roupa igual a dela. Eu achei muito nova para ser republicada nesse especial, só 3 anos da publicação original, já que em 1990 era permitido republicarem histórias de até 1985. Essa da Tina é legal, só achei muito nova para ser republicada.

Tiveram dois lotes desse especial e cada um com um preço diferente. Quando foi lançado em junho/90 custava Cr$ 250,00, e no 2º lote lançado por volta de setembro o preço da capa informava que era Cr$ 400,00. Na época comprei o meu na banca em junho e depois foi recolhido, e meses depois voltou a ser vendido com preço mais caro. Independente do lote, nos créditos finais aparecia a data de junho/90. No geral, era um pouco mais caro que o 'Almanacão de Férias # 7' de junho/90 que custou R$ 150,00. E detalhe que toda banca vendia "Maurício 30 Anos" normalmente como qualquer gibi.


Em 2004, "Maurício 30 Anos" foi relançado em uma nova versão como formato livro com capa dura e mais luxuoso. Essa versão capa dura eu não tenho, mas provavelmente não tem as propagandas, já que consta que essa versão tem 192 páginas. Ele foi lançado junto com as versões também de luxo de "Mônica 30 Anos", "Mônica 35 Anos" e "Mônica 40 Anos" (originais de 1993, 1998 e 2004, respectivamente). Todas as versões de luxo são mais difíceis de encontrar até mesmo na internet, talvez por ter tido tiragem menor, enquanto que as versões simples eu já encontrei até em sebo. Na boa, eu até prefiro as versões simples que, além de serem mais baratas, refere-se exatamente à época original que foi lançada, e as versões de luxo, além de não ter as propagandas, ainda tem possibilidade de terem os seus textos alterados.

Para mim, "Maurício 30 Anos" foi o melhor especial da MSP até hoje, junto com "Mônica 30 Anos". Mesmo sendo tudo de forma simples é uma edição de alta qualidade. Nesses especiais não importa ser tudo luxuoso e, sim as seções de curiosidades e boas histórias que deem pra mostrar as evolução dos traços ao longo dos anos.  É uma edição que vale a pena ter, principalmente a versão original de 1990.

29 comentários:

  1. Muito boa a postagem...valeu Marcos,pois lembro que te pedi essa matéria...e realmente essa revista é mesmo especial...matérias,HQs...vale mesmo a pena e preciso ter uma dessa raridade na minha coleção(em breve)!!! :D

    Valeu,abraços, Xandro.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com certeza Xandro. Vale muito a pena ter sim. Como vc viu, não vai se arrepender quando comprar. Abraços

      Excluir
  2. É fantástico a maneira como você apresenta as histórias. Quem têm dá vontade de reler e quem não têm dá vontade de comprar pra ler. Continue assim amigo. Uma das postagens que mais gostei! Tenho essa com o preço de Cr$ 400,00. Legal ter essa na coleção não é? Realmente as histórias daquela época eram muito melhores! Valeu pela matéria amigo. Um abraço!

    ResponderExcluir
  3. OLha.... Para mim, a melhor sacada é a Coleção Histórica, pois temos a reprodução das historinhas em ordem cronológica e vem tudo num pacote só (Mônica, Cebolinha, Cascão etc.). Esses especiais foram bons nessa época em que só podíamos contar com eles para obter um resgate desse material, porém, hoje em dia, eles tornam-se dispensáveis.

    O fato de não aparecer os personagens da fase fofa (ou superfofa, como alguns chamam), é muito ruim, pois são tempos em que os personagens eram mais expressivos e ganhavam mais movimento e agilidade, tudo era muito cômico e até mesmo as histórias mudas tonavam-se engraçadas. Uma pena que ficam ignorando essa época!

    Quanto a Tina, gosto dela nessa fase dos anos 80/90, pois foi a fase em que mais li suas histórias. Não conheci muito bem a Tina de antes. Só agora, através da Coleção Histórica, é que vou vendo um pouco sobre ela e o Rolo. Isso só me faz ter aversão a Tina de agora que não tem nada a ver com tudo o que já foi. Falta muita criatividade hoje em dia em cima do núcleo dela. Pensam em mudar o visual e o padrão, mas não pensam em criar tramas melhores.

    Sinceramente, tenho ficado muito preocupado com os rumos da turma da Mônica daqui para frente. Se os desenhos de hoje em dia agradam mais, as histórias estão completamene descartáveis. Está na hora de criar coisas novas que enalteçam mais a qualidade dos personagens. Já sugeri um "Crossover" entre bidu e Mingal em uma aventura no estilo detetive ou algo que envolvesse mais ação entre eles. Já sugeri que o Cascão tivesse como vizinho um depósito de sucata, já sugeri a volta de planos mais bem elaborados em que o Cebolinha realmente tivesse um pouco mais de malícia para com a Mônica (como antigamente), mas tudo é vetado, tudo não pode. Nem mesmo mandar a turminha para o espaço ou em alto mar não pode mais. Assim fica tudo sem graça. Assim não dá!

    Até mesmo histórias com o Louco e o Capitão Feio estão perdendo a graça, embora ainda sejam as melhores. Recentemente vi o seu Juca em uma edição e me deu vontade de esbofetear quem fez aquela história que não mostra nada mais do mesmo e está muito aquém do que já foi um dia.

    A turma sempre teve mudanças ao longo dos anos e torço para que haja logo uma nova mudança daqui a alguns anos. É claro que penso somente em mim e no meu gosto pessoal, né?

    Abraços. Tenha um bom fim de semana!

    Fabiano Caldeira.

    ResponderExcluir
  4. Marcos,

    Na verdade com um ano de atraso
    --- Noto que quase nunca os Estúdios se organizam bem para lançar edições comemorativas a tempo.

    e não é luxuosa
    --- E melhor assim, como vc falou ao final da postagem. Esse recente do Horácio, por exemplo, poderia ser vendido nesse formato. Acho que daria para cortar o preço à metade! A Panini fez ótimos álbuns para o título Hellblazer assim: capa cartonada com orelhas e miolo em papel tipo jornal (pisa brite).

    Essa edição foram republicadas 39 histórias
    --- Muita história! Bacana.

    Todos os núcleos dos personagens do Maurício tiveram histórias solo nesse especial
    --- Isso sim é saber uma boa seleção. Já esses 50 anos...

    mas colocaram Raposão no título
    --- Isso já me chamou atenção antes. Parece que não era Turma da Mata. Mas, sim, turma do Raposão... he

    Na época eles não mudavam mesmo o conteúdo delas e não seria nessa edição especial que fariam isso.
    --- Depois, pegaram o mau hábito.

    Tiveram dois lotes desse especial e cada um com um preço diferente.
    --- Os preços oscilavam muito. Eu tinha raiva do tabelão do jornaleiro. Tudo era código e os valores eram alterados bruscamente....

    E detalhe que toda banca vendia "Maurício 30 Anos" normalmente como qualquer gibi.
    --- Ainda hj, esse é o problema das bancas. Os jornaleiros não respeitam os gibis, com raras exceções. Nem às edições especiais sabem dar destaque...

    Para mim, "Maurício 30 Anos" foi o melhor especial da MSP até hoje, junto com "Mônica 30 Anos".
    --- Gosto muito de Mônica 30. Ainda não comprei minha edição de Maurício 30 porque não encontrei nada no estado de conservação que me agrade...

    Sobre Mônica 30 anos, já fiz uma postagem-divulgação a respeito: http://kleitongoncalves.blogspot.com.br/2012/12/monica-30-e-50-anos_1.html

    Abç e ótima postagem!

    ResponderExcluir
  5. Legal Heri, não deixa de ser essa a intenção mesmo. São hqs ótimas q valem a pena mesmo e aí deixo esses suspense de dar vontade de ler. Q bom q vc tem esses especial. Abraços

    ResponderExcluir
  6. Fabiano,

    Sobre não ter hqs da fase superfofos não q seja ruim, mas como estavam querendo comparar os traços podiam colocar uma dessas. Hqs assim eram muito republicadas nos almanaques da própria época, aí o pessoal até já estava acostumado com aqueles traços. Concorod q esses traços eram muito bons sim.

    Sobre ter essas hqs na CHTM vai demorar muito pra ter todas essas hqs, já q abrangem todas as épocas. Na dúvida compro os dois rsrs

    Tina tbm prefiro os traços dos anos 80/90. Eu acompanhei mesmo essa fase e é q mais me agrada. Mas tbm é legal ver essa fase hippie. Só não gosto mesmo dos traços atuais da turma dela, principalmente do Rolo.

    Sobre: "Se os desenhos de hoje em dia agradam mais, as histórias estão completamene descartáveis."

    Não concordo q os desenhos atuais agradam. Estão cada vez piores com esses traços digitalizados. E hqs então nem se fala. Eles vão mudar só para atender o gosto da garotada de hj q são o público alvo. À gente só resta a opção de comprar ou não. Eu prefiro comprar as antigas.

    Abraços

    ResponderExcluir
  7. Kleiton, versão simples é melhor mesmo. Do Horácio tinha q ser assim tbm. Não importa o luxo e sim as hqs dele. Quem sabe no nº2 tenha 2 versões.

    Maurício 30 Anos tem 39 hqs, e tbm 212 páginas. Assim q tem q ser. E ter uma versão simples. Essa q foi a sacada. Coisa q os especiais 50 Anos não fazem.

    Na Turma da Mata sempre pensava q ser ao Jotalhão era o principal, mas nos anos 70 parecia ser Raposão mesmo. Esse termo "Turma da mata" começou nos gibizinhos, pq sempre pensava q era Turma do Jotalhão.

    Sobre: "Os preços oscilavam muito. Eu tinha raiva do tabelão do jornaleiro. Tudo era código e os valores eram alterados bruscamente...."

    Esse tabelão era muito nos gibis da Editora Abril a partir de 1992, sobretudo os da Disney. na capa informava um código e um "vê tabela". Dava raiva mesmo. Nos da TMN parece q eles colocavam o preço em cima da hora q ia vender, já q a fonte da letra eram até diferente do nº.

    Tomara q vc consiga maurício 30 Anos em bom estado. Não vai se arrepender. Já tinha visto a sua postagem da Mônica 30 Anos. A sua é capa dura de 2004, mas prefiro a de 1993 mesmo.

    Abraços

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bem lembrado, sobre o tabelão da Abril. Nessa época que vc mencionou, eu só comprava gibis DC/Marvel (Abril)... Era um tormento...

      Excluir
    2. Pois é, qualquer edição da Ed. Abril tinha isso. Muito tormento mesmo. Tinham q colocar o preço em cima da hora de lançar nas bancas como eram os gibis da Ed. Globo.

      Abraços

      Excluir
    3. E era capa duras?? Quando sairam e fui numa livraria no shopping vê...era cartona também!! Só se teve duas versões! :p

      Excluir
    4. Xandro, em 1990 os 2 lotes eram capa cartonada. Só em 2004 q fizeram uma versão de luxo em capa dura.

      Excluir
  8. Desde a minha infância eu sou louco por esse Almanacão do Maurício (que era como eu e muitos chamavam), mas na época era impossível pelas condições financeiras, assim como o Mônica 30 anos.
    39 histórias é muita coisa pra 200 páginas, mesmo com histórias de miolo, adorei essa diversidade de personagens, bem democrático rs.
    Quanto à questão do preço, eu lembro que os gibis vinham com a famosa etiqueta de preço em cima, pois mudava à toda hora. Já arranquei muita dessas etiquetas pra ver o preço original rs.
    E muito obrigado por fazer essa matéria, eu tb tinha feito essa sugestão e ela só me fez querer adquirir mais ainda essa edição, que mesmo simples para os dias de hj, ganha pelo conteúdo. Já vi essa edição num sebo aqui no centro, vou sondar o preço por lá e pelos sites afora. Abç.

    ResponderExcluir
  9. llpsdll,

    sobre: "os gibis vinham com a famosa etiqueta de preço em cima, pois mudava à toda hora. Já arranquei muita dessas etiquetas pra ver o preço original rs."

    Eu tbm fazia isso direto, algumas eram mais fáceis de tirar, outras não.

    "mesmo simples para os dias de hj, ganha pelo conteúdo."

    Com certeza, o conteúdo é o q importa mesmo. Não adianta nada tudo luxuoso com hqs a desejar.

    Tomara q consiga comprar por um bom preço. Abraços

    ResponderExcluir
  10. As imagens usadas na apresentação dos personagens, das capas estrangeiras e algumas dos filmes foram aproveitadas das figurinhas do álbum "A história da Turma da Mônica" que saiu em 86 pela Rio Gráfica.

    ResponderExcluir
  11. André, eu conheço esse álbum, embora nunca vi por dentro, só a capa mesmo. Não sabia q as imagens eram desse álbum. Legal saber. Só sabia q não eram novas e eram do decorrer dos anos 80.

    Esse album foi uma prévia da MSP na Editora Globo, já q a Rio Gráfica era a Editora Globo. Abraços

    ResponderExcluir
  12. São sim. Eu tenho esse álbum completo e reconheci as imagens.

    Parabéns pelo blog, cara. Muito bom. Um abraço grande.

    ResponderExcluir
  13. A que tenho é a que saiu em setembro de 90. Tem um discreto "2ª edição" no expediente.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Legal q vc tem esse álbum, ainda mais completo. É raro de achar e no ML vale uma nota.

      Valeu pelo elogio André. Abraço

      Excluir
  14. Faz uma reportagem da Mônica 35 anos e da Mônica 40 anos, estou muito curioso para saber como esses eram.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pior q não tenho a Mônica 35 Anos ainda, já q estou procurando na internet pra comprar. Já a Mônica 40 Anos eu tenho. Quando der, eu faço.

      Excluir
    2. Essa da Mônica 40 Anos tem uma história do Emerson, né? É que eu já li. Ótima postagem e '30 anos' bem melhor que '50 anos'.

      Excluir
    3. Sim, Marcelo, foi a última hq q mostra a origem da Mônica. Sem dúvida, essa 30 Anos foi excelente.

      Excluir
    4. Pois é, Marcos, sem dúvida, a edição especial Mônica 40 Anos marcou época, até tenho até hoje a edição. Mas não sei porque lançaram em 2004, já que a Mônica poderia ter feito 40 anos em 2003 e também porque ela é de 1963, mas tudo bem.

      Essa última HQ da origem da Mônica é com certeza a melhor do gibi. Tem também várias, como o do passeio à Maurício de Sousa Produções, o do filme de terror, do circo e também uma contando a vida de Marina, Nimbus e Do Contra, mas o da origem da Mônica é a que mais dá destaque ao gibi. Uma pena que infelizmente, tem aquelas caretas da turma muito hilárias, mas que parecem desenhos animados antigos, mas pra te falar a verdade, até que gosto de HQs da turma com caretas, principalmente as do Emerson.

      Então, espero que um dia você também fale de Mônica 40 Anos e boa sorte ao tentar procurar o Mônica 35 Anos, hein? Abraços!

      Excluir
    5. Mônica 40 Anos foi bom sim, quando der eu falo sobre essa edição. Valeu, continuo procurando sim Mônica 35 Anos com bom preço e bom estado. Abraços

      Excluir
  15. Marcos, eu realmente adorei Maurício 30 Anos, sem dúvida esse especial marcou história. Mesmo nunca tendo, eu já baixei ele da Internet, li as histórias e realmente curti muito. Mas de todas as histórias, destaco aqui as que eu acho as melhores:

    - A Estátua (MN # 16, 1971)
    - O Maior Amigo do Cebolinha (MN # 9, 1971)
    - A Super-Loção (MN # 2, 1970)
    - O Poste (1971)
    - Roupa Suja se Lava em Casa (MN # 11, 1971)
    - Os Caçadores de Marfim (MN # 3, 1970)
    - Quem Bate? (MN # 5, 1970)
    - O Anjo Caído (MN # 7, 1970)
    - O Senhor Tempo (MN # 81, 1977)
    - Nossa Viagem (1976)
    - Esmaltado (1977)
    - Essa Cachorrinha é Fogo! (1978/1979)
    - Meus Amigos
    - Esse Não Pode Dar Errado (MN # 174, 1984)
    - Os Hóspedes (1983/1984)
    - Ai, Que Vontade de Tomar Sorvete! (CB # 131, 1983)
    - Um Almoço Esquisito (CB # 133, 1984)
    - Chovinista Ciumento (CC # 23, 1983)
    - A Última Goiaba (CHB # 31, 1983)
    - Como Se Beija? (MN # 166, 1984)

    E esta é a lista de todas as histórias de Maurício 30 Anos que eu acho as melhores. E antes de terminar, você fez um erro: A HQ O Senhor Tempo é de Mônica # 81, de 1977, não de Mônica # 77. E altere também que a HQ A Última Goiaba do Chico Bento é de CHB # 31, de 1983.

    Então é isso, Maurício 30 Anos foi simplesmente sensacional. E me deseje sorte pra eu procurar esse especial um dia. Abraços!

    ResponderExcluir
  16. O seu Cebola não tem jeito... Em Quem bate, ele que leva uma coelhada após um mosquito grudar nele e uma batida no carro do Cascão dentre outros...

    ResponderExcluir
  17. E, apesar de estar em 1970 (hq) e 1987 (desenho), quem bate foi como o pai do Cebolinha criou confusões.

    ResponderExcluir